synthesisui 0.16.351 → 0.16.355

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@@ -185,6 +185,7 @@ declared) {
185
185
  seenFiles: new Set(),
186
186
  withTheirTokens: 0,
187
187
  formTally: new Map(),
188
+ distinctTexts: new Set(),
188
189
  };
189
190
  group.uses += 1;
190
191
  group.seenFiles.add(f.file);
@@ -218,30 +219,57 @@ declared) {
218
219
  /**
219
220
  * SÓ O QUE UM LEITOR ALCANÇA, E SÓ TEXTO DISTINTO - as duas restrições vieram de medir.
220
221
  *
221
- * `value-not-read` diz que a forma FOI lida e o valor está fora das escalas deles - texto não
222
- * ensina nada a leitor nenhum. `computed` é montado em runtime e não existe na fonte.
223
- * `component-not-admitted` é o portão, não a leitura. Sobram os dois de `A_READER_REACHES`.
222
+ * SOBRA O QUE `A_READER_REACHES` NOMEIA, e o que ele nomeia mudou duas vezes - este comentário
223
+ * ficou parado na primeira. Ele dizia *"`value-not-read` … texto não ensina nada a leitor
224
+ * nenhum … `component-not-admitted` é o portão, não a leitura. Sobram os DOIS"*, e os dois
225
+ * excluídos ali entraram no conjunto depois (11/08 e 24/08), somando quatro. Quem lesse isto
226
+ * concluiria que o maior grupo de todos - 96% do volume não interpretado - não carrega texto,
227
+ * quando ele carrega. O conjunto é a fonte única; esta frase não repete os nomes de propósito.
228
+ *
229
+ * `computed` continua fora, e por uma razão que não envelhece: é montado em runtime e não
230
+ * existe na fonte, então não há texto para guardar.
224
231
  *
225
232
  * E TEXTO DISTINTO, porque a primeira versão disto reprovou no spec do repo vivo: guardar todo
226
233
  * fragmento deu 723 215 bytes no dashboard dele, contra um teto de 65 536. Oito mil cópias da
227
234
  * mesma string não ensinam mais que uma - o que um leitor precisa é da variedade de FORMAS.
228
235
  *
229
- * O TETO SUBIU PARA 4096 EM 24/08, e o número saiu de uma medição e não de um palpite: a
230
- * variedade real do `frontend-hub` é de ~1 500 textos distintos sobre 10 825 usos, então 4096
231
- * cabe a população inteira daquele repositório com folga e continua sendo um teto de verdade
232
- * para um caso patológico.
236
+ * O TETO SUBIU PARA 4096 EM 24/08 sobre uma medição que EXTRAPOLOU: *"a variedade real do
237
+ * `frontend-hub` é de ~1 500 textos distintos sobre 10 825 usos"*, contada nos 400 primeiros
238
+ * arquivos de module. Remedida em 03/09 no repositório inteiro, com o teto solto, ela é 6 394 -
239
+ * quatro vezes o estimado. O teto corta, e corta a maior parte:
240
+ *
241
+ * web-subscribe css/component-not-admitted 9 722 distintos, 4 096 viajam
242
+ * web-subscribe css/shape-not-read 8 016 distintos, 4 096 viajam
243
+ * frontend-hub/dashboard css/component-not-admitted 6 394 distintos, 4 096 viajam
233
244
  *
234
- * `uses` continua contando tudo, então a diferença entre o contado e o que viajou permanece
235
- * visível em vez de silenciosa - e é ela que a tela mostra quando o teto corta.
245
+ * A FRASE QUE ESTAVA AQUI DIZIA QUE ISSO ERA VISÍVEL: *"`uses` continua contando tudo, então a
246
+ * diferença entre o contado e o que viajou permanece visível em vez de silenciosa"*. Não é.
247
+ * `uses` conta ocorrências e `unreadable` guarda distintos, então aquela diferença existe
248
+ * sempre, por repetição, e não muda de forma quando o teto entra. Quem paga é a
249
+ * re-interpretação, que roda sobre o censo guardado prometendo alcançar quem já importou sem
250
+ * re-medir: ela processa 4 096 de 9 722 e relata sucesso.
