@polymorphism-tech/morph-spec 8.35.1 → 8.37.0

This diff represents the content of publicly available package versions that have been released to one of the supported registries. The information contained in this diff is provided for informational purposes only and reflects changes between package versions as they appear in their respective public registries.
Files changed (51) hide show
  1. package/CLAUDE.md +10 -8
  2. package/README.md +2 -2
  3. package/bin/morph-spec.js +4 -3
  4. package/claude-plugin.json +1 -1
  5. package/docs/CHEATSHEET.md +1 -1
  6. package/docs/QUICKSTART.md +1 -1
  7. package/framework/MORPH.md +24 -23
  8. package/framework/docs/CLI.md +212 -15
  9. package/framework/evals/proof-rubrics/eval-de-modelo.md +16 -0
  10. package/framework/evals/rubrics/condensed.md +3 -1
  11. package/framework/evals/rubrics/test-coverage.md +8 -0
  12. package/framework/hooks/shared/phase-utils.js +1 -0
  13. package/framework/phases.json +1 -1
  14. package/framework/rules/morph-workflow.md +1 -1
  15. package/framework/schemas/config.schema.json +7 -0
  16. package/framework/skills/core/create-umbraco-lp/SKILL.md +1 -1
  17. package/framework/skills/core/migrate-lp-to-umbraco/SKILL.md +1 -1
  18. package/framework/skills/core/morph-apply/SKILL.md +21 -10
  19. package/framework/skills/core/morph-brainstorming/SKILL.md +1 -1
  20. package/framework/skills/core/morph-eval/SKILL.md +1 -1
  21. package/framework/skills/core/morph-hotfix/SKILL.md +2 -2
  22. package/framework/skills/core/morph-implement/SKILL.md +20 -3
  23. package/framework/skills/core/morph-media/SKILL.md +1 -1
  24. package/framework/skills/core/morph-plan/SKILL.md +41 -3
  25. package/framework/skills/core/morph-proposal/SKILL.md +1 -1
  26. package/framework/skills/core/morph-review/SKILL.md +11 -2
  27. package/framework/skills/core/morph-stack-scan/SKILL.md +1 -1
  28. package/framework/skills/core/morph-standards/SKILL.md +1 -1
  29. package/framework/skills/core/morph-uiux/SKILL.md +1 -1
  30. package/framework/standards/STANDARDS.json +2 -2
  31. package/framework/standards/ai-agents/prompt-sources.md +4 -3
  32. package/framework/standards/ai-agents/testing-ai.md +14 -13
  33. package/framework/templates/dotnet/ai-kit/README.md +22 -11
  34. package/framework/templates/dotnet/ai-kit/tests/Morph.AiKit.Tests/Morph.AiKit.Tests.csproj +23 -10
  35. package/package.json +1 -1
  36. package/src/commands/project/doctor.js +51 -2
  37. package/src/commands/tasks/dag.js +13 -1
  38. package/src/commands/validation/verify.js +59 -17
  39. package/src/core/paths/output-schema.js +7 -0
  40. package/src/lib/detectors/index.js +225 -217
  41. package/src/lib/risk-detector.js +38 -18
  42. package/src/lib/specs/done-criteria-check.js +200 -0
  43. package/src/lib/specs/usecase-check.js +129 -5
  44. package/src/lib/tasks/dotnet-test-introspection.js +632 -0
  45. package/src/lib/tasks/eval-node.js +3 -3
  46. package/src/lib/tasks/test-nodes.js +190 -20
  47. package/src/lib/tasks/test-runner.js +210 -17
  48. package/src/lib/tasks/test-scope.js +597 -0
  49. package/src/lib/validators/traceability-check.js +9 -2
  50. package/src/lib/validators/verify-runner.js +190 -27
  51. package/src/lib/worktree/docker-audit.js +5 -1
package/CLAUDE.md CHANGED
@@ -37,7 +37,7 @@ No build step — pure ESM JavaScript, runs directly via Node.js 18+.
37
37
  - **`src/commands/`** — CLI command handlers organized by domain (project/, state/, validation/, scaffold/, mcp/, context/, dashboard/).
38
38
  - **`src/core/`** — Core domain logic:
39
39
  - `state/state-manager.js` — Atomic state I/O with process-ID temp files
40
- - `paths/output-schema.js` — **Single source of truth** for the 14 v5 output types
40
+ - `paths/output-schema.js` — **Single source of truth** for the 16 v5 output types
41
41
  - `templates/` — Handlebars template registry and renderer
42
42
  - `workflows/` — Workflow type detector
43
43
  - **`src/lib/`** — Libraries and subsystems:
@@ -120,17 +120,19 @@ When modifying framework components, verify the full scope of related files.
120
120
  | `src/lib/standards/verified-against.js` | os leitores do MESMO fato "quao velho e este standard": `scripts/check-freshness.js` (hard fail por `Last-verified`), `test/framework/standard-header.test.js` (campos obrigatorios no header) e `framework/ai-pin.json` (a data de referencia). Uma segunda copia do regex e como o contador de `// VERIFY:` ficou inerte: `/^\s*\/\/\s*VERIFY:/` exigia inicio de linha e dois-pontos e enxergava 0 de 10 marcadores reais. **`deriveProvedBy` mora aqui pela mesma razao**, e o quarto leitor e `scripts/generate-standards-registry.js`, que DERIVA `verifiedAgainst`/`provedBy` a cada run — **TRES** tipografias da clausula sao reais no acervo e a regua e a SOMA de paths (27 em 16 entradas), nunca a contagem de entradas: a crase abre DEPOIS de "provado por", ANTES dela, e a clausula tambem aparece em negrito no MEIO da frase (`**provado por**`). Ignorar a segunda perdia 4 das 16 provas; ignorar a terceira perdia 2 paths de `llm-runtime-defaults` **sem mover contador nenhum** — a entrada seguia entre as 16 e o exit era 0. Por isso `test/framework/standards-registry.test.js` pina os paths ESCRITOS A MAO, e nunca chama `deriveProvedBy` para gerar a expectativa do acervo real |
121
121
  | `src/core/paths/output-schema.js`| Run `npm run generate` to update phase-utils.js |
122
122
  | `framework/MORPH.md` | All core skills (cross-references), CLAUDE.md (slash command list), e o **teto de 38 400 chars** (`test/framework/resident-size.test.js`). MORPH.md vive colado no teto: linha nova ali só entra liberando pelo menos o mesmo número de caracteres **na mesma seção**, com o antes/depois medido — `MORPH_MD_LIMIT` não sobe |
123
- | a divisão loop × suíte (`verify --filter`) | os QUATRO textos que a declaram e não podem discordar: `framework/docs/CLI.md` (seção "Suítes de teste" — a tabela canônica + a forma de `project.tests[]`), `morph-implement` §9, `morph-apply` §3a (o `verify` do loop) e `morph-review` (o Gate 3 roda **sem** filtro). Uma superfície que ensine filtrar no Gate 3 devolve o F30 pela porta da frente; canário: `test/framework/verify-stack-docs-prose.test.js` |
123
