synthesisui 0.16.348 → 0.16.351

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@@ -0,0 +1,66 @@
1
+ /**
2
+ * COMO ELE MONTA UMA PÁGINA - a régua única, num módulo só.
3
+ *
4
+ * O que o cliente ganha: o planejador de página oferece o esqueleto que ELE já usa - as peças
5
+ * dele, na ordem em que ele as escreve - em vez dos três layouts que NÓS escrevemos. Ver
6
+ * `INV-COLETA-12` em `contracts/camada-1-coleta.md`.
7
+ *
8
+ * POR QUE ISTO NÃO MORA EM `import.ts`: três lugares precisam da mesma resposta - a varredura do
9
+ * escopo, a varredura da evidência (`--usage`, que é onde as páginas moram em todo monorepo) e a
10
+ * FUSÃO de dois escopos medidos. Duas cópias da transcrição seriam duas réguas no dia em que uma
11
+ * fosse editada, e o teto declarado num arquivo e furado no outro seria um teto que não existe.
12
+ */
13
+ import { sketchOf } from "./doctor/sketch.js";
14
+ import { transcribe } from "./doctor/transcribe.js";
15
+ /**
16
+ * QUANTAS PÁGINAS VIAJAM NO CENSO.
17
+ *
18
+ * O teto existe pela mesma razão que o de `skipped`: num monorepo o número estoura e o censo
19
+ * viraria um dump do repositório. Medido em 01/09, o `frontend-hub` tem 145 arquivos de página e
20
+ * o nosso app 65, então 400 cabe as duas populações inteiras e o corte só aparece em repositório
21
+ * bem maior que os que a gente mede.
22
+ *
23
+ * E QUANDO ELE CORTAR, `pagesTotal` diz quantas eram. Uma tela que contasse `pages.length` diria
24
+ * 400 e pareceria completa, que é a forma mais barata de um corte silencioso mentir.
25
+ */
26
+ export const PAGES_MAX = 400;
27
+ /**
28
+ * UMA PÁGINA DELE, TRANSCRITA - a moldura da raiz e as peças que ela compõe.
29
+ *
30
+ * `from` VEM DO SKETCH e não de uma segunda leitura do arquivo: o nó já carrega o especificador
31
+ * que o import dele declara, e reabrir o arquivo para descobrir o mesmo fato é a falha de
32
+ * esteira que o dono nomeou em 01/08.
33
+ */
34
+ export function pageCompositionOf(rel, src, name, declaredValues) {
35
+ const sketch = sketchOf(src, name);
36
+ const at = sketch[0];
37
+ return {
38
+ file: rel,
39
+ root: at?.classes
40
+ ? transcribe(at.classes.split(/\s+/).filter(Boolean), declaredValues).base
41
+ : {},
42
+ composes: sketch
43
+ .filter((n) => /^[A-Z]/.test(n.tag))
44
+ .map((n) => ({
45
+ name: n.tag.split(".")[0],
46
+ ...(n.from ? { from: n.from } : {}),
47
+ depth: n.depth,
48
+ })),
49
+ };
50
+ }
51
+ /**
52
+ * AS PÁGINAS DE DOIS ESCOPOS MEDIDOS, SOMADAS - e o teto reaplicado sobre a soma.
53
+ *
54
+ * Cada escopo mediu arquivos DIFERENTES, então isto é soma e não desempate: nenhuma regra do
55
+ * primeiro-escopo-vence se aplica a um conjunto disjunto. O que se preserva é o denominador -
56
+ * `pagesTotal` conta quantas foram VISTAS em cada medição, inclusive as que aquela medição já
57
+ * havia cortado, senão a soma de dois cortes leria como o total do projeto.
58
+ */
59
+ export function mergePages(list) {
60
+ const all = list.flatMap((c) => c.pages ?? []);
61
+ if (all.length === 0)
62
+ return {};
63
+ const seen = list.reduce((n, c) => n + (c.pagesTotal ?? (c.pages ?? []).length), 0);
64
+ const pages = all.slice(0, PAGES_MAX);
65
+ return { pages, ...(seen > pages.length ? { pagesTotal: seen } : {}) };
66
+ }
@@ -3,9 +3,11 @@ import { join } from "node:path";
3
3
  import { syncClaudeMd } from "../claude-md.js";
4
4
  import { readProjectConfig, readToken, resolveRegistry } from "../config.js";
5
5
  import { customFontFamilies, googleFontsHref, nextFontSnippet, } from "../fonts.js";
6
+ import { globalSheetOf, prefixFrom } from "../global-sheet.js";
6
7
  import { lockReference } from "../group-role.js";
7
8
  import { buildGuide } from "../guide.js";
8
9
  import { censusScope } from "../measured-scope.js";
10
+ import { recallAvailable } from "../memory/availability.js";
9
11
  import { body as line, section, snippet } from "../output.js";
10
12
  import { fetchDesignSystem } from "../registry.js";
11
13
  import { repoStateOf } from "../repo-state.js";
@@ -13,6 +15,7 @@ import { describeFiltered, ruleApplies, rulesForProject, } from "../rule-filter.
13
15
  import { detectStack } from "../stack.js";
14
16
  import { onlyWhatMatched } from "../their-theme.js";
15
17
  import { pointTokensAtTheirNames } from "../their-vars.js";
18
+ import { tracksAnyOf } from "../tracked.js";
16
19
  /**
17
20
  * QUAL METADE DESTA PASTA UM TIME COMMITA.
18
21
  *
@@ -184,6 +187,16 @@ export async function detectAppDirs(root, pagesDir) {
184
187
  * stable root re-exports (tokens.css/theme.css) and a `.lock` at it, and updates
185
188
  * CLAUDE.md. Older version folders are kept for rollback/diff.
186
189
  */
190
+ /**
191
+ * ESTE REPOSITÓRIO VESTE SHADCN? - `components.json` é o arquivo que o próprio shadcn escreve.
192
+ *
193
+ * Uma pergunta, uma resposta: ela decide se o adaptador é ESCRITO e se ele é MENCIONADO. Enquanto
194
+ * eram duas leituras, o terminal dizia a verdade (só citava para quem tem) e a escrita plantava o
195
+ * arquivo em todo mundo - a pior combinação, porque a prosa parecia certa.
196
+ */
197
+ async function wearsShadcn(root) {
198
+ return access(join(root, "components.json")).then(() => true, () => false);
199
+ }
187
200
  export async function add(slug, opts) {
188
201
  const base = resolveRegistry(opts.registry);
189
202
  const projectRoot = opts.dir ?? process.cwd();
@@ -219,7 +232,26 @@ export async function add(slug, opts) {
219
232
  */
220
233
  const aligned = onlyWhatMatched(payload.artifacts["theme.css"] ?? "", new Set(theirVars.pairs.map((p) => p.ours)));
221
234
  // 1. server artifacts (tokens.css, theme.css, …) → pinned version folder
235
+ /**
236
+ * O ADAPTADOR DO SHADCN SÓ VIAJA PARA QUEM TEM SHADCN - e o sinal já existia.