251
+ *
252
+ * QUEM DECLARA O CORTE AGORA É `distinct`, escrito na linha de baixo e sempre presente. ESTE
253
+ * NÚMERO NÃO É O CONSERTO DO TETO - subir 4096 é uma decisão de tamanho de censo, medida e
254
+ * entregue à parte. Declarar vem primeiro; ampliar vem depois, e as duas são separadas porque
255
+ * uma é honestidade e a outra é custo.
236
256
  */
237
- if (A_READER_REACHES.has(reason) &&
238
- group.unreadable.length < DISTINCT_CAP &&
239
- !group.unreadable.some((u) => u.text === f.text))
240
- group.unreadable.push({
241
- file: f.file,
242
- line: f.line,
243
- text: f.text.replace(/\s+/g, " ").trim().slice(0, 400),
244
- });
257
+ if (A_READER_REACHES.has(reason) && !group.distinctTexts.has(f.text)) {
258
+ /**
259
+ * CONTAR VEM ANTES DE CABER, e essa ordem é a correção inteira.
260
+ *
261
+ * O texto entra no conjunto mesmo quando o teto já fechou: é assim que `distinct` sabe
262
+ * dizer 9 722 enquanto `unreadable` carrega 4 096, e é a única diferença entre um teto
263
+ * declarado e um teto silencioso. Inverter as duas linhas devolve o defeito.
264
+ */
265
+ group.distinctTexts.add(f.text);
266
+ if (group.unreadable.length < DISTINCT_CAP)
267
+ group.unreadable.push({
268
+ file: f.file,
269
+ line: f.line,
270
+ text: f.text.replace(/\s+/g, " ").trim().slice(0, 400),
271
+ });
272
+ }
245
273
  groups.set(key, group);
246
274
  }
247
275
  return {
@@ -250,18 +278,36 @@ declared) {
250
278
  counted,
251
279
  interpreted,
252
280
  unread: [...groups.values()]
253
- .map(({ seenFiles, withTheirTokens, formTally, ...group }) => ({
281
+ .map(({ seenFiles, withTheirTokens, formTally, distinctTexts, ...group }) => ({
254
282
  ...group,
255
283
  files: seenFiles.size,
284
+ /**
285
+ * QUANTOS TEXTOS DISTINTOS EXISTEM - incondicional, e é isso que o torna legível.
286
+ *
287
+ * Os outros campos deste objeto somem quando são zero, porque um zero repetido em todo
288
+ * grupo é ruído. Este não pode: quem lê precisa separar "o censo mediu e deu zero" de "o
289
+ * censo é anterior a este campo", e um campo que desaparece funde os dois casos. O tipo o
290
+ * declara opcional pela segunda razão, nunca pela primeira.
291
+ */
292
+ distinct: distinctTexts.size,
256
293
  /** Ausente quando é zero: um campo zerado em todo grupo é ruído em cada relatório. */
257
- ...(withTheirTokens && withTheirTokens > 0 ? { withTheirTokens } : {}),
294
+ ...(withTheirTokens && withTheirTokens > 0
295
+ ? { withTheirTokens }
296
+ : {}),
258
297
  /**
259
298
  * AS FORMAS DESTE GRUPO, com os usos de cada uma - ver `form-identity.ts` (item 12).
260
- * Ordenadas por uso: a primeira é a pergunta que mais vale a pena fazer. O teto corta o
261
- * patológico, e `uses` do grupo continua contando tudo - o corte fica visível.
299
+ * Ordenadas por uso: a primeira é a pergunta que mais vale a pena fazer.
300
+ *
301
+ * `formsTotal` existe pela MESMA razão que `distinct`, e o comentário que estava aqui
302
+ * afirmava o contrário: *"o teto corta o patológico, e `uses` do grupo continua contando
303
+ * tudo - o corte fica visível"*. `uses` conta OCORRÊNCIAS e o teto corta FORMAS, então
304
+ * `uses` alto convive com qualquer número de formas e não denuncia corte nenhum. Medido em
305
+ * 03/09: cinco grupos em três populações relatam exatamente 64 formas, que é o teto - e
306
+ * nenhum deles diz quantas ficaram de fora.