+ | a divisão loop × suíte (`verify {f} {task}` recorta sozinho; `--filter` força nós, `--full` desliga) | os QUATRO textos que a declaram e não podem discordar: `framework/docs/CLI.md` (seção "Suítes de teste" — a tabela canônica, a forma de `project.tests[]` e a subseção *O recorte por task*, com os limites), `morph-implement` §9, `morph-apply` §3a (o `verify` do loop e os `outputs` gravados ANTES dele — o recorte os lê) e `morph-review` (o Gate 3 roda **sem** filtro e `verify {feature}` nunca recorta). Uma superfície que ensine filtrar no Gate 3 devolve o F30 pela porta da frente; canário: `test/framework/verify-stack-docs-prose.test.js` |
124
124
  | `src/lib/worktree/ignored-triage.js` | `worktree.js` (`classifyIgnoredLeftovers`), `test/lib/worktree/ignored-triage.test.js`, e os canários de `test/commands/finish.test.js` que pinam "o exemplar único nunca morre" — mudar um bucket muda o que o `finish` apaga |
125
125
  | `src/lib/git/pr-index.js` | os QUATRO leitores do mesmo fato "esta branch tem PR": `fleet-scanner.js` (coluna PR), `branch-classifier.js` (o que NÃO apagar), `worktree-audit.js` (o que NÃO sugerir remover) e `pending-prs.js` (a síntese "aguardando merge"). `null` é UNKNOWN, nunca "sem PR" |
126
126
  | `src/lib/git/branch-classifier.js` | `src/commands/project/branch.js`, `worktree-audit.js` (`unintegratedWork` reusa `classifyBranch` — o `doctor` e o `branch prune` não podem discordar sobre a mesma branch), `test/commands/branch-prune.test.js`, e `lifecycle-audit.js` (`abandoned-scaffold` conta commit próprio pelo mesmo `resolveBaseRef` + `commitsAhead`) |
127
127
  | `src/lib/git/pending-prs.js` | os TRÊS consumidores da mesma síntese "aguardando merge": `list.js` (linha sintetizada), `fleet-scanner.js` (entrada `pr-pending`) e `doctor.js` (`auditPullRequests`). Uma feature visível numa superfície e invisível na outra é o bug que este módulo existe para impedir |
128
128
  | `src/lib/git/gh.js` | `pr-index.js`, `pr-files.js` e `finish.js` — as DUAS formas de invocar o `gh` viraram uma; uma segunda cópia de `resolveGh` volta a tornar o caminho de sucesso do índice intestável |
129
129
  | `src/lib/worktree/feature-truth.js` | The four leaders reading the same "which tree owns this feature" predicate: `fleet-scanner.js`, `list.js`, `handoff.js`, and the mutator guard (`approve.js`/`advance.js`/`score.js`/`gate-decision.js`/`gate-check.js`) |
130
- | `src/lib/tasks/test-runner.js` | `verify-runner.js` (o nó `tests` repassa o `--timeout` e lê `timedOut`), `src/commands/project/worktree.js` (as constantes `WORKTREES_DIR`/`LEGACY_WORKTREES_DIR` que a descoberta ignora — duplicar as strings aqui é como o bug volta), `test/lib/test-runner.test.js` (o canário do ignore de worktrees e o do timeout escalado). Um worktree é o checkout de OUTRA feature: varrê-lo dobra o relógio e reporta sobre código fora da árvore avaliada |
130
+ | `src/lib/tasks/test-runner.js` | `verify-runner.js` (o nó `tests` repassa o `--timeout` e lê `timedOut`), `src/commands/project/worktree.js` (as constantes `WORKTREES_DIR`/`LEGACY_WORKTREES_DIR` que a descoberta ignora — duplicar as strings aqui é como o bug volta), `test/lib/test-runner.test.js` (o canário do ignore de worktrees e o do timeout escalado). Um worktree é o checkout de OUTRA feature: varrê-lo dobra o relógio e reporta sobre código fora da árvore avaliada. `stripAnsi` roda antes de TODO extrator de contagem (ponto único em `parseTestCount`) e das strings de `isZeroTestRun` — uma cor SGR no meio do sumário derrotava os regexes ancorados (#110). O extrator `dotnet` lê os DOIS sumários (#115): a linha VSTest e o bloco MTP (cabeçalho `Test run summary:`/`Resumo da execução de teste:` na coluna 0, `total:` indentado), em pt-BR e en-US — UM bloco por invocação de `dotnet test` (uma solução de dois projetos dá um bloco agregado, medido), então somar blocos é somar links `&&`; um terceiro locale é `null`. `mtpSummaryTotals` (um total por bloco) é o que `judgeNarrowedRun` lê para achar, numa cadeia MTP recortada, o link que rodou 0 (exit 8 ignorado) escondido pela soma. `ZERO_RUN_SIGNATURES` mistura o medido e o documentado — medidos (capturas em `test/fixtures/test-output/`): o exit 8 do MTP e a string pt-BR do VSTest; só documentados, sem captura: a string en-US do VSTest e as de vitest/jest. O exit 9 fica FORA de propósito: é piso de projeto, não zero testes. Leitor: `judgeNarrowedRun` (`verify-runner.js`). `extractCsprojTargets`, `isInside` e `canonicalPath` também são lidos por `test-scope.js` (`canonicalPath` dá a todo path de `outputs` a grafia do DISCO — no win32 um `Foo.test.ts` mal grafado passa no `isFile`, e sob `--linux`, case-sensitive, o runner não o acha enquanto um irmão mantém a contagem acima de zero); `dotnet-test-introspection.js` lê só `isInside`. Um segundo canonicalizador é como os dois lados passam a discordar sobre o mesmo path |
131
+ | `src/lib/tasks/test-scope.js` (o recorte por task, #87) | Este DECIDE, `verify-runner.js` executa: `applyTaskScope` roda UMA vez em `runVerify`, antes do build, e `preDecideRun` (pula `out-of-scope`) e `judgeRun` → `judgeNarrowedRun` (nunca `compareTestCount`; zero ou desconhecido é vermelho) são a cópia única para host e `--linux` — o container recebe o recorte pelo `node.command`. Importa `effectiveGroups` (`test-nodes.js`), `extractCsprojTargets`/`isInside`/`canonicalPath` (`test-runner.js`), `normalizePath` (`traceability-check.js` — um normalizador só para `outputs`), `samePathCase` (`docker-audit.js` — só a CAIXA vem do disco: um path que atravessa symlink/junction fica como escrito, senão o arquivo muda de nó) e a introspecção .NET abaixo. `runs[].selection` sai só no `--json`: `nodeStatuses()` não o persiste. Piso `--minimum-expected-tests` de projeto MTP (#114): quando `floorOverride` o lê de UM lugar, o link recortado ganha `"-p:TestingPlatformCommandLineArguments=<valor com o piso em 1>"` (o `-p:` troca o valor inteiro — medido, sem recompilar); qualquer outra forma roda inteiro, e também o comando que já declara a propriedade (o `-p:` do recorte vem por último e ganharia) e o link que roda mais de um projeto (o `-p:` é global à invocação e trocaria os argumentos do outro). Forma de comando nova se lê e se MEDE (`test/fixtures/test-output/README.md`) antes de estreitar; o resto roda INTEIRO com motivo. Canários: `test/lib/tasks/test-scope.test.js`, o bloco `runVerify — task-scope recorte` de `test/lib/verify-runner.test.js`, `test/commands/verify-filter.test.js` e a prosa em `test/framework/verify-stack-docs-prose.test.js` |
132
