@polymorphism-tech/morph-spec 8.16.0 → 8.18.0
This diff represents the content of publicly available package versions that have been released to one of the supported registries. The information contained in this diff is provided for informational purposes only and reflects changes between package versions as they appear in their respective public registries.
- package/README.md +2 -2
- package/bin/morph-spec.js +11 -0
- package/claude-plugin.json +1 -1
- package/docs/CHEATSHEET.md +1 -1
- package/docs/QUICKSTART.md +1 -1
- package/framework/CLAUDE.md +45 -38
- package/framework/MORPH.md +119 -167
- package/framework/docs/CLI.md +40 -0
- package/framework/evals/rubrics/condensed.md +49 -0
- package/framework/hooks/claude-code/core/protect-spec-files.js +9 -0
- package/framework/rules/morph-task-tracking.md +4 -2
- package/framework/schemas/tasks.schema.json +10 -0
- package/framework/skills/core/create-umbraco-lp/SKILL.md +3 -1
- package/framework/skills/core/migrate-lp-to-umbraco/SKILL.md +3 -1
- package/framework/skills/core/morph-apply/SKILL.md +42 -34
- package/framework/skills/core/morph-brainstorming/SKILL.md +2 -12
- package/framework/skills/core/morph-eval/SKILL.md +16 -13
- package/framework/skills/core/morph-hotfix/SKILL.md +1 -1
- package/framework/skills/core/morph-implement/SKILL.md +26 -25
- package/framework/skills/core/morph-plan/SKILL.md +15 -10
- package/framework/skills/core/morph-proposal/SKILL.md +1 -1
- package/framework/skills/core/morph-review/SKILL.md +1 -1
- package/framework/skills/core/morph-stack-scan/SKILL.md +2 -14
- package/framework/skills/core/morph-standards/SKILL.md +1 -1
- package/package.json +2 -2
- package/src/commands/project/doctor.js +11 -4
- package/src/commands/project/init.js +1 -1
- package/src/commands/project/standards.js +220 -0
- package/src/commands/project/update.js +91 -7
- package/src/lib/stack-filter.js +7 -2
- package/src/lib/tasks/tasks-json-parser.js +26 -0
- package/src/scripts/setup-infra.js +27 -8
- package/src/utils/skills-installer.js +28 -15
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@@ -0,0 +1,40 @@
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# morph-spec CLI — Referência Completa
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> Referência completa (flags, semântica, exemplos) dos comandos `morph-spec` usados pela LLM em vez de editar o estado à mão. Resumo rápido em `.morph/framework/CLAUDE.md`; racional dos gates em `.morph/framework/MORPH.md` §5, dispatch de sub-agents em §6, worktree/fleet em §2.2.
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## Gates e estado
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- **`morph-spec approve <feature> <gate> --mode auto`** — aprova um gate (`proposal`/`plan`/`review`) em `trust: auto`. **O Gate 3 exige `4-review/evaluator-report.md`**: sem o relatório do avaliador independente o comando recusa (exit 1). Se o dispatch do avaliador for impossível nesta sessão, aprove com `--self-assessed` — a degradação é gravada em `approvalGates.review.selfAssessed` e aparece marcada no `morph-spec list`. `--force` **não** dispensa esta regra (é só para ordem de gate). **Exceção `hotfix`:** esse tipo nunca despacha o avaliador (`morph-hotfix` §7); o Gate 3 exige `4-review/review-report.md` no lugar do `evaluator-report.md`, e a assinatura humana continua obrigatória via `--approver` (o backstop de `--mode auto` acima permanece recusando).
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- **`morph-spec advance <feature>`** — aprova o gate da fase corrente **e** cria a pasta da próxima fase num passo só (`--design` toma o ramo opcional de uiux a partir da proposta).
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+
- **`morph-spec score <feature> <task> <score> [--dims a,c,q,t]`** — grava `taskScores` no feature.json com timestamp server-side; **nunca edite taskScores à mão**. Em PowerShell, cite o valor de `--dims` entre aspas (`--dims "9.5,9,9,9"`) — sem aspas, a lista pode chegar como tokens separados; o parser aceita ambas as formas, mas citar evita qualquer ambiguidade.
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- **`morph-spec gate-decision <feature> <gate> --pause <bool> [--reason <txt>] [--signals <json>]`** — grava `gateDecisions` no feature.json com timestamp server-side (shape em `framework/schemas/feature.schema.json`); **nunca edite gateDecisions à mão** — o Edit manual colide com o hook state-sync.
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## Features
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- **`morph-spec create <feature> --description "<o quê/porquê>" --type <feature|bug|chore|hotfix> [--request "<txt>"] [--name "<nome>"] [--worktree]`** — cria a estrutura da feature + `feature.json` canônico explicitamente (nascimento explícito no início da proposal; o hook state-sync continua cobrindo o caminho implícito como fallback). **Identidade no nascimento:** `name` (default = slug) e `description` são carimbados; a `--description` é **obrigatória** numa feature nova (ou `--request`, que a semeia) — sem nenhuma das duas o `create` recusa (fim dos scaffolds anônimos). `--type` classifica direto; `--request "<pedido>"` roda o detector determinístico (empate/sem sinal sai com exit 2 e candidatos — a LLM decide e re-roda com `--type` + `--request`/`--description`); `--worktree` já nasce a feature no seu worktree próprio. **Toda feature nasce numa branch `morph/{f}`** (ramificada da default) mesmo sem `--worktree` — por isso o fechamento por `morph-spec finish` é idêntico nos dois fluxos.
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- **`morph-spec list [--all] [--json]`** — o quadro de auditoria: uma linha por feature × workType × status × fase × gates G1/G2/G3 × descrição, com `⚠` para inconsistências (sem descrição, ordem de gate). `--all` inclui as arquivadas; `--json` para scripting. É o complemento do `delete` (enxergar o que está morto antes de remover).
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- **`morph-spec delete <feature> [--archive] [--force]`** — remove uma feature. Hard por padrão (pasta apagada, git-aware, + entrada podada do índice raiz para não ressuscitar); `--archive` move para `.morph/archive` com status `abandoned` em vez de apagar. Recusa se algum gate estiver aprovado, a menos que `--force`. Use para faxina de scaffolds mortos e drafts abandonados (`archive` é para trabalho concluído; `delete` é para trabalho morto).
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- **`morph-spec retype <feature> <newType>`** — muda o tipo de trabalho mid-flight; desfaz só os gates carimbados por política, preserva aprovações humanas; bloqueado após o Gate 3.
