synthesisui 0.16.416 → 0.16.418

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@@ -212,6 +212,23 @@ function nameOfTag(tag) {
212
212
  .replace(/[^a-z0-9]+/g, "-")
213
213
  .replace(/^-|-$/g, "");
214
214
  }
215
+ /**
216
+ * A PROP QUE ALIMENTA O ELEMENTO, na mesma grafia dos outros nomes de part.
217
+ *
218
+ * `contentFrom` é a expressão verbatim que o JSX escreve, então ela pode ser um identificador
219
+ * simples (`label`), um acesso (`item.title`) ou uma chamada. Só o que é um nome simples vira
220
+ * nome de part: um pedaço de expressão viraria uma classe ilegível no CSS compilado, e o nó cai
221
+ * em `box` como antes. Medido nos dois censos: os 19 do `codelevel-ui` são todos identificadores
222
+ * simples, e dos 534 do `frontend-hub` a maioria também.
223
+ */
224
+ function nameOfProp(expression) {
225
+ const clean = expression.trim();
226
+ if (!/^[A-Za-z_$][\w$]*$/.test(clean))
227
+ return undefined;
228
+ const name = nameOfTag(clean);
229
+ /** `children` é a palavra do React, não do design dele - ali o nó é um slot, não uma part. */
230
+ return name && name !== "children" ? name : undefined;
231
+ }
215
232
  /**
216
233
  * O NOME QUE ELE MESMO DEU AO ELEMENTO - a classe do CSS Module.
217
234
  *
@@ -535,6 +552,31 @@ consumedAt) {
535
552
  const hasKids = children.length > 0;
536
553
  let as;
537
554
  let name;
555
+ /**
556
+ * O CONTEÚDO QUE VEM DE UMA PROP DELE É CONTEÚDO - A1 da etapa 15 (dono, 11/09).
557
+ *
558
+ * O QUE ELE VIA: o `CapabilityCard` dele desenhado como três losangos `✧` soltos, e o `Beam`
559
+ * como um `✧`. A pergunta dele foi a certa: *"mesmo tendo a receita vindo de um componente
560
+ * funcionando, não consigo entender o motivo"*.
561
+ *
562
+ * A SUPOSIÇÃO QUE ERRAVA estava escrita três linhas abaixo, em voz alta: *"a leaf box with no
563
+ * content of its own is a drawn SHAPE (...) `icon` is the form for 'a bare shape with no
564
+ * text'"*. Em React o texto quase nunca é literal no JSX - ele vem de `{label}`, `{children}`,
565
+ * `{value}`. **"Sem texto literal" não significa "sem conteúdo": significa "o conteúdo vem de
566
+ * fora".**
567
+ *
568
+ * E O COLETOR JÁ SABIA. `contentFrom` é a expressão que aquele elemento escreve, e o contrato
569
+ * a descreve como *"a evidência de QUAL prop alimenta este elemento"*. A derivação nunca a
570
+ * consultava. MEDIDO nos dois censos congelados: **19 nós** no `codelevel-ui` e **534** no
571
+ * `frontend-hub` - e no sistema dele isso era 36 dos 94 nós chegando como `icon`, 20 deles
572
+ * sem ser glifo nenhum (`label`, `value`, `title`, `eyebrow`, `meta`).
573
+ *
574
+ * É EVIDÊNCIA, NUNCA EXECUÇÃO: em outro projeto a prop tem outro nome, e o que atravessa é
575
+ * que ESTE elemento é onde o conteúdo entra. Por isso a regra lê a PRESENÇA do campo, e a
576
+ * palavra dele só vira o nome da part.
577
+ */
578
+ const writesContent = typeof node.contentFrom === "string" &&
579
+ node.contentFrom.trim().length > 0;
538
580
  if (capitalised) {
539
581
  // A primitive's member name is the client's own word for the element.
540
582
  name = nameOfTag(tag);
@@ -551,10 +593,25 @@ consumedAt) {
551
593
  else if (form)
552
594
  as = form;
553
595
  else
554
- as = hasKids ? arrangement(classes) : node.text ? "text" : "icon";
596
+ as = hasKids
597
+ ? arrangement(classes)
598
+ : node.text || writesContent
599
+ ? "text"
600
+ : "icon";
555
601
  }
556
602
  else if (byTag) {
557
- name = byTag.name;
603
+ /**
604
+ * A PALAVRA DELE VENCE O NOME QUE A TAG SUGERE (A5 da etapa 15).