+ | `src/lib/tasks/dotnet-test-introspection.js` | Só LÊ (dividido de `test-scope.js`): o varredor C# que apaga literais (`blankCSharpLiterals`), o tripwire contra o texto CRU + o balanço de chaves (`csharpClasses`), `classNamesOf`, `dotnetTestMode` (lê o `global.json` por `jsoncToJson` de `src/lib/ai/comment-stripper.js`), o piso `--minimum-expected-tests` / `<VSTestTestCaseFilter>` do projeto, `floorOverride` (#114: o valor do `-p:` que rebaixa o piso a 1 e repassa o resto — só com UM `<TestingPlatformCommandLineArguments>` literal no csproj, sem atributo, num `<PropertyGroup>` sem atributo direto sob `<Project>` (`enclosingElements` anda nas tags: `Condition` no GRUPO, `<Target>` e `<Choose>` injetavam um filtro que o MSBuild não usaria), sem `TreatAsLocalProperty`, sem `<Import>`, sem a propriedade em nenhum outro arquivo que liga o projeto, sem piso no testconfig e sem `` $ @ % ; , & " ' ` \ ! `` no valor; `null` roda inteiro; `bindingMsbuildFiles` é a lista única de arquivos MSBuild que `msbuildDeclares` também lê — o `.csproj.user` e `Directory.Build.props/.targets/.rsp` + `Directory.Packages.props` até a raiz do DISCO, porque o MSBuild não para no repositório), `ignoresExitCode` (o MESMO scan de csproj/Directory.Build.*/testconfig: `--ignore-exit-code` ou `TESTINGPLATFORM_EXITCODE_IGNORE` desarma a prova do recorte MTP que resta quando o sumário é ilegível, o exit code — desde a #115 a contagem do sumário, pt-BR/en-US, prova primeiro, e o scan fica porque decide ANTES da rodada), o projeto de teste dono de um `.cs` (`dotnetTestProjectOf` — só `.cs`/`*.csproj`, via `nearestCsprojOf`), `nearestProjectOf` + `isDotnetTestProject` (qualquer arquivo; cobrem `.csproj`/`.fsproj`/`.vbproj` — `test-scope.js` roda o nó INTEIRO por QUALQUER arquivo não-`.cs` que o nó pode rodar cujo projeto mais próximo é de teste: `.feature`, `.verified.txt`, `.razor`, dado de teste), `isNonCSharpSource`/`isDotnetSource`, `readsLikeTestSource` (o marcador FROUXO no texto cru atrás de `unrecognisedTestFile` e do segundo braço do F2 — falso positivo só custa relógio) e `CS_TEST_ATTRIBUTE` (nome inteiro numa seção de atributo que FECHA — `, TestContext` num construtor e uma coleção `[\n Env.Test,\n]` compravam um verde; o resíduo sondado mora no JSDoc de `csharpClasses`). **Falha para o lado SEGURO:** varredura desbalanceada, literal sem fim, buraco de interpolação cortado ou palavra-chave de tipo que não virou declaração → o nó roda INTEIRO; um erro que ESTREITA roda menos testes e sai verde. `test-scope.js` reexporta `dotnetTestMode`/`classNamesOf`, e `test/lib/tasks/dotnet-test-introspection.test.js` pina que são as MESMAS funções. A garantia e o que ela NÃO cobre moram no JSDoc de `csharpClasses`: mexeu no varredor, reescreva-o junto e prove por mutação que o tripwire ainda morde |
131
133
  | `src/lib/tasks/linux-runner.js` | `verify-runner.js` (`runNodesInLinux` faz as MESMAS pré-decisões do laço local e julga o resultado pelo MESMO `judgeRun` — uma segunda cópia dessa regra é como container e host passam a discordar da mesma suíte), `framework/hooks/shared/e2e-check.js` (`defaultExec`/`isDockerAvailable` são reusados, nunca recriados), `src/lib/worktree/dirs.js` (nomes do contêiner de worktree nas exclusões do `tar`), `framework/schemas/config.schema.json` (`linuxImage`) e `test/lib/tasks/linux-runner.test.js` (o canário do bind mount: montar a árvore em `/work` é v9fs case-insensitive e não reproduz F35) |
132
- | `--record-baseline` (`recordTestBaselines` em `src/lib/tasks/test-nodes.js`) | `verify-runner.js` (`baselineTargetProblem` recusa ANTES do build; `recordBaselineFrom` só grava com todos os `runs[]` verdes), `src/commands/validation/verify.js` (não persiste stamp: é manutenção de config, não prova de gate), `framework/schemas/config.schema.json` (`expectedCount`) e `atomicWriteJson` de `state-manager.js` — o número é MEDIDO por comando, nunca digitado (D8) |
133
- | `src/lib/tasks/eval-node.js` | os leitores do MESMO nó `runner: "evals"`: `test-nodes.js` (o enum de `TEST_RUNNERS` e a validação fail-closed do bloco `evals`), `verify-runner.js` (`preDecideRun` faz o pré-voo — os três estados de cache reprovam ANTES de `dotnet test`; `judgeEvalRun` lê o sumário depois), `verify.js` (`evalsStatusOf` deriva `nodes.evals` do stamp) e `framework/schemas/config.schema.json`. O pin tem UM leitor (`readAiPin`), chamado com duas raízes (`framework/` e `.morph/framework/`) — um segundo parser de `ai-pin.json` é como as duas verdades começam. **`null` é DESCONHECIDO, nunca 0**: sumário ilegível não pode fabricar queda contra `expectedCount`, e miss de cache é `fail` nomeado, JAMAIS `skip`. `--linux` com nó de eval é erro de uso: o canal `MORPH_EVAL_*` carrega caminhos absolutos do host e o container roda uma cópia em `/work` |
134
+ | `--record-baseline` (`recordTestBaselines` em `src/lib/tasks/test-nodes.js`) | `verify-runner.js` (`baselineTargetProblem` recusa ANTES do build; `recordBaselineFrom` só grava com todos os `runs[]` verdes), `src/commands/validation/verify.js` (não persiste stamp: é manutenção de config, não prova de gate), `framework/schemas/config.schema.json` (`expectedCount`) e `atomicWriteJson` de `state-manager.js` — o número é MEDIDO por comando, nunca digitado (D8). Com `{task}` é erro de uso ANTES do build (`baselineTargetProblem`, #87), e `recordTestBaselines` recusa de novo qualquer medição com `selection` — a segunda barreira mora no gravador |
135
+ | `src/lib/tasks/eval-node.js` | os leitores do MESMO nó `runner: "evals"`: `test-nodes.js` (o enum de `TEST_RUNNERS` e a validação fail-closed do bloco `evals`), `verify-runner.js` (`preDecideRun` faz o pré-voo — os três estados de cache reprovam ANTES de `dotnet test`; `judgeEvalRun` lê o sumário depois), `verify.js` (`evalsStatusOf` deriva `nodes.evals` do stamp) e `framework/schemas/config.schema.json`. O pin tem UM leitor (`readAiPin`), chamado com duas raízes (`framework/` e `.morph/framework/`) — um segundo parser de `ai-pin.json` é como as duas verdades começam. **`null` é DESCONHECIDO, nunca 0**: sumário ilegível não pode fabricar queda contra `expectedCount`, e miss de cache é `fail` nomeado, JAMAIS `skip`. A unidade do nó é o CENÁRIO: só `judgeEvalRun` compara com `expectedCount` — `judgeRun` passa baseline `null` para `runner: "evals"` (#110 parte 2: os `[Fact]` do extrator contra a baseline de cenários reprovavam um 24/24), e sem sumário legível a contagem é `null`, nunca a do extrator — nem compara nem vira baseline. O sumário (`morph-eval-{id}-{pid}.json` no temp) é APAGADO antes e depois da rodada: um arquivo herdado sob o mesmo pid era lido como desta. `--linux` com nó de eval é erro de uso: o canal `MORPH_EVAL_*` carrega caminhos absolutos do host e o container roda uma cópia em `/work` |