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## Worktree / Fleet
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- **`morph-spec finish <feature> --pr|--merge`** — o **encerramento único** da feature (worktree ou comum): **arquiva** commitando `features/{f} → archive/{f}` dentro de `morph/{f}` — promovendo junto, no mesmo commit, os use cases da feature para o acervo permanente `.morph/specs/usecases/` com `status: implemented` (fail-open: sem `2-plan/usecases/`, no-op silencioso) — depois integra. `--merge` faz merge `--no-ff` **local** na default (sem push); `--pr` faz `push` + `gh pr create` (exige `origin` + `gh`, checados **antes** de arquivar — um `--pr` recusado não deixa meio-estado). Desmonta o worktree (PROVE-or-DECLINE) e libera o bloco de portas; no `--pr` **preserva** a branch (o PR precisa dela) e fica em `morph/{f}`. Flags: `--keep` mantém o worktree, `--force` dispensa o Gate 3, `--discard-ignored` consente descartar gitignored no teardown. Substitui o antigo `worktree finish` + `archive` separados.
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+
- **`morph-spec archive <feature>`** — arquiva-**sem-integrar** (atômico, git-aware, commita o move escopado por pathspec): reservado a features legadas (sem branch `morph/{f}`) e faxina. O fechamento normal (arquiva **e** integra num passo) é `morph-spec finish`. É o que `/morph-archive` chama.
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- **`morph-spec worktree setup|link|list`** — gerencia o ciclo do worktree por feature (`setup` cria `worktrees/{f}/` na branch `morph/{f}`, aloca o bloco de portas e escreve `.morph/worktree.env`; `link` religa infra compartilhada; `list` mostra fase/gate de cada worktree ativo). O fechamento saiu daqui — use `morph-spec finish` (acima).
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+
- **`morph-spec handoff <feature>`** — regenera o documento de retomada (`.morph/features/{f}/handoff.md`): comprimido, derivado, aponta para os artefatos em vez de copiá-los. Gerado automaticamente em `setup`/`create --worktree`/`advance`.
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+
- **`morph-spec fleet`** — visão da frota: toda feature ativa (raiz + worktrees) com fase, gates pendentes, tasks, **remoto** (`local`/`pushed`/`PR #N`), **claim** (que sessão está na feature), portas, handoff e atividade. Use entre sessões para decidir onde atuar.
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+
- **`morph-spec claim [feature] [--release] [--list] [--json]`** — posse **advisory** de feature. Cada sessão reclama sua feature ativa automaticamente (hook SessionStart) e renova o heartbeat a cada tool call; o registro vive em `<git-common-dir>/morph-spec/claims.json`, compartilhado por todos os worktrees. **`morph-spec claim <feature>` (sem flags) ADQUIRE** — se esta árvore já tinha claim vivo em outra feature, ele é liberado no mesmo passo (o CLI reporta "movido de X para Y"); é o jeito de trocar de feature no meio da tarefa sem a dança de dois passos `--release` + reclamar. `--list` força a leitura sem adquirir mesmo passando uma feature. **Claims avisam, nunca bloqueiam** — mas se o SessionStart avisar que outra sessão tem claim vivo, **confirme antes de `finish`/`archive`/`delete`**: duas sessões na mesma feature já custaram um recap.md inteiro e um sub-agent (o worktree sumiu debaixo dele). Claim órfão de sessão morta: `morph-spec claim <f> --release`.
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## Validação
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- **`morph-spec dag <feature>`** — análise do DAG de tasks.json com decisão sequencial vs paralelo **ponderada por effort** (raízes S vão inline, nunca ganham agente próprio). Também cruza `tasks.json` com os use cases: `usecase` apontando para um `UC-{nn}` inexistente é **erro** (exit 1, não despacha); pós-condição órfã e `doneCriteria` que parafraseou em vez de copiar são avisos. `--mermaid` nunca é bloqueado.
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+
- **`morph-spec verify <feature> [task] [--json]`** — cadeia determinística build+testes+validadores (código antes do juiz LLM); escopo de task quando informado, senão a feature inteira.
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+
- **`morph-spec doctor --worktrees [--prune] [--json]`** — reconcilia o registro do git × as pastas em disco × as features conhecidas. Worktrees órfãos acumulavam **invisíveis**: o `fleet` só reporta worktrees em branch `morph/*`, então um worktree em outra branch (resíduo de finish anterior) não aparecia em lugar nenhum. `--prune` roda o único reparo seguro (`git worktree prune` — registros de pastas que já sumiram); apagar pasta que ainda existe é reportado com o comando exato, nunca executado.
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+
- **`morph-spec report-check <feature> [task] [--json]`** — audita os relatórios de sub-agent contra o trabalho que realmente entrou. **Relatório ausente NÃO quer dizer que o agente falhou** — ele pode ter feito tudo e perdido o meio de gravar. O comando responde a pergunta certa (`work-landed-report-missing` → aceite degradado, NÃO re-despache; `no-work-no-report` → re-despache uma vez). Protocolo completo em MORPH.md §6.
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## Observabilidade
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+
- **`morph-spec telemetry [--json] [--feature <f>] [--limit <n>]`** — reconstrói o caminho de execução da sessão a partir de `.morph/logs/events.jsonl` (skills invocadas, personas despachadas + prompts, standards/base de conhecimento lidos, mix de tools, prompts do usuário). Capturado silenciosamente pelo hook `telemetry-log` em todo tool call e todo UserPromptSubmit.
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+
- **`morph-spec cost [feature] [--by task|phase] [--json]`** — custo da execução a partir do mesmo `events.jsonl`: duração por task (TaskStart→TaskEnd), bytes de contexto re-ingerido por tipo (`rubric`/`standard`/`skill`/`agents`/`plan-artifact`/`code`), dispatches + tamanho de prompt e mix de tools. Bytes re-ingeridos são **proxy determinística** de custo de token (tokens reais não são observáveis por hook). Use antes/depois de mudar skill ou fluxo para medir o efeito.
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@@ -0,0 +1,49 @@
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# Rubrica Condensada — Eval Inline por Task
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3
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Versão compacta das 4 rubricas completas de `framework/evals/rubrics/`, para o eval
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**inline por task** (`morph-eval` §2, escopo tarefa única). Mesmas dimensões, mesmos
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pesos, mesma régua — só menos texto por banda.
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+
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7
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+
> **O Gate 3 NÃO usa esta condensada.** O avaliador independente da `morph-review`
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8
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+
> (persona `evaluator`, contexto fresco) sempre lê as 4 rubricas completas — a régua
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9
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+
> do juiz de fase não muda. Esta condensada só corta releitura no loop intra-task.
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10
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+
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## Verificações mecânicas obrigatórias — auto-reprovação (teto 2)
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+
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Se o diff toca endpoint minimal API ou fetch cross-camada, independente do resto:
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- Serviço injetado na lambda do endpoint sem `AddScoped`/`AddSingleton`/`AddTransient` em `Program.cs`.
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+
- Chamada server-direct e client-side proxy pro mesmo recurso reusando a mesma constante de prefixo.