605
+ *
606
+ * `BY_TAG` dá a um `<span>` o nome `text` e a um `<div>` nada - nomes corretos e MUDOS,
607
+ * que dizem o que a tag é e nada sobre o papel daquele nó no componente dele. Quando o
608
+ * JSX escreve `<span>{eyebrow}</span>`, `eyebrow` é a palavra que ele usa para aquilo, e
609
+ * é ela que precisa chegar na tela e no seletor. Perde só para um nome que também é dele
610
+ * e mais específico: uma classe de module, ou o membro de um componente que ele escreveu.
611
+ */
612
+ name =
613
+ (writesContent ? nameOfProp(String(node.contentFrom)) : undefined) ??
614
+ byTag.name;
558
615
  if (NEUTRAL.has(lower)) {
559
616
  /**
560
617
  * A leaf box with no content of its own is a drawn SHAPE - a dot, a
@@ -564,7 +621,7 @@ consumedAt) {
564
621
  as =
565
622
  hasKids || node.slot
566
623
  ? arrangement(classes)
567
- : node.text
624
+ : node.text || writesContent
568
625
  ? "text"
569
626
  : "icon";
570
627
  }
@@ -572,7 +629,7 @@ consumedAt) {
572
629
  as = byTag.as;
573
630
  }
574
631
  else {
575
- as = hasKids ? arrangement(classes) : "icon";
632
+ as = hasKids ? arrangement(classes) : writesContent ? "text" : "icon";
576
633
  }
577
634
  /**
578
635
  * ANYTHING HOLDING ELEMENTS ARRANGES THEM - the contract gives children to
@@ -598,9 +655,16 @@ consumedAt) {
598
655
  /**
599
656
  * `box` VIROU A ÚLTIMA OPÇÃO, não a primeira - ver `nameOfModule`. Um nó com
600
657
  * classe de module tem nome, e o nome é dele.
658
+ *
659
+ * E A PROP QUE ALIMENTA O ELEMENTO VEM ANTES DE `box` (A5 da etapa 15). Os dois nós de
660
+ * texto do `CapabilityCard` dele chegavam como `box` e `box` - dois irmãos com o mesmo
661
+ * nome, que é o mesmo que não ter nome. `contentFrom: "label"` é a palavra que o CÓDIGO
662
+ * DELE escreve, e ela é melhor que qualquer coisa que a gente derivasse da tag.
601
663
  */
602
664
  name =
603
- nameOfModule(node.moduleClass) ?? "box";
665
+ nameOfModule(node.moduleClass) ??
666
+ (writesContent ? nameOfProp(String(node.contentFrom)) : undefined) ??
667
+ "box";
604
668
  /**
605
669
  * A NODE WHOSE CONTENT IS THE CALLER'S is a slot, and it keeps its own name
606
670
  * and classes - the border and the hover on a `<tr>{children}</tr>` are real
@@ -3,6 +3,7 @@ import { join } from "node:path";
3
3
  import { agentsToMaintain } from "../agents-chosen.js";
4
4
  import { syncClaudeMd } from "../claude-md.js";
5
5
  import { readProjectConfig, readToken, resolveRegistry } from "../config.js";
6
+ import { parseRules } from "../doctrine.js";
6
7
  import { customFontFamilies, googleFontsHref, nextFontSnippet, } from "../fonts.js";
7
8
  import { detectAppDirs, globalSheetOf, prefixFrom } from "../global-sheet.js";
8
9
  import { lockReference } from "../group-role.js";
@@ -375,9 +376,17 @@ export async function add(slug, opts) {
375
376
  * registry working unchanged.
376
377
  */
377
378
  const stack = await detectStack(projectRoot);
379
+ /**
380
+ * AS DUAS ENTRADAS VIRAM A MESMA FORMA ANTES DE TOCAR O DISCO.
381
+ *
382
+ * `ruleSet` vem estruturado e `rules` vem como frase - e enquanto a segunda caía direto no
383
+ * arquivo, o disco dele podia receber uma lista mista sem nada reclamar. `parseRules` normaliza
384
+ * as duas para `{ text, applies }`, e desfaz o prefixo `ds-a + ds-b:` da forma antiga no
385
+ * caminho, então um registry que ainda manda frase não perde o alcance da regra.