134
136
  | `nodeStatuses()` em `src/commands/validation/verify.js` | os TRÊS blocos `nodes` de `framework/schemas/feature.schema.json`, todos `additionalProperties: false` — `verification.nodes`, `verifications.feature.nodes` e `taskVerifications.*.nodes`. A função é escritora ÚNICA dos três: um campo novo aqui sem os três no schema faz o histórico violar o próprio contrato. Canário: "os DOIS escritores do mapa de nós concordam" em `test/commands/verify.test.js` |
135
137
  | `src/lib/graph/**` | `test/lib/graph/*.test.js`, the committed fixture `test/fixtures/graph/namespace-hierarchy.graph.json` (ADR-003 regression — never hand-edit it), `doctor.js` (`codebase graph` check), `architecture-scanner.js` (centrality section), `setup-infra.js` step 18b |
136
138
  | `src/lib/validators/reuse/**` | `validation-runner.js` (case + push universal), `framework/rubrics/*.json` (o id `reuse` mapeado numa categoria, senão o achado não pesa no score), `test/fixtures/graph/prospectpro-reuse.graph.json` (recorte do grafo real — regerar com `build-reuse-fixture.mjs`, nunca editar à mão) |
@@ -139,9 +141,9 @@ When modifying framework components, verify the full scope of related files.
139
141
  | Any `framework/` file that calls `morph-spec graph` | The fallback to grep must be declared in the SAME file — `test/framework/graph-fallback.test.js` enforces it (ADR-002: a skill that requires the graph with no fallback is a bug) |
140
142
  | `framework/hooks/claude-code/core/worktree-create.js` / `worktree-remove.js` / `block-raw-worktree-add.js` / `worktree-env-inject.js` | `hooks-installer.js` (`MORPH_HOOKS`: eventos `WorktreeCreate`/`WorktreeRemove` + a ORDEM da chain Bash — inject por último, um comando bloqueado nunca é reescrito), `hooks-scanner.js` `EVENT_KEYS`, `chain.js` (`updatedInput` só viaja com rewrite — `permissionDecision:'allow'` incondicional pularia o prompt de todo Bash), `worktree.js` (`runWorktreeProvision`, `--if-clean`, `envKeyForWorktree`), `worktree-audit.js` (`morph-task/*`, `out-of-container`), `worktree-context.js`, MORPH.md §2.2, `morph-apply` §3b-w, `test/framework/worktree-governance-prose.test.js`, `resident-size.test.js` (MORPH.md está NO teto). **Âncora de sessão:** `anchorSessionCommand` (`TEARDOWN_RE`) exporta `MORPH_SESSION_PROJECT_DIR`, que `sessionAnchoredInWorktree` (`worktree.js`) lê e que o `finish` (`--merge`/`--pr` adiam o desmonte) e o `worktree remove` (recusa `session-anchored-in-worktree`) consomem — mudar a chave ou o formato do comando num lado só devolve o bug de 48 hooks `MODULE_NOT_FOUND` depois do `finish` |
141
143
  | `src/lib/worktree/env-allocator.js` (`portLayout`) | os DOIS escritores do bloco — `buildEnvFileContent` (`.morph/worktree.env`) e `compose-env.js` (`buildComposeEnv`, usado por `e2e up`, pelo nó `e2e` do `verify`, por `stack-teardown.js` e por `morph-spec env`) — e os leitores `worktree-context.js`, `handoff-generator.js`, `worktree-env-inject.js`, o template `docker-compose.template.yml` (variáveis que ele publica) e o standard `local-compose-isolation.md` (tabela de offsets). Canário: "worktree.env e compose env concordam byte a byte" em `test/lib/e2e/compose-env.test.js`. Offset novo aqui sem entrar no template é porta que ninguém publica |
142
- | `src/lib/tasks/test-nodes.js` | os DOIS leitores de `validateTestNodes` — `verify-runner.js` (fail-closed: nó inválido avermelha o gate) e `doctor.js` (`doctor --full`, camada 3 do contrato do spec §2.2: WARN, e **pula sem imprimir nada** sem `config.json` ou sem `project.tests`, senão quebra `test/commands/doctor.test.js:46`). Uma segunda noção de "nó válido" faz o mesmo config passar num lugar e falhar no outro. `morphConfigPath` deriva de `CONFIG_FILE_NAME` (`core/state/state-manager.js`), a mesma constante de `readMorphConfig` — o JSDoc promete "one spelling" e agora é literal |
143
- | `src/lib/worktree/docker-audit.js` | `worktree-audit.js` (`auditWorktrees` concatena os achados e é quem PASSA as features conhecidas — um segundo scan aqui discordaria sobre o que é órfão), `doctor.js` (a classificação `info`/`warn` = não-falha em `doctorWorktreesCommand`), `env-allocator.js` (`allocatedFeatures` é read-only de propósito: `allocateEnvBlock` ESCREVE, e uma auditoria que aloca inventa o estado que reporta), `test/lib/worktree/docker-audit.test.js`. Nunca no `doctor --full` (D10): `test/commands/doctor.test.js:46` exige zero `✗` neste repo |
144
- | `src/lib/risk-detector.js` | os DOIS lados da mesma decisão de gate: `gate-check.js` (`collectSignals` COLETA do disco; nenhum sinal que descreva um FATO pode entrar em `OVERRIDABLE_SIGNAL_KEYS` — `gate`/`workType`/`e2e*` são o precedente), `src/commands/validation/verify.js` (o stamp `verification` é a ÚNICA coisa que o gate lê: campo novo aqui só vira sinal se o stamp o gravar), `framework/schemas/feature.schema.json` (`verification` é `additionalProperties: false`), `framework/MORPH.md` §5 (tabela de sinais — ela se declara fonte única) e `framework/docs/CLI.md`. Política escrita no coletor cria duas fontes para o mesmo fato — foi assim que `gate-check` e `approve` divergiram uma vez sobre o score do Gate 3. **`verificationScope` é sinal, não auditoria**: a dispensa de e2e (`project`/`scope`) só conta vinda de um stamp de escopo `feature` — um `verify {f} {task}` de task `group: docs` carimba a razão de dispensa e compraria o Gate 3 da feature inteira |
144
+ | `src/lib/tasks/test-nodes.js` | os DOIS leitores de `validateTestNodes` — `verify-runner.js` (fail-closed: nó inválido avermelha o gate) e `doctor.js` (`doctor --full`, camada 3 do contrato do spec §2.2: WARN, e **pula sem imprimir nada** sem `config.json` ou sem `project.tests`, senão quebra `test/commands/doctor.test.js:46`). Uma segunda noção de "nó válido" faz o mesmo config passar num lugar e falhar no outro. `morphConfigPath` deriva de `CONFIG_FILE_NAME` (`core/state/state-manager.js`), a mesma constante de `readMorphConfig` — o JSDoc promete "one spelling" e agora é literal. O campo `groups` (#87): `TASK_GROUPS` é o MESMO enum do `group` de `tasks.schema.json` e de `config.schema.json` (canário em `test/lib/tasks/test-nodes.test.js`), `RUNNER_DEFAULT_GROUPS` dá o default por runner e `effectiveGroups` é o que `test-scope.js` lê — `null` é nó sem grupo, nunca palpite. `discoverFrontendPackages` (a união do fallback de `resolveTestNodes` e o WARN do `doctor --full`) varre as pastas de `PACKAGE_LOCATIONS`, de `src/lib/detectors/index.js` — uma segunda lista de pastas é como dois detectores começam a discordar |