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+
## Dimensões e pesos
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| Dimensão | Peso |
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|---|---|
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| Arquitetura | 30% |
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| Contratos | 25% |
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| Qualidade de código | 25% |
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25
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| Cobertura de testes | 20% |
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## Bandas por dimensão
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+
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+
| Dimensão | 1-3 | 4-6 | 7-8 | 9-10 |
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30
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+
|---|---|---|---|---|
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+
| **Arquitetura** | Ignora a arquitetura do spec.md; sem feature folder; deps circulares; ou violação mecânica acima | Pastas corretas, responsabilidades se misturam; deps cross-feature sem justificativa; domain acoplado a infra | Desvios menores justificados; deps cross-feature via abstração; impurezas de infra pontuais | Feature folder rigoroso; zero deps cross-feature diretas; domain isolado; DI onde exige |
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32
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+
| **Contratos** | Sem tipos ou `any` generalizado; zero validação; sem tratamento de erro; naming arbitrário | `any`/genérico visível; validação parcial; mix exceptions/Result; naming inconsistente | Tipos bem definidos, `any` raro e justificado; validação na maioria; erro consistente | Zero `any`; validação em todos endpoints; Result pattern/discriminated union; naming consistente |
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33
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+
| **Qualidade** | Nomes arbitrários; god objects; duplicação massiva; fora do padrão do stack | Nomes genéricos (`data`,`temp`); funções >30 linhas; duplicação perceptível | Nomes claros, raras exceções; bem dimensionado; duplicação mínima | Nomes comunicam intenção; funções ≤20-25 linhas, 1 responsabilidade; zero duplicação/dead code |
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34
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+
| **Testes** | Sem testes ou sem asserts reais; zero edge case; nomes genéricos | Happy path OK, edge cases parciais; erros só óbvios; testes interdependentes | Happy path completo; maioria dos edge cases; erros nos fluxos principais | Toda pós-condição do `usecase` tem teste; A1/A2 cobertos; edge+erro cobertos; isolados |
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35
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+
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36
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+
> Task com `usecase: UC-nn`: pós-condição sem teste **impede a faixa 9-10** em Testes, mesmo com o resto da suíte completo (herdado de `test-coverage.md`).
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+
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+
## Score composto
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39
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+
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40
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+
```
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+
score = (arquitetura × 0.30) + (contratos × 0.25) + (qualidade × 0.25) + (testes × 0.20)
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42
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+
```
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43
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+
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44
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+
Arredonde para uma casa decimal. ≥9 aprova em silêncio; <9 alimenta o loop de correção do `morph-apply`.
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+
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+
## Quando abrir a completa em vez desta
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+
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+
Dúvida de banda, violação mecânica suspeita, ou escopo de fase (Gate 3) — abra
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+
`framework/evals/rubrics/{dimension}.md`. Esta condensada é o atalho do caso comum.
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@@ -41,6 +41,15 @@ import { validateTasksDoc, outputsDivergenceViolations } from '../../shared/task
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41
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* Compare two tasks.json structures and return the list of plan-contract
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42
42
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* violations — changes that touch anything other than the mutable fields.
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43
43
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*
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44
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+
* Frozen-by-default, not an enumerated frozen list: the loop below walks the
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45
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+
* UNION of old/new task keys and flags any key not in `mutableFields`. A new
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46
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+
* plan-contract field (e.g. `agent`/`standards`, stamped by morph-plan — R2
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47
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+
* token-cut) needs NO entry added here to become protected; it is frozen the
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48
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+
* moment it exists on a task, simply by never being added to
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49
|
+
* MUTABLE_SPEC_FIELDS (output-schema.js → `npm run generate` →
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50
|
+
* framework/hooks/shared/phase-utils.js). Only fields that must stay
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51
|
+
* EDITABLE post-Gate-2 (today: status, outputs, notes) belong in that list.
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52
|
+
*
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44
53
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* @param {object} oldDoc - parsed previous file content
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* @param {object} newDoc - parsed proposed file content
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46
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* @param {string[]} mutableFields - field names allowed to change
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@@ -49,8 +49,10 @@ touching ONLY the mutable fields:
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49
49
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- `notes` — free-text record (deviations, context, resolved blockers)
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50
50
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51
51
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The plan contract — `title`, `description`, `dependencies`, `effort`, `doneCriteria`,
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52
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-
`group` — is frozen after Gate 2. Any attempt to change it is
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53
|
-
`protect-spec-files` hook.
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|
52
|
+
`group`, `agent`, `standards` — is frozen after Gate 2. Any attempt to change it is
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|
53
|
+
blocked by the `protect-spec-files` hook. `agent` (persona id, no `morph-` prefix)
|
|
54
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+
and `standards` (paths pinned by morph-plan) are optional — legacy plans without
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55
|
+
them remain valid.
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54
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|
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55
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Use the `Write` tool (whole-file rewrite) OR the `Edit` tool — `Edit` is allowed
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as long as it touches only `status`, `outputs`, and `notes`. State is then synced
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@@ -30,6 +30,16 @@
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30
30
|
"type": "string",
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31
31
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"pattern": "^UC-\\d+$",
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32
32
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"description": "ID of the use case this task realizes (2-plan/usecases/UC-{nn}-{slug}.md). Optional: technical tasks with no observable behaviour have none."
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33
|
+
},
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34
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+
"agent": {
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35
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+
"type": "string",
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+
"minLength": 1,
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37
|
+
"description": "Persona id assigned by morph-plan for this task — the bare framework/agents.json id, no 'morph-' prefix (e.g. \"dotnet-senior\"). Optional. Part of the plan contract: frozen after Gate 2."
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38
|
+
},
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|
39
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+
"standards": {
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|
40
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+
"type": "array",
|
|
41
|
+
"items": { "type": "string", "minLength": 1 },
|
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42
|
+
"description": "Standards pinned by morph-plan for this task, as paths relative to the framework root (e.g. \"standards/backend/dotnet/vsa-handler-patterns.md\"). Optional. Part of the plan contract: frozen after Gate 2."
|
|
33
43
|
}
|
|
34
44
|
},
|
|
35
45
|
"additionalProperties": false
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@@ -4,7 +4,9 @@ description: Guia a criação de uma landing page nova ponta-a-ponta a partir do
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4
4
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version: core
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5
5
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when-to-invoke: ao iniciar um novo projeto de LP com o template Umbraco genérico
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6
6
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user-invokable: true
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7
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-
cliVersion: "8.