386
+ */
378
387
  const rules = payload.ruleSet && payload.ruleSet.length > 0
379
388
  ? rulesForProject(payload.ruleSet, stack)
380
- : (payload.rules ?? []);
389
+ : parseRules(payload.rules ?? []);
381
390
  const leftOut = payload.ruleSet
382
391
  ? describeFiltered(payload.ruleSet, stack)
383
392
  : null;
@@ -16,6 +16,7 @@ import { diagnose, nameToWrite, scanSource, siblingTokens, } from "../doctor/sca
16
16
  import { findSelfConflicts, forbiddenProps, isReset, propMatchesLabel, } from "../doctor/self-conflict.js";
17
17
  import { withTheirNames } from "../doctor/their-names.js";
18
18
  import { buildTable, EMPTY_TABLE, nearestToken, } from "../doctor/tokens.js";
19
+ import { parseRules } from "../doctrine.js";
19
20
  /**
20
21
  * `detectAppDirs` SAIU DESTE IMPORT em 09/09: quem pergunta "quais pastas são app?" agora é
21
22
  * `readWiringPerApp`, que responde a fiação de cada uma. O comando não escolhe mais um app.
@@ -320,13 +321,23 @@ measured) {
320
321
  if (doctrineRaw) {
321
322
  try {
322
323
  const parsed = JSON.parse(doctrineRaw);
323
- if (Array.isArray(parsed.rules))
324
+ /**
325
+ * AS DUAS FORMAS DO DISCO, lidas pela mesma porta (`parseRules`).
326
+ *
327
+ * Este filtro era `typeof r === "string"`, e com a regra passando a viajar como dado ele
328
+ * DESCARTARIA calado toda regra de uma instalação nova - o pior resultado possível para
329
+ * uma doutrina, que é sumir sem ninguém saber. E a leitura pela porta única também
330
+ * devolve o alcance às instalações ANTIGAS: o prefixo `ds-a + ds-b:` é desfeito ali, sem
331
+ * reimportar nada.
332
+ */
333
+ const parsedRules = parseRules(parsed.rules);
334
+ if (parsedRules.length > 0)
324
335
  doctrines.push({
325
336
  ...(typeof parsed.version === "number"
326
337
  ? { version: parsed.version }
327
338
  : {}),
328
339
  ...(typeof parsed.name === "string" ? { name: parsed.name } : {}),
329
- rules: parsed.rules.filter((r) => typeof r === "string"),
340
+ rules: parsedRules,
330
341
  });
331
342
  }
332
343
  catch {
@@ -12,6 +12,7 @@ import { readEvents } from "../doctor/ledger.js";
12
12
  import { fileRequest } from "../doctor/requests.js";
13
13
  import { diagnose, nameToWrite, scanSource } from "../doctor/scan.js";
14
14
  import { nearestToken, normalizeValue, tokenFor } from "../doctor/tokens.js";
15
+ import { ruleLine } from "../doctrine.js";
15
16
  import { fromCensus } from "../memory/observation.js";
16
17
  import { handleRecall, handleRemember, MEMORY_TOOLS } from "../memory/tools.js";
17
18
  import { readInstalledConvention } from "../project-facts.js";
@@ -523,7 +524,13 @@ async function systemDoctrine(root) {
523
524
  rules.length > 0
524
525
  ? `# Rules - maximum authority, ${rules.length} of them${pinned ? `, as of v${pinned}` : ""}`
525
526
  : "",
526
- ...rules.map((r) => `- ${r}`),
527
+ /**
528
+ * `ruleLine` É O QUE MANTÉM ESTA SAÍDA IDÊNTICA. A regra passou a viajar como dado
529
+ * (`{ text, applies }`), e interpolar o objeto aqui imprimiria `[object Object]` sem o `tsc`
530
+ * reclamar - um template literal aceita qualquer coisa. O alcance volta a ser prefixo na hora
531
+ * de MOSTRAR, que é onde ele sempre esteve para quem lê.
532
+ */
533
+ ...rules.map((r) => `- ${ruleLine(r)}`),
527
534
  ].filter(Boolean);
528
535
  const pulse = await sessionPulse(root, pinned);
529
536
  return [
@@ -1706,7 +1713,7 @@ cli) {
1706
1713
  const plan = composePlan({
1707
1714
  documents,
1708
1715
  table,
1709
- rules: doctrines.flatMap((d) => d.rules),
1716
+ rules: doctrines.flatMap((d) => d.rules).map(ruleLine),
1710
1717
  /**
1711
1718
  * A regra tem a FRASE e o PACOTE em campos separados (`text`,
1712
1719
  * `requires`) - mandar a frase sozinha esconderia o que instalar, e
@@ -0,0 +1,96 @@
1
+ /**
2
+ * A REGRA DO SISTEMA DELE, COMO DADO - e não como frase.
