langa 1.0.0
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01O 1 1 No princípio criou Deus os céus e a terra.
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01O 1 2 A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.
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01O 1 3 Disse Deus: haja luz. E houve luz.
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01O 1 4 Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.
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01O 1 5 E Deus chamou � luz dia, e �s trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
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01O 1 6 E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
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01O 1 7 Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.
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01O 1 8 Chamou Deus ao firmamento céu. E foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
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01O 1 9 E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi.
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01O 1 10 Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom.
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01O 1 11 E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi.
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01O 1 12 A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.
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01O 1 13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.
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01O 1 14 E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos;
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01O 1 15 e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi.
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01O 1 16 Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas.
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01O 1 17 E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra,
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01O 1 18 para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.
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01O 1 19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.
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01O 1 20 E disse Deus: Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu.
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01O 1 21 Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.
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01O 1 22 Então Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares; e multipliquem-se as aves sobre a terra.
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01O 1 23 E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.
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01O 1 24 E disse Deus: Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi.
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01O 1 25 Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.
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01O 1 26 E disse Deus: Façamos o homem � nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.
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01O 1 27 Criou, pois, Deus o homem � sua imagem; � imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
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01O 1 28 Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.
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01O 1 29 Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento.
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01O 1 30 E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento. E assim foi.
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01O 1 31 E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi a tarde e a manhã, o dia sexto.
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01O 2 1 Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército.
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01O 2 2 Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera.
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01O 2 3 Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que criara e fizera.
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01O 2 4 Eis as origens dos céus e da terra, quando foram criados. No dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus
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01O 2 5 não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha ainda brotado; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, nem havia homem para lavrar a terra.
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01O 2 6 Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra.
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01O 2 7 E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente.
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01O 2 8 Então plantou o Senhor Deus um jardim, da banda do oriente, no Éden; e pôs ali o homem que tinha formado.
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01O 2 9 E o Senhor Deus fez brotar da terra toda qualidade de árvores agradáveis � vista e boas para comida, bem como a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.
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01O 2 10 E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços.
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01O 2 11 O nome do primeiro é Pisom: este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro;
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01O 2 12 e o ouro dessa terra é bom: ali há o bdélio, e a pedra de berilo.
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01O 2 13 O nome do segundo rio é Giom: este é o que rodeia toda a terra de Cuche.
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01O 2 14 O nome do terceiro rio é Tigre: este é o que corre pelo oriente da Assíria. E o quarto rio é o Eufrates.
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01O 2 15 Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Édem para o lavrar e guardar.
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01O 2 16 Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente;
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01O 2 17 mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
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01O 2 18 Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea.
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01O 2 19 Da terra formou, pois, o Senhor Deus todos os animais o campo e todas as aves do céu, e os trouxe ao homem, para ver como lhes chamaria; e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome.
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01O 2 20 Assim o homem deu nomes a todos os animais domésticos, �s aves do céu e a todos os animais do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea.
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01O 2 21 Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou-lhe, então, uma das costelas, e fechou a carne em seu lugar;
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01O 2 22 e da costela que o senhor Deus lhe tomara, formou a mulher e a trouxe ao homem.
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01O 2 23 Então disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.
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01O 2 24 Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á � sua mulher, e serão uma só carne.
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01O 2 25 E ambos estavam nus, o homem e sua mulher; e não se envergonhavam.
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01O 3 1 Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse � mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?
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01O 3 2 Respondeu a mulher � serpente: Do fruto das árvores do jardim podemos comer,
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01O 3 3 mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.
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01O 3 4 Disse a serpente � mulher: Certamente não morrereis.
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01O 3 5 Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal.
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01O 3 6 Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu.
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01O 3 7 Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; pelo que coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.
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01O 3 8 E, ouvindo a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim � tardinha, esconderam-se o homem e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim.
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01O 3 9 Mas chamou o Senhor Deus ao homem, e perguntou-lhe: Onde estás?
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01O 3 10 Respondeu-lhe o homem: Ouvi a tua voz no jardim e tive medo, porque estava nu; e escondi-me.
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01O 3 11 Deus perguntou-lhe mais: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?
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01O 3 12 Ao que respondeu o homem: A mulher que me deste por companheira deu-me a árvore, e eu comi.
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01O 3 13 Perguntou o Senhor Deus � mulher: Que é isto que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente enganou-me, e eu comi.
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01O 3 14 Então o Senhor Deus disse � serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás tu dentre todos os animais domésticos, e dentre todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
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01O 3 15 Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
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01O 3 16 E � mulher disse: Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição; em dor darás � luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
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01O 3 17 E ao homem disse: Porquanto deste ouvidos � voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei dizendo: Não comerás dela; maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida.
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01O 3 18 Ela te produzirá espinhos e abrolhos; e comerás das ervas do campo.
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01O 3 19 Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes � terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás.
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01O 3 20 Chamou Adão � sua mulher Eva, porque era a mãe de todos os viventes.
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01O 3 21 E o Senhor Deus fez túnicas de peles para Adão e sua mulher, e os vestiu.
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01O 3 22 Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tem tornado como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Ora, não suceda que estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente.
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01O 3 23 O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden para lavrar a terra, de que fora tomado.
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01O 3 24 E havendo lançado fora o homem, pôs ao oriente do jardim do Éden os querubins, e uma espada flamejante que se volvia por todos os lados, para guardar o caminho da árvore da vida.
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01O 4 1 Conheceu Adão a Eva, sua mulher; ela concebeu e, tendo dado � luz a Caim, disse: Alcancei do Senhor um varão.
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01O 4 2 Tornou a dar � luz a um filho - a seu irmão Abel. Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra.
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01O 4 3 Ao cabo de dias trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor.
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01O 4 4 Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura. Ora, atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta,
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01O 4 5 mas para Caim e para a sua oferta não atentou. Pelo que irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante.
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01O 4 6 Então o Senhor perguntou a Caim: Por que te iraste? e por que está descaído o teu semblante?
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01O 4 7 Porventura se procederes bem, não se há de levantar o teu semblante? e se não procederes bem, o pecado jaz � porta, e sobre ti será o seu desejo; mas sobre ele tu deves dominar.
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01O 4 8 Falou Caim com o seu irmão Abel. E, estando eles no campo, Caim se levantou contra o seu irmão Abel, e o matou.
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01O 4 9 Perguntou, pois, o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? Respondeu ele: Não sei; sou eu o guarda do meu irmão?
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01O 4 10 E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue de teu irmão está clamando a mim desde a terra.
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01O 4 11 Agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para da tua mão receber o sangue de teu irmão.
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01O 4 12 Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na terra.
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01O 4 13 Então disse Caim ao Senhor: É maior a minha punição do que a que eu possa suportar.
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01O 4 14 Eis que hoje me lanças da face da terra; também da tua presença ficarei escondido; serei fugitivo e vagabundo na terra; e qualquer que me encontrar matar-me-á.
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01O 4 15 O Senhor, porém, lhe disse: Portanto quem matar a Caim, sete vezes sobre ele cairá a vingança. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que não o ferisse quem quer que o encontrasse.
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01O 4 16 Então saiu Caim da presença do Senhor, e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden.
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01O 4 17 Conheceu Caim a sua mulher, a qual concebeu, e deu � luz a Enoque. Caim edificou uma cidade, e lhe deu o nome do filho, Enoque.
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01O 4 18 A Enoque nasceu Irade, e Irade gerou a Meüjael, e Meüjael gerou a Metusael, e Metusael gerou a Lameque.
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01O 4 19 Lameque tomou para si duas mulheres: o nome duma era Ada, e o nome da outra Zila.
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01O 4 20 E Ada deu � luz a Jabal; este foi o pai dos que habitam em tendas e possuem gado.
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01O 4 21 O nome do seu irmão era Jubal; este foi o pai de todos os que tocam harpa e flauta.
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01O 4 22 A Zila também nasceu um filho, Tubal-Caim, fabricante de todo instrumento cortante de cobre e de ferro; e a irmã de Tubal-Caim foi Naama.
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01O 4 23 Disse Lameque a suas mulheres: Ada e Zila, ouvi a minha voz; escutai, mulheres de Lameque, as minhas palavras; pois matei um homem por me ferir, e um mancebo por me pisar.
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01O 4 24 Se Caim há de ser vingado sete vezes, com certeza Lameque o será setenta e sete vezes.
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01O 4 25 Tornou Adão a conhecer sua mulher, e ela deu � luz um filho, a quem pôs o nome de Sete; porque, disse ela, Deus me deu outro filho em lugar de Abel; porquanto Caim o matou.
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01O 4 26 A Sete também nasceu um filho, a quem pôs o nome de Enos. Foi nesse tempo, que os homens começaram a invocar o nome do Senhor.
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01O 5 1 Este é o livro das gerações de Adão. No dia em que Deus criou o homem, � semelhança de Deus o fez.
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01O 5 2 Homem e mulher os criou; e os abençoou, e os chamou pelo nome de homem, no dia em que foram criados.
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01O 5 3 Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho � sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete.
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01O 5 4 E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 5 5 Todos os dias que Adão viveu foram novecentos e trinta anos; e morreu.
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01O 5 6 Sete viveu cento e cinco anos, e gerou a Enos.
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01O 5 7 Viveu Sete, depois que gerou a Enos, oitocentos e sete anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 5 8 Todos os dias de Sete foram novecentos e doze anos; e morreu.
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01O 5 9 Enos viveu noventa anos, e gerou a Quenã.
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01O 5 10 viveu Enos, depois que gerou a Quenã, oitocentos e quinze anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 5 11 Todos os dias de Enos foram novecentos e cinco anos; e morreu.
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01O 5 12 Quenã viveu setenta anos, e gerou a Maalalel.
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01O 5 13 Viveu Quenã, depois que gerou a Maalalel, oitocentos e quarenta anos, e gerou filhos e filhas.
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01O 5 14 Todos os dias de Quenã foram novecentos e dez anos; e morreu.
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01O 5 15 Maalalel viveu sessenta e cinco anos, e gerou a Jarede.
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01O 5 16 Viveu Maalalel, depois que gerou a Jarede, oitocentos e trinta anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 5 17 Todos os dias de Maalalel foram oitocentos e noventa e cinco anos; e morreu.
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01O 5 18 Jarede viveu cento e sessenta e dois anos, e gerou a Enoque.
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01O 5 19 Viveu Jarede, depois que gerou a Enoque, oitocentos anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 5 20 Todos os dias de Jarede foram novecentos e sessenta e dois anos; e morreu.
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01O 5 21 Enoque viveu sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém.
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01O 5 22 Andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 5 23 Todos os dias de Enoque foram trezentos e sessenta e cinco anos;
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01O 5 24 Enoque andou com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus o tomou.
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01O 5 25 Matusalém viveu cento e oitenta e sete anos, e gerou a Lameque.
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01O 5 26 Viveu Matusalém, depois que gerou a Lameque, setecentos e oitenta e dois anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 5 27 Todos os dias de Matusalém foram novecentos e sessenta e nove anos; e morreu.
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01O 5 28 Lameque viveu cento e oitenta e dois anos, e gerou um filho,
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01O 5 29 a quem chamou Noé, dizendo: Este nos consolará acerca de nossas obras e do trabalho de nossas mãos, os quais provêm da terra que o Senhor amaldiçoou.
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01O 5 30 Viveu Lameque, depois que gerou a Noé, quinhentos e noventa e cinco anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 5 31 Todos os dias de Lameque foram setecentos e setenta e sete anos; e morreu.
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01O 5 32 E era Noé da idade de quinhentos anos; e gerou Noé a Sem, Cão e Jafé.
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01O 6 1 Sucedeu que, quando os homens começaram a multiplicar-se sobre a terra, e lhes nasceram filhas,
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01O 6 2 viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.
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01O 6 3 Então disse o Senhor: O meu Espírito não permanecerá para sempre no homem, porquanto ele é carne, mas os seus dias serão cento e vinte anos.
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01O 6 4 Naqueles dias estavam os nefilins na terra, e também depois, quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houve na antigüidade.
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01O 6 5 Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente.
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01O 6 6 Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração
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01O 6 7 E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito.
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01O 6 8 Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor.
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01O 6 9 Estas são as gerações de Noé. Era homem justo e perfeito em suas gerações, e andava com Deus.
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01O 6 10 Gerou Noé três filhos: Sem, Cão e Jafé.
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01O 6 11 A terra, porém, estava corrompida diante de Deus, e cheia de violência.
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01O 6 12 Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.
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01O 6 13 Então disse Deus a Noé: O fim de toda carne é chegado perante mim; porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os destruirei juntamente com a terra.
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01O 6 14 Faze para ti uma arca de madeira de gôfer: farás compartimentos na arca, e a revestirás de betume por dentro e por fora.
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01O 6 15 Desta maneira a farás: o comprimento da arca será de trezentos côvados, a sua largura de cinqüenta e a sua altura de trinta.
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01O 6 16 Farás na arca uma janela e lhe darás um côvado de altura; e a porta da arca porás no seu lado; fá-la-ás com andares, baixo, segundo e terceiro.
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01O 6 17 Porque eis que eu trago o dilúvio sobre a terra, para destruir, de debaixo do céu, toda a carne em que há espírito de vida; tudo o que há na terra expirará.
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01O 6 18 Mas contigo estabelecerei o meu pacto; entrarás na arca, tu e contigo teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos.
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01O 6 19 De tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie, farás entrar na arca, para os conservares vivos contigo; macho e fêmea serão.
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01O 6 20 Das aves segundo as suas espécies, do gado segundo as suas espécies, de todo réptil da terra segundo as suas espécies, dois de cada espécie virão a ti, para os conservares em vida.
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01O 6 21 Leva contigo de tudo o que se come, e ajunta-o para ti; e te será para alimento, a ti e a eles.
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01O 6 22 Assim fez Noé; segundo tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez.
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01O 7 1 Depois disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque tenho visto que és justo diante de mim nesta geração.
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01O 7 2 De todos os animais limpos levarás contigo sete e sete, o macho e sua fêmea; mas dos animais que não são limpos, dois, o macho e sua fêmea;
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01O 7 3 também das aves do céu sete e sete, macho e fêmea, para se conservar em vida sua espécie sobre a face de toda a terra.
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01O 7 4 Porque, passados ainda sete dias, farei chover sobre a terra quarenta dias e quarenta noites, e exterminarei da face da terra todas as criaturas que fiz.
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01O 7 5 E Noé fez segundo tudo o que o Senhor lhe ordenara.
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01O 7 6 Tinha Noé seiscentos anos de idade, quando o dilúvio veio sobre a terra.
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01O 7 7 Noé entrou na arca com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos, por causa das águas do dilúvio.
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01O 7 8 Dos animais limpos e dos que não são limpos, das aves, e de todo réptil sobre a terra,
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01O 7 9 entraram dois a dois para junto de Noé na arca, macho e fêmea, como Deus ordenara a Noé.
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01O 7 10 Passados os sete dias, vieram sobre a terra as águas do dilúvio.
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01O 7 11 No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as janelas do céu se abriram,
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01O 7 12 e caiu chuva sobre a terra quarenta dias e quarenta noites.
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01O 7 13 Nesse mesmo dia entrou Noé na arca, e juntamente com ele seus filhos Sem, Cão e Jafé, como também sua mulher e as três mulheres de seus filhos,
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01O 7 14 e com eles todo animal segundo a sua espécie, todo o gado segundo a sua espécie, todo réptil que se arrasta sobre a terra segundo a sua espécie e toda ave segundo a sua espécie, pássaros de toda qualidade.
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01O 7 15 Entraram para junto de Noé na arca, dois a dois de toda a carne em que havia espírito de vida.
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01O 7 16 E os que entraram eram macho e fêmea de toda a carne, como Deus lhe tinha ordenado; e o Senhor o fechou dentro.
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01O 7 17 Veio o dilúvio sobre a terra durante quarenta dias; e as águas cresceram e levantaram a arca, e ela se elevou por cima da terra.
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01O 7 18 Prevaleceram as águas e cresceram grandemente sobre a terra; e a arca vagava sobre as águas.
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01O 7 19 As águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia debaixo do céu foram cobertos.
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01O 7 20 Quinze côvados acima deles prevaleceram as águas; e assim foram cobertos.
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01O 7 21 Pereceu toda a carne que se movia sobre a terra, tanto ave como gado, animais selvagens, todo réptil que se arrasta sobre a terra, e todo homem.
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01O 7 22 Tudo o que tinha fôlego do espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia na terra seca, morreu.
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01O 7 23 Assim foram exterminadas todas as criaturas que havia sobre a face da terra, tanto o homem como o gado, o réptil, e as aves do céu; todos foram exterminados da terra; ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca.
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01O 7 24 E prevaleceram as águas sobre a terra cento e cinqüenta dias.