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7
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+
cliVersion: "8.18.0"
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8
|
+
stacks:
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9
|
+
- umbraco
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8
10
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---
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9
11
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|
10
12
|
# create-umbraco-lp
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|
@@ -4,7 +4,9 @@ description: Migra uma landing page existente (React/Vite, Next.js estático ou
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|
|
4
4
|
version: core
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|
5
5
|
when-to-invoke: ao receber instrução "use /migrate-lp-to-umbraco {projeto}" do usuário, ou quando o usuário descrever necessidade de migrar uma LP para Umbraco
|
|
6
6
|
user-invokable: true
|
|
7
|
-
cliVersion: "8.
|
|
7
|
+
cliVersion: "8.18.0"
|
|
8
|
+
stacks:
|
|
9
|
+
- umbraco
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8
10
|
---
|
|
9
11
|
|
|
10
12
|
# migrate-lp-to-umbraco
|
|
@@ -4,7 +4,7 @@ description: Orquestra a execução autônoma de tasks de uma feature morph-spec
|
|
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4
4
|
version: core
|
|
5
5
|
when-to-invoke: após Gate 2 aprovado, ao receber instrução "use /morph-apply" ou "implementar feature"
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6
6
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user-invokable: true
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7
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-
cliVersion: "8.
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7
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+
cliVersion: "8.18.0"
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8
8
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---
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9
9
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10
10
|
# morph-apply
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@@ -78,10 +78,22 @@ while (true):
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78
78
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// Entre tasks NÃO há pausa humana: score < 9 dispara re-implementação, não AskUserQuestion.
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79
79
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attempt = 0
|
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80
80
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best = { score: 0, output: null }
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81
|
+
skillLoaded = false // true assim que Skill(morph-implement) foi invocada nesta sessão
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81
82
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while attempt < 3:
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82
83
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attempt += 1
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83
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-
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84
|
-
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84
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+
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85
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+
if attempt == 1 or not skillLoaded:
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86
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+
// attempt 1 sempre invoca — é o que carrega mandate/spec/standard/persona
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87
|
+
// pela primeira vez. Reinvoca também se skillLoaded caiu para false (ver nota).
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88
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+
invoke Skill(morph-implement) with task
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89
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+
(no attempt > 1: passar o feedback priorizado da tentativa anterior como input)
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90
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+
skillLoaded = true
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91
|
+
else:
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92
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+
// attempt > 1, skill já em contexto desde attempt 1: NÃO reinvoque a Skill —
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93
|
+
// aplique o feedback priorizado direto ao código já implementado (mesma
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94
|
+
// lógica do passo 1 do morph-implement, "isto NÃO é implementação do zero",
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95
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+
// só que sem reler o documento inteiro da skill de novo).
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96
|
+
aplicar feedback priorizado da tentativa anterior ao código já implementado
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85
97
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86
98
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// CÓDIGO ANTES DO JUIZ — barreira determinística e barata (build+testes+validadores).
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87
99
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run: morph-spec verify {feature} {task.id} --json
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@@ -115,14 +127,18 @@ while (true):
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115
127
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116
128
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> **Verify vermelho consome uma tentativa** do loop (≤3) e devolve `feedback[]` acionável (erros de build, falhas de teste, issues de validador). O `morph-eval` NUNCA é invocado sobre código que não passou no verify — o juiz julga arquitetura/contratos/qualidade, o que o código determinístico não pega sozinho. Código roda antes, grátis; o juiz gasta tokens só no que sobra.
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117
129
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130
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+
> **Retry sem re-invoke — e a exceção que evita rodar sem a skill.** `skillLoaded` cai de volta para `false` (forçando reinvocação no próximo attempt) se houver `/compact` OU troca de sessão (nova sessão retomando via `handoff.md`) entre a última invocação e o attempt corrente — os dois eventos podem descartar o conteúdo da skill do seu contexto sem avisar. Sem essa exceção, um retry pós-compact aplicaria feedback sem o mandate/standard/persona carregados. Fora desses dois casos, reinvocar a Skill só para aplicar um feedback pontual é exatamente o custo repetido (~13KB por tentativa) que este corte existe para eliminar.
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131
|
+
>
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132
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+
> **Isto vale para a LEITURA da skill pelo orquestrador — não para o conteúdo de um dispatch.** Se o attempt 1 foi despachado a um sub-agent (§3b) e o attempt 2 também dispara os gatilhos de dispatch do `morph-implement` §4, o prompt de dispatch completo é reenviado normalmente: o sub-agent de um novo dispatch não tem o contexto do attempt anterior, então o corte de reinvoke não se aplica a ele. O que muda aqui é só a leitura da skill pelo ORQUESTRADOR no loop sequencial inline.
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|
133
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+
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|
118
134
|
> **Por que loop e não pausa:** MORPH.md §0 manda auto-avançar entre tasks. Score baixo numa task individual é um problema de qualidade que o modelo deve **corrigir sozinho**, não delegar ao humano no meio da implementação. A pausa só existe quando o loop de correção se esgota (3 tentativas) — o "escape" do modelo autônomo. O trust mode não muda esse loop: ele governa os **gates** (proposal/plan/review), não o ciclo de correção intra-task.
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119
135
|
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120
136
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### 3b. Modo Paralelo (para o subset independente)
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121
137
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122
138
|
**Antes de despachar, escope cada agente ao seu domínio.** Um agente genérico sem persona nem standard não "conhece" as convenções daquele domínio — produz código fora do padrão. Para cada fluxo/task a despachar, resolva:
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123
139
|
|
|
124
|
-
- **Subagent:** em `.morph/framework/agents.json`, encontre o agente cujo `domains` cobre o `group`/domínio da task (ex: `backend` → `dotnet-senior`, `frontend` → `nextjs-expert`/`ui-designer`, `database` → `ef-modeler`).
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|
125
|
-
- **Standard(s):** do array `standards`
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|
140
|
+
- **Subagent:** use `task.agent` (id da persona, sem prefixo `morph-`) já carimbado em `tasks.json` pelo `morph-plan` §5a — o `subagent_type` do dispatch é **`morph-{task.agent}`** (ex.: `morph-dotnet-senior`). **Fallback (plano legado, task sem `agent`):** em `.morph/framework/agents.json`, encontre o agente cujo `domains` cobre o `group`/domínio da task (ex: `backend` → `dotnet-senior`, `frontend` → `nextjs-expert`/`ui-designer`, `database` → `ef-modeler`).
|
|
141
|
+
- **Standard(s):** use `task.standards` quando presente; senão, do array `standards` do agente resolvido acima em `agents.json` (e/ou do `mandate.md`), selecione o(s) path(s) `.md` relevante(s) à task.
|
|
126
142
|
- **Fallback (tipo não registrado):** se `morph-{id}` não estiver na sua lista de subagent types (stack não instalado neste projeto), use `subagent_type: "general-purpose"` colando o campo `persona` no prompt — e **registre nas `notes` da task**: `dispatch-fallback: general-purpose ({id} não registrado)`. O recap deve refletir o mecanismo real.