262
307
  */
263
308
  ...(formTally.size > 0
264
309
  ? {
310
+ formsTotal: formTally.size,
265
311
  forms: [...formTally.entries()]
266
312
  .sort((a, b) => b[1] - a[1])
267
313
  .slice(0, FORM_CAP)
@@ -328,6 +374,22 @@ values) {
328
374
  ? ` — and ${g.withTheirTokens} of them already wear a token you declare, so their value is in the system`
329
375
  : "";
330
376
  lines.push(` ${g.uses} ${g.shape}${g.uses === 1 ? "" : "s"} in ${g.files} file${g.files === 1 ? "" : "s"} - ${g.because}${theirs}`);
377
+ /**
378
+ * A TERCEIRA FRASE, QUANDO O TETO CORTOU - e ela existe para não deixar o cliente descobrir
379
+ * sozinho (lei 8: lacuna declarada é confiança, lacuna calada é bug).
380
+ *
381
+ * Ela só aparece quando corta, ao contrário do campo `distinct`, e a assimetria é de propósito:
382
+ * um campo ausente no censo é ambíguo para quem lê JSON e precisa do valor incondicional; uma
383
+ * linha a mais em TODO grupo de um relatório de 108 linhas é ruído que treina a pessoa a rolar
384
+ * sem ler (dono, 09/08).
385
+ *
386
+ * O QUE ELA NÃO FAZ é prometer o desfecho - mesma correção que `shape-not-read` recebeu em
387
+ * 24/08. Ela diz quantos textos viajam e o que isso significa para um leitor que a gente
388
+ * publique depois; para onde vai o resto depende de uma decisão de tamanho de censo que não é
389
+ * do cliente e ainda não foi tomada.
390
+ */
391
+ if (g.distinct !== undefined && g.distinct > g.unreadable.length)
392
+ lines.push(` of ${g.distinct} distinct texts here, ${g.unreadable.length} travel with the census - a reader we publish later reaches those without you re-measuring, and the remaining ${g.distinct - g.unreadable.length} need this scan run again`);
331
393
  for (const e of g.examples)
332
394
  lines.push(` ${e.file}:${e.line} ${e.text.slice(0, 80)}`);
333
395
  }
@@ -677,6 +677,24 @@ export function readUtility(raw, declared) {
677
677
  if (property)
678
678
  return { property, value: `${Number(pct.toFixed(4))}%` };
679
679
  }
680
+ /**
681
+ * `-translate-x-1/2` TAMBÉM É UMA FRAÇÃO, e ela tem que ser lida AQUI pelo motivo exato que o
682
+ * comentário acima já dava: depois do split de alpha ela chega como `translate-x-1` e volta
683
+ * `0.25rem` - *silently wrong, which is worse than unread*.
684
+ *
685
+ * E isto não é hipótese: o primeiro rascunho do leitor de `translate` (02/09) tratava a fração
686
+ * dentro de `readUtilityCore`, depois do split, e produziu `translateX(-0.25rem)` para o
687
+ * `-translate-x-1/2` com que ele centra elementos. O spec pegou. É a mesma armadilha, uma função
688
+ * de transform depois.
689
+ */
690
+ const shift = /^(-?)translate-([xy])-(\d+)\/(\d+)$/.exec(utility);
691
+ if (shift) {
692
+ const pct = (Number(shift[3]) / Number(shift[4])) * 100;
693
+ return {
694
+ property: "transform",
695
+ value: `translate${shift[2] === "x" ? "X" : "Y"}(${shift[1]}${Number(pct.toFixed(4))}%)`,
696
+ };
697
+ }
680
698
  const read = readUtilityCore(utility, declared);
681
699
  return read ? withAlpha(read, utility.split("/")[1]) : read;
682
700
  }
@@ -1139,6 +1157,63 @@ function readUtilityCore(utility, declared) {
1139
1157
  * so two on the same element would overwrite - none of their 3 co-occur, and saying
1140
1158
  * one of them is better than saying neither.
1141
1159
  */
1160
+ /**
1161
+ * O EIXO FAZ PARTE DA FUNÇÃO, e não do argumento - `rotate-x-45` é `rotateX(45deg)`.