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01O 8 1 Deus lembrou-se de Noé, de todos os animais e de todo o gado, que estavam com ele na arca; e Deus fez passar um vento sobre a terra, e as águas começaram a diminuir.
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01O 8 2 Cerraram-se as fontes do abismo e as janelas do céu, e a chuva do céu se deteve;
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01O 8 3 as águas se foram retirando de sobre a terra; no fim de cento e cinqüenta dias começaram a minguar.
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01O 8 4 No sétimo mês, no dia dezessete do mês, repousou a arca sobre os montes de Arará.
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01O 8 5 E as águas foram minguando até o décimo mês; no décimo mês, no primeiro dia do mês, apareceram os cumes dos montes.
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01O 8 6 Ao cabo de quarenta dias, abriu Noé a janela que havia feito na arca;
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01O 8 7 soltou um corvo que, saindo, ia e voltava até que as águas se secaram de sobre a terra.
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01O 8 8 Depois soltou uma pomba, para ver se as águas tinham minguado de sobre a face da terra;
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01O 8 9 mas a pomba não achou onde pousar a planta do pé, e voltou a ele para a arca; porque as águas ainda estavam sobre a face de toda a terra; e Noé, estendendo a mão, tomou-a e a recolheu consigo na arca.
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01O 8 10 Esperou ainda outros sete dias, e tornou a soltar a pomba fora da arca.
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01O 8 11 Â tardinha a pomba voltou para ele, e eis no seu bico uma folha verde de oliveira; assim soube Noé que as águas tinham minguado de sobre a terra.
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01O 8 12 Então esperou ainda outros sete dias, e soltou a pomba; e esta não tornou mais a ele.
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01O 8 13 No ano seiscentos e um, no mês primeiro, no primeiro dia do mês, secaram-se as águas de sobre a terra. Então Noé tirou a cobertura da arca: e olhou, e eis que a face a terra estava enxuta.
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01O 8 14 No segundo mês, aos vinte e sete dias do mês, a terra estava seca.
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01O 8 15 Então falou Deus a Noé, dizendo:
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01O 8 16 Sai da arca, tu, e juntamente contigo tua mulher, teus filhos e as mulheres de teus filhos.
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01O 8 17 Todos os animais que estão contigo, de toda a carne, tanto aves como gado e todo réptil que se arrasta sobre a terra, traze-os para fora contigo; para que se reproduzam abundantemente na terra, frutifiquem e se multipliquem sobre a terra.
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01O 8 18 Então saiu Noé, e com ele seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos;
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01O 8 19 todo animal, todo réptil e toda ave, tudo o que se move sobre a terra, segundo as suas famílias, saiu da arca.
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01O 8 20 Edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa, e ofereceu holocaustos sobre o altar.
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01O 8 21 Sentiu o Senhor o suave cheiro e disse em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice; nem tornarei mais a ferir todo vivente, como acabo de fazer.
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01O 8 22 Enquanto a terra durar, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite.
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01O 9 1 Abençoou Deus a Noé e a seus filhos, e disse-lhes: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra.
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01O 9 2 Terão medo e pavor de vós todo animal da terra, toda ave do céu, tudo o que se move sobre a terra e todos os peixes do mar; nas vossas mãos são entregues.
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01O 9 3 Tudo quanto se move e vive vos servirá de mantimento, bem como a erva verde; tudo vos tenho dado.
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01O 9 4 A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis.
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01O 9 5 Certamente requererei o vosso sangue, o sangue das vossas vidas; de todo animal o requererei; como também do homem, sim, da mão do irmão de cada um requererei a vida do homem.
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01O 9 6 Quem derramar sangue de homem, pelo homem terá o seu sangue derramado; porque Deus fez o homem � sua imagem.
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01O 9 7 Mas vós frutificai, e multiplicai-vos; povoai abundantemente a terra, e multiplicai-vos nela.
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01O 9 8 Disse também Deus a Noé, e a seus filhos com ele:
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01O 9 9 Eis que eu estabeleço o meu pacto convosco e com a vossa descendência depois de vós,
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01O 9 10 e com todo ser vivente que convosco está: com as aves, com o gado e com todo animal da terra; com todos os que saíram da arca, sim, com todo animal da terra.
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225
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01O 9 11 Sim, estabeleço o meu pacto convosco; não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio; e não haverá mais dilúvio, para destruir a terra.
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01O 9 12 E disse Deus: Este é o sinal do pacto que firmo entre mim e vós e todo ser vivente que está convosco, por gerações perpétuas:
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01O 9 13 O meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre mim e a terra.
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01O 9 14 E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, e aparecer o arco nas nuvens,
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229
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01O 9 15 então me lembrarei do meu pacto, que está entre mim e vós e todo ser vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne.
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01O 9 16 O arco estará nas nuvens, e olharei para ele a fim de me lembrar do pacto perpétuo entre Deus e todo ser vivente de toda a carne que está sobre a terra.
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01O 9 17 Disse Deus a Noé ainda: Esse é o sinal do pacto que tenho estabelecido entre mim e toda a carne que está sobre a terra.
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01O 9 18 Ora, os filhos de Noé, que saíram da arca, foram Sem, Cão e Jafé; e Cão é o pai de Canaã.
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01O 9 19 Estes três foram os filhos de Noé; e destes foi povoada toda a terra.
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01O 9 20 E começou Noé a cultivar a terra e plantou uma vinha.
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01O 9 21 Bebeu do vinho, e embriagou-se; e achava-se nu dentro da sua tenda.
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01O 9 22 E Cão, pai de Canaã, viu a nudez de seu pai, e o contou a seus dois irmãos que estavam fora.
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01O 9 23 Então tomaram Sem e Jafé uma capa, e puseram-na sobre os seus ombros, e andando virados para trás, cobriram a nudez de seu pai, tendo os rostos virados, de maneira que não viram a nudez de seu pai.
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01O 9 24 Despertado que foi Noé do seu vinho, soube o que seu filho mais moço lhe fizera;
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01O 9 25 e disse: Maldito seja Canaã; servo dos servos será de seus irmãos.
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01O 9 26 Disse mais: Bendito seja o Senhor, o Deus de Sem; e seja-lhe Canaã por servo.
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01O 9 27 Alargue Deus a Jafé, e habite Jafé nas tendas de Sem; e seja-lhe Canaã por servo.
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01O 9 28 Viveu Noé, depois do dilúvio, trezentos e cinqüenta anos.
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01O 9 29 E foram todos os dias de Noé novecentos e cinqüenta anos; e morreu.
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01O 10 1 Estas, pois, são as gerações dos filhos de Noé: Sem, Cão e Jafé, aos quais nasceram filhos depois do dilúvio.
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01O 10 2 Os filhos de Jafé: Gomer, Magogue, Madai, Javã, Tubal, Meseque e Tiras.
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01O 10 3 Os filhos de Gomer: Asquenaz, Rifate e Togarma.
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01O 10 4 Os filhos de Javã: Elisá, Társis, Quitim e Dodanim.
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01O 10 5 Por estes foram repartidas as ilhas das nações nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações.
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01O 10 6 Os filhos de Cão: Cuche, Mizraim, Pute e Canaã.
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01O 10 7 Os filhos de Cuche: Seba, Havilá, Sabtá, Raamá e Sabtecá; e os filhos de Raamá são Sebá e Dedã.
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01O 10 8 Cuche também gerou a Ninrode, o qual foi o primeiro a ser poderoso na terra.
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01O 10 9 Ele era poderoso caçador diante do Senhor; pelo que se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do Senhor.
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01O 10 10 O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar.
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01O 10 11 Desta mesma terra saiu ele para a Assíria e edificou Nínive, Reobote-Ir, Calá,
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01O 10 12 e Résem entre Nínive e Calá (esta é a grande cidade).
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01O 10 13 Mizraim gerou a Ludim, Anamim, Leabim, Naftuim,
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01O 10 14 Patrusim, Casluim (donde saíram os filisteus) e Caftorim.
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01O 10 15 Canaã gerou a Sidom, seu primogênito, e Hete,
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01O 10 16 e ao jebuseu, o amorreu, o girgaseu,
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01O 10 17 o heveu, o arqueu, o sineu,
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01O 10 18 o arvadeu, o zemareu e o hamateu. Depois se espalharam as famílias dos cananeus.
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01O 10 19 Foi o termo dos cananeus desde Sidom, em direção a Gerar, até Gaza; e daí em direção a Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim, até Lasa.
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01O 10 20 São esses os filhos de Cão segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, em suas nações.
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01O 10 21 A Sem, que foi o pai de todos os filhos de Eber e irmão mais velho de Jafé, a ele também nasceram filhos.
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01O 10 22 Os filhos de Sem foram: Elão, Assur, Arfaxade, Lude e Arão.
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01O 10 23 Os filhos de Arão: Uz, Hul, Geter e Más.
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01O 10 24 Arfaxade gerou a Selá; e Selá gerou a Eber.
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01O 10 25 A Eber nasceram dois filhos: o nome de um foi Pelegue, porque nos seus dias foi dividida a terra; e o nome de seu irmão foi Joctã.
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01O 10 26 Joctã gerou a Almodá, Selefe, Hazarmavé, Jerá,
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01O 10 27 Hadorão, Usal, Dicla,
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01O 10 28 Obal, Abimael, Sebá,
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01O 10 29 Ofir, Havilá e Jobabe: todos esses foram filhos de Joctã.
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01O 10 30 E foi a sua habitação desde Messa até Sefar, montanha do oriente.
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01O 10 31 Esses são os filhos de Sem segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, segundo as suas nações.
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01O 10 32 Essas são as famílias dos filhos de Noé segundo as suas gerações, em suas nações; e delas foram disseminadas as nações na terra depois do dilúvio.
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01O 11 1 Ora, toda a terra tinha uma só língua e um só idioma.
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01O 11 2 E deslocando-se os homens para o oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e ali habitaram.
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01O 11 3 Disseram uns aos outros: Eia pois, façamos tijolos, e queimemo-los bem. Os tijolos lhes serviram de pedras e o betume de argamassa.
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01O 11 4 Disseram mais: Eia, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume toque no céu, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.
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01O 11 5 Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;
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01O 11 6 e disse: Eis que o povo é um e todos têm uma só língua; e isto é o que começam a fazer; agora não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
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01O 11 7 Eia, desçamos, e confundamos ali a sua linguagem, para que não entenda um a língua do outro.
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01O 11 8 Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade.
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01O 11 9 Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o Senhor a linguagem de toda a terra, e dali o Senhor os espalhou sobre a face de toda a terra.
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01O 11 10 Estas são as gerações de Sem. Tinha ele cem anos, quando gerou a Arfaxade, dois anos depois do dilúvio.
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01O 11 11 E viveu Sem, depois que gerou a Arfaxade, quinhentos anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 11 12 Arfaxade viveu trinta e cinco anos, e gerou a Selá.
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01O 11 13 Viveu Arfaxade, depois que gerou a Selá, quatrocentos e três anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 11 14 Selá viveu trinta anos, e gerou a Eber.
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01O 11 15 Viveu Selá, depois que gerou a Eber, quatrocentos e três anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 11 16 Eber viveu trinta e quatro anos, e gerou a Pelegue.
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01O 11 17 Viveu Eber, depois que gerou a Pelegue, quatrocentos e trinta anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 11 18 Pelegue viveu trinta anos, e gerou a Reú.
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01O 11 19 Viveu Pelegue, depois que gerou a Reú, duzentos e nove anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 11 20 Reú viveu trinta e dois anos, e gerou a Serugue.
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01O 11 21 Viveu Reú, depois que gerou a Serugue, duzentos e sete anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 11 22 Serugue viveu trinta anos, e gerou a Naor.
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01O 11 23 Viveu Serugue, depois que gerou a Naor, duzentos anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 11 24 Naor viveu vinte e nove anos, e gerou a Tera.
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01O 11 25 Viveu Naor, depois que gerou a Tera, cento e dezenove anos; e gerou filhos e filhas.
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01O 11 26 Tera viveu setenta anos, e gerou a Abrão, a Naor e a Harã.
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01O 11 27 Estas são as gerações de Tera: Tera gerou a Abrão, a Naor e a Harã; e Harã gerou a Ló.
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01O 11 28 Harã morreu antes de seu pai Tera, na terra do seu nascimento, em Ur dos Caldeus.
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01O 11 29 Abrão e Naor tomaram mulheres para si: o nome da mulher de Abrão era Sarai, e o nome da mulher do Naor era Milca, filha de Harã, que foi pai de Milca e de Iscá.
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01O 11 30 Sarai era estéril; não tinha filhos.
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01O 11 31 Tomou Tera a Abrão seu filho, e a Ló filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e saiu com eles de Ur dos Caldeus, a fim de ir para a terra de Canaã; e vieram até Harã, e ali habitaram.
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01O 11 32 Foram os dias de Tera duzentos e cinco anos; e morreu Tera em Harã.
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01O 12 1 Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
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01O 12 2 Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção.
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01O 12 3 Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei �quele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
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01O 12 4 Partiu, pois Abrão, como o Senhor lhe ordenara, e Ló foi com ele. Tinha Abrão setenta e cinco anos quando saiu de Harã.
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01O 12 5 Abrão levou consigo a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhes acresceram em Harã; e saíram a fim de irem � terra de Canaã; e � terra de Canaã chegaram.
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01O 12 6 Passou Abrão pela terra até o lugar de Siquém, até o carvalho de Moré. Nesse tempo estavam os cananeus na terra.
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01O 12 7 Apareceu, porém, o Senhor a Abrão, e disse: ë tua semente darei esta terra. Abrão, pois, edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera.
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01O 12 8 Então passou dali para o monte ao oriente de Betel, e armou a sua tenda, ficando-lhe Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; também ali edificou um altar ao Senhor, e invocou o nome do Senhor.
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01O 12 9 Depois continuou Abrão o seu caminho, seguindo ainda para o sul.
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01O 12 10 Ora, havia fome naquela terra; Abrão, pois, desceu ao Egito, para peregrinar ali, porquanto era grande a fome na terra.
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01O 12 11 Quando ele estava prestes a entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher formosa � vista;
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01O 12 12 e acontecerá que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é mulher dele. E me matarão a mim, mas a ti te guardarão em vida.
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01O 12 13 Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma em atenção a ti.
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01O 12 14 E aconteceu que, entrando Abrão no Egito, viram os egípcios que a mulher era mui formosa.
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01O 12 15 Até os príncipes de Faraó a viram e gabaram-na diante dele; e foi levada a mulher para a casa de Faraó.
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01O 12 16 E ele tratou bem a Abrão por causa dela; e este veio a ter ovelhas, bois e jumentos, servos e servas, jumentas e camelos.
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01O 12 17 Feriu, porém, o Senhor a Faraó e a sua casa com grandes pragas, por causa de Sarai, mulher de Abrão.
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01O 12 18 Então chamou Faraó a Abrão, e disse: Que é isto que me fizeste? por que não me disseste que ela era tua mulher?
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01O 12 19 Por que disseste: E minha irmã? de maneira que a tomei para ser minha mulher. Agora, pois, eis aqui tua mulher; toma-a e vai-te.
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01O 12 20 E Faraó deu ordens aos seus guardas a respeito dele, os quais o despediram a ele, e a sua mulher, e a tudo o que tinha.
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01O 13 1 Subiu, pois, Abrão do Egito para o Negebe, levando sua mulher e tudo o que tinha, e Ló o acompanhava.
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01O 13 2 Abrão era muito rico em gado, em prata e em ouro.
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01O 13 3 Nas suas jornadas subiu do Negebe para Betel, até o lugar onde outrora estivera a sua tenda, entre Betel e Ai,
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01O 13 4 até o lugar do altar, que dantes ali fizera; e ali invocou Abrão o nome do Senhor.
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01O 13 5 E também Ló, que ia com Abrão, tinha rebanhos, gado e tendas.
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01O 13 6 Ora, a terra não podia sustentá-los, para eles habitarem juntos; porque os seus bens eram muitos; de modo que não podiam habitar juntos.
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01O 13 7 Pelo que houve contenda entre os pastores do gado de Abrão, e os pastores do gado de Ló. E nesse tempo os cananeus e os perizeus habitavam na terra.
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01O 13 8 Disse, pois, Abrão a Ló: Ora, não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque somos irmãos.
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01O 13 9 Porventura não está toda a terra diante de ti? Rogo-te que te apartes de mim. Se tu escolheres a esquerda, irei para a direita; e se a direita escolheres, irei eu para a esquerda.
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01O 13 10 Então Ló levantou os olhos, e viu toda a planície do Jordão, que era toda bem regada (antes de haver o Senhor destruído Sodoma e Gomorra), e era como o jardim do Senhor, como a terra do Egito, até chegar a Zoar.