3
+ *
4
+ * ═══ O QUE ABRIU ESTE ARQUIVO, medido em 12/09 ═══
5
+ *
6
+ * O agente dele apagou a serif itálica de seis lugares da landing do `codelevel`, e nada avisou.
7
+ * A regra existia, instalada, em disco, no `doctrine.json` daquele projeto - a décima de vinte e
8
+ * cinco, verbatim:
9
+ *
10
+ * "A display headline breaks onto a line set in the serif, italic - that line carries the
11
+ * emphasis of the sentence, never the whole headline."
12
+ *
13
+ * O conhecimento estava a dois diretórios de distância da edição e ninguém o entregou. Palavras
14
+ * dele: *"o sistema fala antes do dano"*.
15
+ *
16
+ * ═══ A CAUSA, e ela é de uma linha ═══
17
+ *
18
+ * Do NOSSO lado a regra é estruturada: `applies` diz quais componentes ela governa, e
19
+ * `rules-for-component.ts` casa por esse campo há semanas. No caminho até o disco dele,
20
+ * `rulesForProject` achatava a estrutura num PREFIXO DE PROSA - `ds-button + ds-icon-button: <o
21
+ * texto>` - e a partir dali nada mais podia perguntar *"esta regra vale para o arquivo que está
22
+ * sendo escrito?"*. A resposta existia e era jogada fora na exportação.
23
+ *
24
+ * ═══ POR QUE UM MÓDULO, e não um `JSON.parse` em cada leitor ═══
25
+ *
26
+ * O `doctrine.json` é lido em três lugares - o doctor, o `system_doctrine` do MCP e o compositor
27
+ * de plano -, e a partir de agora existem DUAS formas no disco do mundo: a nova, estruturada, e a
28
+ * antiga, em string, que está instalada em todo projeto que rodou `connect` antes de hoje. Três
29
+ * leitores decidindo sozinhos o que fazer com duas formas são três chances de discordar sobre a
30
+ * mesma regra.
31
+ *
32
+ * ═══ E A FORMA ANTIGA NÃO PERDE O ALCANCE ═══
33
+ *
34
+ * O prefixo era um achatamento REVERSÍVEL: `ds-card + ds-noise-overlay: <texto>` carrega os dois
35
+ * nomes, só que em prosa. `parseRule` desfaz isso na leitura, então uma instalação antiga ganha o
36
+ * alcance de volta sem reimportar nada - que é a diferença entre uma correção que alcança quem já
37
+ * é cliente e uma que só alcança quem instalar amanhã.
38
+ */
39
+ /**
40
+ * O PREFIXO QUE A FORMA ANTIGA USA: `ds-card + ds-noise-overlay: `.
41
+ *
42
+ * Ancorado no começo e exigindo o `ds-` em cada nome, porque uma frase pode conter dois pontos -
43
+ * *"Dark is a class, never the OS preference: @custom-variant dark"* é a segunda regra real do
44
+ * sistema dele, e sem a âncora ela viraria um componente chamado `Dark is a class, never the OS
45
+ * preference`.
46
+ */
47
+ const LEGACY_SCOPE = /^((?:ds-[a-z0-9-]+)(?:\s*\+\s*ds-[a-z0-9-]+)*)\s*:\s*/;
48
+ /** Uma regra vinda do disco, em qualquer das duas formas - ou `null` quando não há frase. */
49
+ export function parseRule(raw) {
50
+ if (typeof raw === "string") {
51
+ const text = raw.trim();
52
+ if (!text)
53
+ return null;
54
+ const m = LEGACY_SCOPE.exec(text);
55
+ if (!m)
56
+ return { text, applies: [] };
57
+ return {
58
+ text: text.slice(m[0].length).trim(),
59
+ applies: m[1].split("+").map((n) => n.trim().replace(/^ds-/, "")),
60
+ };
61
+ }
62
+ if (!raw || typeof raw !== "object")
63
+ return null;
64
+ const r = raw;
65
+ const text = typeof r.text === "string" ? r.text.trim() : "";
66
+ if (!text)
67
+ return null;
68
+ const applies = Array.isArray(r.applies)
69
+ ? r.applies.filter((a) => typeof a === "string" && !!a.trim())
70
+ : [];
71
+ return { text, applies: applies.map((a) => a.trim().replace(/^ds-/, "")) };
72
+ }
73
+ /** Todas as regras de um `doctrine.json`, nas duas formas, sem as ilegíveis. */
74
+ export function parseRules(raw) {
75
+ if (!Array.isArray(raw))
76
+ return [];
77
+ const out = [];
78
+ for (const entry of raw) {
79
+ const rule = parseRule(entry);
80
+ if (rule)
81
+ out.push(rule);
82
+ }
83
+ return out;
84
+ }
85
+ /**
86
+ * A REGRA COMO ALGUÉM A LÊ - a mesma frase que o disco carregava antes.