237
+ *
238
+ * O QUE O CLIENTE PERCEBIA. `shadcn.css` caía na pasta de todo mundo, inclusive de quem nunca
239
+ * usou shadcn: um arquivo de uma stack que não é a dele, que ele não pediu e que nada no
240
+ * repositório dele importa. MEDIDO em 01/09 no `codelevel` - nenhum `@radix-ui`, nenhum
241
+ * `components/ui`, nenhum `components.json` - e os 2,3 KB estavam lá.
242
+ *
243
+ * `components.json` É O SINAL, e ele já decidia se o `add` MENCIONA o adaptador no terminal
244
+ * (28/07). Só a escrita não perguntava - então o produto dizia a verdade em voz alta e plantava o
245
+ * arquivo em silêncio. Agora a mesma pergunta responde às duas.
246
+ *
247
+ * É a régua que o compilador já aplica aos tokens (`reachableTokens` descarta o que nada
248
+ * referencia), levada ao arquivo inteiro: quem, NESTE repositório, lê isto?
249
+ */
250
+ const wantsShadcn = await wearsShadcn(projectRoot);
251
+ const skipped = !wantsShadcn && "shadcn.css" in payload.artifacts;
222
252
  for (const [filename, content] of Object.entries(payload.artifacts)) {
253
+ if (filename === "shadcn.css" && !wantsShadcn)
254
+ continue;
223
255
  await writeFile(join(versionDir, filename), filename === "tokens.css"
224
256
  ? theirVars.css
225
257
  : filename === "theme.css"
@@ -227,12 +259,35 @@ export async function add(slug, opts) {
227
259
  : content, "utf8");
228
260
  }
229
261
  // 2. canonical source of truth
230
- await writeFile(join(versionDir, "design-system.json"), `${JSON.stringify(payload.document, null, 2)}\n`, "utf8");
231
- // 3. guide for the agent (generated client-side from the document)
232
- await writeFile(join(versionDir, "GUIDE.md"), buildGuide(payload), "utf8");
262
+ /**
263
+ * O DOCUMENTO FICA - ele É a referência que o agente dele lê (decisão do dono, 01/09) - E ELE VAI
264
+ * COMPACTO.
265
+ *
266
+ * MEDIDO em 01/09 no `codelevel`, 62 componentes: `null, 2` custa **347 400 bytes**; sem a
267
+ * indentação são **213 470** - 134 KB de espaço em branco, 39% do arquivo, num arquivo que
268
+ * NENHUM humano abre para ler. Quem o consome são `loadSystem` e as quatro ferramentas do MCP, e
269
+ * `JSON.parse` não distingue os dois.
270
+ *
271
+ * O que o cliente ganha: o mesmo dado, com 39% a menos de diff em todo `upgrade` e 134 KB a menos
272
+ * no repositório dele. Quem quiser lê-lo com os olhos tem `describe_component`, que responde por
273
+ * componente em vez de por arquivo.
274
+ */
275
+ await writeFile(join(versionDir, "design-system.json"), `${JSON.stringify(payload.document)}\n`, "utf8");
276
+ /**
277
+ * 3. O GUIA - e o catálogo só é COPIADO onde não há caminho de volta.
278
+ *
279
+ * Com o servidor MCP registrado, `list_components` e `describe_component` servem o mesmo catálogo
280
+ * por componente e sob demanda, então copiá-lo inteiro é peso e duplicação. MEDIDO em 01/09 no
281
+ * `codelevel`: 923 das 1225 linhas do guia (75%) eram o catálogo, num arquivo de 113 KB.
282
+ *
283
+ * É a MESMA pergunta que o manifesto do `CLAUDE.md` já faz desde 20/08, e por isso a MESMA
284
+ * função responde: cortar sem caminho de volta trocaria contexto por ignorância.
285
+ */
286
+ const tools = await recallAvailable(projectRoot);
287
+ await writeFile(join(versionDir, "GUIDE.md"), buildGuide(payload, tools.available), "utf8");
233
288
  // 4. stable root re-exports for each CSS artifact → always the active version,
234
289
  // so the consumer's @import path never changes across updates
235
- const cssArtifacts = Object.keys(payload.artifacts).filter((f) => f.endsWith(".css"));
290
+ const cssArtifacts = Object.keys(payload.artifacts).filter((f) => f.endsWith(".css") && !(f === "shadcn.css" && !wantsShadcn));
236
291
  for (const filename of cssArtifacts) {
237
292
  await writeFile(join(slugDir, filename), `/* Active version (v${payload.version}). Managed by synthesisui - do not edit. */\n` +
238
293
  `@import "./v${payload.version}/${filename}";\n`, "utf8");
@@ -434,11 +489,34 @@ export async function add(slug, opts) {
434
489
  console.log(`↺ ${payload.name} active version set to v${v} (was v${prev.version})`);
435
490
  }
436
491
  const files = [
437
- ...Object.keys(payload.artifacts),
492
+ ...Object.keys(payload.artifacts).filter((f) => !(f === "shadcn.css" && skipped)),
438
493
  "design-system.json",
439
494
  "GUIDE.md",
440
495
  ];
441
496
  console.log(` v${v}/: ${files.join(", ")}`);
497
+ /**
498
+ * O QUE NÃO FOI ESCRITO, DITO EM VOZ ALTA - lei 8, e ela vale nos dois sentidos.
499
+ *
500
+ * Deixar de plantar um arquivo é melhor que plantá-lo, mas fazê-lo em SILÊNCIO é como o produto
501
+ * ganha a fama de esconder coisas: alguém que já viu `shadcn.css` num outro repositório procuraria
502
+ * aqui e concluiria que a instalação falhou. A frase diz o que não veio, por quê, e o que muda a
503
+ * resposta.
504
+ */
505
+ if (skipped)
506
+ console.log(` shadcn.css was not written: this repository has no \`components.json\`, so nothing here wears shadcn's variables. Add shadcn and run \`synthesisui add ${payload.slug}\` again to get the adapter.`);
507
+ /**
508
+ * O QUE FALTA PARA A PROMESSA DO `.gitignore` SER VERDADE - ver `tracksAnyOf`.
509
+ *
510
+ * O arquivo que a gente escreve dentro de `_synthesisui/` diz que a identidade e o CSS são
511
+ * commitados, e nenhum comando nunca verificou. MEDIDO em 01/09 no `codelevel`: zero arquivos
512
+ * rastreados depois de um `add` bem-sucedido.