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01O 13 11 E Ló escolheu para si toda a planície do Jordão, e partiu para o oriente; assim se apartaram um do outro.
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01O 13 12 Habitou Abrão na terra de Canaã, e Ló habitou nas cidades da planície, e foi armando as suas tendas até chegar a Sodoma.
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01O 13 13 Ora, os homens de Sodoma eram maus e grandes pecadores contra o Senhor.
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01O 13 14 E disse o Senhor a Abrão, depois que Ló se apartou dele: Levanta agora os olhos, e olha desde o lugar onde estás, para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente;
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01O 13 15 porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e � tua descendência, para sempre.
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01O 13 16 E farei a tua descendência como o pó da terra; de maneira que se puder ser contado o pó da terra, então também poderá ser contada a tua descendência.
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01O 13 17 Levanta-te, percorre esta terra, no seu comprimento e na sua largura; porque a darei a ti.
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01O 13 18 Então mudou Abrão as suas tendas, e foi habitar junto dos carvalhos de Manre, em Hebrom; e ali edificou um altar ao Senhor.
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01O 14 1 Aconteceu nos dias de Anrafel, rei de Sinar, Arioque, rei de Elasar, Quedorlaomer, rei de Elão, e Tidal, rei de Goiim,
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01O 14 2 que estes fizeram guerra a Bera, rei de Sodoma, a Birsa, rei de Gomorra, a Sinabe, rei de Admá, a Semeber, rei de Zeboim, e ao rei de Belá (esta é Zoar).
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01O 14 3 Todos estes se ajuntaram no vale de Sidim (que é o Mar Salgado).
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01O 14 4 Doze anos haviam servido a Quedorlaomer, mas ao décimo terceiro ano rebelaram-se.
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01O 14 5 Por isso, ao décimo quarto ano veio Quedorlaomer, e os reis que estavam com ele, e feriram aos refains em Asterote-Carnaim, aos zuzins em Hão, aos emins em Savé-Quiriataim,
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01O 14 6 e aos horeus no seu monte Seir, até El-Parã, que está junto ao deserto.
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01O 14 7 Depois voltaram e vieram a En-Mispate (que é Cades), e feriram toda a terra dos amalequitas, e também dos amorreus, que habitavam em Hazazom-Tamar.
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01O 14 8 Então saíram os reis de Sodoma, de Gomorra, de Admá, de Zeboim e de Belá (esta é Zoar), e ordenaram batalha contra eles no vale de Sidim,
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01O 14 9 contra Quedorlaomer, rei de Elão, Tidal, rei de Goiim, Anrafel, rei de Sinar, e Arioque, rei de Elasar; quatro reis contra cinco.
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01O 14 10 Ora, o vale de Sidim estava cheio de poços de betume; e fugiram os reis de Sodoma e de Gomorra, e caíram ali; e os restantes fugiram para o monte.
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01O 14 11 Tomaram, então, todos os bens de Sodoma e de Gomorra com todo o seu mantimento, e se foram.
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01O 14 12 Tomaram também a Ló, filho do irmão de Abrão, que habitava em Sodoma, e os bens dele, e partiram.
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01O 14 13 Então veio um que escapara, e o contou a Abrão, o hebreu. Ora, este habitava junto dos carvalhos de Manre, o amorreu, irmão de Escol e de Aner; estes eram aliados de Abrão.
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01O 14 14 Ouvindo, pois, Abrão que seu irmão estava preso, levou os seus homens treinados, nascidos em sua casa, em número de trezentos e dezoito, e perseguiu os reis até Dã.
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01O 14 15 Dividiu-se contra eles de noite, ele e os seus servos, e os feriu, perseguindo-os até Hobá, que fica � esquerda de Damasco.
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01O 14 16 Assim tornou a trazer todos os bens, e tornou a trazer também a Ló, seu irmão, e os bens dele, e também as mulheres e o povo.
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01O 14 17 Depois que Abrão voltou de ferir a Quedorlaomer e aos reis que estavam com ele, saiu-lhe ao encontro o rei de Sodoma, no vale de Savé (que é o vale do rei).
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01O 14 18 Ora, Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do Deus Altíssimo;
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01O 14 19 e abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra!
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01O 14 20 E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.
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01O 14 21 Então o rei de Sodoma disse a Abrão: Dá-me a mim as pessoas; e os bens toma-os para ti.
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01O 14 22 Abrão, porém, respondeu ao rei de Sodoma: Levanto minha mão ao Senhor, o Deus Altíssimo, o Criador dos céus e da terra,
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01O 14 23 jurando que não tomarei coisa alguma de tudo o que é teu, nem um fio, nem uma correia de sapato, para que não digas: Eu enriqueci a Abrão;
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01O 14 24 salvo tão somente o que os mancebos comeram, e a parte que toca aos homens Aner, Escol e Manre, que foram comigo; que estes tomem a sua parte.
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01O 15 1 Depois destas coisas veio a palavra do Senhor a Abrão numa visão, dizendo: Não temas, Abrão; eu sou o teu escudo, o teu galardão será grandíssimo.
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01O 15 2 Então disse Abrão: Ó Senhor Deus, que me darás, visto que morro sem filhos, e o herdeiro de minha casa é o damasceno Eliézer?
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01O 15 3 Disse mais Abrão: A mim não me tens dado filhos; eis que um nascido na minha casa será o meu herdeiro.
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01O 15 4 Ao que lhe veio a palavra do Senhor, dizendo: Este não será o teu herdeiro; mas aquele que sair das tuas entranhas, esse será o teu herdeiro.
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01O 15 5 Então o levou para fora, e disse: Olha agora para o céu, e conta as estrelas, se as podes contar; e acrescentou-lhe: Assim será a tua descendência.
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01O 15 6 E creu Abrão no Senhor, e o Senhor imputou-lhe isto como justiça.
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01O 15 7 Disse-lhe mais: Eu sou o Senhor, que te tirei de Ur dos caldeus, para te dar esta terra em herança.
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01O 15 8 Ao que lhe perguntou Abrão: Ó Senhor Deus, como saberei que hei de herdá-la?
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01O 15 9 Respondeu-lhe: Toma-me uma novilha de três anos, uma cabra de três anos, um carneiro de três anos, uma rola e um pombinho.
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01O 15 10 Ele, pois, lhe trouxe todos estes animais, partiu-os pelo meio, e pôs cada parte deles em frente da outra; mas as aves não partiu.
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01O 15 11 E as aves de rapina desciam sobre os cadáveres; Abrão, porém, as enxotava.
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01O 15 12 Ora, ao pôr do sol, caiu um profundo sono sobre Abrão; e eis que lhe sobrevieram grande pavor e densas trevas.
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01O 15 13 Então disse o Senhor a Abrão: Sabe com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será reduzida � escravidão, e será afligida por quatrocentos anos;
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01O 15 14 sabe também que eu julgarei a nação a qual ela tem de servir; e depois sairá com muitos bens.
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01O 15 15 Tu, porém, irás em paz para teus pais; em boa velhice serás sepultado.
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01O 15 16 Na quarta geração, porém, voltarão para cá; porque a medida da iniqüidade dos amorreus não está ainda cheia.
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01O 15 17 Quando o sol já estava posto, e era escuro, eis um fogo fumegante e uma tocha de fogo, que passaram por entre aquelas metades.
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01O 15 18 Naquele mesmo dia fez o Senhor um pacto com Abrão, dizendo: Â tua descendência tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até o grande rio Eufrates;
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01O 15 19 e o queneu, o quenizeu, o cadmoneu,
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01O 15 20 o heteu, o perizeu, os refains,
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01O 15 21 o amorreu, o cananeu, o girgaseu e o jebuseu.
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01O 16 1 Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos. Tinha ela uma serva egípcia, que se chamava Agar.
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01O 16 2 Disse Sarai a Abrão: Eis que o Senhor me tem impedido de ter filhos; toma, pois, a minha serva; porventura terei filhos por meio dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai.
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01O 16 3 Assim Sarai, mulher de Abrão, tomou a Agar a egípcia, sua serva, e a deu por mulher a Abrão seu marido, depois de Abrão ter habitado dez anos na terra de Canaã.
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01O 16 4 E ele conheceu a Agar, e ela concebeu; e vendo ela que concebera, foi sua senhora desprezada aos seus olhos.
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01O 16 5 Então disse Sarai a Abrão: Sobre ti seja a afronta que me é dirigida a mim; pus a minha serva em teu regaço; vendo ela agora que concebeu, sou desprezada aos seus olhos; o Senhor julgue entre mim e ti.
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01O 16 6 Ao que disse Abrão a Sarai: Eis que tua serva está nas tuas mãos; faze-lhe como bem te parecer. E Sarai maltratou-a, e ela fugiu de sua face.
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01O 16 7 Então o anjo do Senhor, achando-a junto a uma fonte no deserto, a fonte que está no caminho de Sur,
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01O 16 8 perguntou-lhe: Agar, serva de Sarai, donde vieste, e para onde vais? Respondeu ela: Da presença de Sarai, minha senhora, vou fugindo.
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01O 16 9 Disse-lhe o anjo do Senhor: Torna-te para tua senhora, e humilha-te debaixo das suas mãos.
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01O 16 10 Disse-lhe mais o anjo do Senhor: Multiplicarei sobremaneira a tua descendência, de modo que não será contada, por numerosa que será.
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01O 16 11 Disse-lhe ainda o anjo do Senhor: Eis que concebeste, e terás um filho, a quem chamarás Ismael; porquanto o Senhor ouviu a tua aflição.
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01O 16 12 Ele será como um jumento selvagem entre os homens; a sua mão será contra todos, e a mão de todos contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos.
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01O 16 13 E ela chamou, o nome do Senhor, que com ela falava, El-Rói; pois disse: Não tenho eu também olhado neste lugar para aquele que me vê?
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01O 16 14 Pelo que se chamou aquele poço Beer-Laai-Rói; ele está entre Cades e Berede.
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01O 16 15 E Agar deu um filho a Abrão; e Abrão pôs o nome de Ismael no seu filho que tivera de Agar.
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01O 16 16 Ora, tinha Abrão oitenta e seis anos, quando Agar lhe deu Ismael.
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01O 17 1 Quando Abrão tinha noventa e nove anos, apareceu-lhe o Senhor e lhe disse: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença, e sê perfeito;
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01O 17 2 e firmarei o meu pacto contigo, e sobremaneira te multiplicarei.
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01O 17 3 Ao que Abrão se prostrou com o rosto em terra, e Deus falou-lhe, dizendo:
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01O 17 4 Quanto a mim, eis que o meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações;
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01O 17 5 não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto;
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01O 17 6 far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti;
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01O 17 7 estabelecerei o meu pacto contigo e com a tua descendência depois de ti em suas gerações, como pacto perpétuo, para te ser por Deus a ti e � tua descendência depois de ti.
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01O 17 8 Dar-te-ei a ti e � tua descendência depois de ti a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em perpétua possessão; e serei o seu Deus.
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01O 17 9 Disse mais Deus a Abraão: Ora, quanto a ti, guardarás o meu pacto, tu e a tua descendência depois de ti, nas suas gerações.
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01O 17 10 Este é o meu pacto, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência depois de ti: todo varão dentre vugar para aquele que me
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01O 17 11 Circuncidar-vos-eis na carne do prepúcio; e isto será por sinal de pacto entre mim e vós.
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01O 17 12 Â idade de oito dias, todo varão dentre vós será circuncidado, por todas as vossas gerações, tanto o nascido em casa como o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua linhagem.
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01O 17 13 Com efeito será circuncidado o nascido em tua casa, e o comprado por teu dinheiro; assim estará o meu pacto na vossa carne como pacto perpétuo.
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01O 17 14 Mas o incircunciso, que não se circuncidar na carne do prepúcio, essa alma será extirpada do seu povo; violou o meu pacto.
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01O 17 15 Disse Deus a Abraão: Quanto a Sarai, tua, mulher, não lhe chamarás mais Sarai, porem Sara será o seu nome.
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01O 17 16 Abençoá-la-ei, e também dela te darei um filho; sim, abençoá-la-ei, e ela será mãe de nações; reis de povos sairão dela.
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01O 17 17 Ao que se prostrou Abraão com o rosto em terra, e riu-se, e disse no seu coração: A um homem de cem anos há de nascer um filho? Dará � luz Sara, que tem noventa anos?
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01O 17 18 Depois disse Abraão a Deus: Oxalá que viva Ismael diante de ti!
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01O 17 19 E Deus lhe respondeu: Na verdade, Sara, tua mulher, te dará � luz um filho, e lhe chamarás Isaque; com ele estabelecerei o meu pacto como pacto perpétuo para a sua descendência depois dele.
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01O 17 20 E quanto a Ismael, também te tenho ouvido; eis que o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e multiplicá-lo-ei grandissimamente; doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação.
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01O 17 21 O meu pacto, porém, estabelecerei com Isaque, que Sara te dará � luz neste tempo determinado, no ano vindouro.
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01O 17 22 Ao acabar de falar com Abraão, subiu Deus diante dele.
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01O 17 23 Logo tomou Abraão a seu filho Ismael, e a todos os nascidos na sua casa e a todos os comprados por seu dinheiro, todo varão entre os da casa de Abraão, e lhes circuncidou a carne do prepúcio, naquele mesmo dia, como Deus lhe ordenara.
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01O 17 24 Abraão tinha noventa e nove anos, quando lhe foi circuncidada a carne do prepúcio;
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01O 17 25 E Ismael, seu filho, tinha treze anos, quando lhe foi circuncidada a carne do prepúcio.
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01O 17 26 No mesmo dia foram circuncidados Abraão e seu filho Ismael.
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01O 17 27 E todos os homens da sua casa, assim os nascidos em casa, como os comprados por dinheiro ao estrangeiro, foram circuncidados com ele.
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01O 18 1 Depois apareceu o Senhor a Abraão junto aos carvalhos de Manre, estando ele sentado � porta da tenda, no maior calor do dia.
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01O 18 2 Levantando Abraão os olhos, olhou e eis três homens de pé em frente dele. Quando os viu, correu da porta da tenda ao seu encontro, e prostrou-se em terra,
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01O 18 3 e disse: Meu Senhor, se agora tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que não passes de teu servo.
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01O 18 4 Eia, traga-se um pouco d'água, e lavai os pés e recostai-vos debaixo da árvore;
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01O 18 5 e trarei um bocado de pão; refazei as vossas forças, e depois passareis adiante; porquanto por isso chegastes ate o vosso servo. Responderam-lhe: Faze assim como disseste.
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01O 18 6 Abraão, pois, apressou-se em ir ter com Sara na tenda, e disse-lhe: Amassa depressa três medidas de flor de farinha e faze bolos.
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01O 18 7 Em seguida correu ao gado, apanhou um bezerro tenro e bom e deu-o ao criado, que se apressou em prepará-lo.
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01O 18 8 Então tomou queijo fresco, e leite, e o bezerro que mandara preparar, e pôs tudo diante deles, ficando em pé ao lado deles debaixo da árvore, enquanto comiam.
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01O 18 9 Perguntaram-lhe eles: Onde está Sara, tua mulher? Ele respondeu: Está ali na tenda.
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01O 18 10 E um deles lhe disse: certamente tornarei a ti no ano vindouro; e eis que Sara tua mulher terá um filho. E Sara estava escutando � porta da tenda, que estava atrás dele.
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01O 18 11 Ora, Abraão e Sara eram já velhos, e avançados em idade; e a Sara havia cessado o incômodo das mulheres.
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01O 18 12 Sara então riu-se consigo, dizendo: Terei ainda deleite depois de haver envelhecido, sendo também o meu senhor ja velho?
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01O 18 13 Perguntou o Senhor a Abraão: Por que se riu Sara, dizendo: É verdade que eu, que sou velha, darei � luz um filho?
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01O 18 14 Há, porventura, alguma coisa difícil ao Senhor? Ao tempo determinado, no ano vindouro, tornarei a ti, e Sara terá um filho.
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01O 18 15 Então Sara negou, dizendo: Não me ri; porquanto ela teve medo. Ao que ele respondeu: Não é assim; porque te riste.
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01O 18 16 E levantaram-se aqueles homens dali e olharam para a banda de Sodoma; e Abraão ia com eles, para os encaminhar.
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01O 18 17 E disse o Senhor: Ocultarei eu a Abraão o que faço,
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01O 18 18 visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra?
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01O 18 19 Porque eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para praticarem retidão e justiça; a fim de que o Senhor faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado.
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01O 18 20 Disse mais o Senhor: Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, e porquanto o seu pecado se tem agravado muito,
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01O 18 21 descerei agora, e verei se em tudo têm praticado segundo o seu clamor, que a mim tem chegado; e se não, sabê-lo-ei.