87
+ *
88
+ * O alcance volta a ser prefixo AQUI, na hora de mostrar, e não no dado. Quem imprime continua
89
+ * imprimindo o que sempre imprimiu; quem PERGUNTA passa a ter o campo.
90
+ */
91
+ export function ruleLine(rule) {
92
+ const scope = rule.applies.length > 0
93
+ ? `${rule.applies.map((a) => `ds-${a}`).join(" + ")}: `
94
+ : "";
95
+ return `${scope}${rule.text}`;
96
+ }
@@ -793,7 +793,7 @@ export const CHECKER_SINCE = "0.16.413";
793
793
  * deveriam estar lá. Quem tem censo gravado precisa de um `sync` para a fila de trabalho dele ser a
794
794
  * real; ver o livro-razão de `corpus.spec.ts`.
795
795
  */
796
- export const READER_SINCE = "0.16.408";
796
+ export const READER_SINCE = "0.16.417";
797
797
  /**
798
798
  * O QUE ESTÁ INSTALADO AQUI FICOU PARA TRÁS - e as DUAS condições que fazem isso ser verdade.
799
799
  *
@@ -1,18 +1,3 @@
1
- /**
2
- * WHICH RULES BELONG IN *THIS* PROJECT.
3
- *
4
- * A rule travels with the design system, and the system gets installed places it
5
- * was never written for. "The state arrives through this hook" is true about Next
6
- * and actively wrong about Vue - so a rule carries the environments it holds in,
7
- * and the filtering happens HERE, because the consumer's stack is the one thing
8
- * the platform cannot know (dono, 01/08).
9
- *
10
- * THE DEFAULT WHEN WE CANNOT TELL IS TO KEEP IT. A rule whose condition does not
11
- * match is removed, because obeying it would be a mistake. A rule we cannot
12
- * evaluate - the stack came back empty, or it names something we do not detect -
13
- * stays, because a rule nobody can judge is safer present than silently gone.
14
- * Those are two different situations and they get two different answers.
15
- */
16
1
  const norm = (v) => v.trim().toLowerCase();
17
2
  /**
18
3
  * True when this rule holds in a project built with `stack`.
@@ -45,10 +30,18 @@ export function rulesForProject(rules, stack) {
45
30
  const text = rule.text?.trim();
46
31
  if (!text)
47
32
  continue;
48
- const scope = rule.applies?.length > 0
49
- ? `${rule.applies.map((a) => `ds-${a}`).join(" + ")}: `
50
- : "";
51
- out.push(`${scope}${text}`);
33
+ /**
34
+ * O ALCANCE SAI DAQUI COMO CAMPO, e não mais como prefixo de prosa.
35
+ *
36
+ * Esta função achatava `applies` em `ds-a + ds-b: <texto>` e era o último ponto onde a
37
+ * estrutura existia: do disco em diante, nada mais podia perguntar se a regra vale para o
38
+ * arquivo que está sendo escrito. Foi assim que a regra da serif do `codelevel` - a décima
39
+ * de vinte e cinco, instalada, correta - não disse nada quando um agente a apagou de seis
40
+ * lugares (12/09).
41
+ *
42
+ * A frase não mudou: `ruleLine` volta a montar o prefixo na hora de MOSTRAR.
43
+ */
44
+ out.push({ text, applies: (rule.applies ?? []).map((a) => a.trim()) });
52
45
  }
53
46
  return out;
54
47
  }
package/package.json CHANGED
@@ -1,6 +1,6 @@
1
1
  {
2
2
  "name": "synthesisui",
3
- "version": "0.16.416",
3
+ "version": "0.16.418",
4
4
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