1162
+ *
1163
+ * O QUE ISTO CONSERTA, e é pior que não-lido: o teste abaixo é `^-?rotate-(.+)$`, que capturava
1164
+ * `x-45` e montava **`rotate(x-45deg)`** - uma declaração que o navegador descarta inteira,
1165
+ * gravada na receita como se fosse a decisão dele. `skew-x-6` e `scale-x-95` caíam fora de
1166
+ * qualquer leitor e viravam lacuna, que é o lado seguro de errar; `rotate-x` era o inseguro.
1167
+ *
1168
+ * MEDIDO EM 02/09 COM A RÉGUA DO PRODUTO - as classes que o censo realmente carrega, e não um
1169
+ * grep: **0 usos nas duas populações** para as seis formas por eixo. E o grep ingênuo mentia
1170
+ * feio: ele dava 114 e 16 para `perspective-` e 60 e 78 para `origin-`, e NENHUM era classe de
1171
+ * componente - era o CSS `perspective:` e `transform-origin:` dentro das `@utility` dele.
1172
+ *
1173
+ * ENTÃO POR QUE LER, com N=0? Pelo mesmo motivo que `peer-<estado>/<nome>:` entrou no
1174
+ * `INV-INTERP-17`: isto não é forma de repositório nenhum, é a GRAMÁTICA que o Tailwind declara,
1175
+ * e nela o eixo é sufixo da função. Derivar da gramática cobre o cliente que a gente nunca viu -
1176
+ * e o que decide o caso é que a alternativa aqui não era silêncio, era CSS inválido.
1177
+ *
1178
+ * O QUE NÃO ENTROU, declarado: `origin-*`, `perspective-*`, `transform-gpu` e `translate-z-*`.
1179
+ * Os três primeiros são propriedades PRÓPRIAS (`transformOrigin`, `perspective`, `willChange`) e
1180
+ * não funções de `transform`, então não são sufixo desta família: entram como leitor novo, com
1181
+ * medição própria, no dia em que uma população as escrever como classe.
1182
+ */
1183
+ const axial = /^(-?)(rotate|skew|scale)-([xyz])-(.+)$/.exec(core);
1184
+ if (axial) {
1185
+ /**
1186
+ * QUANDO ESTE PADRÃO CASA, ELE DECIDE - e nunca deixa cair no leitor genérico abaixo.
1187
+ *
1188
+ * É a metade que fecha a porta de verdade. O primeiro rascunho só ACRESCENTAVA a leitura por
1189
+ * eixo, e `rotate-x-banana` continuava passando para `^-?rotate-(.+)$` e voltando
1190
+ * `rotate(x-bananadeg)` - o mesmo CSS inválido, agora por um caminho a mais. Um `return null`
1191
+ * aqui manda a classe para a lista de não lidas, que é a resposta certa: nunca inventamos, e
1192
+ * uma lacuna dita vale mais que um valor que o navegador descarta.
1193
+ *
1194
+ * E O SINAL SÓ EXISTE ONDE O TAILWIND O DEFINE: `-rotate-y-90` e `-skew-y-3` são válidos;
1195
+ * `-scale-x-95` não é, e aceitá-lo seria ler uma decisão que ele não tem como ter escrito.
1196
+ */
1197
+ const [, sign, kind, ax, arg] = axial;
1198
+ const fn = `${kind}${ax.toUpperCase()}`;
1199
+ const arbitrary = /^\[(.+)\]$/.exec(arg);
1200
+ if (kind === "scale") {
1201
+ if (sign)
1202
+ return null;
1203
+ const factor = arbitrary
1204
+ ? arbitrary[1]
1205
+ : /^\d+$/.test(arg)
1206
+ ? String(Number(arg) / 100)
1207
+ : null;
1208
+ return factor
1209
+ ? { property: "transform", value: `${fn}(${factor})` }
1210
+ : null;
1211
+ }
1212
+ if (!arbitrary && !/^\d+(\.\d+)?$/.test(arg))
1213
+ return null;
1214
+ const deg = arbitrary ? arbitrary[1] : `${arg}deg`;
1215
+ return { property: "transform", value: `${fn}(${sign}${deg})` };
1216
+ }
1142
1217
  const rotate = /^-?rotate-(.+)$/.exec(core);
1143
1218
  if (rotate) {
1144
1219
  const arbitrary = /^\[(.+)\]$/.exec(rotate[1]);
@@ -1148,6 +1223,57 @@ function readUtilityCore(utility, declared) {
1148
1223
  value: `rotate(${core.startsWith("-") ? `-${deg}` : deg})`,
1149
1224
  };
1150
1225
  }
1226
+ /**
1227
+ * `-translate-y-px`, `translate-x-1/2`, `translate-y-[140%]` - o deslocamento estático.