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01O 18 22 Então os homens, virando os seus rostos dali, foram-se em direção a Sodoma; mas Abraão ficou ainda em pé diante do Senhor.
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01O 18 23 E chegando-se Abraão, disse: Destruirás também o justo com o ímpio?
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01O 18 24 Se porventura houver cinqüenta justos na cidade, destruirás e não pouparás o lugar por causa dos cinqüenta justos que ali estão?
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01O 18 25 Longe de ti que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio, de modo que o justo seja como o ímpio; esteja isto longe de ti. Não fará justiça o juiz de toda a terra?
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01O 18 26 Então disse o Senhor: Se eu achar em Sodoma cinqüenta justos dentro da cidade, pouparei o lugar todo por causa deles.
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01O 18 27 Tornou-lhe Abraão, dizendo: Eis que agora me atrevi a falar ao Senhor, ainda que sou pó e cinza.
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01O 18 28 Se porventura de cinqüenta justos faltarem cinco, destruirás toda a cidade por causa dos cinco? Respondeu ele: Não a destruirei, se eu achar ali quarenta e cinco.
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01O 18 29 Continuou Abraão ainda a falar-lhe, e disse: Se porventura se acharem ali quarenta? Mais uma vez assentiu: Por causa dos quarenta não o farei.
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01O 18 30 Disse Abraão: Ora, não se ire o Senhor, se eu ainda falar. Se porventura se acharem ali trinta? De novo assentiu: Não o farei, se achar ali trinta.
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01O 18 31 Tornou Abraão: Eis que outra vez me a atrevi a falar ao Senhor. Se porventura se acharem ali vinte? Respondeu-lhe: Por causa dos vinte não a destruirei.
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01O 18 32 Disse ainda Abraão: Ora, não se ire o Senhor, pois só mais esta vez falarei. Se porventura se acharem ali dez? Ainda assentiu o Senhor: Por causa dos dez não a destruirei.
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01O 18 33 E foi-se o Senhor, logo que acabou de falar com Abraão; e Abraão voltou para o seu lugar.
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01O 19 1 Â tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Ló estava sentado � porta de Sodoma e, vendo-os, levantou-se para os receber; prostrou-se com o rosto em terra,
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01O 19 2 e disse: Eis agora, meus senhores, entrai, peço-vos em casa de vosso servo, e passai nela a noite, e lavai os pés; de madrugada vos levantareis e ireis vosso caminho. Responderam eles: Não; antes na praça passaremos a noite.
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01O 19 3 Entretanto, Ló insistiu muito com eles, pelo que foram com ele e entraram em sua casa; e ele lhes deu um banquete, assando-lhes pães ázimos, e eles comeram.
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01O 19 4 Mas antes que se deitassem, cercaram a casa os homens da cidade, isto é, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados;
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01O 19 5 e, chamando a Ló, perguntaram-lhe: Onde estão os homens que entraram esta noite em tua casa? Traze-os cá fora a nós, para que os conheçamos.
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01O 19 6 Então Ló saiu-lhes � porta, fechando-a atrás de si,
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01O 19 7 e disse: Meus irmãos, rogo-vos que não procedais tão perversamente;
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01O 19 8 eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram varão; eu vo-las trarei para fora, e lhes fareis como bem vos parecer: somente nada façais a estes homens, porquanto entraram debaixo da sombra do meu telhado.
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01O 19 9 Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Esse indivíduo, como estrangeiro veio aqui habitar, e quer se arvorar em juiz! Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, isto é, sobre Ló, e aproximavam-se para arrombar a porta.
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01O 19 10 Aqueles homens, porém, estendendo as mãos, fizeram Ló entrar para dentro da casa, e fecharam a porta;
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01O 19 11 e feriram de cegueira os que estavam do lado de fora, tanto pequenos como grandes, de maneira que cansaram de procurar a porta.
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01O 19 12 Então disseram os homens a Ló: Tens mais alguém aqui? Teu genro, e teus filhos, e tuas filhas, e todos quantos tens na cidade, tira-os para fora deste lugar;
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01O 19 13 porque nós vamos destruir este lugar, porquanto o seu clamor se tem avolumado diante do Senhor, e o Senhor nos enviou a destruí-lo.
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01O 19 14 Tendo saído Ló, falou com seus genros, que haviam de casar com suas filhas, e disse-lhes: Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade. Mas ele pareceu aos seus genros como quem estava zombando.
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01O 19 15 E ao amanhecer os anjos apertavam com Ló, dizendo: levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas que aqui estão, para que não pereças no castigo da cidade.
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01O 19 16 Ele, porém, se demorava; pelo que os homens pegaram-lhe pela mão a ele, � sua mulher, e �s suas filhas, sendo-lhe misericordioso o Senhor. Assim o tiraram e o puseram fora da cidade.
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01O 19 17 Quando os tinham tirado para fora, disse um deles: Escapa-te, salva tua vida; não olhes para trás de ti, nem te detenhas em toda esta planície; escapa-te lá para o monte, para que não pereças.
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01O 19 18 Respondeu-lhe Ló: Ah, assim não, meu Senhor!
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01O 19 19 Eis que agora o teu servo tem achado graça aos teus olhos, e tens engrandecido a tua misericórdia que a mim me fizeste, salvando-me a vida; mas eu não posso escapar-me para o monte; não seja caso me apanhe antes este mal, e eu morra.
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01O 19 20 Eis ali perto aquela cidade, para a qual eu posso fugir, e é pequena. Permite que eu me escape para lá (porventura não é pequena?), e viverá a minha alma.
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01O 19 21 Disse-lhe: Quanto a isso também te hei atendido, para não subverter a cidade de que acabas de falar.
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01O 19 22 Apressa-te, escapa-te para lá; porque nada poderei fazer enquanto não tiveres ali chegado. Por isso se chamou o nome da cidade Zoar.
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01O 19 23 Tinha saído o sol sobre a terra, quando Ló entrou em Zoar.
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01O 19 24 Então o Senhor, da sua parte, fez chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra.
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01O 19 25 E subverteu aquelas cidades e toda a planície, e todos os moradores das cidades, e o que nascia da terra.
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01O 19 26 Mas a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida em uma estátua de sal.
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01O 19 27 E Abraão levantou-se de madrugada, e foi ao lugar onde estivera em pé diante do Senhor;
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01O 19 28 e, contemplando Sodoma e Gomorra e toda a terra da planície, viu que subia da terra fumaça como a de uma fornalha.
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01O 19 29 Ora, aconteceu que, destruindo Deus as cidades da planície, lembrou-se de Abraão, e tirou Ló do meio da destruição, ao subverter aquelas cidades em que Ló habitara.
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01O 19 30 E subiu Ló de Zoar, e habitou no monte, e as suas duas filhas com ele; porque temia habitar em Zoar; e habitou numa caverna, ele e as suas duas filhas.
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01O 19 31 Então a primogênita disse � menor: Nosso pai é já velho, e não há varão na terra que entre a nós, segundo o costume de toda a terra;
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01O 19 32 vem, demos a nosso pai vinho a beber, e deitemo-nos com ele, para que conservemos a descendência de nosso pai.
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01O 19 33 Deram, pois, a seu pai vinho a beber naquela noite; e, entrando a primogênita, deitou-se com seu pai; e não percebeu ele quando ela se deitou, nem quando se levantou.
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01O 19 34 No dia seguinte disse a primogênita � menor: Eis que eu ontem � noite me deitei com meu pai; demos-lhe vinho a beber também esta noite; e então, entrando tu, deita-te com ele, para que conservemos a descendência de nosso pai.
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01O 19 35 Tornaram, pois, a dar a seu pai vinho a beber também naquela noite; e, levantando-se a menor, deitou-se com ele; e não percebeu ele quando ela se deitou, nem quando se levantou.
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01O 19 36 Assim as duas filhas de Ló conceberam de seu pai.
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01O 19 37 A primogênita deu a luz a um filho, e chamou-lhe Moabe; este é o pai dos moabitas de hoje.
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01O 19 38 A menor também deu � luz um filho, e chamou-lhe Ben-Ami; este é o pai dos amonitas de hoje.
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01O 20 1 Partiu Abraão dali para a terra do Negebe, e habitou entre Cades e Sur; e peregrinou em Gerar.
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01O 20 2 E havendo Abraão dito de Sara, sua mulher: É minha irmã; enviou Abimeleque, rei de Gerar, e tomou a Sara.
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01O 20 3 Deus, porém, veio a Abimeleque, em sonhos, de noite, e disse-lhe: Eis que estás para morrer por causa da mulher que tomaste; porque ela tem marido.
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01O 20 4 Ora, Abimeleque ainda não se havia chegado a ela: perguntou, pois: Senhor matarás porventura tambem uma nação justa?
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01O 20 5 Não me disse ele mesmo: É minha irmã? e ela mesma me disse: Ele é meu irmão; na sinceridade do meu coração e na inocência das minhas mãos fiz isto.
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01O 20 6 Ao que Deus lhe respondeu em sonhos: Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fizeste isto; e também eu te tenho impedido de pecar contra mim; por isso não te permiti tocá-la;
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01O 20 7 agora, pois, restitui a mulher a seu marido, porque ele é profeta, e intercederá por ti, e viverás; se, porém, não lha restituíres, sabe que certamente morrerás, tu e tudo o que é teu.
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01O 20 8 Levantou-se Abimeleque de manhã cedo e, chamando a todos os seus servos, falou-lhes aos ouvidos todas estas palavras; e os homens temeram muito.
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01O 20 9 Então chamou Abimeleque a Abraão e lhe perguntou: Que é que nos fizeste? e em que pequei contra ti, para trazeres sobre mim o sobre o meu reino tamanho pecado? Tu me fizeste o que não se deve fazer.
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01O 20 10 Perguntou mais Abimeleque a Abraão: Com que intenção fizeste isto?
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01O 20 11 Respondeu Abraão: Porque pensei: Certamente não há temor de Deus neste lugar; matar-me-ão por causa da minha mulher.
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01O 20 12 Além disso ela é realmente minha irmã, filha de meu pai, ainda que não de minha mãe; e veio a ser minha mulher.
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01O 20 13 Quando Deus me fez sair errante da casa de meu pai, eu lhe disse a ela: Esta é a graça que me farás: em todo lugar aonde formos, dize de mim: Ele é meu irmão.
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01O 20 14 Então tomou Abimeleque ovelhas e bois, e servos e servas, e os deu a Abraão; e lhe restituiu Sara, sua mulher;
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01O 20 15 e disse-lhe Abimeleque: Eis que a minha terra está diante de ti; habita onde bem te parecer.
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01O 20 16 E a Sara disse: Eis que tenho dado a teu irmão mil moedas de prata; isso te seja por véu dos olhos a todos os que estão contigo; e perante todos estás reabilitada.
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01O 20 17 Orou Abraão a Deus, e Deus sarou Abimeleque, e a sua mulher e as suas servas; de maneira que tiveram filhos;
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01O 20 18 porque o Senhor havia fechado totalmente todas as madres da casa de Abimeleque, por causa de Sara, mulher de Abraão.
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01O 21 1 O Senhor visitou a Sara, como tinha dito, e lhe fez como havia prometido.
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01O 21 2 Sara concebeu, e deu a Abraão um filho na sua velhice, ao tempo determinado, de que Deus lhe falara;
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01O 21 3 e, Abraão pôs no filho que lhe nascera, que Sara lhe dera, o nome de Isaque.
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01O 21 4 E Abraão circuncidou a seu filho Isaque, quando tinha oito dias, conforme Deus lhe ordenara.
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01O 21 5 Ora, Abraão tinha cem anos, quando lhe nasceu Isaque, seu filho.
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01O 21 6 Pelo que disse Sara: Deus preparou riso para mim; todo aquele que o ouvir, se rirá comigo.
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01O 21 7 E acrescentou: Quem diria a Abraão que Sara havia de amamentar filhos? no entanto lhe dei um filho na sua velhice.
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01O 21 8 cresceu o menino, e foi desmamado; e Abraão fez um grande banquete no dia em que Isaque foi desmamado.
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01O 21 9 Ora, Sara viu brincando o filho de Agar a egípcia, que esta dera � luz a Abraão.
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01O 21 10 Pelo que disse a Abraão: Deita fora esta serva e o seu filho; porque o filho desta serva não será herdeiro com meu filho, com Isaque.
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01O 21 11 Pareceu isto bem duro aos olhos de Abraão, por causa de seu filho.
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01O 21 12 Deus, porém, disse a Abraão: Não pareça isso duro aos teus olhos por causa do moço e por causa da tua serva; em tudo o que Sara te diz, ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência.
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01O 21 13 Mas também do filho desta serva farei uma nação, porquanto ele é da tua linhagem.
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01O 21 14 Então se levantou Abraão de manhã cedo e, tomando pão e um odre de �gua, os deu a Agar, pondo-os sobre o ombro dela; também lhe deu o menino e despediu-a; e ela partiu e foi andando errante pelo deserto de Beer-Seba.
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01O 21 15 E consumida a água do odre, Agar deitou o menino debaixo de um dos arbustos,
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01O 21 16 e foi assentar-se em frente dele, a boa distância, como a de um tiro de arco; porque dizia: Que não veja eu morrer o menino. Assim sentada em frente dele, levantou a sua voz e chorou.
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01O 21 17 Mas Deus ouviu a voz do menino; e o anjo de Deus, bradando a Agar desde o céu, disse-lhe: Que tens, Agar? não temas, porque Deus ouviu a voz do menino desde o lugar onde está.
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01O 21 18 Ergue-te, levanta o menino e toma-o pela mão, porque dele farei uma grande nação.
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01O 21 19 E abriu-lhe Deus os olhos, e ela viu um poço; e foi encher de água o odre e deu de beber ao menino.
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01O 21 20 Deus estava com o menino, que cresceu e, morando no deserto, tornou-se flecheiro.
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01O 21 21 Ele habitou no deserto de Parã; e sua mãe tomou-lhe uma mulher da terra do Egito.
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01O 21 22 Naquele mesmo tempo Abimeleque, com Ficol, o chefe do seu exército, falou a Abraão, dizendo: Deus é contigo em tudo o que fazes;
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01O 21 23 agora pois, jura-me aqui por Deus que não te haverás falsamente comigo, nem com meu filho, nem com o filho do meu filho; mas segundo a beneficência que te fiz, me farás a mim, e � terra onde peregrinaste.
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01O 21 24 Respondeu Abraão: Eu jurarei.
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01O 21 25 Abraão, porém, repreendeu a Abimeleque, por causa de um poço de água, que os servos de Abimeleque haviam tomado � força.
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01O 21 26 Respondeu-lhe Abimeleque: Não sei quem fez isso; nem tu mo fizeste saber, nem tampouco ouvi eu falar nisso, senão hoje.
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01O 21 27 Tomou, pois, Abraão ovelhas e bois, e os deu a Abimeleque; assim fizeram entre, si um pacto.
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01O 21 28 Pôs Abraão, porém, � parte sete cordeiras do rebanho.
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01O 21 29 E perguntou Abimeleque a Abraão: Que significam estas sete cordeiras que puseste � parte?
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01O 21 30 Respondeu Abraão: Estas sete cordeiras receberás da minha mão para que me sirvam de testemunho de que eu cavei este poço.
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01O 21 31 Pelo que chamou aquele lugar Beer-Seba, porque ali os dois juraram.
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01O 21 32 Assim fizeram uma pacto em Beer-Seba. Depois se levantaram Abimeleque e Ficol, o chefe do seu exército, e tornaram para a terra dos filisteus.
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01O 21 33 Abraão plantou uma tamargueira em Beer-Seba, e invocou ali o nome do Senhor, o Deus eterno.
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01O 21 34 E peregrinou Abraão na terra dos filisteus muitos dias.
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01O 22 1 Sucedeu, depois destas coisas, que Deus provou a Abraão, dizendo-lhe: Abraão! E este respondeu: Eis-me aqui.
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01O 22 2 Prosseguiu Deus: Toma agora teu filho; o teu único filho, Isaque, a quem amas; vai � terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um dos montes que te hei de mostrar.
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01O 22 3 Levantou-se, pois, Abraão de manhã cedo, albardou o seu jumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque, seu filho; e, tendo cortado lenha para o holocausto, partiu para ir ao lugar que Deus lhe dissera.
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01O 22 4 Ao terceiro dia levantou Abraão os olhos, e viu o lugar de longe.
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01O 22 5 E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o mancebo iremos até lá; depois de adorarmos, voltaremos a vós.
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01O 22 6 Tomou, pois, Abraão a lenha do holocausto e a pôs sobre Isaque, seu filho; tomou também na mão o fogo e o cutelo, e foram caminhando juntos.