|
|
127
143
|
|
|
128
144
|
```
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|
@@ -137,34 +153,29 @@ dispatch Agent (subagent_type: "morph-{id}") with prompt:
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|
137
153
|
Contrato do relatório final:
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138
154
|
1. GRAVE um relatório por task concluída em
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139
155
|
`.morph/features/{feature}/3-implement/reports/{taskId}.md` ANTES de
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|
140
|
-
encerrar
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141
|
-
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142
|
-
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143
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-
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144
|
-
|
|
145
|
-
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|
146
|
-
|
|
147
|
-
é falha de protocolo.
|
|
148
|
-
2. NÃO toque em tasks.json, feature.json, state.json nem no board de sessão
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|
149
|
-
(TaskCreate/TaskUpdate) — todo estado (status de task, scores, gates) é
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|
150
|
-
gravado exclusivamente pelo orquestrador.
|
|
156
|
+
encerrar (um arquivo por task, mesmo cobrindo várias tasks do fluxo
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|
157
|
+
numa sessão só) — é o retorno autoritativo, não a sua mensagem final
|
|
158
|
+
(que é cortesia best-effort e pode não chegar inteira). NÃO chame
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|
159
|
+
SendMessage.
|
|
160
|
+
2. NÃO toque em tasks.json, feature.json, state.json nem no board de
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|
161
|
+
sessão (TaskCreate/TaskUpdate) — todo estado (status de task, scores,
|
|
162
|
+
gates) é gravado exclusivamente pelo orquestrador.
|
|
151
163
|
3. Verificação condicional ao isolamento:
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|
152
164
|
- Batch SEM isolamento (working tree compartilhada): NÃO rode build/test da
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153
165
|
suíte compartilhada — edições concorrentes quebram o build umas das outras;
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154
|
-
a verificação é do orquestrador,
|
|
166
|
+
a verificação é do orquestrador, pós-batch (`morph-spec verify`).
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|
155
167
|
- Batch COM isolamento (você recebeu `isolation: "worktree"`): rode build/test
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156
168
|
DENTRO do seu worktree; commite seu trabalho na branch do worktree como
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157
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-
último ato antes do relatório; reporte a branch
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158
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-
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159
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-
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160
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-
Seu relatório final deve conter:
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161
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-
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162
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-
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163
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-
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164
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-
- auto-score 0-10 (rubric: completeness, correctness, mandate compliance)
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169
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+
último ato antes do relatório; reporte a branch — nunca faça merge nem
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170
|
+
toque na árvore principal.
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171
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+
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172
|
+
Seu relatório final deve conter APENAS: (1) o que foi feito em 2-3
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173
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+
frases, (2) arquivos modificados, (3) problemas encontrados e como foram
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174
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+
resolvidos, (4) auto-score 0-10 com justificativa em uma linha. Relatório
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175
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+
ausente, oco, ou sem os 4 itens, é falha de protocolo.
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165
176
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```
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166
177
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167
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-
> Este template é deliberadamente paritário com o template sequencial em `morph-implement` §4: ambos despacham o **subagent registrado do domínio (`morph-{id}`)** com standard escopado e as mesmas cláusulas do contrato do relatório final. A única diferença é que aqui múltiplos agentes rodam ao mesmo tempo, um por fluxo independente.
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178
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+
> Este template é deliberadamente paritário com o template sequencial em `morph-implement` §4: ambos despacham o **subagent registrado do domínio (`morph-{id}`)** com standard escopado e as **mesmas 3 cláusulas curtas** do contrato do relatório final e os mesmos 4 itens de relatório — racional completo em `MORPH.md` §6. A única diferença é que aqui múltiplos agentes rodam ao mesmo tempo, um por fluxo independente.
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168
179
|
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169
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> **Alternativa quando os fluxos tocam os mesmos projetos/arquivos** (ex.: o mesmo csproj de testes compartilhado): siga a §3b-w abaixo em vez desta seção — despache com `isolation: "worktree"`, cada agente trabalha numa working tree própria e o orquestrador integra ao final.
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170
181
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@@ -220,12 +231,8 @@ O comando grava `gateDecisions.review = { pause, reason, signals, trust, decided
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220
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### 6. Pós Gate 3 — encerramento
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-
- Aprovar o Gate 3: em auto, `morph-spec approve {feature} review --mode auto`; em manual, o hook state-sync registra a resposta "aprovado" em AskUserQuestion — **desde que a pergunta nomeie a feature** (
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224
|
-
- **Fechar a feature** com `morph-spec finish {feature} --pr|--merge
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225
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-
- **Abrir PR** (`--pr`): faz `push` de `morph/{f}` + `gh pr create` com base na default — para review por outro humano/CI antes do merge. Exige `origin` + `gh` autenticado (checados **antes** de arquivar; se faltarem, `finish` recusa sem efeito colateral — caia para `--merge`). A branch é preservada e a sessão fica em `morph/{f}`.
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226
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-
- **Merge local** (`--merge`): merge `--no-ff` na default **localmente**, sem push — para o fluxo single-user direto. Remove a branch e o worktree.
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227
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-
- Não integre automaticamente sem a escolha do modo: `finish` toca o remoto (`--pr`) ou a branch default (`--merge`) — é uma ação de saída que pede confirmação.
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228
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-
- Feature **legada** (criada antes do modelo "nasce numa branch", sem `morph/{f}`): `finish` recusa e roteia para `morph-spec archive {feature}` (arquivar-sem-integrar); nesse caso, arquive.
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234
|
+
- Aprovar o Gate 3: em auto, `morph-spec approve {feature} review --mode auto`; em manual, o hook state-sync registra a resposta "aprovado" em `AskUserQuestion` — **desde que a pergunta nomeie a feature** (senão aprove via `morph-spec approve`).
|
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235
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+
- **Fechar a feature** com `morph-spec finish {feature} --pr|--merge`, modo escolhido via `AskUserQuestion` (header `"Integração"`): `--pr` (push + PR, review antes do merge) vs `--merge` (integra local, single-user direto). Não integre automaticamente sem essa escolha. Mecânica completa (o que cada modo faz, feature legada sem `morph/{f}`): `MORPH.md` §2.1/§2.2.