513
+ *
514
+ * A frase lidera pelo EFEITO, porque é ele que faz alguém agir: "o build de um colega não tem
515
+ * tokens" move; "a pasta está untracked" não.
516
+ */
517
+ const tracked = await tracksAnyOf(projectRoot, `_synthesisui/ds/${payload.slug}`);
518
+ if (tracked === false)
519
+ console.log(` none of this is in version control yet - a colleague who clones this repository gets no tokens, and their build breaks. \`git add _synthesisui/ds\` commits the identity and the CSS; the measurement and the local record are already ignored for you.`);
442
520
  /**
443
521
  * A FOLHA NÃO É A QUE O SERVIDOR COMPILOU, e calar isso é o pior dos dois mundos: o cliente vê um
444
522
  * `var(--color-ink-500)` num arquivo "gerenciado pelo synthesisui" e não tem como saber de onde
@@ -519,7 +597,16 @@ export async function add(slug, opts) {
519
597
  /** Nenhuma pasta encontrada: os caminhos viram exemplo, e o texto abaixo diz isso. */
520
598
  const appDir = appDirs[0] ?? projectConfig.pagesDir;
521
599
  const appDirFound = appDirs.length > 0;
522
- const importPrefix = "../".repeat(appDir.split("/").length);
600
+ /**
601
+ * A FOLHA GLOBAL QUE ELE DE FATO CARREGA - ver `globalSheetOf`.
602
+ *
603
+ * A instrução mandava editar `<appDir>/globals.css`. MEDIDO em 01/09 no `codelevel`: os dois apps
604
+ * dele fazem `@import "@repo/ui/styles/globals.css"`, e o `globals.css` do app diz em comentário
605
+ * *"Do not redeclare tokens or fonts here"*. O arquivo certo era o do pacote, e a gente apontava
606
+ * para o do app - com o caminho relativo do app, que dali não resolve.
607
+ */
608
+ const sheet = await globalSheetOf(projectRoot, `${appDir}/globals.css`);
609
+ const importPrefix = prefixFrom(sheet);
523
610
  console.log(section("One-time setup (once per app)"));
524
611
  /**
525
612
  * "ONCE PER APP" É LITERAL NUM MONOREPO, e calar os outros apps entrega metade da fiação. Os
@@ -528,7 +615,9 @@ export async function add(slug, opts) {
528
615
  */
529
616
  if (appDirs.length > 1)
530
617
  console.log(line(`(${appDirs.length} apps here: ${appDirs.join(", ")} - the paths below are for ${appDir}; repeat for the others.)`));
531
- console.log(line(`1. Import the system in your GLOBAL stylesheet, e.g. ${appDir}/globals.css`));
618
+ console.log(line(sheet === `${appDir}/globals.css`
619
+ ? `1. Import the system in your GLOBAL stylesheet, e.g. ${sheet}`
620
+ : `1. Import the system in ${sheet} - that is the sheet your apps load (${appDir}/globals.css only re-exports it, so tokens put there would not reach the package's own components):`));
532
621
  console.log(line(` (the path is relative to that file - hence the leading ${importPrefix}):`));
533
622
  console.log("");
534
623
  // THE BRIDGE ONLY EXISTS FOR PEOPLE WHO ALREADY HAVE SHADCN, so it only
@@ -539,7 +628,8 @@ export async function add(slug, opts) {
539
628
  // can just build a design system with shadcn", with the answer sitting
540
629
  // unimported in his own repo. Naming it to everybody would be noise; naming it
541
630
  // to whoever has `components.json` is the whole feature arriving.
542
- const hasShadcn = await access(join(projectRoot, "components.json")).then(() => true, () => false);
631
+ /** A MESMA pergunta que decide a ESCRITA - ver `wantsShadcn`. Duas leituras seriam duas regras. */
632
+ const hasShadcn = await wearsShadcn(projectRoot);
543
633
  console.log(snippet([
544
634
  ...(hasTheme ? [`@import "tailwindcss";`] : []),
545
635
  `@import "${importPrefix}_synthesisui/ds/${payload.slug}/tokens.css";`,
@@ -3,6 +3,7 @@ import { basename, dirname, join, relative, sep } from "node:path";
3
3
  import { anatomyFromSketch } from "../anatomy-from-sketch.js";
4
4
  import { applyAnatomyPatch, hasEdits, } from "../anatomy-patch.js";
5
5
  import { resolveAnatomy, resolveFlatParts, safePartName, } from "../anatomy-read.js";
6
+ import { PAGES_MAX, pageCompositionOf } from "../census-pages.js";
6
7
  import { readCredentials, readToken, resolveRegistry, sameRegistry, } from "../config.js";
7
8
  import { declaredElsewhere } from "../declared-elsewhere.js";
8
9
  import { architectureGap, architectureRule, componentHome, describeArchitecture, describeChoice, describeGap, detectArchitectures, homeLine, packagingOf, proposeNewHome, resolvesAs, } from "../doctor/architecture.js";
@@ -68,17 +69,12 @@ import { walk, walkAll } from "./doctor.js";
68
69
  * nunca o nome do arquivo - e é isso que a faz valer no projeto de alguém que a gente nunca viu.
69
70
  */
70
71
  /**
71
- * QUANTAS PÁGINAS VIAJAM NO CENSO.
72
+ * O TETO DE PÁGINAS, re-exportado de onde a régua inteira mora - ver `census-pages.ts`.
72
73
  *
73
- * O teto existe pela mesma razão que o de `skipped`: num monorepo o número estoura e o censo
74
- * viraria um dump do repositório. Medido em 01/09, o `frontend-hub` tem 145 arquivos de página e
75
- * o nosso app 65, então 400 cabe as duas populações inteiras e o corte só aparece em repositório
76
- * bem maior que os que a gente mede.
77
- *
78
- * E QUANDO ELE CORTAR, `pagesTotal` diz quantas eram. Uma tela que contasse `pages.length` diria
79
- * 400 e pareceria completa, que é a forma mais barata de um corte silencioso mentir.
74
+ * Ele vive lá porque a FUSÃO de dois escopos precisa reaplicá-lo sobre a soma, e um teto
75
+ * declarado num arquivo e furado no outro é um teto que não existe.
80
76
  */
81
- export const PAGES_MAX = 400;
77
+ export { PAGES_MAX };
82
78
  /**
83
79
  * How many distinct values travel, PER KIND.
84
80
  *
@@ -770,26 +766,7 @@ export async function takeCensus(root, opts) {
770
766
  * que falta para alguém escrever a próxima (04/08).