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01O 22 7 Então disse Isaque a Abraão, seu pai: Meu pai! Respondeu Abraão: Eis-me aqui, meu filho! Perguntou-lhe Isaque: Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?
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01O 22 8 Respondeu Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. E os dois iam caminhando juntos.
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01O 22 9 Havendo eles chegado ao lugar que Deus lhe dissera, edificou Abraão ali o altar e pôs a lenha em ordem; o amarrou, a Isaque, seu filho, e o deitou sobre o altar em cima da lenha.
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01O 22 10 E, estendendo a mão, pegou no cutelo para imolar a seu filho.
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01O 22 11 Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde o céu, e disse: Abraão, Abraão! Ele respondeu: Eis-me aqui.
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01O 22 12 Então disse o anjo: Não estendas a mão sobre o mancebo, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, visto que não me negaste teu filho, o teu único filho.
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01O 22 13 Nisso levantou Abraão os olhos e olhou, e eis atrás de si um carneiro embaraçado pelos chifres no mato; e foi Abraão, tomou o carneiro e o ofereceu em holocausto em lugar de seu filho.
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01O 22 14 Pelo que chamou Abraão �quele lugar Jeová-Jiré; donde se diz até o dia de hoje: No monte do Senhor se proverá.
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01O 22 15 Então o anjo do Senhor bradou a Abraão pela segunda vez desde o céu,
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01O 22 16 e disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor, porquanto fizeste isto, e não me negaste teu filho, o teu único filho,
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01O 22 17 que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos;
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01O 22 18 e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste � minha voz.
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01O 22 19 Então voltou Abraão aos seus moços e, levantando-se, foram juntos a Beer-Seba; e Abraão habitou em Beer-Seba.
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01O 22 20 Depois destas coisas anunciaram a Abraão, dizendo: Eis que também Milca tem dado � luz filhos a Naor, teu irmão:
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01O 22 21 Uz o seu primogênito, e Buz seu irmão, e Quemuel, pai de Arão,
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01O 22 22 e Quesede, Hazo, Pildas, Jidlafe e Betuel.
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01O 22 23 E Betuel gerou a Rebeca. Esses oito deu � luz Milca a Naor, irmão de Abraão.
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01O 22 24 E a sua concubina, que se chamava Reumá, também deu � luz a Teba, Gaão, Taás e Maacá.
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01O 23 1 Ora, os anos da vida de Sara foram cento e vinte e sete.
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01O 23 2 E morreu Sara em Quiriate-Arba, que é Hebrom, na terra de Canaã; e veio Abraão lamentá-la e chorar por ela:
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01O 23 3 Depois se levantou Abraão de diante do seu morto, e falou aos filhos de Hete, dizendo:
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01O 23 4 Estrangeiro e peregrino sou eu entre vós; dai-me o direito de um lugar de sepultura entre vós, para que eu sepulte o meu morto, removendo-o de diante da minha face.
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01O 23 5 Responderam-lhe os filhos de Hete:
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01O 23 6 Ouve-nos, senhor; príncipe de Deus és tu entre nós; enterra o teu morto na mais escolhida de nossas sepulturas; nenhum de nós te vedará a sua sepultura, para enterrares o teu morto.
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01O 23 7 Então se levantou Abraão e, inclinando-se diante do povo da terra, diante dos filhos de Hete,
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01O 23 8 falou-lhes, dizendo: Se é de vossa vontade que eu sepulte o meu morto de diante de minha face, ouvi-me e intercedei por mim junto a Efrom, filho de Zoar,
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01O 23 9 para que ele me dê a cova de Macpela, que possui no fim do seu campo; que ma dê pelo devido preço em posse de sepulcro no meio de vós.
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01O 23 10 Ora, Efrom estava sentado no meio dos filhos de Hete; e respondeu Efrom, o heteu, a Abraão, aos ouvidos dos filhos de Hete, isto é, de todos os que entravam pela porta da sua cidade, dizendo:
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01O 23 11 Não, meu senhor; ouve-me. O campo te dou, também te dou a cova que nele está; na presença dos filhos do meu povo ta dou; sepulta o teu morto.
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01O 23 12 Então Abraão se inclinou diante do povo da terra,
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01O 23 13 e falou a Efrom, aos ouvidos do povo da terra, dizendo: Se te agrada, peço-te que me ouças. Darei o preço do campo; toma-o de mim, e sepultarei ali o meu morto.
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01O 23 14 Respondeu Efrom a Abraão:
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01O 23 15 Meu senhor, ouve-me. Um terreno do valor de quatrocentos siclos de prata! que é isto entre mim e ti? Sepulta, pois, o teu morto.
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01O 23 16 E Abraão ouviu a Efrom, e pesou-lhe a prata de que este tinha falado aos ouvidos dos filhos de Hete, quatrocentos siclos de prata, moeda corrente entre os mercadores.
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01O 23 17 Assim o campo de Efrom, que estava em Macpela, em frente de Manre, o campo e a cova que nele estava, e todo o arvoredo que havia nele, por todos os seus limites ao redor, se confirmaram
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01O 23 18 a Abraão em possessão na presença dos filhos de Hete, isto é, de todos os que entravam pela porta da sua cidade.
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01O 23 19 Depois sepultou Abraão a Sara sua mulher na cova do campo de Macpela, em frente de Manre, que é Hebrom, na terra de Canaã.
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01O 23 20 Assim o campo e a cova que nele estava foram confirmados a Abraão pelos filhos de Hete em possessão de sepultura.
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01O 24 1 Ora, Abraão era já velho e de idade avançada; e em tudo o Senhor o havia abençoado.
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01O 24 2 E disse Abraão ao seu servo, o mais antigo da casa, que tinha o governo sobre tudo o que possuía: Põe a tua mão debaixo da minha coxa,
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01O 24 3 para que eu te faça jurar pelo Senhor, Deus do céu e da terra, que não tomarás para meu filho mulher dentre as filhas dos cananeus, no meio dos quais eu habito;
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01O 24 4 mas que irás � minha terra e � minha parentela, e dali tomarás mulher para meu filho Isaque.
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01O 24 5 Perguntou-lhe o servo: Se porventura a mulher não quiser seguir-me a esta terra, farei, então, tornar teu filho � terra donde saíste?
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01O 24 6 Respondeu-lhe Abraão: Guarda-te de fazeres tornar para lá meu filho.
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01O 24 7 O Senhor, Deus do céu, que me tirou da casa de meu pai e da terra da minha parentela, e que me falou, e que me jurou, dizendo: Â tua o semente darei esta terra; ele enviará o seu anjo diante de si, para que tomes de lá mulher para meu filho.
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01O 24 8 Se a mulher, porém, não quiser seguir-te, serás livre deste meu juramento; somente não farás meu filho tornar para lá.
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01O 24 9 Então pôs o servo a sua mão debaixo da coxa de Abraão seu senhor, e jurou-lhe sobre este negócio.
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01O 24 10 Tomou, pois, o servo dez dos camelos do seu senhor, porquanto todos os bens de seu senhor estavam em sua mão; e, partindo, foi para a Mesopotâmia, � cidade de Naor.
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01O 24 11 Fez ajoelhar os camelos fora da cidade, junto ao poço de água, pela tarde, � hora em que as mulheres saíam a tirar água.
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01O 24 12 E disse: Ó Senhor, Deus de meu senhor Abraão, dá-me hoje, peço-te, bom êxito, e usa de benevolência para com o meu senhor Abraão.
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01O 24 13 Eis que eu estou em pé junto � fonte, e as filhas dos homens desta cidade vêm saindo para tirar água;
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01O 24 14 faze, pois, que a donzela a quem eu disser: Abaixa o teu cântaro, peço-te, para que eu beba; e ela responder: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; seja aquela que designaste para o teu servo Isaque. Assim conhecerei que usaste de benevolência para com o meu senhor.
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01O 24 15 Antes que ele acabasse de falar, eis que Rebeca, filha de Betuel, filho de Milca, mulher de Naor, irmão de Abraão, saía com o seu cântaro sobre o ombro.
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01O 24 16 A donzela era muito formosa � vista, virgem, a quem varão não havia conhecido; ela desceu � fonte, encheu o seu cântaro e subiu.
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01O 24 17 Então o servo correu-lhe ao encontro, e disse: Deixa-me beber, peço-te, um pouco de água do teu cântaro.
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01O 24 18 Respondeu ela: Bebe, meu senhor. Então com presteza abaixou o seu cântaro sobre a mão e deu-lhe de beber.
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01O 24 19 E quando acabou de lhe dar de beber, disse: Tirarei também água para os teus camelos, até que acabem de beber.
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01O 24 20 Também com presteza despejou o seu cântaro no bebedouro e, correndo outra vez ao poço, tirou água para todos os camelos dele.
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01O 24 21 E o homem a contemplava atentamente, em silêncio, para saber se o Senhor havia tornado próspera a sua jornada, ou não.
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01O 24 22 Depois que os camelos acabaram de beber, tomou o homem um pendente de ouro, de meio siclo de peso, e duas pulseiras para as mãos dela, do peso de dez siclos de ouro;
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01O 24 23 e perguntou: De quem és filha? dize-mo, peço-te. Há lugar em casa de teu pai para nós pousarmos?
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01O 24 24 Ela lhe respondeu: Eu sou filha de Betuel, filho de Milca, o qual ela deu a Naor.
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01O 24 25 Disse-lhe mais: Temos palha e forragem bastante, e lugar para pousar.
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01O 24 26 Então inclinou-se o homem e adorou ao Senhor;
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01O 24 27 e disse: Bendito seja o Senhor Deus de meu senhor Abraão, que não retirou do meu senhor a sua benevolência e a sua verdade; quanto a mim, o Senhor me guiou no caminho � casa dos irmãos de meu senhor.
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01O 24 28 A donzela correu, e relatou estas coisas aos da casa de sua mãe.
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01O 24 29 Ora, Rebeca tinha um irmão, cujo nome era Labão, o qual saiu correndo ao encontro daquele homem até a fonte;
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01O 24 30 porquanto tinha visto o pendente, e as pulseiras sobre as mãos de sua irmã, e ouvido as palavras de sua irmã Rebeca, que dizia: Assim me falou aquele homem; e foi ter com o homem, que estava em pé junto aos camelos ao lado da fonte.
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01O 24 31 E disse: Entra, bendito do Senhor; por que estás aqui fora? pois eu já preparei a casa, e lugar para os camelos.
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01O 24 32 Então veio o homem � casa, e desarreou os camelos; deram palha e forragem para os camelos e água para lavar os pés dele e dos homens que estavam com ele.
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01O 24 33 Depois puseram comida diante dele. Ele, porém, disse: Não comerei, até que tenha exposto a minha incumbência. Respondeu-lhe Labão: Fala.
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01O 24 34 Então disse: Eu sou o servo de Abraão.
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01O 24 35 O Senhor tem abençoado muito ao meu senhor, o qual se tem engrandecido; deu-lhe rebanhos e gado, prata e ouro, escravos e escravas, camelos e jumentos.
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01O 24 36 E Sara, a mulher do meu senhor, mesmo depois, de velha deu um filho a meu senhor; e o pai lhe deu todos os seus bens.
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01O 24 37 Ora, o meu senhor me fez jurar, dizendo: Não tomarás mulher para meu filho das filhas dos cananeus, em cuja terra habito;
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01O 24 38 irás, porém, � casa de meu pai, e � minha parentela, e tomarás mulher para meu filho.
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01O 24 39 Então respondi ao meu senhor: Porventura não me seguirá a mulher.
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01O 24 40 Ao que ele me disse: O Senhor, em cuja presença tenho andado, enviará o seu anjo contigo, e prosperará o teu caminho; e da minha parentela e da casa de meu pai tomarás mulher para meu filho;
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01O 24 41 então serás livre do meu juramento, quando chegares � minha parentela; e se não ta derem, livre serás do meu juramento.
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01O 24 42 E hoje cheguei � fonte, e disse: Senhor, Deus de meu senhor Abraão, se é que agora prosperas o meu caminho, o qual venho seguindo,
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01O 24 43 eis que estou junto � fonte; faze, pois, que a donzela que sair para tirar água, a quem eu disser: Dá-me, peço-te, de beber um pouco de água do teu cântaro,
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01O 24 44 e ela me responder: Bebe tu, e também tirarei água para os teus camelos; seja a mulher que o Senhor designou para o filho de meu senhor.
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01O 24 45 Ora, antes que eu acabasse de falar no meu coração, eis que Rebeca saía com o seu cântaro sobre o ombro, desceu � fonte e tirou água; e eu lhe disse: Dá-me de beber, peço-te.
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01O 24 46 E ela, com presteza, abaixou o seu cântaro do ombro, e disse: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; assim bebi, e ela deu também de beber aos camelos.
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01O 24 47 Então lhe perguntei: De quem és filha? E ela disse: Filha de Betuel, filho de Naor, que Milca lhe deu. Então eu lhe pus o pendente no nariz e as pulseiras sobre as mãos;
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01O 24 48 e, inclinando-me, adorei e bendisse ao Senhor, Deus do meu senhor Abraão, que me havia conduzido pelo caminho direito para tomar para seu filho a filha do irmão do meu senhor.
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01O 24 49 Agora, pois, se vós haveis de usar de benevolência e de verdade para com o meu senhor, declarai-mo; e se não, também mo declarai, para que eu vá ou para a direita ou para a esquerda.
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01O 24 50 Então responderam Labão e Betuel: Do Senhor procede este negócio; nós não podemos falar-te mal ou bem.
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01O 24 51 Eis que Rebeca está diante de ti, toma-a e vai-te; seja ela a mulher do filho de teu senhor, como tem dito o Senhor.
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01O 24 52 Quando o servo de Abraão ouviu as palavras deles, prostrou-se em terra diante do Senhor:
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01O 24 53 e tirou o servo jóias de prata, e jóias de ouro, e vestidos, e deu-os a Rebeca; também deu coisas preciosas a seu irmão e a sua mãe.
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01O 24 54 Então comeram e beberam, ele e os homens que com ele estavam, e passaram a noite. Quando se levantaram de manhã, disse o servo: Deixai-me ir a meu senhor.
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01O 24 55 Disseram o irmão e a mãe da donzela: Fique ela conosco alguns dias, pelo menos dez dias; e depois irá.
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01O 24 56 Ele, porém, lhes respondeu: Não me detenhas, visto que o Senhor me tem prosperado o caminho; deixai-me partir, para que eu volte a meu senhor.
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01O 24 57 Disseram-lhe: chamaremos a donzela, e perguntaremos a ela mesma.
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01O 24 58 Chamaram, pois, a Rebeca, e lhe perguntaram: Irás tu com este homem; Respondeu ela: Irei.
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01O 24 59 Então despediram a Rebeca, sua irmã, e � sua ama e ao servo de Abraão e a seus homens;
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01O 24 60 e abençoaram a Rebeca, e disseram-lhe: Irmã nossa, sê tu a mãe de milhares de miríades, e possua a tua descendência a porta de seus aborrecedores!
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01O 24 61 Assim Rebeca se levantou com as suas moças e, montando nos camelos, seguiram o homem; e o servo, tomando a Rebeca, partiu.
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01O 24 62 Ora, Isaque tinha vindo do caminho de Beer-Laai-Rói; pois habitava na terra do Negebe.
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01O 24 63 Saíra Isaque ao campo � tarde, para meditar; e levantando os olhos, viu, e eis que vinham camelos.
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01O 24 64 Rebeca também levantou os olhos e, vendo a Isaque, saltou do camelo
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01O 24 65 e perguntou ao servo: Quem é aquele homem que vem pelo campo ao nosso encontro? respondeu o servo: É meu senhor. Então ela tomou o véu e se cobriu.
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01O 24 66 Depois o servo contou a Isaque tudo o que fizera.
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01O 24 67 Isaque, pois, trouxe Rebeca para a tenda de Sara, sua mãe; tomou-a e ela lhe foi por mulher; e ele a amou. Assim Isaque foi consolado depois da morte de sua mãe.
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01O 25 1 Ora, Abraão tomou outra mulher, que se chamava Quetura.
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01O 25 2 Ela lhe deu � luz a Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá.
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01O 25 3 Jocsã gerou a Seba e Dedã. Os filhos de Dedã foram Assurim, Letusim e Leumim.
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01O 25 4 Os filhos de Midiã foram Efá, Efer, Hanoque, Abidá e Eldá; todos estes foram filhos de Quetura.
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01O 25 5 Abraão, porém, deu tudo quanto possuía a Isaque;
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01O 25 6 no entanto aos filhos das concubinas que Abraão tinha, deu ele dádivas; e, ainda em vida, os separou de seu filho Isaque, enviando-os ao Oriente, para a terra oriental.
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01O 25 7 Estes, pois, são os dias dos anos da vida de Abraão, que ele viveu: cento e setenta e, cinco anos.