1228
+ *
1229
+ * A MESMA FAMÍLIA DE `rotate` E `scale`, e era a única das três sem leitor. Medido em 02/09, por
1230
+ * CAMADA e com a régua do produto:
1231
+ *
1232
+ * codelevel 22 camadas com classe de transform · 5 chegavam (23%) · 17 perdidas
1233
+ * frontend-hub 2 camadas · 2 chegavam (100%) · 0 perdidas
1234
+ *
1235
+ * As duas populações discordam porque escrevem coisas diferentes: o `frontend-hub` usa
1236
+ * `scale-95` e `rotate-180`, que já eram lidos; o `codelevel` usa `translate`, e nele as formas
1237
+ * perdidas eram `-translate-y-px` (6), `-translate-x-1/2` (3), `-translate-y-0.5` (2),
1238
+ * `-translate-y-1/2` (2), `translate-y-0`, `translate-y-[140%]` e as duas do grupo nomeado.
1239
+ *
1240
+ * O QUE ELE VÊ SEM ISTO: o card dele sobe 1px no hover no navegador e não sobe no Canvas, e o
1241
+ * elemento que ele centrou com `-translate-x-1/2` aparece deslocado meia largura.
1242
+ *
1243
+ * A ESCALA É A DELE PRIMEIRO, exatamente como em `gap-sm`: `--spacing-<passo>` declarado vence a
1244
+ * fórmula numérica. A FRAÇÃO é percentual por definição do Tailwind (`1/2` = 50%), e não passo de
1245
+ * escala - convertê-la pela escala daria um valor que nada no CSS dele significa.
1246
+ *
1247
+ * DUAS NA MESMA CAMADA AINDA SE SOBRESCREVEM, e isso não é novo nem calado: as três funções
1248
+ * pousam em `transform` inteiro, o comentário de `rotate` já declarava isso, e medido em 02/09 é
1249
+ * **1 de 18** camadas no `codelevel` e 0 no `frontend-hub`. Dizer uma continua sendo melhor que
1250
+ * dizer nenhuma.
1251
+ */
1252
+ const translate = /^-?translate-([xy])-(.+)$/.exec(core);
1253
+ if (translate) {
1254
+ const axis = translate[1] === "x" ? "X" : "Y";
1255
+ const arg = translate[2];
1256
+ const neg = core.startsWith("-");
1257
+ const own = `--spacing-${arg}`;
1258
+ const arbitrary = /^\[(.+)\]$/.exec(arg);
1259
+ /** A FRAÇÃO NÃO CHEGA AQUI - `readUtility` a lê antes do split de alpha, e o comentário lá
1260
+ * explica por que ela não pode esperar por este ponto. */
1261
+ const size = arbitrary
1262
+ ? arbitrary[1]
1263
+ : arg === "full"
1264
+ ? "100%"
1265
+ : declared.has(own)
1266
+ ? `{spacing.${arg}}`
1267
+ : (SPACING[arg] ?? numericSpacing(arg));
1268
+ if (size)
1269
+ return {
1270
+ property: "transform",
1271
+ value: `translate${axis}(${neg ? `-${size}` : size})`,
1272
+ ...(!arbitrary && arg !== "full" && declared.has(own)
1273
+ ? { token: own }
1274
+ : {}),
1275
+ };
1276
+ }
1151
1277
  const scale = /^scale-(.+)$/.exec(core);
1152
1278
  if (scale) {
1153
1279
  const arbitrary = /^\[(.+)\]$/.exec(scale[1]);
@@ -1648,8 +1774,12 @@ function slotFor(out, modifiers) {
1648
1774
  let at;
1649
1775
  let unslotted = false;
1650
1776
  for (const mod of rest) {
1651
- /** `group-hover:`, `group-data-[checked]:` - the PARENT's state. */
1652
- const group = /^group-(.+)$/.exec(mod);
1777
+ /**
1778
+ * `group-hover:`, `group-data-[checked]:` - the PARENT's state. E o NOME do grupo depois da
1779
+ * barra não é parte do estado: ver a régua gêmea em `variant-read.ts`, com a medição das duas
1780
+ * populações e a prova de que descartar o nome não junta nada.