771
767
  */
772
768
  if (verdict.why === "route" || verdict.why === "screen") {
773
- const sketch = sketchOf(src, d.name);
774
- const root = sketch[0];
775
- pages.push({
776
- file: rel,
777
- root: root?.classes
778
- ? transcribe(root.classes.split(/\s+/).filter(Boolean), declaredValues).base
779
- : {},
780
- /**
781
- * `from` VEM DO SKETCH e não de uma segunda leitura do arquivo: o nó já carrega o
782
- * especificador que o import dele declara, e reabrir o arquivo para descobrir o
783
- * mesmo fato é a falha de esteira que o dono nomeou em 01/08.
784
- */
785
- composes: sketch
786
- .filter((n) => /^[A-Z]/.test(n.tag))
787
- .map((n) => ({
788
- name: n.tag.split(".")[0],
789
- ...(n.from ? { from: n.from } : {}),
790
- depth: n.depth,
791
- })),
792
- });
769
+ pages.push(pageCompositionOf(rel, src, d.name, declaredValues));
793
770
  }
794
771
  skips.push({
795
772
  name: d.name,
@@ -1456,6 +1433,11 @@ export async function takeCensus(root, opts) {
1456
1433
  * not `reports`: an app's classes are choices made from a scale, and folding
1457
1434
  * them into the census would put the average back where the declaration goes.
1458
1435
  *
1436
+ * A ÚNICA COISA QUE ESTE LAÇO ESCREVE ALÉM DA CONTAGEM É `pages`, e a razão é que uma página
1437
+ * não é uma escolha de estilo: é a COMPOSIÇÃO dela - quais peças, em que ordem, sob que
1438
+ * moldura. Ela não entra em `defined`, não declara token e não vota em escala. Ver o bloco
1439
+ * `AS PÁGINAS MORAM AQUI` mais abaixo, com o número das duas populações.
1440
+ *
1459
1441
  * Deliberately its own tally so the LIBRARY QUESTION is asked of the scope
1460
1442
  * alone. Fold the app in first and every export has a count, `isLibrary` reads
1461
1443
  * false, and the crosswalk starts substituting the components it was just
@@ -1548,6 +1530,41 @@ export async function takeCensus(root, opts) {
1548
1530
  // source - so measuring nesting only on the defined loop reported zero
1549
1531
  // companions on a 128-component library (e2e, 01/08).
1550
1532
  readNesting(rel, src, nesting);
1533
+ /**
1534
+ * AS PÁGINAS MORAM AQUI, E ATÉ AGORA O CENSO NÃO GUARDAVA NENHUMA.
1535
+ *
1536
+ * `Census.pages` é como ELE monta uma tela - a moldura da raiz e a ordem das peças -, e é
1537
+ * o único dado a partir do qual alguém escreve a próxima página no vocabulário dele. Ele
1538
+ * só era colhido na varredura do ESCOPO, e o escopo é a biblioteca: uma `packages/ui` não
1539
+ * tem `app/` nem `pages/`, então a resposta era sempre zero. Medido em 01/09 nas duas
1540
+ * populações, com o mesmo `--scope`/`--usage` que o `import` e o `sync` passam:
1541
+ *
1542
+ * codelevel 0 páginas guardadas · 9 existem (apps/web 3, apps/landing 6)
1543
+ * frontend-hub 0 páginas guardadas · 156 existem (apps/web-dashboard)
1544
+ *
1545
+ * Isto NÃO afrouxa a lei da passagem de evidência. Uma página não entra em `defined`, não
1546
+ * doa token e não vota em escala: o que ela doa é COMPOSIÇÃO - quais peças dele seguram
1547
+ * quais telas -, que é exatamente a classe de fato que `--usage` existe para trazer.
1548
+ *
1549
+ * A régua é a mesma do escopo, de propósito: o portão recusa a rota (`route`/`screen`) e
1550
+ * é essa recusa que a identifica como página. Só o que o portão RECUSA por ser tela vira
1551
+ * página, então nada que já é componente é contado duas vezes.
1552
+ */
1553
+ if (/\.(tsx|jsx)$/i.test(rel)) {
1554
+ for (const d of scanDefinitions(rel, src)) {
1555
+ const verdict = gateComponent({
1556
+ name: d.name,
1557
+ file: rel,
1558
+ source: src,
1559
+ internal: [...shared, ...uInternal],
1560
+ });
1561
+ if (verdict.ok)
1562
+ continue;
1563
+ if (verdict.why !== "route" && verdict.why !== "screen")
1564
+ continue;
1565
+ pages.push(pageCompositionOf(rel, src, d.name, declaredValues));
1566
+ }
1567
+ }
1551
1568
  // Which PROJECT composes it - the credibility panel's number, per root.
1552
1569
  for (const m of src.matchAll(/<([A-Z][A-Za-z0-9_]*)/g)) {
1553
1570
  const at = projectsOf.get(m[1]) ?? new Set();
@@ -2000,6 +2017,21 @@ export async function takeCensus(root, opts) {
2000
2017
  ]),
2001
2018
  islandRead: islandClassesRead,
2002
2019
  refused: new Set(skips.map((s) => s.file)),
2020
+ /**
2021
+ * AS ANIMAÇÕES QUE O CENSO CAPTUROU - ver o veredito em `judgeFragments`.
2022
+ *
2023
+ * `keyframes` é o objeto que já viaja no censo e que o compilador emite. Um frame de uma
2024
+ * delas chegou por essa porta, então cobrá-lo como lacuna conta a mesma coisa duas vezes.
2025
+ * A LISTA É A MESMA FUSÃO QUE O CENSO GRAVA, e não a metade de componente.
2026
+ *
2027
+ * `keyframes` sozinho é o que os componentes declaram; `globalKeyframes` é a folha dele, e
2028
+ * é ali que os 35 do codelevel moram - o censo funde os dois na hora de escrever. Ler só o
2029
+ * primeiro aqui declarava capturado um conjunto VAZIO e o conserto não movia nada: a
2030
+ * primeira medição depois de ligar isto deu exatamente os mesmos 130 de antes.
2031
+ *
2032
+ * Se a captura falhar, o frame volta a ser lacuna sozinho, que é a resposta certa.
2033
+ */
2034
+ keyframes: new Set(Object.keys({ ...globalKeyframes, ...keyframes })),
2003
2035
  },
2004
2036
  /**
2005
2037
  * AS FORMAS QUE ELE DECLAROU - e é aqui que a declaração dele muda o veredito.
@@ -21,6 +21,25 @@ import { resolveReadParts, siblingProjects, takeCensus, } from "./import.js";
21
21
  * after `closeRequest` runs here, so the person knows what happened and what
22
22
  * (if anything) is theirs to do next.
23
23
  */
24
+ /**
25
+ * ONDE O SYNC FOI PARAR, E O QUE FALTA PARA CHEGAR NO DISCO DELE.