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01O 25 8 E Abraão expirou, morrendo em boa velhice, velho e cheio de dias; e foi congregado ao seu povo.
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01O 25 9 Então Isaque e Ismael, seus filhos, o sepultaram na cova de Macpela, no campo de Efrom, filho de Zoar, o heteu, que estava em frente de Manre,
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01O 25 10 o campo que Abraão comprara aos filhos de Hete. Ali foi sepultado Abraão, e Sara, sua mulher.
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01O 25 11 Depois da morte de Abraão, Deus abençoou a Isaque, seu filho; e habitava Isaque junto a Beer-Laai-Rói.
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01O 25 12 Estas são as gerações de Ismael, filho de Abraão, que Agar, a egípcia, serva de Sara, lhe deu;
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01O 25 13 e estes são os nomes dos filhos de Ismael pela sua ordem, segundo as suas gerações: o primogênito de Ismael era Nebaiote, depois Quedar, Abdeel, Mibsão,
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01O 25 14 Misma, Dumá, Massá,
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01O 25 15 Hadade, Tema, Jetur, Nafis e Quedemá.
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01O 25 16 Estes são os filhos de Ismael, e estes são os seus nomes pelas suas vilas e pelos seus acampamentos: doze príncipes segundo as suas tribos.
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01O 25 17 E estes são os anos da vida de Ismael, cento e trinta e sete anos; e ele expirou e, morrendo, foi cogregado ao seu povo.
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01O 25 18 Eles então habitaram desde Havilá até Sur, que está em frente do Egito, como quem vai em direção da Assíria; assim Ismael se estabeleceu diante da face de todos os seus irmãos.
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01O 25 19 E estas são as gerações de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou a Isaque;
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01O 25 20 e Isaque tinha quarenta anos quando tomou por mulher a Rebeca, filha de Betuel, arameu de Padã-Arã, e irmã de Labão, arameu.
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01O 25 21 Ora, Isaque orou insistentemente ao Senhor por sua mulher, porquanto ela era estéril; e o Senhor ouviu as suas orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu.
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01O 25 22 E os filhos lutavam no ventre dela; então ela disse: Por que estou eu assim? E foi consultar ao Senhor.
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01O 25 23 Respondeu-lhe o Senhor: Duas nações há no teu ventre, e dois povos se dividirão das tuas estranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o mais velho servirá ao mais moço.
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01O 25 24 Cumpridos que foram os dias para ela dar � luz, eis que havia gêmeos no seu ventre.
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01O 25 25 Saiu o primeiro, ruivo, todo ele como um vestido de pelo; e chamaram-lhe Esaú.
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01O 25 26 Depois saiu o seu irmão, agarrada sua mão ao calcanhar de Esaú; pelo que foi chamado Jacó. E Isaque tinha sessenta anos quando Rebeca os deu � luz.
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01O 25 27 Cresceram os meninos; e Esaú tornou-se perito caçador, homem do campo; mas Jacó, homem sossegado, que habitava em tendas.
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01O 25 28 Isaque amava a Esaú, porque comia da sua caça; mas Rebeca amava a Jacó.
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01O 25 29 Jacó havia feito um guisado, quando Esaú chegou do campo, muito cansado;
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01O 25 30 e disse Esaú a Jacó: Deixa-me, peço-te, comer desse guisado vermelho, porque estou muito cansado. Por isso se chamou Edom.
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01O 25 31 Respondeu Jacó: Vende-me primeiro o teu direito de primogenitura.
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01O 25 32 Então replicou Esaú: Eis que estou a ponto e morrer; logo, para que me servirá o direito de primogenitura?
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01O 25 33 Ao que disse Jacó: Jura-me primeiro. Jurou-lhe, pois; e vendeu o seu direito de primogenitura a Jacó.
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01O 25 34 Jacó deu a Esaú pão e o guisado e lentilhas; e ele comeu e bebeu; e, levantando-se, seguiu seu caminho. Assim desprezou Esaú o seu direito de primogenitura.
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01O 26 1 Sobreveio � terra uma fome, além da primeira, que ocorreu nos dias de Abraão. Por isso foi Isaque a Abimeleque, rei dos filisteus, em Gerar.
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01O 26 2 E apareceu-lhe o Senhor e disse: Não desças ao Egito; habita na terra que eu te disser;
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01O 26 3 peregrina nesta terra, e serei contigo e te abençoarei; porque a ti, e aos que descenderem de ti, darei todas estas terras, e confirmarei o juramento que fiz a Abraão teu pai;
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01O 26 4 e multiplicarei a tua descendência como as estrelas do céu, e lhe darei todas estas terras; e por meio dela serão benditas todas as naçoes da terra;
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01O 26 5 porquanto Abraão obedeceu � minha voz, e guardou o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis.
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01O 26 6 Assim habitou Isaque em Gerar.
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01O 26 7 Então os homens do lugar perguntaram-lhe acerca de sua mulher, e ele respondeu: É minha irmã; porque temia dizer: É minha mulher; para que porventura, dizia ele, não me matassem os homens daquele lugar por amor de Rebeca; porque era ela formosa � vista.
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01O 26 8 Ora, depois que ele se demorara ali muito tempo, Abimeleque, rei dos filisteus, olhou por uma janela, e viu, e eis que Isaque estava brincando com Rebeca, sua mulher.
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01O 26 9 Então chamou Abimeleque a Isaque, e disse: Eis que na verdade é tua mulher; como pois disseste: E minha irmã? Respondeu-lhe Isaque: Porque eu dizia: Para que eu porventura não morra por sua causa.
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01O 26 10 Replicou Abimeleque: Que é isso que nos fizeste? Facilmente se teria deitado alguém deste povo com tua mulher, e tu terias trazido culpa sobre nós.
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01O 26 11 E Abimeleque ordenou a todo o povo, dizendo: Qualquer que tocar neste homem ou em sua mulher, certamente morrerá.
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01O 26 12 Isaque semeou naquela terra, e no mesmo ano colheu o cêntuplo; e o Senhor o abençoou.
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01O 26 13 E engrandeceu-se o homem; e foi-se enriquecendo até que se tornou mui poderoso;
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01O 26 14 e tinha possessões de rebanhos e de gado, e muita gente de serviço; de modo que os filisteus o invejavam.
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01O 26 15 Ora, todos os poços, que os servos de seu pai tinham cavado nos dias de seu pai Abraão, os filisteus entulharam e encheram de terra.
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01O 26 16 E Abimeleque disse a Isaque: Aparta-te de nós; porque muito mais poderoso te tens feito do que nós.
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01O 26 17 Então Isaque partiu dali e, acampando no vale de Gerar, lá habitou.
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01O 26 18 E Isaque tornou a cavar os poços que se haviam cavado nos dias de Abraão seu pai, pois os filisteus os haviam entulhado depois da morte de Abraão; e deu-lhes os nomes que seu pai lhes dera.
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01O 26 19 Cavaram, pois, os servos de Isaque naquele vale, e acharam ali um poço de águas vivas.
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01O 26 20 E os pastores de Gerar contenderam com os pastores de Isaque, dizendo: Esta água é nossa. E ele chamou ao poço Eseque, porque contenderam com ele.
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01O 26 21 Então cavaram outro poço, pelo qual também contenderam; por isso chamou-lhe Sitna.
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01O 26 22 E partiu dali, e cavou ainda outro poço; por este não contenderam; pelo que chamou-lhe Reobote, dizendo: Pois agora o Senhor nos deu largueza, e havemos de crescer na terra.
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01O 26 23 Depois subiu dali a Beer-Seba.
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01O 26 24 E apareceu-lhe o Senhor na mesma noite e disse: Eu sou o Deus de Abraão, teu pai; não temas, porque eu sou contigo, e te abençoarei e multiplicarei a tua descendência por amor do meu servo Abraão.
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01O 26 25 Isaque, pois, edificou ali um altar e invocou o nome do Senhor; então armou ali a sua tenda, e os seus servos cavaram um poço.
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01O 26 26 Então Abimeleque veio a ele de Gerar, com Aüzate, seu amigo, e Ficol, o chefe do seu exército.
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01O 26 27 E perguntou-lhes Isaque: Por que viestes ter comigo, visto que me odiais, e me repelistes de vós?
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01O 26 28 Responderam eles: Temos visto claramente que o Senhor é contigo, pelo que dissemos: Haja agora juramento entre nós, entre nós e ti; e façamos um pacto contigo,
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01O 26 29 que não nos farás mal, assim como nós não te havemos tocado, e te fizemos somente o bem, e te deixamos ir em paz. Agora tu és o bendito do Senhor.
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01O 26 30 Então Isaque lhes deu um banquete, e comeram e beberam.
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01O 26 31 E levantaram-se de manhã cedo e juraram de parte a parte; depois Isaque os despediu, e eles se despediram dele em paz.
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01O 26 32 Nesse mesmo dia vieram os servos de Isaque e deram-lhe notícias acerca do poço que haviam cavado, dizendo-lhe: Temos achado água.
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01O 26 33 E ele chamou o poço Seba; por isso é o nome da cidade Beer-Seba até o dia de hoje.
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01O 26 34 Ora, quando Esaú tinha quarenta anos, tomou por mulher a Judite, filha de Beeri, o heteu e a Basemate, filha de Elom, o heteu.
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01O 26 35 E estas foram para Isaque e Rebeca uma amargura de espírito.
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01O 27 1 Quando Isaque já estava velho, e se lhe enfraqueciam os olhos, de maneira que não podia ver, chamou a Esaú, seu filho mais velho, e disse-lhe: Meu filho! Ele lhe respondeu: Eis-me aqui!
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01O 27 2 Disse-lhe o pai: Eis que agora estou velho, e não sei o dia da minha morte;
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01O 27 3 toma, pois, as tuas armas, a tua aljava e o teu arco; e sai ao campo, e apanha para mim alguma caça;
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01O 27 4 e faze-me um guisado saboroso, como eu gosto, e traze-mo, para que eu coma; a fim de que a minha alma te abençoe, antes que morra.
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01O 27 5 Ora, Rebeca estava escutando quando Isaque falou a Esaú, seu filho. Saiu, pois, Esaú ao campo para apanhar caça e trazê-la.
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01O 27 6 Disse então Rebeca a Jacó, seu filho: Eis que ouvi teu pai falar com Esaú, teu irmão, dizendo:
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01O 27 7 Traze-me caça, e faze-me um guisado saboroso, para que eu coma, e te abençoe diante do Senhor, antes da minha morte.
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01O 27 8 Agora, pois, filho meu, ouve a minha voz naquilo que eu te ordeno:
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01O 27 9 Vai ao rebanho, e traze-me de lá das cabras dois bons cabritos; e eu farei um guisado saboroso para teu pai, como ele gosta;
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01O 27 10 e levá-lo-ás a teu pai, para que o coma, a fim de te abençoar antes da sua morte.
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01O 27 11 Respondeu, porém, Jacó a Rebeca, sua mãe: Eis que Esaú, meu irmão, é peludo, e eu sou liso.
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01O 27 12 Porventura meu pai me apalpará e serei a seus olhos como enganador; assim trarei sobre mim uma maldição, e não uma bênção.
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01O 27 13 Respondeu-lhe sua mãe: Meu filho, sobre mim caia essa maldição; somente obedece � minha voz, e vai trazer-mos.
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01O 27 14 Então ele foi, tomou-os e os trouxe a sua mãe, que fez um guisado saboroso como seu pai gostava.
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01O 27 15 Depois Rebeca tomou as melhores vestes de Esaú, seu filho mais velho, que tinha consigo em casa, e vestiu a Jacó, seu filho mais moço;
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01O 27 16 com as peles dos cabritos cobriu-lhe as mãos e a lisura do pescoço;
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01O 27 17 e pôs o guisado saboroso e o pão que tinha preparado, na mão de Jacó, seu filho.
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01O 27 18 E veio Jacó a seu pai, e chamou: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui; quem és tu, meu filho?
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01O 27 19 Respondeu Jacó a seu pai: Eu sou Esaú, teu primogênito; tenho feito como me disseste; levanta-te, pois, senta-te e come da minha caça, para que a tua alma me abençoe.
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01O 27 20 Perguntou Isaque a seu filho: Como é que tão depressa a achaste, filho meu? Respondeu ele: Porque o Senhor, teu Deus, a mandou ao meu encontro.
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01O 27 21 Então disse Isaque a Jacó: Chega-te, pois, para que eu te apalpe e veja se és meu filho Esaú mesmo, ou não.
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01O 27 22 chegou-se Jacó a Isaque, seu pai, que o apalpou, e disse: A voz é a voz de Jacó, porém as mãos são as mãos de Esaú.
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01O 27 23 E não o reconheceu, porquanto as suas mãos estavam peludas, como as de Esaú seu irmão; e abençoou-o.
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01O 27 24 No entanto perguntou: Tu és mesmo meu filho Esaú? E ele declarou: Eu o sou.
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01O 27 25 Disse-lhe então seu pai: Traze-mo, e comerei da caça de meu filho, para que a minha alma te abençoe: E Jacó lho trouxe, e ele comeu; trouxe-lhe também vinho, e ele bebeu.
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01O 27 26 Disse-lhe mais Isaque, seu pai: Aproxima-te agora, e beija-me, meu filho.
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01O 27 27 E ele se aproximou e o beijou; e seu pai, sentindo-lhe o cheiro das vestes o abençoou, e disse: Eis que o cheiro de meu filho é como o cheiro de um campo que o Senhor abençoou.
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01O 27 28 Que Deus te dê do orvalho do céu, e dos lugares férteis da terra, e abundância de trigo e de mosto;
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01O 27 29 sirvam-te povos, e nações se encurvem a ti; sê senhor de teus irmãos, e os filhos da tua mãe se encurvem a ti; sejam malditos os que te amaldiçoarem, e benditos sejam os que te abençoarem.
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01O 27 30 Tão logo Isaque acabara de abençoar a Jacó, e este saíra da presença de seu pai, chegou da caça Esaú, seu irmão;
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01O 27 31 e fez também ele um guisado saboroso e, trazendo-o a seu pai, disse-lhe: Levantate, meu pai, e come da caça de teu filho, para que a tua alma me abençoe.
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01O 27 32 Perguntou-lhe Isaque, seu pai: Quem és tu? Respondeu ele: Eu sou teu filho, o teu primogênito, Esaú.
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01O 27 33 Então estremeceu Isaque de um estremecimento muito grande e disse: Quem, pois, é aquele que apanhou caça e ma trouxe? Eu comi de tudo, antes que tu viesses, e abençoei-o, e ele será bendito.
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01O 27 34 Esaú, ao ouvir as palavras de seu pai, bradou com grande e mui amargo brado, e disse a seu pai: Abençoa-me também a mim, meu pai!
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01O 27 35 Respondeu Isaque: Veio teu irmão e com sutileza tomou a tua bênção.
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01O 27 36 Disse Esaú: Não se chama ele com razão Jacó, visto que já por duas vezes me enganou? tirou-me o direito de primogenitura, e eis que agora me tirou a bênção. E perguntou: Não reservaste uma bênção para mim?
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01O 27 37 Respondeu Isaque a Esaú: Eis que o tenho posto por senhor sobre ti, e todos os seus irmãos lhe tenho dado por servos; e de trigo e de mosto o tenho fortalecido. Que, pois, poderei eu fazer por ti, meu filho?
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01O 27 38 Disse Esaú a seu pai: Porventura tens uma única bênção, meu pai? Abençoa-me também a mim, meu pai. E levantou Esaú a voz, e chorou.
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01O 27 39 Respondeu-lhe Isaque, seu pai: Longe dos lugares férteis da terra será a tua habitação, longe do orvalho do alto céu;
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01O 27 40 pela tua espada viverás, e a teu irmão, serviras; mas quando te tornares impaciente, então sacudirás o seu jugo do teu pescoço.
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01O 27 41 Esaú, pois, odiava a Jacó por causa da bênção com que seu pai o tinha abençoado, e disse consigo: Vêm chegando os dias de luto por meu pai; então hei de matar Jacó, meu irmão.
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01O 27 42 Ora, foram denunciadas a Rebeca estas palavras de Esaú, seu filho mais velho; pelo que ela mandou chamar Jacó, seu filho mais moço, e lhe disse: Eis que Esaú teu irmão se consola a teu respeito, propondo matar-te.
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01O 27 43 Agora, pois, meu filho, ouve a minha voz; levanta-te, refugia-te na casa de Labão, meu irmão, em Harã,
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01O 27 44 e demora-te com ele alguns dias, até que passe o furor de teu irmão;
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01O 27 45 até que se desvie de ti a ira de teu irmão, e ele se esqueça do que lhe fizeste; então mandarei trazer-te de lá; por que seria eu desfilhada de vós ambos num só dia?
