@fayz-ai/db 0.17.0 → 0.18.1

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@@ -0,0 +1,160 @@
1
+ -- ============================================================================
2
+ -- 125 — A DATA QUE FECHA NÃO É A DATA QUE SÓ LEMBRA.
3
+ --
4
+ -- O V1 guarda as duas coisas na mesma tabela e as separa por UMA coluna,
5
+ -- `holidays.is_holiday`, que o formulário chama de *Tipo*:
6
+ --
7
+ -- Feriado "Afeta agenda e funcionamento"
8
+ -- Data Comemorativa "Usada no módulo de marketing"
9
+ --
10
+ -- O V2 herdou a tabela e PERDEU a coluna: o ETL trouxe 179 linhas para o Espaço
11
+ -- Facial sem nenhum traço de `is_holiday` (o `metadata.migration` guarda só o
12
+ -- batch e a origem). Sem ela, "Dia do Sorvete" e "Independência do Brasil" são
13
+ -- a mesma coisa para quem lê a tabela — e uma agenda que tratasse as duas
14
+ -- igualmente fecharia a casa no Dia do Sorvete ou abriria no dia 7 de setembro.
15
+ --
16
+ -- `kind` NÃO resolve isso: national|state|city|company é ALCANCE GEOGRÁFICO, e
17
+ -- de fato as 177 linhas importadas estão todas em 'national', comemorativas
18
+ -- inclusive. São eixos ortogonais.
19
+ --
20
+ -- ── O backfill, e o que ele deliberadamente não decide ──────────────────────
21
+ --
22
+ -- Marca como fechamento APENAS o que é feriado nacional por lei (Lei 662/1949,
23
+ -- 6.802/1980 e 14.759/2024, mais a Sexta-feira Santa). Tudo o mais nasce
24
+ -- comemorativo.
25
+ --
26
+ -- Carnaval, Quarta-feira de Cinzas e Corpus Christi ficam de FORA de propósito:
27
+ -- são ponto facultativo, não feriado — quem fecha nesses dias é a casa, e o V1
28
+ -- deixava isso por linha. Adivinhar aqui fecharia três dias do ano de 179
29
+ -- tenants sem ninguém ter pedido. A tela permite virar a chave numa linha.
30
+ --
31
+ -- Idempotente: o UPDATE só toca linhas que ainda estão no padrão.
32
+ -- ============================================================================
33
+
34
+ ALTER TABLE public.holidays
35
+ ADD COLUMN IF NOT EXISTS closes boolean NOT NULL DEFAULT true;
36
+
37
+ COMMENT ON COLUMN public.holidays.closes IS
38
+ 'true = fecha/altera o funcionamento (o "Feriado" do V1); false = data comemorativa, só marketing.';
39
+
40
+ -- Os nomes exatos com que o calendário oficial do V1 escreve os feriados
41
+ -- nacionais. Comparação sem acento e sem caixa: a mesma data chega escrita
42
+ -- "Nossa Senhora Aparecida" e "Nossa Senhora da Aparecida" no mesmo tenant.
43
+ DO $$
44
+ DECLARE
45
+ v_fechamentos text[] := ARRAY[
46
+ 'confraternizacao universal',
47
+ 'tiradentes',
48
+ 'dia do trabalho',
49
+ 'dia do trabalhador',
50
+ 'sexta-feira santa',
51
+ 'independencia do brasil',
52
+ 'nossa senhora aparecida',
53
+ 'nossa senhora da aparecida',
54
+ 'finados',
55
+ 'proclamacao da republica',
56
+ 'consciencia negra',
57
+ 'natal'
58
+ ];
59
+ BEGIN
60
+ -- `translate` e não `unaccent`: a extensão não está garantida em todo pool, e
61
+ -- um corpo com search_path vazio só estoura na PRIMEIRA chamada.
62
+ UPDATE public.holidays h
63
+ SET closes = false
64
+ WHERE h.closes -- só o que ainda está no padrão
65
+ AND translate(lower(btrim(h.name)), 'áàâãéêíóôõúüç', 'aaaaeeiooouuc') <> ALL (v_fechamentos);
66
+ END $$;
67
+
68
+ -- ---------------------------------------------------------------------------
69
+ -- A porta por onde a agenda lê. Sem `closes` aqui, o eixo existiria na tabela e
70
+ -- não chegaria a tela nenhuma.
71
+ -- ---------------------------------------------------------------------------
72
+ -- DROP antes: `CREATE OR REPLACE` não muda a forma do RETURNS TABLE, e uma
73
+ -- coluna nova é forma nova.