1781
+ */
1782
+ const group = /^group-(.+?)(?:\/[A-Za-z0-9_-]+)?$/.exec(mod);
1653
1783
  const bare = group ? group[1] : mod;
1654
1784
  const state = STATE_SPELLING[bare] ?? dataState(bare);
1655
1785
  if (state) {
@@ -73,8 +73,34 @@ const MODIFIER_STATE = {
73
73
  "aria-invalid": "invalid",
74
74
  "aria-busy": "loading",
75
75
  };
76
- /** `group-hover`, `group-focus`, `peer-checked` - the state of something ELSE. */
77
- const RELATIONAL = /^(?:group|peer)-(.+)$/;
76
+ /**
77
+ * O NOME DO GRUPO NÃO É PARTE DO ESTADO - `group-hover/tt:` é "quando o grupo chamado `tt` está em
78
+ * hover", e o estado ali é `hover`.
79
+ *
80
+ * O TAILWIND NOMEIA GRUPOS desde a v3, e é o que se escreve quando dois grupos se aninham: o pai
81
+ * declara `group/tt` e o filho reage com `group-hover/tt:`. A régua capturava `(.+)` depois do
82
+ * `group-`, então ela procurava o estado `hover/tt` na tabela e não achava - e o estilo inteiro
83
+ * daquela condição era declarado perdido.
84
+ *
85
+ * MEDIDO EM 02/09, e AS DUAS POPULAÇÕES SÃO OPOSTAS (`INV-GERAL-07`):
86
+ *
87
+ * codelevel 138 usos NOMEADOS em 39 arquivos · 0 anônimos
88
+ * frontend-hub 0 nomeados · 192 anônimos
89
+ *
90
+ * Uma régua escrita para qualquer uma das duas quebraria na outra por inteiro. O que decide não é
91
+ * a população: é a gramática que o Tailwind declara, e nela o nome é um IDENTIFICADOR opcional
92
+ * depois de uma barra. `peer-<estado>/<nome>:` tem a mesma forma e entra pela mesma porta - 0 usos
93
+ * nas duas populações hoje, e cobrir os dois é derivar da gramática em vez de fixar o que um
94
+ * repositório escreve.
95
+ *
96
+ * DESCARTAR O NOME É SEGURO, e isto foi medido antes de ser decidido: o nome só distinguiria algo
97
+ * se dois grupos diferentes aparecessem na MESMA lista de classes. No `codelevel` são 2 nomes no
98
+ * repositório inteiro (`tt` 96, `btn` 42), 7 arquivos usam os dois, e **em 0 dos 10 atributos
99
+ * `className` medidos eles coexistem**. Cada lista de classes pertence a um elemento, e ali o nome
100
+ * é derivável do contexto. Se um dia coexistirem, as duas condições produzem o MESMO `within` e
101
+ * viram duas camadas distinguíveis pelas outras classes - nada é somado em silêncio.
102
+ */
103
+ const RELATIONAL = /^(?:group|peer)-(.+?)(?:\/[A-Za-z0-9_-]+)?$/;
78
104
  /**
79
105
  * `data-[state=open]:`, `data-[checked]:`, `data-[side=top]:` - como @base-ui e Radix escrevem uma
80
106
  * condição.
@@ -567,7 +567,56 @@ export const CHECKER_SINCE = "0.16.308";
567
567
  * QUEM NÃO É AFETADO: quem não escreve `@keyframes`. E quem escreve um que a captura NÃO alcançou -
568
568
  * ali o frame continua sendo lacuna, porque ali a perda é real.
569
569
  */
570
- export const READER_SINCE = "0.16.351";
570
+ /**
571
+ * 0.16.351 -> 0.16.352 em 02/09 (`INV-INTERP-17`): o GRUPO NOMEADO do Tailwind passa a ser lido.