26
+ *
27
+ * O `sync` escreve no RASCUNHO, e o registry serve a última PUBLICADA - por lei, desde 29/07: se o
28
+ * rascunho fluísse para o repo, o botão Publish não seguraria nada. Então uma medição bem-sucedida
29
+ * termina com o repositório dele **inalterado**, e nada dizia isso.
30
+ *
31
+ * MEDIDO em 01/09 no `codelevel`: o `sync` escreveu 62 de 62 componentes na v4 (o rascunho, com 1276
32
+ * revisões), o `add` tinha instalado a v3 (a última publicada), e o output mandou o cliente para o
33
+ * Studio - uma tela, não o passo que falta.
34
+ *
35
+ * É A MESMA LIÇÃO DE 13/08, uma superfície adiante - ver `decisionLine`, caso `authored`. Lá, "Get
36
+ * it: upgrade" mandava rodar um comando que responde `already at the latest version`: a pessoa
37
+ * seguia a instrução, não recebia nada, e ficava sem saber se errou ou se a ferramenta falhou. A
38
+ * frase de lá nomeia os DOIS passos na ordem, e o primeiro é dele - esta faz o mesmo.
39
+ */
40
+ export function draftLine(slug, base) {
41
+ return `this went into your DRAFT - your repository still has what you installed. It reaches the disk once you publish${base ? `: ${base}/dashboard/mine/${slug}/publish` : ""}\n then: npx synthesisui@latest upgrade ${slug}`;
42
+ }
24
43
  export function decisionLine(d, slug,
25
44
  /** Onde o sistema dele vive - o `publish` mora lá, e sem o endereço a frase manda procurar. */
26
45
  base) {
@@ -563,6 +582,27 @@ export async function remeasure(args) {
563
582
  console.log(body(paint.strong(said)));
564
583
  if (out.url)
565
584
  console.log(body(out.url));
585
+ /**
586
+ * ONDE ISSO FOI PARAR, E O QUE FALTA PARA CHEGAR NO DISCO DELE.
587
+ *
588
+ * O `sync` escreve no RASCUNHO, e o registry serve a última PUBLICADA - por lei, desde 29/07: se o
589
+ * rascunho fluísse para o repo, o botão Publish não seguraria nada. Então uma medição bem-sucedida
590
+ * termina com o repositório dele **inalterado**, e nada dizia isso.
591
+ *
592
+ * MEDIDO em 01/09 no `codelevel`: o `sync` escreveu 62 de 62 componentes na v4 (o rascunho, com
593
+ * 1276 revisões), o `add` tinha instalado a v3 (a última publicada), e o output mandou o cliente
594
+ * para o Studio - uma tela, não o passo que falta.
595
+ *
596
+ * É A MESMA LIÇÃO DE 13/08, uma superfície adiante. Lá, `authored` dizia "Get it: upgrade" e o
597
+ * `upgrade` respondia `already at the latest version`: a pessoa seguia a instrução, não recebia
598
+ * nada, e ficava sem saber se errou ou se a ferramenta falhou. A frase de lá nomeia os DOIS passos
599
+ * na ordem, e o primeiro é dele - esta faz o mesmo.
600
+ *
601
+ * Só aparece quando algo FOI escrito: um `sync` que não mudou nada não tem o que publicar, e
602
+ * cobrar um publish vazio é o aviso que ensina a ignorar o próximo.
603
+ */
604
+ if ((out.written ?? 0) > 0)
605
+ console.log(body(paint.faint(draftLine(slug, base))));
566
606
  /**
567
607
  * O QUE MUDOU DESDE A ÚLTIMA VEZ - a linha que só uma RE-medição pode dar.
568
608
  *
@@ -302,12 +302,24 @@ kind) {
302
302
  continue;
303
303
  }
304
304
  const selector = selectorOf(open);
305
+ /**
306
+ * DE QUAL ANIMAÇÃO ESTE FRAME É - ver `Fragment.inKeyframe`.
307
+ *
308
+ * `selectorOf` devolve `0%`, porque o bloco do frame é um seletor comum e o at-rule só
309
+ * vence quando não há nenhum. O nome fica na pilha e é a única coisa que liga esta
310
+ * declaração ao keyframe que o censo capturou.
311
+ */
312
+ const inKeyframe = open
313
+ .map((b) => /^@keyframes\s+([^\s{]+)/.exec(b)?.[1])
314
+ .filter(Boolean)
315
+ .pop();
305
316
  out.push({
306
317
  shape: "css",
307
318
  file,
308
319
  line: i + 1,
309
320
  text: `${selector ? `${selector} ` : ""}{ ${m[1]}: ${m[2].trim()} }`,
310
321
  read: false,
322
+ ...(inKeyframe ? { inKeyframe } : {}),
311
323
  ...(kind === "global"
312
324
  ? { reason: "shape-not-read" }
313
325
  : kind === "dead"
@@ -440,7 +452,30 @@ forms = []) {
440
452
  const wornGlobal = elsewhere?.wornGlobal ?? new Set();
441
453
  const islandRead = elsewhere?.islandRead ?? new Map();
442
454
  const refused = elsewhere?.refused ?? new Set();
455
+ const captured = elsewhere?.keyframes ?? new Set();
443
456
  return seen.map((f) => {
457
+ /**
458
+ * UM FRAME DE UM KEYFRAME CAPTURADO CHEGOU - a mesma família de `wornGlobal` logo abaixo, e a
459
+ * mesma família de `INV-INTERP-15`: a régua acusava um fato que já estava no censo.
460
+ *
461
+ * `0% { opacity: 0 }` não tem leitor de RECEITA e nunca vai ter - um frame não é a decisão de
462
+ * um componente, é um instante de uma animação. Mas a animação inteira viaja em
463
+ * `census.keyframes`, com todos os seus frames, e o compilador a emite. Cobrar o frame como
464
+ * lacuna é contar duas vezes a mesma coisa e chamar a segunda de perda.
465
+ *
466
+ * MEDIDO EM 02/09, nas duas populações e com o mesmo `--scope`/`--usage` do produto:
467
+ *
468
+ * codelevel 35 keyframes capturados · 87 de 105 declarações sem leitor eram frames (83%)
469
+ * frontend-hub 1 keyframe capturado · 0 de 6 eram frames (0%)
470
+ *
471
+ * As duas discordam por larga margem, e é isso que decide o desenho: a pergunta não é sobre
472
+ * volume, é sobre a porta por onde a declaração passou. O nome tem que estar CAPTURADO - um
473
+ * frame de uma animação que o censo não colheu continua sendo lacuna, porque ali ela é real.