145
+ | `src/lib/worktree/docker-audit.js` | `worktree-audit.js` (`auditWorktrees` concatena os achados e é quem PASSA as features conhecidas — um segundo scan aqui discordaria sobre o que é órfão), `doctor.js` (a classificação `info`/`warn` = não-falha em `doctorWorktreesCommand`; e `samePathCase`, a regra de caixa de path que o WARN de frontend do `doctor --full` e o `spelled` de `test-scope.js` reusam — uma segunda cópia dela foi removida), `env-allocator.js` (`allocatedFeatures` é read-only de propósito: `allocateEnvBlock` ESCREVE, e uma auditoria que aloca inventa o estado que reporta), `test/lib/worktree/docker-audit.test.js`. Nunca no `doctor --full` (D10): `test/commands/doctor.test.js:46` exige zero `✗` neste repo |
146
+ | `src/lib/risk-detector.js` | os DOIS lados da mesma decisão de gate: `gate-check.js` (`collectSignals` COLETA do disco; nenhum sinal que descreva um FATO pode entrar em `OVERRIDABLE_SIGNAL_KEYS` — `gate`/`workType`/`e2e*` são o precedente), `src/commands/validation/verify.js` (o stamp `verification` é a ÚNICA coisa que o gate lê: campo novo aqui só vira sinal se o stamp o gravar), `framework/schemas/feature.schema.json` (`verification` é `additionalProperties: false`), `framework/MORPH.md` §5 (tabela de sinais — ela se declara fonte única) e `framework/docs/CLI.md`. Política escrita no coletor cria duas fontes para o mesmo fato — foi assim que `gate-check` e `approve` divergiram uma vez sobre o score do Gate 3. **`verificationScope` é sinal, não auditoria**: a dispensa de e2e (`project`/`scope`) só conta vinda de um stamp de escopo `feature` — um `verify {f} {task}` de task `group: docs` carimba a razão de dispensa e compraria o Gate 3 da feature inteira. **E o escopo de task pausa o ship por si só** (#87): no `review`, `verificationScope` string ≠ `'feature'` pausa ANTES do bloco de e2e, mesmo com todos os nós verdes — o recorte automático faz TODO `verify {f} {task}` rodar menos que a suíte; `null` (stamp legado) não pausa por esta regra. O par mora em `verify.js`: `--filter` de escopo de feature não persiste o stamp (`reason: 'filtered'`), nem `--skip-tests`/`--skip-build` (`'skip-tests'`/`'skip-build'`, #113 — nó pulado não reprova o rollup e nenhuma regra do gate lê `tests`/`build` pulados; a lista é `PARTIAL_RUN_FLAGS`) |
145
147
  | `src/lib/installers/effects.js` | os NOVE pontos de emissão que atravessam o caminho de `update`: `update.js` (clean, payloads, spawn de `generate-refs.js`, `gitIndex`), `skills-installer.js`, `agents-installer.js`, `setup-infra.js` (`installRulesForStack`, `updateClaudeMdAgentsBlock`), `hooks-installer.js` (`installClaudeHooks`, `installGlobalStatusline`), `file-copier.js` (`updateGitignore`, `ensureGitattributes`), `claude-md-injector.js`, `version-checker.js` (`saveProjectMorphVersion`) e `templates-reconcile.js`. **O caminho real também emite** — o resumo de uma execução real sai de `list()`, e é por isso que um ponto de emissão esquecido some das DUAS saídas ao mesmo tempo. Canários: `test/lib/installers/effects.test.js` (igualdade dry × real do MESMO roteiro) e `test/commands/update-dry-run.test.js` — que tem DOIS canários e precisa dos dois: **igualdade** prova que os dois lados percorrem o mesmo caminho, **diferencial** (mudar `--templates` muda a previsão) prova que o caminho lê a flag. Só igualdade aprova uma previsão e uma execução que ignoram a MESMA flag — foi medido nesta feature, por mutação. Um laço de limpeza de órfão novo tem de nascer calado em `fx.dryRun` (D6): o clean o subsome. E a lista de `frameworkDirsToClean` é pinada **à mão** no teste (`DIRETORIOS_APAGADOS_POR_INTEIRO`, dez caminhos, `deepEqual` ordenado): derivar a expectativa chamando a própria função deixou a suíte inteira cega — medido, dava para remover 2 das 10 entradas sem matar nenhum dos 207 arquivos de teste |
146
148
  | `src/lib/ai/**` (`doctor --ai`) | `src/commands/project/doctor.js` (`doctorAiCommand` + a guarda de uso indevido), `bin/morph-spec.js` (`--ai`), `framework/docs/CLI.md`. **`--ai` NUNCA entra no `doctor --full` nem no default** — o renderer do `--full` manda tudo que não é `ok`/`warn` para `✗` e `test/commands/doctor.test.js` exige zero `✗` neste repositório. **Nada alcançável por `--ai` pode escrever**: `test/commands/doctor-ai.test.js` varre o grafo de imports E o corpo de `doctorAiCommand` (com os imports dinâmicos fixados nos dois permitidos), reprovando `writeFileSync`/`spawn`/`fs-extra` em CÓDIGO — comentários apagados antes, porque os módulos EXPLICAM por escrito que não fazem isso e medir a menção seria medir uma cópia do objeto. `null` é DESCONHECIDO e vira `skip` **com razão obrigatória**; `[]` é "perguntei e não achei" e vira `ok` |
147
149
  | `src/lib/ai/registry-audit.js` | o leitor de PRODUÇÃO do mesmo documento: `framework/templates/dotnet/ai-kit/src/Morph.AiKit/Providers/ModelRegistry.cs` (`CommentHandling = Skip`, `AllowTrailingCommas`, `AllowedAliasProperties` com `pricing`/`pricingWaiver`) e o exemplar `model-registry.v2.json` que o framework manda COPIAR. A auditoria tem de enxergar a **mesma forma** que o leitor de produção enxerga: com `JSON.parse` estrito, duas das cinco checagens saíam `skip` sobre o exemplar canônico — e `skip` não muda exit code, então o silêncio era total. A tolerância a JSONC vive em `src/lib/ai/comment-stripper.js`, ÚNICA (o `code-audit.js` usa o mesmo varredor) — e a paridade é nos DOIS sentidos: `jsoncToJson` **lança** no comentário de bloco não fechado, porque o `JsonCommentHandling.Skip` do .NET lança, e ser mais frouxo que o kit é aprovar documento que a app recusa carregar. Ao mascarar strings, **as aspas delimitadoras ficam**: apagá-las junto faz um elemento-string virar espaço puro e o detector de vírgula sobrando comer um SEPARADOR real (`{"tags":["a","b"]}` saía inválido). Canário obrigatório: array terminado em **string**, com e sem vírgula sobrando — uma suíte só com arrays de número passa dos dois lados dessa inversão. A **REGRA DURA** do exemplar — *todo alias declara `pricing` OU `pricingWaiver`, nunca os dois, nunca nenhum* — é do alias, não de um mapa no topo: ler só o mapa dava 6 falsos positivos sobre um documento correto. O canário **copia o exemplar do disco**, nunca uma paráfrase dele |
package/README.md CHANGED
@@ -3,7 +3,7 @@
3
3
  > Spec-driven development framework for multi-stack projects. Turns feature requests into implementation-ready code through structured, AI-orchestrated phases.
4
4
 