74
+ DROP FUNCTION IF EXISTS public.holidays_for_unit(uuid, date, date);
75
+ CREATE FUNCTION public.holidays_for_unit(p_unit uuid, p_from date, p_to date)
76
+ RETURNS TABLE (id uuid, occurs_on date, name text, kind text, unit_id uuid,
77
+ recurring boolean, description text, closes boolean)
78
+ LANGUAGE sql STABLE SET search_path = ''
79
+ AS $$
80
+ WITH years AS (
81
+ SELECT generate_series(extract(year FROM p_from)::int, extract(year FROM p_to)::int) AS y
82
+ ),
83
+ scoped AS (
84
+ SELECT h.* FROM public.holidays h
85
+ WHERE h.tenant_id = app.current_tenant_id()
86
+ AND h.is_active
87
+ AND (h.unit_id IS NULL OR h.unit_id = p_unit)
88
+ AND (p_unit IS NULL OR EXISTS (SELECT 1 FROM app.units u WHERE u.tenant_id = h.tenant_id AND u.id = p_unit))
89
+ )
90
+ SELECT s.id, s.date AS occurs_on, s.name, s.kind, s.unit_id, s.recurring, s.description, s.closes
91
+ FROM scoped s
92
+ WHERE NOT s.recurring AND s.date BETWEEN p_from AND p_to
93
+ UNION ALL
94
+ SELECT s.id, (s.date + make_interval(years => (y.y - extract(year FROM s.date)::int)))::date,
95
+ s.name, s.kind, s.unit_id, s.recurring, s.description, s.closes
96
+ FROM scoped s CROSS JOIN years y
97
+ WHERE s.recurring
98
+ AND (s.date + make_interval(years => (y.y - extract(year FROM s.date)::int)))::date BETWEEN p_from AND p_to
99
+ ORDER BY 2, 3;
100
+ $$;
101
+
102
+ -- O DROP leva as concessões junto, e o padrão do Postgres é EXECUTE para
103
+ -- PUBLIC — o que abriria o calendário da casa ao anon.
104
+ REVOKE ALL ON FUNCTION public.holidays_for_unit(uuid, date, date) FROM PUBLIC;
105
+ REVOKE ALL ON FUNCTION public.holidays_for_unit(uuid, date, date) FROM anon;
106
+ GRANT EXECUTE ON FUNCTION public.holidays_for_unit(uuid, date, date) TO authenticated, service_role;
107
+
108
+ -- ---------------------------------------------------------------------------
109
+ -- E o writer do ETL, para que a próxima carga traga o eixo em vez de perdê-lo
110
+ -- de novo. `closes` ausente no payload mantém o que está gravado: uma casa que
111
+ -- virou a chave à mão não a perde na reimportação.
112
+ -- ---------------------------------------------------------------------------
113
+ CREATE OR REPLACE FUNCTION migration.upsert_holiday(p_tenant uuid, p_id uuid, p_row jsonb, p_args jsonb DEFAULT '{}'::jsonb)
114
+ RETURNS jsonb LANGUAGE plpgsql SECURITY DEFINER SET search_path = ''
115
+ AS $$
116
+ DECLARE
117
+ v_meta jsonb := coalesce(p_row -> 'metadata', '{}'::jsonb);
118
+ v_kind text := coalesce(p_args ->> 'kind', 'company');
119
+ v_date date;
120
+ v_name text := nullif(btrim(coalesce(p_row ->> 'name', '')), '');
121
+ v_existing_tenant uuid;
122
+ v_created boolean := false;
123
+ v_standalone boolean := migration._standalone();
124
+ BEGIN
125
+ IF v_standalone THEN PERFORM migration._assert_fence(p_tenant); PERFORM set_config('migration.writer', 'on', true); END IF;
126
+ BEGIN
127
+ v_date := (p_row ->> 'date')::date;
128
+ EXCEPTION WHEN OTHERS THEN
129
+ RETURN jsonb_build_object('status', 'quarantined', 'kind', 'value', 'reason', format('%L is not a date', p_row ->> 'date'));
130
+ END;
131
+ IF p_id IS NULL OR v_date IS NULL OR v_name IS NULL THEN
132
+ RETURN jsonb_build_object('status', 'quarantined', 'kind', 'state', 'reason', 'a holiday needs an id, a date and a name');
133
+ END IF;
134
+ IF v_kind NOT IN ('national', 'state', 'city', 'company') THEN
135
+ RETURN jsonb_build_object('status', 'quarantined', 'kind', 'value', 'reason', format('unknown holiday kind %L', v_kind));
136
+ END IF;
137
+ SELECT tenant_id INTO v_existing_tenant FROM public.holidays WHERE id = p_id;