474
+ */
475
+ if (f.inKeyframe && captured.has(f.inKeyframe)) {
476
+ const { reason: _unread, ...rest } = f;
477
+ return { ...rest, read: true };
478
+ }
444
479
  /**
445
480
  * A REGRA DE CLASSE GLOBAL QUE ALGUÉM VESTE FOI LIDA - antes do desvio de
446
481
  * `binding`, porque lida é mais forte que ligada. `.root { isolation: isolate }`
@@ -0,0 +1,103 @@
1
+ import { readFile } from "node:fs/promises";
2
+ import { dirname, join, posix, relative, resolve } from "node:path";
3
+ /**
4
+ * A FOLHA GLOBAL QUE OS APPS DELE REALMENTE CARREGAM - e num monorepo ela quase nunca é a do app.
5
+ *
6
+ * O QUE O CLIENTE PERCEBE SEM ISTO. O `add` manda importar os tokens em `apps/<x>/app/globals.css`.
7
+ * MEDIDO em 01/09 no `codelevel`: os DOIS apps dele fazem `@import "@repo/ui/styles/globals.css"`, e
8
+ * o `globals.css` do app diz, em comentário dele, *"Do not redeclare tokens or fonts here - extend in
9
+ * styles/"*. A instrução apontava para o arquivo errado, e a convenção certa estava escrita ali do
10
+ * lado.
11
+ *
12
+ * Ele seguiu a instrução no arquivo CERTO - o do pacote - e o caminho relativo que a gente imprimiu
13
+ * era o do app. Um monorepo com pacote de UI compartilhado não é exceção: é a forma comum, e a
14
+ * instrução tem que derivar de onde o CSS dele mora em vez de assumir.
15
+ *
16
+ * ─────────────────────────────────────────────────────────────────────────
17
+ * COMO A FOLHA REAL É ENCONTRADA, e nada aqui é palpite:
18
+ *
19
+ * 1. abre o `globals.css` do app
20
+ * 2. procura `@import "<spec>"` que aponte para um CSS DENTRO deste repositório
21
+ * 3. resolve o `<spec>`: caminho relativo, ou pacote do workspace pelo `exports`
22
+ * 4. repete na folha encontrada, até ela não re-exportar mais
23
+ *
24
+ * O QUE NÃO É SEGUIDO: `tailwindcss` e qualquer coisa que não resolva para um arquivo daqui. Um
25
+ * `@import "tailwindcss"` é a biblioteca, e mandar o cliente editá-la seria pior que a instrução que
26
+ * isto conserta.
27
+ */
28
+ /** Quantos saltos seguir antes de desistir - um ciclo de imports não pode travar um `add`. */
29
+ const MAX_HOPS = 5;
30
+ const IMPORT = /@import\s+["']([^"']+)["']/g;
31
+ /** `@repo/ui/styles/globals.css` → `packages/ui/src/styles/globals.css`, pelo `exports` dele. */
32
+ async function fromWorkspace(root, spec) {
33
+ for (const group of ["packages", "apps", "libs"]) {
34
+ let entries;
35
+ try {
36
+ const { readdir } = await import("node:fs/promises");
37
+ entries = await readdir(join(root, group));
38
+ }
39
+ catch {
40
+ continue;
41
+ }
42
+ for (const entry of entries) {
43
+ const pkgPath = join(root, group, entry, "package.json");
44
+ const raw = await readFile(pkgPath, "utf8").catch(() => null);
45
+ if (!raw)
46
+ continue;
47
+ let pkg;
48
+ try {
49
+ pkg = JSON.parse(raw);
50
+ }
51
+ catch {
52
+ continue;
53
+ }
54
+ if (!pkg.name || !spec.startsWith(`${pkg.name}/`))
55
+ continue;
56
+ const sub = `./${spec.slice(pkg.name.length + 1)}`;
57
+ const target = pkg.exports?.[sub];
58
+ if (typeof target !== "string")
59
+ continue;
60
+ return posix.join(group, entry, target.replace(/^\.\//, ""));
61
+ }
62
+ }
63
+ return null;
64
+ }
65
+ /**
66
+ * A folha onde os tokens dele devem entrar, relativa à raiz - `appSheet` quando nada a re-exporta.
67
+ */
68
+ export async function globalSheetOf(root, appSheet) {
69
+ let current = appSheet;
70
+ for (let hop = 0; hop < MAX_HOPS; hop += 1) {
71
+ const raw = await readFile(join(root, current), "utf8").catch(() => null);
72
+ if (!raw)
73
+ return current;
74
+ let next = null;
75
+ for (const m of raw.matchAll(IMPORT)) {
76
+ const spec = m[1];
77
+ if (!spec.endsWith(".css"))
78
+ continue;
79
+ const candidate = spec.startsWith(".")
80
+ ? posix.normalize(posix.join(posix.dirname(current), spec))
81
+ : await fromWorkspace(root, spec);
82
+ if (!candidate)
83
+ continue;
84
+ /** Fora da raiz não é folha dele para editar - e um `..` demais sai do repositório. */
85
+ if (candidate.startsWith(".."))
86
+ continue;
87
+ const readable = await readFile(join(root, candidate), "utf8").catch(() => null);
88
+ if (readable === null)
89
+ continue;
90
+ next = candidate;
91
+ break;
92
+ }
93
+ if (!next || next === current)
94
+ return current;
95
+ current = next;
96
+ }
97
+ return current;
98
+ }
99
+ /** O `../` que leva daquela folha até a raiz do repositório - o prefixo do `@import`. */
100
+ export function prefixFrom(sheet) {
101
+ const up = relative(dirname(resolve("/r", sheet)), "/r");
102
+ return up === "" ? "./" : `${up.split(/[\\/]/).join("/")}/`;
103
+ }
package/dist/guide.js CHANGED
@@ -244,7 +244,42 @@ function componentEntry(cname, recipe) {
244
244
  * components with claude-code" work: the tokens alone are not enough, the agent
245
245
  * needs the rules and the real vocabulary (semantic token names and recipes).
246
246
  */
247
- export function buildGuide(payload) {
247
+ /**
248
+ * O QUE FICA NO LUGAR DO CATÁLOGO - e ele diz QUANTOS existem, nunca só que existem.
249
+ *
250
+ * Um guia que omite o catálogo em silêncio ensina o agente que o sistema não tem componente nenhum,
251
+ * que é o oposto do que ele precisa saber antes de escrever a primeira tela.
252
+ */
253
+ function toolsPointer(count) {
254
+ return `This system defines **${count} component${count === 1 ? "" : "s"}**, and they are NOT listed here on purpose: the tools answer the same
255
+ question with the piece you actually need, at the moment you need it.
256
+
257
+ - \`list_components\` - every name, with what each one is for. Call it BEFORE writing any UI
258
+ element from scratch; if one covers the purpose, use it instead of inventing another.