5
5
  **Package:** `@polymorphism-tech/morph-spec`
6
- **Version:** 8.35.1
6
+ **Version:** 8.37.0
7
7
  **Requires:** Node.js 22+, Claude Code
8
8
 
9
9
  ---
@@ -379,4 +379,4 @@ Code generated by morph-spec (contracts, templates, implementation output) belon
379
379
 
380
380
  ---
381
381
 
382
- *morph-spec v8.35.1 by [Polymorphism Tech](https://polymorphism.tech)*
382
+ *morph-spec v8.37.0 by [Polymorphism Tech](https://polymorphism.tech)*
package/bin/morph-spec.js CHANGED
@@ -380,10 +380,11 @@ program
380
380
  .option('--filter <ids>', 'Run only the test nodes whose id matches (comma-separated; exact or substring). Unmatched nodes are reported as skip; matching nothing is a usage error (exit 2)')
381
381
  .option('--linux', 'Run the test nodes inside a Linux container, on a COPY of the tree (the host tree is mounted read-only and copied in — a bind mount is case-insensitive and cannot reproduce case defects). No Docker = usage error, never a skip')
382
382
  .option('--linux-image <img>', 'Image used by --linux (default: mcr.microsoft.com/dotnet/sdk:10.0)')
383
- .option('--record-baseline', 'Measure every test node and write expectedCount back into .morph/config/config.json (only from an all-green run; never creates config.json)')
383
+ .option('--full', 'No escopo de task, desliga o recorte automático e roda todos os nós inteiros (o group da task não escolhe nós e os outputs não estreitam comandos). No escopo de feature não muda nada: ali nada é recortado')
384
+ .option('--record-baseline', 'Measure every test node and write expectedCount back into .morph/config/config.json (only from an all-green run at FEATURE scope; with a task id it is a usage error; never creates config.json)')
384
385
  .option('--refresh-cache', 'Rewrite the response cache of every `runner: "evals"` node against the real provider. NEVER implicit: a cache rewrite is a paid call nobody asked for. Requires the declared envFile; no eval node declared, --skip-tests, or a --filter that excludes them all are usage errors (exit 2), refused BEFORE the cache is touched')
385
- .option('--skip-tests', 'Skip the test node')
386
- .option('--skip-build', 'Skip the build node')
386
+ .option('--skip-tests', 'Skip the test node. At feature scope the run is partial, so the verification stamp is NOT written (reason "skip-tests")')
387
+ .option('--skip-build', 'Skip the build node. At feature scope the run is partial, so the verification stamp is NOT written (reason "skip-build")')
387
388
  .option('--skip-e2e', 'Skip the e2e node (Docker bring-up + Playwright)')
388
389
  .option('--fresh-e2e', 'Recreate the e2e stack from scratch: down -v (named volumes included), drop the freshness stamp, rebuild, re-seed auth')
389
390
  .option('--no-persist', 'Do not persist the result to feature.json')
@@ -1,6 +1,6 @@
1
1
  {
2
2
  "name": "morph-spec",
3
- "version": "8.35.1",
3
+ "version": "8.37.0",
4
4
  "displayName": "MORPH-SPEC Framework",
5
5
  "description": "Spec-driven development with 38 agents and 8-phase workflow for .NET/Blazor/Next.js/Azure",
6
6
  "publisher": "polymorphism-tech",
@@ -187,4 +187,4 @@ Never edited directly — go through CLI commands or `morph-spec update` instead
187
187
 
188
188
  ---
189
189
 
190
- *morph-spec v8.35.1 by Polymorphism Tech*
190
+ *morph-spec v8.37.0 by Polymorphism Tech*
@@ -249,4 +249,4 @@ morph-spec doctor
249
249
 
250
250
  ---
251
251
 
252
- *morph-spec v8.35.1 by Polymorphism Tech*
252
+ *morph-spec v8.37.0 by Polymorphism Tech*
@@ -131,34 +131,34 @@ Features independentes podem ser desenvolvidas **em paralelo, cada uma no seu gi
131
131
 
132
132
  ## 3. Contratos de Output
133
133
 
134
- Cada fase produz artefatos específicos que devem ser salvos nos caminhos exatos abaixo.
135
- Não invente caminhos alternativos.
134
+ Cada fase salva seus artefatos nos caminhos exatos abaixo — não invente alternativos.
136
135
 
137
136
  ### Proposal (`0-proposal/`)
138
137
 
139
- - `proposal.md` — descrição da feature, problema que resolve, escopo, riscos. **Sem critérios de aceite:** o comportamento verificável mora nos use cases (`2-plan/usecases/`), destilados na fase plan — duplicar aqui produz duas fontes que divergem no primeiro ajuste. Máximo ~2 páginas; além disso, o escopo provavelmente precisa ser cortado antes de avançar.
138
+ - `proposal.md` — descrição da feature, problema que resolve, escopo, riscos. **Sem critérios de aceite:** o comportamento verificável mora nos use cases (`2-plan/usecases/`), destilados na fase plan — duplicar aqui produz duas fontes que divergem no primeiro ajuste. Máximo ~2 páginas; além disso, o escopo pede corte antes de avançar.
140
139
 
141
140
  ### Plan (`2-plan/`)
142
141
 
143
- - `usecases/UC-{nn}-{slug}.md` — **um arquivo por use case**, o artefato de comportamento da feature. Frontmatter (`id`, `title`, `actor`, `status`, `entities`) mais as seções obrigatórias `Pré-condições`, `Cenário principal` (curto) e `Pós-condições` (P1, P2…). `Fluxos alternativos` (A1, A2…) e `Delta de domínio` são **opcionais** — só quando o comportamento não-trivial exigir (detalhe: `morph-plan`).
142
+ - `usecases/UC-{nn}-{slug}.md` — **um arquivo por use case**, o artefato de comportamento da feature. Frontmatter (`id`, `title`, `actor`, `status`, `entities`) mais as seções obrigatórias `Pré-condições`, `Cenário principal` (curto) e `Pós-condições` (P1, P2…). `Fluxos alternativos` (A1, A2…) e `Delta de domínio` são **opcionais** — só quando o comportamento exigir (detalhe: `morph-plan`).
144
143
 
145
- **Pós-condição precisa ser observável em teste** — a regra que sustenta a camada. "O sistema fica consistente" não passa; "a resposta contém todos os veterinários não arquivados" passa. Chega **literal** ao `doneCriteria` da task que a realiza — tradução manual nesse ponto é o que hoje perde o requisito.
144
+ **Pós-condição precisa ser observável em teste** — a regra que sustenta a camada. "O sistema fica consistente" não passa; "a resposta contém todos os veterinários não arquivados" passa. Arquivo, `grep` ou texto de prompt não é comportamento: reescreva, ou justifique com `> [!note] Por que artefato:` na linha abaixo. Chega **literal** ao `doneCriteria` da task que a realiza — traduzir ali perde o requisito.
146
145
 
147
- `id` sequencial **no projeto**, não na feature — leia o acervo `.morph/specs/usecases/` mais os use cases das features ativas, tome o maior mais um. Status: `draft` → `approved` (Gate 2) → `implemented` (promoção no `finish`) — descritivo, quem trava fase é o gate. **Editável depois do Gate 2**, por design (muda comportamento, re-roda `implement`, auditoria no git). Obrigatoriedade por tipo de trabalho: ver `morph-plan`.
146
+ `id` sequencial **no projeto**, não na feature — alocado por `morph-spec usecase reserve`, nunca por scan manual. Status: `draft` → `approved` (Gate 2) → `implemented` (promoção no `finish`) — descritivo, quem trava fase é o gate. **Editável depois do Gate 2**, por design (muda comportamento, re-roda `implement`, auditoria no git). Obrigatoriedade por tipo de trabalho: ver `morph-plan`.
148
147
 
149
- - `spec.md` — especificação técnica: arquitetura, componentes, integrações, fluxos de dados, edge cases **técnicos**. Responde **como** os use cases serão realizados — não repete o comportamento. Deve bastar para implementar sem perguntas básicas: tecnologia listada sem explicar como os componentes se conectam é um spec.md fraco.
148
+ - `spec.md` — especificação técnica: arquitetura, componentes, integrações, fluxos de dados, edge cases **técnicos**. Responde **como** os use cases serão realizados — não repete o comportamento. Deve bastar para implementar sem perguntas básicas: listar tecnologia sem dizer como os componentes se conectam é spec fraco.
150
149
 
151
- - `mandate.md` — contrato de implementação: stack exata, standards obrigatórios (com links), patterns proibidos, **verificação de runtime** (como o stack sobe, que fluxos são exercitados, quais viram spec Playwright, setup de auth) e checklist de done verificável. Lido no início de cada task — específico o bastante para resolver ambiguidades sem consultar o Orchestrator.
150
+ - `mandate.md` — contrato de implementação: stack exata, standards obrigatórios (com links), patterns proibidos, **verificação de runtime** (como o stack sobe, que fluxos são exercitados, quais viram spec Playwright, setup de auth) e checklist de done verificável. Lido na 1ª task da sessão (relido após `/compact`) — específico o bastante para dispensar o Orchestrator em ambiguidades.
152
151
 