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01O 27 46 E disse Rebeca a Isaque: Enfadada estou da minha vida, por causa das filhas de Hete; se Jacó tomar mulher dentre as filhas de Hete, tais como estas, dentre as filhas desta terra, para que viverei?
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01O 28 1 Isaque, pois, chamou Jacó, e o abençoou, e ordenou-lhe, dizendo: Não tomes mulher dentre as filhas de Canaã.
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01O 28 2 Levanta-te, vai a Padã-Arã, � casa de Betuel, pai de tua mãe, e toma de lá uma mulher dentre as filhas de Labão, irmão de tua mãe.
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01O 28 3 Deus Todo-Poderoso te abençoe, te faça frutificar e te multiplique, para que venhas a ser uma multidão de povos; seu
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01O 28 4 e te dê a bênção de Abraão, a ti e � tua descendência contigo, para que herdes a terra de tuas peregrinaçoes, que Deus deu a Abraão.
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01O 28 5 Assim despediu Isaque a Jacó, o qual foi a Padã-Arã, a Labão, filho de Betuel, arameu, irmão de Rebeca, mãe de Jacó e de Esaú.
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01O 28 6 Ora, viu Esaú que Isaque abençoara a Jacó, e o enviara a Padã-Arã, para tomar de lá mulher para si, e que, abençoando-o, lhe ordenara, dizendo: Não tomes mulher dentre as filhas de Canaã,
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01O 28 7 e que Jacó, obedecendo a seu pai e a sua mãe, fora a Padã- Arã;
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01O 28 8 vendo também Esaú que as filhas de Canaã eram más aos olhos de Isaque seu pai,
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01O 28 9 foi-se Esaú a Ismael e, além das mulheres que já tinha, tomou por mulher a Maalate, filha de Ismael, filho de Abraão, irmã de Nebaiote.
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01O 28 10 Partiu, pois, Jacó de Beer-Seba e se foi em direção a Harã;
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01O 28 11 e chegou a um lugar onde passou a noite, porque o sol já se havia posto; e, tomando uma das pedras do lugar e pondo-a debaixo da cabeça, deitou-se ali para dormir.
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01O 28 12 Então sonhou: estava posta sobre a terra uma escada, cujo topo chegava ao céu; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela;
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01O 28 13 por cima dela estava o Senhor, que disse: Eu sou o Senhor, o Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra em que estás deitado, eu a darei a ti e � tua descendência;
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01O 28 14 e a tua descendência será como o pó da terra; dilatar-te-ás para o ocidente, para o oriente, para o norte e para o sul; por meio de ti e da tua descendência serão benditas todas as famílias da terra.
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01O 28 15 Eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; pois não te deixarei até que haja cumprido aquilo de que te tenho falado.
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01O 28 16 Ao acordar Jacó do seu sono, disse: Realmente o Senhor está neste lugar; e eu não o sabia.
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01O 28 17 E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus.
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01O 28 18 Jacó levantou-se de manhã cedo, tomou a pedra que pusera debaixo da cabeça, e a pôs como coluna; e derramou-lhe azeite em cima.
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01O 28 19 E chamou aquele lugar Betel; porém o nome da cidade antes era Luz.
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01O 28 20 Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo e me guardar neste caminho que vou seguindo, e me der pão para comer e vestes para vestir,
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01O 28 21 de modo que eu volte em paz � casa de meu pai, e se o Senhor for o meu Deus,
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01O 28 22 então esta pedra que tenho posto como coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.
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01O 29 1 Então pôs-se Jacó a caminho e chegou � terra dos filhos do Oriente.
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01O 29 2 E olhando, viu ali um poço no campo, e três rebanhos de ovelhas deitadas junto dele; pois desse poço se dava de beber aos rebanhos; e havia uma grande pedra sobre a boca do poço.
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01O 29 3 Ajuntavam-se ali todos os rebanhos; os pastores removiam a pedra da boca do poço, davam de beber �s ovelhas e tornavam a pôr a pedra no seu lugar sobre a boca do poço.
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01O 29 4 Perguntou-lhes Jacó: Meus irmãos, donde sois? Responderam eles: Somos de Harã.
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01O 29 5 Perguntou-lhes mais: Conheceis a Labão, filho de Naor; Responderam: Conhecemos.
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01O 29 6 Perguntou-lhes ainda: vai ele bem? Responderam: Vai bem; e eis ali Raquel, sua filha, que vem chegando com as ovelhas.
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01O 29 7 Disse ele: Eis que ainda vai alto o dia; não é hora de se ajuntar o gado; dai de beber �s ovelhas, e ide apascentá-las.
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01O 29 8 Responderam: Não podemos, até que todos os rebanhos se ajuntem, e seja removida a pedra da boca do poço; assim é que damos de beber �s ovelhas.
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01O 29 9 Enquanto Jacó ainda lhes falava, chegou Raquel com as ovelhas de seu pai; porquanto era ela quem as apascentava.
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01O 29 10 Quando Jacó viu a Raquel, filha de Labão, irmão de sua mãe, e as ovelhas de Labão, irmão de sua mãe, chegou-se, revolveu a pedra da boca do poço e deu de beber �s ovelhas de Labão, irmão de sua mãe.
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01O 29 11 Então Jacó beijou a Raquel e, levantando a voz, chorou.
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01O 29 12 E Jacó anunciou a Raquel que ele era irmão de seu pai, e que era filho de Rebeca. Raquel, pois foi correndo para anunciá-lo a, seu pai.
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01O 29 13 Quando Labão ouviu essas novas de Jacó, filho de sua irmã, correu-lhe ao encontro, abraçou-o, beijou-o e o levou � sua casa. E Jacó relatou a Labão todas essas, coisas.
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01O 29 14 Disse-lhe Labão: Verdadeiramente tu és meu osso e minha carne. E Jacó ficou com ele um mês inteiro.
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01O 29 15 Depois perguntou Labão a Jacó: Por seres meu irmão hás de servir-me de graça? Declara-me, qual será o teu salário?
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01O 29 16 Ora, Labão tinha duas filhas; o nome da mais velha era Léia, e o da mais moça Raquel.
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01O 29 17 Léia tinha os olhos enfermos, enquanto que Raquel era formosa de porte e de semblante.
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01O 29 18 Jacó, porquanto amava a Raquel, disse: Sete anos te servirei para ter a Raquel, tua filha mais moça.
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01O 29 19 Respondeu Labão: Melhor é que eu a dê a ti do que a outro; fica comigo.
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01O 29 20 Assim serviu Jacó sete anos por causa de Raquel; e estes lhe pareciam como poucos dias, pelo muito que a amava.
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01O 29 21 Então Jacó disse a Labão: Dá-me minha mulher, porque o tempo já está cumprido; para que eu a tome por mulher.
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01O 29 22 Reuniu, pois, Labão todos os homens do lugar, e fez um banquete.
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01O 29 23 Â tarde tomou a Léia, sua filha e a trouxe a Jacó, que esteve com ela.
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01O 29 24 E Labão deu sua serva Zilpa por serva a Léia, sua filha.
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01O 29 25 Quando amanheceu, eis que era Léia; pelo que perguntou Jacó a Labão: Que é isto que me fizeste? Porventura não te servi em troca de Raquel? Por que, então, me enganaste?
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01O 29 26 Respondeu Labão: Não se faz assim em nossa terra; não se dá a menor antes da primogênita.
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01O 29 27 Cumpre a semana desta; então te daremos também a outra, pelo trabalho de outros sete anos que ainda me servirás.
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01O 29 28 Assim fez Jacó, e cumpriu a semana de Léia; depois Labão lhe deu por mulher sua filha Raquel.
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01O 29 29 E Labão deu sua serva Bila por serva a Raquel, sua filha.
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01O 29 30 Então Jacó esteve também com Raquel; e amou a Raquel muito mais do que a Léia; e serviu com Labão ainda outros sete anos.
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01O 29 31 Viu, pois, o Senhor que Léia era desprezada e tornou-lhe fecunda a madre; Raquel, porém, era estéril.
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01O 29 32 E Léia concebeu e deu � luz um filho, a quem chamou Rúben; pois disse: Porque o Senhor atendeu � minha aflição; agora me amará meu marido.
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01O 29 33 Concebeu outra vez, e deu � luz um filho; e disse: Porquanto o Senhor ouviu que eu era desprezada, deu-me também este. E lhe chamou Simeão.
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01O 29 34 Concebeu ainda outra vez e deu � luz um filho e disse: Agora esta vez se unirá meu marido a mim, porque três filhos lhe tenho dado. Portanto lhe chamou Levi.
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01O 29 35 De novo concebeu e deu � luz um filho; e disse: Esta vez louvarei ao Senhor. Por isso lhe chamou Judá. E cessou de ter filhos.
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01O 30 1 Vendo Raquel que não dava filhos a Jacó, teve inveja de sua irmã, e disse a Jacó: Dá-me filhos, senão eu morro.
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01O 30 2 Então se acendeu a ira de Jacó contra Raquel; e disse: Porventura estou eu no lugar de Deus que te impediu o fruto do ventre?
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01O 30 3 Respondeu ela: Eis aqui minha serva Bila; recebe-a por mulher, para que ela dê � luz sobre os meus joelhos, e eu deste modo tenha filhos por ela.
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01O 30 4 Assim lhe deu a Bila, sua serva, por mulher; e Jacó a conheceu.
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01O 30 5 Bila concebeu e deu � luz um filho a Jacó.
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01O 30 6 Então disse Raquel: Julgou-me Deus; ouviu a minha voz e me deu um filho; pelo que lhe chamou Dã.
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01O 30 7 E Bila, serva de Raquel, concebeu outra vez e deu � luz um segundo filho a Jacó.
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01O 30 8 Então disse Raquel: Com grandes lutas tenho lutado com minha irmã, e tenho vencido; e chamou-lhe Naftali.
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01O 30 9 Também Léia, vendo que cessara de ter filhos, tomou a Zilpa, sua serva, e a deu a Jacó por mulher.
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01O 30 10 E Zilpa, serva de Léia, deu � luz um filho a Jacó.
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01O 30 11 Então disse Léia: Afortunada! e chamou-lhe Gade.
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01O 30 12 Depois Zilpa, serva de Léia, deu � luz um segundo filho a Jacó.
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01O 30 13 Então disse Léia: Feliz sou eu! porque as filhas me chamarão feliz; e chamou-lhe Aser.
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01O 30 14 Ora, saiu Rúben nos dias da ceifa do trigo e achou mandrágoras no campo, e as trouxe a Léia, sua mãe. Então disse Raquel a Léia: Dá-me, peço, das mandrágoras de teu filho.
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01O 30 15 Ao que lhe respondeu Léia: É já pouco que me hajas tirado meu marido? queres tirar também as mandrágoras de meu filho? Prosseguiu Raquel: Por isso ele se deitará contigo esta noite pelas mandrágoras de teu filho.
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01O 30 16 Quando, pois, Jacó veio � tarde do campo, saiu-lhe Léia ao encontro e disse: Hás de estar comigo, porque certamente te aluguei pelas mandrágoras de meu filho. E com ela deitou-se Jacó aquela noite.
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01O 30 17 E ouviu Deus a Léia, e ela concebeu e deu a Jacó um quinto filho.
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01O 30 18 Então disse Léia: Deus me tem dado o meu galardão, porquanto dei minha serva a meu marido. E chamou ao filho Issacar.
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01O 30 19 Concebendo Léia outra vez, deu a Jacó um sexto filho;
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01O 30 20 e disse: Deus me deu um excelente dote; agora morará comigo meu marido, porque lhe tenho dado seis filhos. E chamou-lhe Zebulom.
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01O 30 21 Depois. disto deu � luz uma filha, e chamou-lhe Diná.
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01O 30 22 Também lembrou-se Deus de Raquel, ouviu-a e a tornou fecunda.
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01O 30 23 De modo que ela concebeu e deu � luz um filho, e disse: Tirou-me Deus o opróbrio.
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01O 30 24 E chamou-lhe José, dizendo: Acrescente-me o Senhor ainda outro filho.
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01O 30 25 Depois que Raquel deu � luz a José, disse Jacó a Labão: Despede-me a fim de que eu vá para meu lugar e para minha terra.
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01O 30 26 Dá-me as minhas mulheres, e os meus filhos, pelas quais te tenho servido, e deixame ir; pois tu sabes o serviço que te prestei.
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01O 30 27 Labão lhe respondeu: Se tenho achado graça aos teus olhos, fica comigo; pois tenho percebido que o Senhor me abençoou por amor de ti.
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01O 30 28 E disse mais: Determina-me o teu salário, que to darei.
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01O 30 29 Ao que lhe respondeu Jacó: Tu sabes como te hei servido, e como tem passado o teu gado comigo.
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01O 30 30 Porque o pouco que tinhas antes da minha vinda tem se multiplicado abundantemente; e o Senhor te tem abençoado por onde quer que eu fui. Agora, pois, quando hei de trabalhar também por minha casa?
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01O 30 31 Insistiu Labão: Que te darei? Então respondeu Jacó: Não me darás nada; tornarei a apascentar e a guardar o teu rebanho se me fizeres isto:
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01O 30 32 Passarei hoje por todo o teu rebanho, separando dele todos os salpicados e malhados, e todos os escuros entre as ovelhas, e os malhados e salpicados entre as cabras; e isto será o meu salário.
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01O 30 33 De modo que responderá por mim a minha justiça no dia de amanhã, quando vieres ver o meu salário assim exposto diante de ti: tudo o que não for salpicado e malhado entre as cabras e escuro entre as ovelhas, esse, se for achado comigo, será tido por furtado.
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01O 30 34 Concordou Labão, dizendo: Seja conforme a tua palavra.
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01O 30 35 E separou naquele mesmo dia os bodes listrados e malhados e todas as cabras salpicadas e malhadas, tudo em que havia algum branco, e todos os escuros entre os cordeiros e os deu nas mãos de seus filhos;
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01O 30 36 e pôs três dias de caminho entre si e Jacó; e Jacó apascentava o restante dos rebanhos de Labão.
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01O 30 37 Então tomou Jacó varas verdes de estoraque, de amendoeira e de plátano e, descascando nelas riscas brancas, descobriu o branco que nelas havia;
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01O 30 38 e as varas que descascara pôs em frente dos rebanhos, nos cochos, isto é, nos bebedouros, onde os rebanhos bebiam; e conceberam quando vinham beber.
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01O 30 39 Os rebanhos concebiam diante das varas, e as ovelhas davam crias listradas, salpicadas e malhadas.
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01O 30 40 Então separou Jacó os cordeiros, e fez os rebanhos olhar para os listrados e para todos os escuros no rebanho de Labão; e pôs seu rebanho � parte, e não pôs com o rebanho de Labão.
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01O 30 41 e todas as vezes que concebiam as ovelhas fortes, punha Jacó as varas nos bebedouros, diante dos olhos do rebanho, para que concebessem diante das varas;
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01O 30 42 mas quando era fraco o rebanho, ele não as punha. Assim as fracas eram de Labão, e as fortes de Jacó.
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01O 30 43 E o homem se enriqueceu sobremaneira, e teve grandes rebanhos, servas e servos, camelos e jumentos.
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01O 31 1 Jacó, entretanto, ouviu as palavras dos filhos de Labão, que diziam: Jacó tem levado tudo o que era de nosso pai, e do que era de nosso pai adquiriu ele todas estas, riquezas.
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01O 31 2 Viu também Jacó o rosto de Labão, e eis que não era para com ele como dantes.
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01O 31 3 Disse o Senhor, então, a Jacó: Volta para a terra de teus pais e para a tua parentela; e eu serei contigo.
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01O 31 4 Pelo que Jacó mandou chamar a Raquel e a Léia ao campo, onde estava o seu rebanho,
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01O 31 5 e lhes disse: vejo que o rosto de vosso pai para comigo não é como anteriormente; porém o Deus de meu pai tem estado comigo.
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01O 31 6 Ora, vós mesmas sabeis que com todas as minhas forças tenho servido a vosso pai.
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01O 31 7 Mas vosso pai me tem enganado, e dez vezes mudou o meu salário; Deus, porém, não lhe permitiu que me fizesse mal.
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01O 31 8 Quando ele dizia assim: Os salpicados serão o teu salário; então todo o rebanho dava salpicados. E quando ele dizia assim: Os listrados serão o teu salário, então todo o rebanho dava listrados.
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01O 31 9 De modo que Deus tem tirado o gado de vosso pai, e mo tem dado a mim.
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01O 31 10 Pois sucedeu que, ao tempo em que o rebanho concebia, levantei os olhos e num sonho vi que os bodes que cobriam o rebanho eram listrados, salpicados e malhados.
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01O 31 11 Disse-me o anjo de Deus no sonho: Jacó! Eu respondi: Eis-me aqui.