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229
236
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230
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## Anti-padrões
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@@ -247,10 +254,11 @@ O comando grava `gateDecisions.review = { pause, reason, signals, trust, decided
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247
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## Referências
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249
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250
|
-
- `.morph/framework/MORPH.md` — charter NLH
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251
|
-
- `framework/skills/core/morph-implement/SKILL.md`
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257
|
+
- `.morph/framework/MORPH.md` — charter NLH; §6 tem o racional completo do contrato do relatório final (aqui e no `morph-implement` §4 estão só as versões curtas coladas no dispatch)
|
|
258
|
+
- `framework/skills/core/morph-implement/SKILL.md` — §4 tem o template sequencial paritário a este §3b
|
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252
259
|
- `framework/skills/core/morph-eval/SKILL.md`
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|
253
260
|
- `framework/skills/core/morph-review/SKILL.md`
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|
261
|
+
- `framework/skills/core/morph-plan/SKILL.md` §5a — resolve e carimba `task.agent`/`task.standards` no plano; fonte primária deste §3b
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|
254
262
|
- `morph-spec dag {feature}` — análise de DAG e decisão sequencial vs paralelo (ponderada por effort), incluindo recomendação de isolamento (`isolation.recommended: "worktree"`)
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255
263
|
- `morph-spec verify {feature} [task] --json` — cadeia determinística build+testes+validadores (código antes do juiz)
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256
264
|
- `morph-spec score {feature} {task} {score} [--dims a,c,q,t]` — grava taskScores no feature.json com timestamp server-side
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@@ -4,7 +4,7 @@ description: Entende o negócio, os usuários e a arquitetura antes de qualquer
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4
4
|
version: core
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5
5
|
when-to-invoke: ao receber um novo request de feature, antes de morph-plan
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6
6
|
user-invokable: true
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7
|
-
cliVersion: "8.
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7
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+
cliVersion: "8.18.0"
|
|
8
8
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---
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|
9
9
|
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10
10
|
# morph-brainstorming
|
|
@@ -17,17 +17,7 @@ Ao iniciar uma nova feature — antes de qualquer especificação técnica ou pl
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17
17
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18
18
|
## Stack padrão (baked in)
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19
19
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20
|
-
O harness conhece o stack por padrão. Não pergunte sobre tecnologia a menos que haja ambiguidade real.
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21
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-
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-
| Camada | Stack |
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-
|--------|-------|
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-
| Backend | .NET 10, VSA (feature-folder: handler + validator + endpoint + errors + tests) |
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-
| ORM | EF Core + Neon (Postgres), `Guid.CreateVersion7()`, `sealed` classes, `result.Match()` |
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26
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-
| IA | Microsoft Agent Framework (MAF) — quando a feature envolve agentes |
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27
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-
| Frontend | Next.js App Router + Tailwind + Framer Motion + Shadcn |
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28
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-
| Jobs async | Hangfire — apenas se a feature requer processamento em background |
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29
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-
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30
|
-
**Padrões proibidos:** `Guid.NewGuid()`, classes não-sealed sem justificativa, exceptions sem result pattern, camada de Service/Manager entre handler e dados, repository genérico (`IRepository<T>`/`IUnitOfWork`), SQL cru sem justificativa. Acesso a dados em VSA: `ApplicationDbContext` direto no slice (`DbSet<T>` já é repository, `DbContext` já é unit of work); para concorrência ou SQL específico, store dedicado hand-written com justificativa em `decisions.md`.
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|
20
|
+
O harness conhece o stack por padrão (backend .NET 10 + VSA + EF Core/Neon, IA via MAF, frontend Next.js/Tailwind/Shadcn) e a lista de padrões proibidos (`Guid.NewGuid()`, classes não-sealed, Service/Manager layer, repository genérico, SQL cru). **Não pergunte sobre tecnologia a menos que haja ambiguidade real** — stack nunca entra na árvore de decisões. Regra canônica: `MORPH.md` § "Stack baked-in".
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31
21
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32
22
|
## Modo bug-lean (`workType: bug`)
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33
23
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@@ -4,7 +4,7 @@ description: Avalia a qualidade de uma tarefa ou fase com rubricas graduadas 0-1
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4
4
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version: core
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|
5
5
|
when-to-invoke: ao completar uma tarefa ou ao finalizar uma fase de implementação
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6
6
|
user-invokable: false
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|
7
|
-
cliVersion: "8.
|
|
7
|
+
cliVersion: "8.18.0"
|
|
8
8
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---
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|
9
9
|
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|
10
10
|
# morph-eval
|
|
@@ -19,21 +19,23 @@ Também invocado ao receber o retorno de um sub-agent com auto-score < 7.
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19
19
|
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20
20
|
**Somente após `morph-spec verify {feature} {task}` verde** (a `morph-apply` garante isso no loop §3a). O verify é a barreira determinística (build+testes+validadores); esta skill julga o que o código não pega: arquitetura, contratos, qualidade, cobertura qualitativa.
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21
21
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22
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-
> **Escopo de fase (Gate 3):** a avaliação da feature inteira NÃO é feita por quem implementou — a `morph-review` despacha a persona `evaluator` de `agents.json` (contexto fresco, sem autoria; recebe mandate + diff + saída real dos testes) usando esta skill como guia. O eval por task pode ser inline; o score composto do Gate 3 vem sempre do avaliador independente.
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|
22
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+
> **Escopo de fase (Gate 3):** a avaliação da feature inteira NÃO é feita por quem implementou — a `morph-review` despacha a persona `evaluator` de `agents.json` (contexto fresco, sem autoria; recebe mandate + diff + saída real dos testes) usando esta skill como guia, **sempre com as 4 rubricas completas** — nunca a condensada, que é exclusiva do eval inline por task. O eval por task pode ser inline; o score composto do Gate 3 vem sempre do avaliador independente, com a régua completa.
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23
23
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24
24
|
## O que fazer
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25
25
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26
26
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0. Confirme que o `morph-spec verify` da task está verde (a morph-apply passa o resultado; numa invocação manual, rode `morph-spec verify {feature} {task} --json`). Se estiver vermelho, NÃO avalie — devolva o `feedback[]` do verify ao loop de correção.
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27
27
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28
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-
1. Identifique o escopo da avaliação: tarefa única ou fase completa.
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28
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+
1. Identifique o escopo da avaliação: tarefa única (eval inline) ou fase completa (Gate 3).
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29
29
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30
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-
2.
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31
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-
-
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32
|
-
- `
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33
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-
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34
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-
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30
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+
2. Leia a rubrica correspondente ao escopo:
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31
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+
- **Tarefa única (eval inline, o caso comum):** leia SÓ `.morph/framework/evals/rubrics/condensed.md` — tabela única com as 4 dimensões e seus pesos, condensada das completas. Não abra as 4 rubricas completas para esse escopo; a condensada é fiel a elas (dimensões e pesos idênticos, enforced por `scripts/check-rubric-parity.js`).
|
|
32
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+
- **Fase completa (Gate 3):** o avaliador independente despachado pela `morph-review` (persona `evaluator`, contexto fresco) usa **sempre** as 4 rubricas completas — a régua do juiz de Gate 3 não muda:
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33
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+
- `architecture.md` — peso 30% — vertical slice, separação de responsabilidades, infra
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34
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+
- `contracts.md` — peso 25% — tipos, validação, tratamento de erros, naming
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35
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+
- `code-quality.md` — peso 25% — naming, ausência de code smells, padrões do stack
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36
|
+
- `test-coverage.md` — peso 20% — happy path, edge cases, isolamento, naming de testes
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35
37
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36
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-
3. Atribua um score de 1 a 10 para cada dimensão seguindo as bandas da rubrica.
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38
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+
3. Atribua um score de 1 a 10 para cada dimensão seguindo as bandas da rubrica (condensada ou completa, conforme o passo 2).