572
+ *
573
+ * O QUE ELE GANHA COM O `sync`: a condição que só existe quando o grupo em volta reage. `group/tt`
574
+ * no pai e `group-hover/tt:` no filho é como se escreve isso desde a v3 do Tailwind, e a régua
575
+ * procurava o estado `hover/tt` na tabela - não achava, e declarava PERDIDA a condição inteira.
576
+ *
577
+ * MEDIDO NO `codelevel`: 4 classes em `unplaced` viram 2 camadas condicionais com `opacity: 1` na
578
+ * receita do `TooltipContent`. O tooltip dele aparece no hover no navegador e não aparecia na
579
+ * nossa.
580
+ *
581
+ * codelevel 138 usos NOMEADOS · 0 anônimos · unplaced 4 -> 0
582
+ * frontend-hub 0 nomeados · 192 anônimos · unplaced 0 -> 0 (a forma anônima não regride)
583
+ *
584
+ * QUEM NÃO É AFETADO: quem escreve só a forma anônima (`group-hover:`), que já era lida. O nome do
585
+ * grupo é descartado com prova: em 0 dos 10 atributos `className` medidos dois grupos coexistem.
586
+ */
587
+ /**
588
+ * 0.16.352 -> 0.16.353 em 02/09 (`INV-INTERP-18`): `translate` passa a ser lido.
589
+ *
590
+ * O QUE ELE GANHA COM O `sync`: o deslocamento estático que ele declara. `rotate` e `scale` já
591
+ * eram lidos; `translate` era a única das três funções de transform sem leitor, e a camada inteira
592
+ * que dependia dela era descartada.
593
+ *
594
+ * codelevel 5 de 22 camadas chegavam (23%) -> 30 de 30
595
+ * frontend-hub 2 de 2 (100%) -> 2 de 2 · ele escreve `scale`/`rotate`, que já eram lidos
596
+ *
597
+ * E UM CASO PIOR QUE NÃO-LIDO: `-translate-x-1/2`, com que ele centra elementos, chegava ao leitor
598
+ * de tamanho como `translate-x-1` e voltava `0.25rem`. Quem já importou tem essa receita gravada -
599
+ * o elemento aparece deslocado meia largura em vez de centrado.
600
+ *
601
+ * QUEM NÃO É AFETADO: quem não escreve `translate-*`.
602
+ */
603
+ /**
604
+ * 0.16.353 -> 0.16.354 em 02/09 (`INV-INTERP-19`): o EIXO passa a fazer parte da função, e a régua
605
+ * para de emitir CSS inválido.
606
+ *
607
+ * O QUE ELE GANHA COM O `sync`: `rotate-x-45` virava **`rotate(x-45deg)`**, uma declaração que o
608
+ * navegador descarta inteira e que ficava GRAVADA na receita como se fosse a decisão dele. Agora é
609
+ * `rotateX(45deg)`, e o que não é ângulo vira lacuna em vez de valor inventado.
610
+ *
611
+ * A MARCA SOBE APESAR DE N=0 nas duas populações, e é uma escolha declarada: quem TEM a forma tem
612
+ * um valor inválido gravado, e é a marca que faz o `align` chamá-lo a re-medir. Errar para o lado
613
+ * de subir custa um `sync` que não precisava; errar para o outro deixa o valor inválido para
614
+ * sempre, e "0 nas duas que eu medi" não é "0 no mundo" (`INV-GERAL-07`).
615
+ *
616
+ * QUEM NÃO É AFETADO: quem não escreve `rotate-x`, `skew-x/y` ou `scale-x/y`. As formas SEM eixo -
617
+ * `rotate-180`, `scale-95` - não se movem, e há asserção disso.
618
+ */
619
+ export const READER_SINCE = "0.16.354";
571
620
  /**
572
621
  * O QUE ESTÁ INSTALADO AQUI FICOU PARA TRÁS - e as DUAS condições que fazem isso ser verdade.
573
622
  *
package/package.json CHANGED
@@ -1,6 +1,6 @@
1
1
  {
2
2
  "name": "synthesisui",
3
- "version": "0.16.351",
3
+ "version": "0.16.355",
4
4
  "description": "Bring SynthesisUI design systems into any project - tokens, typed components, whole pages and an agent-ready CLAUDE.md manifest.",
5
5
  "type": "module",
6
6
  "bin": {