259
+ - \`describe_component { name }\` - one component in full: its parts, its axes, the libraries it
260
+ needs, and the rules that govern it.
261
+ - \`add_blueprint { name }\` - the same component as typed code in your repository.
262
+
263
+ A name alone does not tell you that an editor needs \`@tiptap/react\`, or that a card is built out
264
+ of a metric card - so read the component before you use it, never the list alone.`;
265
+ }
266
+ export function buildGuide(payload,
267
+ /**
268
+ * AS FERRAMENTAS ESTÃO AO ALCANCE DESTE REPOSITÓRIO? - ver `recallAvailable`.
269
+ *
270
+ * O QUE O CLIENTE GANHA. O catálogo inteiro deixa de ser copiado para o disco dele quando existe
271
+ * caminho de volta: `list_components` e `describe_component` servem a MESMA coisa, por componente
272
+ * e no momento em que o agente precisa. MEDIDO em 01/09 no `codelevel`: a seção do catálogo é
273
+ * **923 de 1225 linhas do guia (75%)**, e o arquivo inteiro pesa 113 KB no repositório dele.
274
+ *
275
+ * POR QUE É A MESMA RÉGUA DO MANIFESTO. O corte de 20/08 (`readManifest`) já usa exatamente este
276
+ * sinal, pelo mesmo motivo: cortar sem caminho de volta troca contexto por ignorância. Aqui a
277
+ * pergunta é idêntica, e por isso a resposta vem de fora - quem sabe é quem leu o `.mcp.json`.
278
+ *
279
+ * `false` mantém o guia inteiro, que é o comportamento de todo repositório sem o servidor
280
+ * registrado.
281
+ */
282
+ toolsReachable = false) {
248
283
  const { document: doc, slug, name, version } = payload;
249
284
  const { meta, foundations, motion, components } = doc;
250
285
  const semanticRoles = Object.keys(foundations.color.semantic);
@@ -360,6 +395,21 @@ ${depLines.join("\n")}
360
395
  const hasTailwind = "theme.css" in payload.artifacts;
361
396
  const hasParts = Object.values(components).some((r) => r.parts && Object.keys(r.parts).length > 0);
362
397
  const componentLines = Object.entries(components).map(([cname, recipe]) => componentEntry(cname, recipe));
398
+ /**
399
+ * O CORTE SÓ ACONTECE QUANDO ELE DE FATO CORTA - e este é o único jeito honesto de prometê-lo.
400
+ *
401
+ * O ponteiro para as ferramentas tem tamanho fixo. Num sistema de três componentes com descrições
402
+ * de uma linha, ele é MAIOR que o catálogo que substitui - e um guia que cresceu não pode ser
403
+ * anunciado como dieta de contexto. MEDIDO em 01/09: no `codelevel`, com 62 componentes, o corte é
404
+ * de 82% (114 431 -> 20 425 bytes); numa fixture de 3, o ponteiro custaria 7% a mais.
405
+ *
406
+ * Comparar os dois textos responde sozinho, em todo tamanho de sistema, sem limiar escrito à mão
407
+ * que envelheceria no dia em que o ponteiro mudasse de tamanho. Há 4 sistemas de 2 componentes em
408
+ * produção, e para eles copiar continua sendo o mais barato.
409
+ */
410
+ const catalogueText = componentLines.join("\n\n");
411
+ const pointerText = toolsPointer(componentLines.length);
412
+ const pointerBeatsCatalogue = pointerText.length < catalogueText.length;
363
413
  // Motion vocabulary: the system's keyframes, named and usable. Intent is
364
414
  // classified from the frames (same logic that compiled the animate-*
365
415
  // utilities into theme.css), so what this section PROMISES about a utility's
@@ -742,7 +792,7 @@ Each recipe becomes a \`.ds-<name>\` class (inside the \`[data-ds="${slug}"]\` s
742
792
  \`data-<axis>="<option>"\` attributes; states (hover/focus/active/disabled) ship in the CSS;
743
793
  multi-part components expose \`.ds-<name>-<part>\` classes (listed under each).
744
794
 
745
- ${componentLines.join("\n\n")}
795
+ ${toolsReachable && pointerBeatsCatalogue ? pointerText : catalogueText}
746
796
  ${blockEntries.length
747
797
  ? `
748
798
  ---
@@ -760,6 +810,9 @@ ${blockLines.join("\n\n")}
760
810
  : ""}
761
811
  ---
762
812
 
763
- _Full canonical source of truth (including values and keyframes) in \`design-system.json\`._
813
+ _Full canonical source of truth (including values and keyframes) in \`design-system.json\`._${toolsReachable && pointerBeatsCatalogue
814
+ ? `
815
+ _The component catalogue is served by the tools rather than copied here - see the section above._`
816
+ : ""}
764
817
  `;
765
818
  }
@@ -152,7 +152,7 @@
152
152
  * comentou vinha sendo escrito na pasta dele como componente de verdade. Medido em 14 arquivos
153
153
  * das duas populações o nó fantasma era a RAIZ - o elemento cujas classes viram a `base`.
154
154
  */
155
- export const MATERIALISER_SINCE = "0.16.345";
155
+ export const MATERIALISER_SINCE = "0.16.349";
156
156
  /**
157
157
  * A ÚLTIMA VERSÃO EM QUE O QUE O HOOK RODA MUDOU.
158
158
  *
@@ -532,7 +532,42 @@ export const CHECKER_SINCE = "0.16.308";
532
532
  * si, o campo fica ausente, e ausente ali continua sendo a resposta certa - o `codelevel-ui` dá
533
533
  * 0 de 0 contra 145 arquivos de página do `frontend-hub`.
534
534
  */
535
- export const READER_SINCE = "0.16.348";
535
+ /**
536
+ * 0.16.349 -> 0.16.350 em 01/09 (`INV-COLETA-12`, a metade do MONOREPO): as páginas do app dele
537
+ * passam a chegar ao censo mesmo quando a leitura foi apontada para a biblioteca.
538
+ *
539
+ * O QUE ELE GANHA COM O `sync`: a linha *"N of your components hold up M pages"* - quais peças
540
+ * dele são a espinha das telas dele. Quem roda `--scope packages/ui --usage apps/web` recebia
541
+ * ZERO página e o relatório calava as duas seções que falam delas.