153
- - `tasks.json` — validada contra `.morph/framework/schemas/tasks.schema.json`. Cada task: `id` (T1, T2...), `title`, `description`, `dependencies` (IDs), `effort` (S/M/L/XL), `doneCriteria`, `status` (pending/in_progress/done/skipped/blocked), `outputs` (paths esperados), `usecase` (opcional — **ID** do use case, `UC-07`, nunca o nome do arquivo). `doneCriteria` de task com `usecase` carrega a **pós-condição literal**, com rótulo (`"P2 — cada veterinário traz..."`). Toda entrada do recap.md referencia um ID do tasks.json.
152
+ - `tasks.json` — validada contra `.morph/framework/schemas/tasks.schema.json`. Cada task: `id` (T1, T2...), `title`, `description`, `dependencies` (IDs), `effort`, `doneCriteria`, `status`, `outputs` (paths esperados), `usecase` (opcional — **ID** do use case, `UC-07`, nunca o nome do arquivo). `doneCriteria` de task com `usecase` carrega a **pós-condição literal**, com rótulo (`"P2 — cada veterinário traz..."`). Toda entrada do recap.md referencia um ID do tasks.json.
154
153
 
155
- - `decisions.md` — log de decisões técnicas (alternativa descartada, motivo, quem decidiu). Só existe se houver decisão não trivial a rastrear.
154
+ - `decisions.md` — log de decisões técnicas (alternativa descartada, motivo, quem decidiu). Só existe com decisão não trivial a rastrear.
156
155
 
157
156
  **Errata em spec/mandate congelados:** congelar o CONTRATO não é congelar um ERRO DE FATO. Se a spec afirma sobre o código algo que o código desmente, acrescente um bloco `## Errata` no FIM do arquivo — corpo intacto, append-only, aceito pelo `protect-spec-files` sem revogar gate. Mudança de ESCOPO continua exigindo revogar o gate e re-aprovar.
158
157
 
159
158
  ### Implement (`3-implement/`)
160
159
 
161
- - `recap.md` — atualizado ao fim de cada task: ID, o que foi feito, arquivos modificados, problemas e resolução, standard consultado. Categoria sem nada a registrar → escreva "nenhum" (recap vazio é pior que mínimo).
160
+ - `recap.md` — atualizado ao fim de cada task: ID, o que foi feito, arquivos modificados, problemas e resolução, standard consultado. Categoria sem nada a registrar → "nenhum" (recap vazio é pior que mínimo).
161
+ - `evidencias/{taskId}.md` — só em task cujo `doneCriteria` julga saída de LLM (`morph-plan` §5): entrada, modelo, saída, veredito e o nó `evals`, se houver. Lida no Gate 3.
162
162
 
163
163
  ### Review (`4-review/`)
164
164
 
@@ -166,19 +166,19 @@ Não invente caminhos alternativos.
166
166
 
167
167
  ### Acervo de use cases (`.morph/specs/usecases/`)
168
168
 
169
- O acervo permanente do projeto: `UC-{nn}-{slug}.md`, **commitado**. Descrição viva do comportamento do sistema, sobrevive ao arquivamento — diferente dos traces, **faz parte da entrega**.
169
+ Acervo permanente do projeto: `UC-{nn}-{slug}.md`, **commitado**. Descrição viva do comportamento do sistema, sobrevive ao arquivamento — diferente dos traces, **faz parte da entrega**.
170
170
 
171
- - **Quem escreve:** `morph-spec finish` promove os use cases da feature para cá **dentro do commit de arquivamento**, na branch `morph/{f}`, com `status: implemented` — junto com o estado arquivado (§2.2), não um passo pós-merge.
172
- - **O que é cobrado mecanicamente:** `morph-spec dag {feature}` cruza `tasks.json` com os use cases — `UC-{nn}` inexistente é **erro** (não despacha); pós-condição órfã e `doneCriteria` parafraseado são avisos. Cobre o *encanamento*; se a pós-condição é observável em teste continua sendo critério do Gate 2 e da rubrica `test-coverage`.
171
+ - **Quem escreve:** `morph-spec finish` promove os use cases da feature para cá **dentro do commit de arquivamento**, na branch `morph/{f}`, com `status: implemented` — com o estado arquivado (§2.2), nunca pós-merge.
172
+ - **O que é cobrado mecanicamente:** `morph-spec dag {feature}` cruza `tasks.json` com os use cases — `UC-{nn}` inexistente é **erro** (não despacha); pós-condição órfã, `doneCriteria` parafraseado e vocabulário de artefato sem `Por que artefato:` são avisos. Cobre o *encanamento*; se a pós-condição é observável em teste continua sendo critério do Gate 2 e da rubrica `test-coverage`.
173
173
  - **Via única de escrita:** a promoção lê **só** de `{feature}/2-plan/usecases/`. Nunca edite `.morph/specs/usecases/` à mão — pula `status: implemented`, a sobrescrita por ID e o commit escopado, criando duas verdades. Mudar um UC existente (caso `bug`): copie para `2-plan/usecases/` da feature, corrija lá, deixe o `finish` sobrescrever.
174
174
  - **Quando chega na default:** em `--merge`, no merge `--no-ff`; em `--pr`, só quando mergeado — o acervo descreve o que foi **integrado**, não proposto.
175
175
  - **Sobrescrita por ID:** `UC-07` existente é substituído pela versão integrada, mesmo com slug novo — exatamente um arquivo por ID.
176
176
  - **Fail-open:** feature sem `2-plan/usecases/` promove nada, em silêncio — a promoção nunca impede o fechamento.
177
- - **Colisão entre features paralelas:** dois worktrees podem alocar `UC-08` sem se enxergar. Aceita e resolvida no merge, como conflito de arquivo (§2.2) — renumere o UC perdedor e atualize `usecase` no `tasks.json` arquivado. Sem alocador central por design.
177
+ - **Colisão entre features paralelas:** `usecase reserve` aloca de um contador comum aos worktrees; colisão residual faz o `finish` recusar promover só aquele UC (recuperação que ele prescreve: renumere e promova à mão).
178
178
 
179
179
  ### Traces (`.morph/traces/`)
180
180
 
181
- Cada fase produz um trace JSON em `.morph/traces/YYYY-MM-DD-{feature}-{phase}.json` (tarefas, scores de eval, standards consultados, sub-agents despachados; formato em `.morph/framework/evals/trace-schema.md`). **Gerado automaticamente pelo hook `trace-autogen`** a cada write de `tasks.json` — as skills não o escrevem à mão. Ignorado pelo git; serve para análise do harness, não é entrega da feature.
181
+ Cada fase produz um trace JSON em `.morph/traces/YYYY-MM-DD-{feature}-{phase}.json` (formato em `.morph/framework/evals/trace-schema.md`). **Gerado automaticamente pelo hook `trace-autogen`** a cada write de `tasks.json`, nunca à mão. Ignorado pelo git: análise do harness, não entrega da feature.
182
182
 