138
+ IF v_existing_tenant IS NOT NULL AND v_existing_tenant <> p_tenant THEN
139
+ RETURN jsonb_build_object('status', 'quarantined', 'kind', 'tenant', 'reason', format('holiday %s already exists in another tenant', p_id));
140
+ END IF;
141
+ IF v_existing_tenant IS NULL THEN
142
+ INSERT INTO public.holidays (id, tenant_id, unit_id, date, name, kind, recurring, description, is_active, closes, metadata)
143
+ VALUES (p_id, p_tenant, (p_row ->> 'unit_id')::uuid, v_date, v_name, v_kind,
144
+ coalesce((p_row ->> 'recurring')::boolean, false), p_row ->> 'description',
145
+ coalesce((p_row ->> 'is_active')::boolean, true),
146
+ coalesce((p_row ->> 'closes')::boolean, true), v_meta);
147
+ v_created := true;
148
+ ELSE
149
+ UPDATE public.holidays SET
150
+ unit_id = CASE WHEN p_row ? 'unit_id' THEN (p_row ->> 'unit_id')::uuid ELSE unit_id END,
151
+ date = v_date, name = v_name, kind = v_kind,
152
+ recurring = CASE WHEN p_row ? 'recurring' THEN coalesce((p_row ->> 'recurring')::boolean, false) ELSE recurring END,
153
+ description = CASE WHEN p_row ? 'description' THEN p_row ->> 'description' ELSE description END,
154
+ closes = CASE WHEN p_row ? 'closes' THEN coalesce((p_row ->> 'closes')::boolean, true) ELSE closes END,
155
+ metadata = migration._merge_meta(metadata, v_meta)
156
+ WHERE id = p_id;
157
+ END IF;
158
+ IF v_standalone THEN PERFORM migration._audit(p_tenant, 'public.holidays', p_id, jsonb_build_object('reason', CASE WHEN v_created THEN 'created' ELSE 'updated' END)); END IF;
159
+ RETURN jsonb_build_object('status', 'migrated', 'target_id', p_id, 'reason', CASE WHEN v_created THEN 'created' ELSE 'updated' END);
160
+ END $$;
@@ -0,0 +1,62 @@
1
+ -- ============================================================================
2
+ -- 126 — O TELEFONE PROCURADO NÃO TEM PARÊNTESES.
3
+ --
4
+ -- O V1 procura cliente por NOME, TELEFONE OU CPF ("a busca pede pelo menos 2
5
+ -- caracteres e procura por nome, telefone ou CPF"). O V2 procura só por nome —
6
+ -- e a recepção, com a cliente ao telefone, digita o número e não acha ninguém.
7
+ --
8
+ -- Por que não bastou trocar a consulta: dos 120.808 contatos do Espaço Facial,
9
+ -- 100.322 têm o telefone GRAVADO COM FORMATO — "(21) 99999-9999" — e 19.689 em
10
+ -- dígitos puros. Quem digita "21999999999" não casa com o primeiro grupo; quem
11
+ -- digita "(21)" não casa com o segundo. Comparar texto com texto aqui é uma
12
+ -- loteria sobre como o dado foi digitado anos atrás.
13
+ --
14
+ -- `phone_digits` é a mesma informação sem a pontuação, calculada pelo banco.
15
+ -- GERADA, não copiada: uma coluna que alguém precisa lembrar de atualizar
16
+ -- envelhece em silêncio, e uma busca que envelhece devolve "não encontrado"
17
+ -- para quem está cadastrado.
18
+ --
19
+ -- `document_number` não precisa disto — os 114.476 preenchidos já estão em
20
+ -- dígitos puros neste tenant.
21
+ --
22
+ -- ── Custo ──────────────────────────────────────────────────────────────────
23
+ --
24
+ -- Coluna gerada REESCREVE a tabela (565 MB, 123.483 linhas) com ACCESS
25
+ -- EXCLUSIVE: `public.people` fica indisponível por dezenas de segundos. É uma
26
+ -- janela curta, mas é uma janela — vale rodar fora do horário de balcão.
27
+ --
28
+ -- Os índices de trigrama são o outro lado: hoje CADA TECLA da busca faz varredura
29
+ -- sequencial em 123 mil linhas, porque `ilike '%texto%'` não usa índice comum.
30
+ -- `extensions.gin_trgm_ops` qualificado de propósito: a extensão não mora em
31
+ -- `public`, e um nome sem esquema só falha na primeira chamada.