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37
39
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|
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38
40
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4. Calcule o score composto: (arch × 0.30) + (contracts × 0.25) + (quality × 0.25) + (tests × 0.20).
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39
41
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@@ -53,9 +55,10 @@ Também invocado ao receber o retorno de um sub-agent com auto-score < 7.
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## Referências
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- `morph-spec verify {feature} [task] --json` — barreira determinística (build+testes+validadores) que precede esta skill
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-
- `.morph/framework/evals/rubrics/
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-
- `.morph/framework/evals/rubrics/
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-
- `.morph/framework/evals/rubrics/
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59
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-
- `.morph/framework/evals/rubrics/
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58
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+
- `.morph/framework/evals/rubrics/condensed.md` — rubrica condensada (4 dimensões + pesos), usada no eval INLINE por task
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59
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+
- `.morph/framework/evals/rubrics/architecture.md` — rubrica completa de arquitetura (30%) — Gate 3, avaliador independente
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+
- `.morph/framework/evals/rubrics/contracts.md` — rubrica completa de contratos (25%) — Gate 3, avaliador independente
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61
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+
- `.morph/framework/evals/rubrics/code-quality.md` — rubrica completa de qualidade (25%) — Gate 3, avaliador independente
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62
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+
- `.morph/framework/evals/rubrics/test-coverage.md` — rubrica completa de cobertura (20%) — Gate 3, avaliador independente
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60
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- `.morph/framework/evals/trace-schema.md` — formato canônico do trace
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- `.morph/framework/MORPH.md` — seção 1 (papel Evaluator)
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@@ -4,7 +4,7 @@ description: ADW cirúrgico de hotfix — resolve uma queda/bug crítico de prod
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4
4
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version: core
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5
5
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when-to-invoke: ao receber "/morph-hotfix {feature}", quando a morph-proposal classifica o pedido como workType hotfix (Passo 0), ou o usuário diz "produção caiu / hotfix / urgente"
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6
6
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user-invokable: true
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7
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-
cliVersion: "8.
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7
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+
cliVersion: "8.18.0"
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8
8
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---
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9
9
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10
10
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# morph-hotfix
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@@ -4,7 +4,7 @@ description: Guia a execução de cada tarefa de implementação com standard e
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4
4
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version: core
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5
5
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when-to-invoke: ao iniciar cada task de implementação listada em tasks.json
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6
6
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user-invokable: false
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7
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-
cliVersion: "8.
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7
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+
cliVersion: "8.18.0"
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8
8
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---
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9
9
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10
10
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# morph-implement
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@@ -18,23 +18,28 @@ Ao iniciar cada task de `tasks.json` — antes de escrever qualquer código. Nor
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18
18
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19
19
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## O que fazer
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20
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-
1. **
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+
1. **Leia o plano integral na primeira task da sessão.** No cold start (primeira task que você implementa nesta sessão — início de `/morph-apply`, ou a primeira depois de um `/compact`), **use a tool Read** em `mandate.md`, `spec.md` e `decisions.md` de `.morph/features/{feature}/2-plan/`, nessa ordem, e mantenha-os em contexto pelo resto da sessão. Nunca implemente a primeira task da sessão sem o mandate em contexto.
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22
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-
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+
**Nas tasks seguintes da MESMA sessão, não releia por padrão.** O conteúdo carregado na task anterior continua válido — o contrato do plano está congelado pós-Gate 2 (`protect-spec-files` bloqueia mudança nos campos de contrato), então reler os três arquivos a cada task é custo sem sinal novo. Releia (o arquivo relevante, não necessariamente os três) só quando:
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+
- houve `/compact` desde a última leitura — o compact pode ter descartado o conteúdo do contexto; ou
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+
- a task corrente referencia um FR ou uma decisão que você não tem em contexto — dúvida legítima, não default cego.
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+
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+
> "Na dúvida, Read" continua valendo — mas como **gatilho** de releitura pontual (compact, ou lacuna de conteúdo específico), nunca como default de reler tudo a cada task. Isso é o que muda: o contrato deixou de ser "por task" e passou a ser "por sessão".
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Do `mandate.md`, identifique os standards obrigatórios e patterns proibidos. Do `spec.md`, a arquitetura e as seções de FRs referenciadas pela `description` da task corrente. Do `decisions.md`, as ADRs já registradas — para não contradizê-las nem re-decidir o que já foi decidido.
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**Se a `morph-apply` passou `feedback` de uma tentativa anterior** (loop de correção — a task foi implementada mas o `morph-eval` deu score < 9): isto NÃO é uma implementação do zero. Leia o feedback priorizado, identifique os pontos bloqueantes listados, e **corrija especificamente esses pontos** no código já existente. Não reescreva o que já passou; foque no que o eval apontou. Registre no recap qual feedback foi endereçado em qual tentativa.
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2. Identifique o standard mais relevante para a tarefa atual:
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-
-
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-
- **
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+
- Rode `morph-spec standards --find "<domínio/tecnologia da task>"` (filtros opcionais `--category`, `--tags`, `--json`) — o comando busca em `framework/standards/STANDARDS.json` e devolve o top 3 candidatos como `id · path · digest`, sem você abrir o index inteiro.
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+
- **O digest decide a escolha.** Escolha 1-3 standards pelo `digest` retornado. Depois, **use a tool Read APENAS no(s) arquivo(s) `.md` escolhido(s)** (campo `path` do resultado) — o digest te diz qual candidato é o certo; o arquivo escolhido se lê inteiro, porque é onde vivem as convenções aplicáveis.
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- **Tarefas de agente de IA (MAF):** Read os `framework/standards/ai-agents/*.md` relevantes para a task. Mesmo que você consulte docs externas (context7) para a superfície da API do `Microsoft.Agents.AI`, as **convenções de projeto** (single-agent por padrão, provider/caching/observability, A2A, middleware) vêm desses standards. Uma fonte externa não as conhece.
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- Se nenhum standard cobrir o caso, registre no decisions.md e adote o critério mais conservador.
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3. Identifique a persona de agente adequada para a tarefa:
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-
- **
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-
-
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+
- **Fonte primária: `task.agent` do tasks.json.** O `morph-plan` já resolveu `agents.json` uma vez no momento do plano e carimbou `agent` (id da persona, sem prefixo `morph-`) e `standards` por task (ver `morph-plan` §5a) — use esses campos diretamente, sem reabrir `agents.json`.