542
+ *
543
+ * A CORREÇÃO DE UMA FRASE QUE ESTAVA AQUI: "ausente continua sendo a resposta certa para quem
544
+ * apontou a leitura para uma biblioteca" só valia para quem NÃO passou `--usage`. As páginas
545
+ * moram no app, e a varredura da evidência lia cada um desses arquivos para contagem e lei e
546
+ * passava direto pela composição. Medido em 01/09, com o mesmo `--scope`/`--usage` que o
547
+ * `import` e o `sync` passam:
548
+ *
549
+ * codelevel 0 páginas guardadas · 9 existem (apps/web 3, apps/landing 6)
550
+ * frontend-hub 0 páginas guardadas · 156 existem (apps/web-dashboard)
551
+ *
552
+ * QUEM NÃO É AFETADO: quem mede um app inteiro sem escopo - esse caminho já carregava as páginas
553
+ * desde 0.16.348. E quem aponta para uma biblioteca sem `--usage`: ela não compõe telas dentro de
554
+ * si, o campo segue ausente, e ali a ausência é a resposta certa de verdade.
555
+ */
556
+ /**
557
+ * 0.16.350 -> 0.16.351 em 02/09 (`INV-COLETA-16`): um frame de uma animação que o censo CAPTUROU
558
+ * deixa de ser contado como declaração sem leitor.
559
+ *
560
+ * O QUE ELE GANHA COM O `sync`: o número de cobertura para de contar como perdido o que a
561
+ * plataforma leu inteiro. `0% { opacity: 0 }` nunca vai ter leitor de RECEITA - um frame não é a
562
+ * decisão de um componente -, mas a animação viaja em `census.keyframes` e o compilador a emite.
563
+ *
564
+ * codelevel 35 keyframes capturados · shape-not-read 130 -> 18 · CSS lido 35% -> 88%
565
+ * frontend-hub 1 keyframe capturado · shape-not-read 6 -> 6 · nada muda
566
+ *
567
+ * QUEM NÃO É AFETADO: quem não escreve `@keyframes`. E quem escreve um que a captura NÃO alcançou -
568
+ * ali o frame continua sendo lacuna, porque ali a perda é real.
569
+ */
570
+ export const READER_SINCE = "0.16.351";
536
571
  /**
537
572
  * O QUE ESTÁ INSTALADO AQUI FICOU PARA TRÁS - e as DUAS condições que fazem isso ser verdade.
538
573
  *
@@ -1,3 +1,4 @@
1
+ import { mergePages } from "./census-pages.js";
1
2
  import { gapReason } from "./doctor/architecture.js";
2
3
  const asRecord = (v) => (v ?? {});
3
4
  /** Nome do escopo para as mensagens - `.` quando a medição não escopou nada. */
@@ -296,6 +297,25 @@ export function mergeCensus(list) {
296
297
  out.conventions = conventions;
297
298
  if (architectures && architectures.length > 0)
298
299
  out.architectures = architectures;
300
+ /**
301
+ * AS PÁGINAS DOS ESCOPOS SOMAM - ver `mergePages` em `census-pages.ts`.
302
+ *
303
+ * `out` nasce de um spread do PRIMEIRO censo e depois é montado campo a campo, então `pages`
304
+ * do primeiro escopo viajava de carona e a dos SEGUINTES caía inteira, sem uma linha dizendo
305
+ * isso. Com um escopo só o defeito não aparece (a fusão de uma lista devolve o próprio censo),
306
+ * e é por isso que ele sobreviveu: o caminho que o expõe é `--scope A --scope B`, que existe
307
+ * justamente para o sistema que mora em dois pacotes.
308
+ *
309
+ * `pagesTotal` também precisava ser recontado: herdado do primeiro, ele descrevia uma medição
310
+ * e era lido como o total do projeto.
311
+ */
312
+ const merged = mergePages(list);
313
+ delete out.pages;
314
+ delete out.pagesTotal;
315
+ if (merged.pages)
316
+ out.pages = merged.pages;
317
+ if (merged.pagesTotal)
318
+ out.pagesTotal = merged.pagesTotal;
299
319
  if (gaps.length > 0)
300
320
  out.architectureGaps = gaps;
301
321
  if (newComponentHome)
@@ -0,0 +1,40 @@
1
+ import { execFile } from "node:child_process";
2
+ import { promisify } from "node:util";
3
+ const run = promisify(execFile);
4
+ /**
5
+ * ESTES ARQUIVOS ESTÃO NO CONTROLE DE VERSÃO DELE? - e a resposta muda o que o `add` diz no fim.
6
+ *
7
+ * O QUE O CLIENTE PERCEBE SEM ISTO. O `.gitignore` que NÓS geramos dentro de `_synthesisui/` promete,
8
+ * em comentário: *"a identidade e o CSS são commitados para que um clone fresco seja governado"*. Ele
9
+ * lista o que NÃO versionar, e daí em diante todo mundo assume que o resto está versionado. Ninguém
10
+ * nunca fez o `git add`, e nenhum comando checou.
11
+ *
12
+ * MEDIDO em 01/09 no `codelevel`, depois de um `add` bem-sucedido: `git ls-files _synthesisui/`
13
+ * devolve **0 arquivos**, e o status mostra `?? _synthesisui/`. A promessa não se cumpria em lugar
14
+ * nenhum, e o custo apareceu no mesmo dia - o dono apagou a pasta, ela não voltou do `git checkout`,
15
+ * e ele precisou de um `add` para recuperá-la. Um colega clonando o repositório teria um build sem
16
+ * tokens.
17
+ *
18
+ * ─────────────────────────────────────────────────────────────────────────
19
+ * LEITURA, NUNCA ESCRITA - e isso não é cautela, é o contrato.
20
+ *
21
+ * Rodar `git add` por conta própria mexeria no index dele: alguém no meio de um commit parcial
22
+ * encontraria arquivos nossos na área de stage sem ter pedido. O produto DIZ o que falta e por quê;
23
+ * quem versiona o repositório é ele.
24
+ *
25
+ * E ela CALA quando não sabe: fora de um repositório git, ou sem o binário, a pergunta não tem
26
+ * resposta - e um aviso sobre versionamento num diretório que não é versionado seria ruído puro.
27
+ */
28
+ export async function tracksAnyOf(root, path) {
29
+ try {
30
+ const { stdout } = await run("git", ["ls-files", "--", path], {
31
+ cwd: root,
32
+ timeout: 5000,
33
+ });
34
+ return stdout.trim().length > 0;
35
+ }
36
+ catch {
37
+ /** Não é repositório git, ou o git não está aqui: sem resposta, sem aviso. */
38
+ return null;
39
+ }
40
+ }
package/package.json CHANGED
@@ -1,6 +1,6 @@
1
1
  {
2
2
  "name": "synthesisui",
3
- "version": "0.16.348",
3
+ "version": "0.16.351",
4
4
  "description": "Bring SynthesisUI design systems into any project - tokens, typed components, whole pages and an agent-ready CLAUDE.md manifest.",
5
5
  "type": "module",
6
6
  "bin": {