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01O 31 12 Prosseguiu o anjo: Levanta os teus olhos e vê que todos os bodes que cobrem o rebanho são listrados, salpicados e malhados; porque tenho visto tudo o que Labão te vem fazendo.
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01O 31 13 Eu sou o Deus de Betel, onde ungiste uma coluna, onde me fizeste um voto; levanta-te, pois, sai-te desta terra e volta para a terra da tua parentela.
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01O 31 14 Então lhe responderam Raquel e Léia: Temos nós ainda parte ou herança na casa de nosso pai?
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01O 31 15 Não somos tidas por ele como estrangeiras? pois nos vendeu, e consumiu todo o nosso preço.
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01O 31 16 Toda a riqueza que Deus tirou de nosso pai é nossa e de nossos filhos; portanto, faze tudo o que Deus te mandou.
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01O 31 17 Levantou-se, pois, Jacó e fez montar seus filhos e suas mulheres sobre os camelos;
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01O 31 18 e levou todo o seu gado, e toda a sua fazenda, que havia adquirido, o gado que possuía, que havia adquirido em Padã-Arã, a fim de ir ter com Isaque, seu pai, � terra de Canaã.
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01O 31 19 Ora, tendo Labão ido tosquiar as suas ovelhas, Raquel furtou os ídolos que pertenciam a seu pai.
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01O 31 20 Jacó iludiu a Labão, o arameu, não lhe fazendo saber que fugia;
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01O 31 21 e fugiu com tudo o que era seu; e, levantando-se, passou o Rio, e foi em direção � montanha de Gileade.
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01O 31 22 Ao terceiro dia foi Labão avisado de que Jacó havia fugido.
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01O 31 23 Então, tomando consigo seus irmãos, seguiu atrás de Jacó jornada de sete dias; e alcançou-o na montanha de Gileade.
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01O 31 24 Mas Deus apareceu de noite em sonho a Labão, o arameu, e disse-lhe: Guardate, que não fales a Jacó nem bem nem mal.
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01O 31 25 Alcançou, pois, Labão a Jacó. Ora, Jacó tinha armado a sua tenda na montanha; armou também Labão com os seus irmãos a sua tenda na montanha de Gileade.
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01O 31 26 Então disse Labão a Jacó: Que fizeste, que me iludiste e levaste minhas filhas como cativas da espada?
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01O 31 27 Por que fuizeste ocultamente, e me iludiste e não mo fizeste saber, para que eu te enviasse com alegria e com cânticos, ao som de tambores e de harpas;
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01O 31 28 Por que não me permitiste beijar meus filhos e minhas filhas? Ora, assim procedeste nesciamente.
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01O 31 29 Está no poder da minha mão fazer-vos o mal, mas o Deus de vosso pai falou-me ontem � noite, dizendo: Guarda-te, que não fales a Jacó nem bem nem mal.
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01O 31 30 Mas ainda que quiseste ir embora, porquanto tinhas saudades da casa de teu pai, por que furtaste os meus deuses?
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01O 31 31 Respondeu-lhe Jacó: Porque tive medo; pois dizia comigo que tu me arrebatarias as tuas filhas.
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01O 31 32 Com quem achares os teus deuses, porém, esse não viverá; diante de nossos irmãos descobre o que é teu do que está comigo, e leva-o contigo. Pois Jacó não sabia que Raquel os tinha furtado.
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01O 31 33 Entrou, pois, Labão na tenda de Jacó, na tenda de Léia e na tenda das duas servas, e não os achou; e, saindo da tenda de Léia, entrou na tenda de Raquel.
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01O 31 34 Ora, Raquel havia tomado os ídolos e os havia metido na albarda do camelo, e se assentara em cima deles. Labão apalpou toda a tenda, mas não os achou.
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01O 31 35 E ela disse a seu pai: Não se acenda a ira nos olhos de meu senhor, por eu não me poder levantar na tua presença, pois estou com o incômodo das mulheres. Assim ele procurou, mas não achou os ídolos.
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01O 31 36 Então irou-se Jacó e contendeu com Labão, dizendo: Qual é a minha transgressão? qual é o meu pecado, que tão furiosamente me tens perseguido?
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01O 31 37 Depois de teres apalpado todos os meus móveis, que achaste de todos os móveis da tua casar. Põe-no aqui diante de meus irmãos e de teus irmãos, para que eles julguem entre nós ambos.
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01O 31 38 Estes vinte anos estive eu contigo; as tuas ovelhas e as tuas cabras nunca abortaram, e não comi os carneiros do teu rebanho.
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01O 31 39 Não te trouxe eu o despedaçado; eu sofri o dano; da minha mão requerias tanto o furtado de dia como o furtado de noite.
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01O 31 40 Assim andava eu; de dia me consumia o calor, e de noite a geada; e o sono me fugia dos olhos.
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01O 31 41 Estive vinte anos em tua casa; catorze anos te servi por tuas duas filhas, e seis anos por teu rebanho; dez vezes mudaste o meu salário.
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01O 31 42 Se o Deus de meu pai, o Deus de Abraão e o Temor de Isaque não fora por mim, certamente hoje me mandarias embora vazio. Mas Deus tem visto a minha aflição e o trabalho das minhas mãos, e repreendeu-te ontem � noite.
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01O 31 43 Respondeu-lhe Labão: Estas filhas são minhas filhas, e estes filhos são meus filhos, e este rebanho é meu rebanho, e tudo o que vês é meu; e que farei hoje a estas minhas filhas, ou aos filhos que elas tiveram?
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01O 31 44 Agora pois vem, e façamos um pacto, eu e tu; e sirva ele de testemunha entre mim e ti.
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01O 31 45 Então tomou Jacó uma pedra, e a erigiu como coluna.
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01O 31 46 E disse a seus irmãos: Ajuntai pedras. Tomaram, pois, pedras e fizeram um montão, e ali junto ao montão comeram.
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01O 31 47 Labão lhe chamou Jegar-Saaduta, e Jacó chamou-lhe Galeede.
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01O 31 48 Disse, pois, Labão: Este montão é hoje testemunha entre mim e ti. Por isso foi chamado Galeede;
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01O 31 49 e também Mizpá, porquanto disse: Vigie o Senhor entre mim e ti, quando estivermos apartados um do outro.
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01O 31 50 Se afligires as minhas filhas, e se tomares outras mulheres além das minhas filhas, embora ninguém esteja conosco, lembra-te de que Deus é testemunha entre mim e ti.
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01O 31 51 Disse ainda Labão a Jacó: Eis aqui este montão, e eis aqui a coluna que levantei entre mim e ti.
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01O 31 52 Seja este montão testemunha, e seja esta coluna testemunha de que, para mal, nem passarei eu deste montão a ti, nem passarás tu deste montão e desta coluna a mim.
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01O 31 53 O Deus de Abraão e o Deus de Naor, o Deus do pai deles, julgue entre nós. E jurou Jacó pelo Temor de seu pai Isaque.
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01O 31 54 Então Jacó ofereceu um sacrifício na montanha, e convidou seus irmãos para comerem pão; e, tendo comido, passaram a noite na montanha.
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01O 31 55 Levantou-se Labão de manhã cedo, beijou seus filhos e suas filhas e os abençoou; e, partindo, voltou para o seu lugar.
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01O 32 1 Jacó também seguiu o seu caminho; e encontraram-no os anjos de Deus.
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01O 32 2 Quando Jacó os viu, disse: Este é o exército de Deus. E chamou �quele lugar Maanaim.
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01O 32 3 Então enviou Jacó mensageiros diante de si a Esaú, seu irmão, � terra de Seir, o território de Edom,
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01O 32 4 tendo-lhes ordenado: Deste modo falareis a meu senhor Esaú: Assim diz Jacó, teu servo: Como peregrino morei com Labão, e com ele fiquei até agora;
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01O 32 5 e tenho bois e jumentos, rebanhos, servos e servas; e mando comunicar isso a meu senhor, para achar graça aos teus olhos.
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01O 32 6 Depois os mensageiros voltaram a Jacó, dizendo: Fomos ter com teu irmão Esaú; e, em verdade, vem ele para encontrar-te, e quatrocentos homens com ele.
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01O 32 7 Jacó teve muito medo e ficou aflito; dividiu em dois bandos o povo que estava com ele, bem como os rebanhos, os bois e os camelos;
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01O 32 8 pois dizia: Se Esaú vier a um bando e o ferir, o outro bando escapará.
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01O 32 9 Disse mais Jacó: o Deus de meu pai Abraão, Deus de meu pai Isaque, ó Senhor, que me disseste: Volta para a tua terra, e para a tua parentela, e eu te farei bem!
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01O 32 10 Não sou digno da menor de todas as tuas beneficências e de toda a fidelidade que tens usado para com teu servo; porque com o meu cajado passei este Jordão, e agora volto em dois bandos.
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01O 32 11 Livra-me, peço-te, da mão de meu irmão, da mão de Esaú, porque eu o temo; acaso não venha ele matar-me, e a mãe com os filhos.
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01O 32 12 Pois tu mesmo disseste: Certamente te farei bem, e farei a tua descendência como a areia do mar, que pela multidão não se pode contar.
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01O 32 13 Passou ali aquela noite; e do que tinha tomou um presente para seu irmão Esaú:
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01O 32 14 duzentas cabras e vinte bodes, duzentas ovelhas e vinte carneiros,
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01O 32 15 trinta camelas de leite com suas crias, quarenta vacas e dez touros, vinte jumentas e dez jumentinhos.
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01O 32 16 Então os entregou nas mãos dos seus servos, cada manada em separado; e disse a seus servos: Passai adiante de mim e ponde espaço entre manada e manada.
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01O 32 17 E ordenou ao primeiro, dizendo: Quando Esaú, meu irmão, te encontrar e te perguntar: De quem és, e para onde vais, e de quem são estes diante de ti?
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01O 32 18 Então responderás: São de teu servo Jacó, presente que envia a meu senhor, a Esaú, e eis que ele vem também atrás dé nos.
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01O 32 19 Ordenou igualmente ao segundo, e ao terceiro, e a todos os que vinham atrás das manadas, dizendo: Desta maneira falareis a Esaú quando o achardes.
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01O 32 20 E direis também: Eis que o teu servo Jacó vem atrás de nós. Porque dizia: Aplacá-lo-ei com o presente, que vai adiante de mim, e depois verei a sua face; porventura ele me aceitará.
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01O 32 21 Foi, pois, o presente adiante dele; ele, porém, passou aquela noite no arraial.
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01O 32 22 Naquela mesma noite levantou-se e, tomando suas duas mulheres, suas duas servas e seus onze filhos, passou o vau de Jaboque.
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01O 32 23 Tomou-os, e fê-los passar o ribeiro, e fez passar tudo o que tinha.
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01O 32 24 Jacó, porém, ficou só; e lutava com ele um homem até o romper do dia.
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01O 32 25 Quando este viu que não prevalecia contra ele, tocou-lhe a juntura da coxa, e se deslocou a juntura da coxa de Jacó, enquanto lutava com ele.
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01O 32 26 Disse o homem: Deixa-me ir, porque já vem rompendo o dia. Jacó, porém, respondeu: Não te deixarei ir, se me não abençoares.
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01O 32 27 Perguntou-lhe, pois: Qual é o teu nome? E ele respondeu: Jacó.
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01O 32 28 Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; porque tens lutado com Deus e com os homens e tens prevalecido.
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01O 32 29 Perguntou-lhe Jacó: Dize-me, peço-te, o teu nome. Respondeu o homem: Por que perguntas pelo meu nome? E ali o abençoou.
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01O 32 30 Pelo que Jacó chamou ao lugar Peniel, dizendo: Porque tenho visto Deus face a face, e a minha vida foi preservada.
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01O 32 31 E nascia o sol, quando ele passou de Peniel; e coxeava de uma perna.
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01O 32 32 Por isso os filhos de Israel não comem até o dia de hoje o nervo do quadril, que está sobre a juntura da coxa, porquanto o homem tocou a juntura da coxa de Jacó no nervo do quadril.
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01O 33 1 Levantou Jacó os olhos, e olhou, e eis que vinha Esaú, e quatrocentos homens com ele. Então repartiu os filhos entre Léia, e Raquel, e as duas servas.
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01O 33 2 Pôs as servas e seus filhos na frente, Léia e seus filhos atrás destes, e Raquel e José por últimos.
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01O 33 3 Mas ele mesmo passou adiante deles, e inclinou-se em terra sete vezes, até chegar perto de seu irmão.
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01O 33 4 Então Esaú correu-lhe ao encontro, abraçou-o, lançou-se-lhe ao pescoço, e o beijou; e eles choraram.
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01O 33 5 E levantando Esaú os olhos, viu as mulheres e os meninos, e perguntou: Quem são estes contigo? Respondeu-lhe Jacó: Os filhos que Deus bondosamente tem dado a teu servo.
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01O 33 6 Então chegaram-se as servas, elas e seus filhos, e inclinaram-se.
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01O 33 7 Chegaram-se também Léia e seus filhos, e inclinaram-se; depois chegaram-se José e Raquel e se inclinaram.
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01O 33 8 Perguntou Esaú: Que queres dizer com todo este bando que tenho encontrado? Respondeu Jacó: Para achar graça aos olhos de meu senhor.
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01O 33 9 Mas Esaú disse: Tenho bastante, meu irmão; seja teu o que tens.
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01O 33 10 Replicou-lhe Jacó: Não, mas se agora tenho achado graça aos teus olhos, aceita o presente da minha mão; porquanto tenho visto o teu rosto, como se tivesse visto o rosto de Deus, e tu te agradaste de mim.
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01O 33 11 Aceita, peço-te, o meu presente, que eu te trouxe; porque Deus tem sido bondoso para comigo, e porque tenho de tudo. E insistiu com ele, e ele o aceitou.
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01O 33 12 Então Esaú disse: Ponhamo-nos a caminho e vamos; eu irei adiante de ti.
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01O 33 13 Respondeu-lhe Jacó: Meu senhor sabe que estes filhos são tenros, e que tenho comigo ovelhas e vacas de leite; se forem obrigadas a caminhar demais por um só dia, todo o rebanho morrerá.
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01O 33 14 Passe o meu senhor adiante de seu servo; e eu seguirei, conduzindo-os calmamente, conforme o passo do gado que está diante de mim, e conforme o passo dos meninos, até que chegue a meu senhor em Seir.
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01O 33 15 Ao que disse Esaú: Permite ao menos que eu deixe contigo alguns da minha gente. Replicou Jacó: Para que? Basta que eu ache graça aos olhos de meu senhor.
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01O 33 16 Assim tornou Esaú aquele dia pelo seu caminho em direção a Seir.
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01O 33 17 Jacó, porém, partiu para Sucote, e edificou para si uma casa, e fez barracas para o seu gado; por isso o lugar se chama Sucote.
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01O 33 18 Depois chegou Jacó em paz � cidade de Siquém, que está na terra de Canaã, quando veio de Padã-Arã; e armou a sua tenda diante da cidade.
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01O 33 19 E comprou a parte do campo, em que estendera a sua tenda, dos filhos de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de dinheiro.
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01O 33 20 Então levantou ali um altar, e chamou-lhe o El-Eloé-Israel.
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01O 34 1 Diná, filha de Léia, que esta tivera de Jacó, saiu para ver as filhas da terra.
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01O 34 2 Viu-a Siquém, filho de Hamor o heveu, príncipe da terra; e, tomando-a, deitou-se com ela e humilhou-a.
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01O 34 3 Assim se apegou a sua alma a Diná, filha de Jacó, e, amando a donzela, falou-lhe afetuosamente.
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01O 34 4 Então disse Siquém a Hamor seu pai: Consegue-me esta donzela por mulher.
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01O 34 5 Ora, Jacó ouviu que Siquém havia contaminado a Diná sua filha. Entretanto, estando seus filhos no campo com o gado, calou-se Jacó até que viessem.
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01O 34 6 Hamor, pai de Siquém, saiu a fim de falar com Jacó.
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01O 34 7 Os filhos de Jacó, pois, vieram do campo logo que souberam do caso; e entristeceram-se e iraram-se muito, porque Siquém havia cometido uma insensatez em Israel, deitando-se com a filha de Jacó, coisa que não se devia fazer.
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01O 34 8 Então falou Hamor com eles, dizendo: A alma de meu filho Siquém afeiçoou-se fortemente a vossa filha; dai-lha, peço-vos, por mulher.
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01O 34 9 Também aparentai-vos conosco; dai-nos as vossas filhas e recebei as nossas.
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01O 34 10 Assim habitareis conosco; a terra estará diante de vós; habitai e negociai nela, e nela adquiri propriedades.
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01O 34 11 Depois disse Siquém ao pai e aos irmãos dela: Ache eu graça aos vossos olhos, e darei o que me disserdes;
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