183
183
  ---
184
184
 
@@ -213,7 +213,7 @@ Gates são pontos de **pausa potencial**. Em `trust: "auto"` (default), auto-pas
213
213
  - "cancelar feature" (Gate 3 usa "rollback" em vez de "cancelar")
214
214
  ```
215
215
 
216
- **Sinais de risco que forçam pausa em auto** (`gate-check` aplica esta tabela via `shouldPauseGate` — fonte única; sinal que só a sessão conhece escala via `gate-decision` manual):
216
+ **Sinais de risco que forçam pausa em auto** (`gate-check` decide via `shouldPauseGate` — fonte única; sinal que só a sessão conhece escala via `gate-decision` manual):
217
217
 
218
218
  | Sinal | Threshold | Quando aplica |
219
219
  | ------- | ----------- | --------------- |
@@ -222,7 +222,8 @@ Gates são pontos de **pausa potencial**. Em `trust: "auto"` (default), auto-pas
222
222
  | `evalScore` | < 9 | score composto da feature (morph-review) abaixo do mínimo |
223
223
  | `verificationStatus` | === 'fail' | `verify` vermelho — build, testes, validadores **ou e2e** (a app não sobe / as specs não passam). Vale em **qualquer** gate |
224
224
  | `verificationStale` | true | Stamp do `verify` com sha != HEAD: o verde não cobre mais o código. Só no **ship** |
225
- | `e2eSkipClass` (derivada) | environment/requested/unknown | e2e pulou sem dispensa legítima (só `project`/`scope`, e só em stamp de escopo `feature`). Só no **ship** |
225
+ | `e2eSkipClass` (derivada) | environment/requested/unknown | e2e pulou sem dispensa legítima (só `project`/`scope`). Só no **ship** |
226
+ | `verificationScope` | !== `feature` (presente) | Stamp do `verify` é de escopo parcial (`task:{id}`) — não cobre a feature inteira. Só no **ship** |
226
227
  | `mutationProof` | seção ausente | Relatório do avaliador sem `## Mutações` numa feature com código de produção. Só no **ship** |
227
228
  | `taskCount` | > 20 | Escopo grande — vale revisar antes de implementar |
228
229
  | `workType` | === 'hotfix' | Gate 3 pausa SEMPRE (ver "Gates por tipo de trabalho") |
@@ -231,21 +232,21 @@ Gates são pontos de **pausa potencial**. Em `trust: "auto"` (default), auto-pas
231
232
  | ------ | -------- | -------------------- |
232
233
  | 1 — Proposta | `designSystemDivergence`, `standardsViolations` (improvável) | `morph-brainstorming` |
233
234
  | 2 — Plano | Gate 1 + `taskCount`, `standardsViolations` em mandate | `morph-plan` |
234
- | 3 — Review | `evalScore` composite, `standardsViolations` em implementation, `verificationStale`, `e2eSkipClass`, `mutationProof` | `morph-review` |
235
+ | 3 — Review | `evalScore` composite, `standardsViolations` em implementation, `verificationStale`, `verificationScope`, `e2eSkipClass`, `mutationProof` | `morph-review` |
235
236
 
236
- `verificationStatus` fica fora da tabela por gate porque vale em todos.
237
+ `verificationStatus` fica fora da tabela por gate — vale em todos.
237
238
 
238
239
  **Gates por tipo de trabalho:** `chore`/`hotfix` pulam Gates 1 e 2 — carimbados por política no nascimento (`approvedBy: "policy:{tipo}"`, nunca `"auto"`, para não colidir com o gate-guard); a barra do morph-eval e o Gate 3 valem para todos os tipos. `hotfix`: Gate 3 **sempre humano** (mesmo em `trust: auto` — `morph-hotfix` pausa via `AskUserQuestion`, o `risk-detector` força, o backstop server-side recusa `approve ... review --mode auto`) e exige `4-review/review-report.md` em vez de `evaluator-report.md`. Demais tipos exigem `evaluator-report.md`, **enforced server-side** (`morph-spec approve {feature} review` recusa exit 1 sem ele; `--force` não dispensa) — ou `--self-assessed` registrado (`approvalGates.review.selfAssessed`, marcado no `morph-spec list`).
239
240
 
240
241
  Para alterar o modo: `.morph/config/config.json → trust` (`"auto"` ou `"manual"`; campo ausente = `"auto"`).
241
242
 
242
- **Comportamento padrão fora de gate:** autonomia total — gates só existem nestes três pontos. Não pause durante a implementação salvo ambiguidade de escopo que o mandate não cobre — registre em decisions.md, resolva conservadoramente, sinalize na entrega da task.
243
+ **Comportamento padrão fora de gate:** autonomia total — só pausa nestes três pontos. Ambiguidade de escopo fora do mandate: registre em decisions.md, resolva conservadoramente, sinalize na entrega da task.
243
244
 
244
245
  **A aprovação de gate é unificada nos comandos da CLI — nunca edite o estado à mão.** Em `trust: "auto"` (sem `AskUserQuestion`): `morph-spec approve <feature> <gate> --mode auto`; `morph-spec advance <feature>` aprova o gate corrente **e** cria a pasta da próxima fase (`--design` = ramo opcional de uiux). Scores por task: `morph-spec score <feature> <task> <score> [--dims a,c,q,t]` — nunca edite `taskScores` à mão. **O hook state-sync.js** cobre o caminho manual: `AskUserQuestion` respondida com label "aprovado" → registra o gate no `feature.json` autoritativo com `approvedBy: "manual"`. **A feature é identificada pelo nome que a pergunta cita** — grava na árvore que a possui (raiz ou worktree), nunca na "feature ativa" de quem rodou a sessão. Pergunta sem nome numa árvore com mais de uma feature: o hook **recusa gravar** e avisa — aprove por `morph-spec approve`. Gate sempre gravado em `.morph/features/{feature}/feature.json` — nunca via Edit de `state.json`.
245
246
 
246
- **Registre quem aprovou (`approvedBy`):** objeto `{ approved, timestamp, approvedBy }`. `"auto"` — política `trust: auto` sem decisão humana. `"manual"` — humano aprovou explicitamente (via `AskUserQuestion`, ou, sem ela em headless, texto começando em "aprovado"); em `trust: manual` todo gate é `"manual"` — nunca grave `"auto"` num gate que um humano aprovou. Mantém o audit trail honesto em headless (CI, `claude -p`), onde mais importa.
247
+ **Registre quem aprovou (`approvedBy`):** objeto `{ approved, timestamp, approvedBy }`. `"auto"` — política `trust: auto` sem decisão humana. `"manual"` — humano aprovou (via `AskUserQuestion` ou, em headless, texto iniciado em "aprovado"); em `trust: manual` todo gate é `"manual"` — nunca `"auto"` num gate humano. Mantém o audit trail honesto em headless (CI, `claude -p`), onde mais importa.
247
248
 
248
- **O hook gate-guard.js** confere, sem bloquear, se a ação tomada num gate (pausar vs auto-aprovar) bateu com a decisão persistida. **Default:** `gate-check <feature> <gate> [--signals <json>] [--json]` decide via `shouldPauseGate`; `--signals` sobrescreve só o que o disco não expõe sozinho (`designSystemDivergence`, `standardsViolations`, `evalScore`). **Escape manual** (sinal que `shouldPauseGate` nem representa, ex.: modo de descoberta): `gate-decision <feature> <gate> --pause <bool> [--reason <txt>] [--signals <json>]`. Ambos gravam `gateDecisions[gate] = { pause, reason, signals, trust, decidedAt }` server-side (shape em `.morph/framework/schemas/feature.schema.json`). **Nunca edite `gateDecisions` à mão** — colide com state-sync. Divergência → o guard injeta aviso no contexto; cada conferência registra `coherent`/`divergent` em `.morph/logs/activity.json`.
249
+ **O hook gate-guard.js** confere, sem bloquear, se a ação num gate (pausar vs auto-aprovar) bateu com a decisão persistida. **Default:** `gate-check <feature> <gate> [--signals <json>] [--json]` decide via `shouldPauseGate`; `--signals` sobrescreve só o que o disco não expõe (`designSystemDivergence`, `standardsViolations`, `evalScore`). **Escape manual** (sinal que `shouldPauseGate` não representa, ex.: modo de descoberta): `gate-decision <feature> <gate> --pause <bool> [--reason <txt>] [--signals <json>]`. Ambos gravam `gateDecisions[gate] = { pause, reason, signals, trust, decidedAt }` server-side (`.morph/framework/schemas/feature.schema.json`). **Nunca edite `gateDecisions` à mão** — colide com state-sync. Divergência → o guard avisa no contexto; cada conferência registra `coherent`/`divergent` em `.morph/logs/activity.json`.
249
250
 
250
251
  ---
251
252