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+
- **Fallback — plano legado (task sem `agent`):** **use a tool Read em `.morph/framework/agents.json`** — não recupere a persona de memória. Encontre o agente cujo `domains` cobre o domínio da tarefa e leia o campo `persona` para adotar o ponto de vista durante a implementação.
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+
- O array de standards — `task.standards` quando presente, ou o `standards` do agente lido no fallback — é o ponto de partida do passo 2.
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- O `**Persona:**` que você grava no recap (passo 6) **deve** refletir o mecanismo REAL usado: `morph-{id}` (dispatch pelo subagent registrado), `general-purpose (fallback: {id})` (tipo não registrado — registre também nas `notes` da task), ou `inline ({id})` (você executou inline adotando a persona). É assim que o reviewer audita contra o que o runtime realmente registrou — uma auto-declaração que não casa com o dispatch é drift.
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4. Decida se a task deve ser despachada para um sub-agent. Dispatch é o **default** para o caso pesado/multi-domínio (ver `.morph/framework/MORPH.md` seção 6) — despache quando a task dispara qualquer gatilho:
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@@ -49,7 +54,7 @@ Ao iniciar cada task de `tasks.json` — antes de escrever qualquer código. Nor
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> **Relação com `morph-spec dag`:** a decisão do DAG (na `morph-apply` §2) governa o **paralelismo ENTRE tasks** — quantos sub-agents rodam ao mesmo tempo. Os gatilhos acima governam o **dispatch INDIVIDUAL desta task**. São ortogonais e coexistem: `DAG: sequencial` NÃO significa "tudo inline" — significa "uma task por vez, na ordem". Exemplo: cadeia única backend de 12 tasks (DAG: sequencial); T7 tem effort L → despache T7 sozinha para `morph-dotnet-senior` e aguarde o retorno antes de seguir; T8 (S, mesmo domínio) roda inline.
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-
**Se for despachar — use `subagent_type: "morph-{id}"` do agente identificado no passo 3.** Os subagents são gerados de `agents.json` na instalação (`.claude/agents/morph-{id}.md`) e a persona é o **system prompt** deles — não a cole no prompt. **Fallback:** se `morph-{id}` não estiver na sua lista de subagent types (stack não instalado), use `general-purpose` colando o campo `persona` no prompt e registre nas `notes` da task: `dispatch-fallback: general-purpose ({id} não registrado)`. Template do prompt:
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+
**Se for despachar — use `subagent_type: "morph-{id}"` do agente identificado no passo 3.** Os subagents são gerados de `agents.json` na instalação (`.claude/agents/morph-{id}.md`) e a persona é o **system prompt** deles — não a cole no prompt. **Fallback:** se `morph-{id}` não estiver na sua lista de subagent types (stack não instalado), use `general-purpose` colando o campo `persona` no prompt e registre nas `notes` da task: `dispatch-fallback: general-purpose ({id} não registrado)`. Template do prompt (cláusulas do relatório em forma curta — racional completo em `MORPH.md` §6):
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53
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```
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Implementar [ID]: [title da task]
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@@ -59,27 +64,22 @@ Ao iniciar cada task de `tasks.json` — antes de escrever qualquer código. Nor
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Done quando: [doneCriteria do tasks.json]
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Contrato do relatório final:
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-
1. GRAVE
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-
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-
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-
chegar inteira ao orquestrador (o evento recebido às vezes é só um
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-
idle_notification, sem texto). Ainda assim NÃO chame SendMessage: ele
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-
gera um evento a mais além da notificação de término, custando um turno
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-
inútil ao orquestrador. Relatório ausente, oco, ou sem os 4 itens abaixo,
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-
é falha de protocolo.
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+
1. GRAVE `.morph/features/{feature}/3-implement/reports/[ID].md` ANTES de
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+
encerrar — é o retorno autoritativo, não a sua mensagem final (que é
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+
cortesia best-effort e pode não chegar inteira). NÃO chame SendMessage.
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70
70
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2. NÃO toque em tasks.json, feature.json, state.json nem no board de sessão
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-
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-
orquestrador.
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+
— todo estado é gravado exclusivamente pelo orquestrador.
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3. Verificação condicional ao isolamento: em batch paralelo SEM isolamento,
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NÃO rode build/test da suíte compartilhada — a verificação
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-
(`morph-spec verify`) é do orquestrador,
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-
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-
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-
e reporte a branch — nunca faça merge.
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74
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+
(`morph-spec verify`) é do orquestrador, pós-batch. Em batch COM
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+
`isolation: "worktree"`, rode build/test no seu worktree, commite na
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+
branch do worktree como último ato antes do relatório — nunca faça merge.
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Seu relatório (no arquivo, e na mensagem final quando ela chega) deve conter
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APENAS: (1) o que foi feito em 2-3 frases, (2) arquivos modificados,
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-
(3) problemas encontrados e como foram resolvidos, (4) auto-score 0-10
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80
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+
(3) problemas encontrados e como foram resolvidos, (4) auto-score 0-10 com
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81
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+
justificativa em uma linha. Relatório ausente, oco, ou sem os 4 itens, é
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82
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+
falha de protocolo.
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83
83
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```
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84
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Após o retorno do dispatch: **leia primeiro** `.morph/features/{feature}/3-implement/reports/[ID].md`
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85
85
|
— é o valor de retorno autoritativo. Trate a mensagem de texto do sub-agent, se chegou inteira,
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@@ -154,8 +154,9 @@ Ao iniciar cada task de `tasks.json` — antes de escrever qualquer código. Nor
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154
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- Trace em `.morph/traces/` gerado automaticamente pelo hook `trace-autogen` (a skill não o escreve)
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155
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156
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## Referências
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-
- `.morph/framework/agents.json` — personas dos agentes por domínio
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+
- `morph-spec standards --find "<query>" [--category] [--tags] [--json]` — busca de standard por digest (passo 2); não abre `STANDARDS.json` inteiro
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158
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+
- `.morph/framework/agents.json` — personas dos agentes por domínio; lido apenas no fallback do passo 3 (task sem `agent` — plano legado)
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159
159
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- `.morph/framework/MORPH.md` seção 6 — critérios de dispatch e contrato de retorno do sub-agent
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160
160
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- `.morph/features/{feature}/2-plan/mandate.md` — contrato da feature
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161
|
+
- `.morph/features/{feature}/2-plan/tasks.json` — `task.agent`/`task.standards` carimbados pelo `morph-plan` §5a (fonte primária dos passos 2 e 3)
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161
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|
- `.morph/framework/schemas/tasks.schema.json` — schema de tasks.json (enum de status e campos)
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