32
+ -- ============================================================================
33
+
34
+ ALTER TABLE public.people
35
+ ADD COLUMN IF NOT EXISTS phone_digits text
36
+ GENERATED ALWAYS AS (nullif(regexp_replace(coalesce(phone, ''), '[^0-9]', '', 'g'), '')) STORED;
37
+
38
+ COMMENT ON COLUMN public.people.phone_digits IS
39
+ 'O telefone só com dígitos, gerado a partir de `phone`. É por onde a busca procura.';
40
+
41
+ CREATE INDEX IF NOT EXISTS people_phone_digits_trgm
42
+ ON public.people USING gin (phone_digits extensions.gin_trgm_ops);
43
+
44
+ CREATE INDEX IF NOT EXISTS people_document_number_trgm
45
+ ON public.people USING gin (document_number extensions.gin_trgm_ops);
46
+
47
+ CREATE INDEX IF NOT EXISTS people_name_trgm
48
+ ON public.people USING gin (name extensions.gin_trgm_ops);
49
+
50
+ -- A VISTA MASCARADA TAMBÉM PRECISA SABER DA COLUNA NOVA.
51
+ --
52
+ -- `public.people` é a única tabela com leitura mascarada (`v_people`), e a
53
+ -- vista é GERADA: coluna acrescentada à tabela e ausente da vista chega ao
54
+ -- cliente como "não existe esse campo" — não como erro. O portão N16d do pgTAP
55
+ -- existe exatamente para isto, e foi ele que pegou.
56
+ DO $$
57
+ BEGIN
58
+ IF to_regprocedure('app.masked_view_refresh(regclass,text,text)') IS NOT NULL
59
+ AND EXISTS (SELECT 1 FROM app.masked_views WHERE table_name = 'people') THEN
60
+ PERFORM app.masked_view_refresh('public.people', 'person', 'person');
61
+ END IF;
62
+ END $$;
@@ -0,0 +1,250 @@
1
+ -- A configuração também se pergunta por unidade.
2
+ --
3
+ -- O registro de configuração do spine já é o mecanismo certo: uma chave nova é
4
+ -- um `app.seed_setting_keys`, que é DADO — não migration, não coluna, não
5
+ -- tabela de duas linhas. 17 chaves vivem assim hoje, de core e de plugin.
6
+ --
7
+ -- Só que ele para no tenant. E o hábito de abrir tabela para configuração
8
+ -- nasceu exatamente aí: quem precisou de valor POR FILIAL não teve como pedir.
9
+ -- É a origem de `plg_tables_settings`, `plg_reservations_settings` e
10
+ -- `plg_shop_shipping_settings` — as três têm `unit_id` e, tirando isso, não
11
+ -- fazem nada que o registro não faria.
12
+ --
13
+ -- ── A porta já estava aberta ────────────────────────────────────────────────
14
+ --
15
+ -- Isto não é ideia nova: é a metade que faltava. `tenant_setting_keys` já
16
+ -- declara `scope` com CHECK `('tenant','unit')`, e `tenant_setting_set` já
17
+ -- recusa o que não é do tenant:
18
+ --
19
+ -- IF k.scope <> 'tenant' THEN
20
+ -- RAISE EXCEPTION 'tenant_setting_set: key % is unit-scoped', p_key
21
+ --
22
+ -- Quem escreveu aquilo previu este arquivo. As 17 chaves de hoje dizem
23
+ -- `scope = 'tenant'` porque o outro lado nunca existiu.
24
+ --
25
+ -- ── Onde o valor da unidade mora ────────────────────────────────────────────
26
+ --
27
+ -- Em `app.units.settings`, irmã de `tenants.settings`. A linha da unidade já
28
+ -- existe, já tem RLS por unidade, e o resolvedor vira um coalesce de três.
29
+ -- Nenhuma tabela nova — que é o ponto: se a resposta para "configuração por
30
+ -- filial" fosse mais uma tabela, este arquivo não teria razão de existir.
31
+ --
32
+ -- ── A cascata, e por que o tenant continua podendo escrever ────────────────
33
+ --
34
+ -- unidade → tenant → default_value do registro
35
+ --
36
+ -- Uma chave `scope='unit'` gravada no TENANT é o padrão da casa; gravada na
37
+ -- UNIDADE é a exceção daquela filial. Por isso a trava do `tenant_setting_set`
38
+ -- afrouxa aqui em vez de endurecer: sem o nível do tenant, ligar uma opção para
39
+ -- uma rede de 127 unidades seria 127 escritas, e a 128ª filial nasceria com o
40
+ -- padrão errado.
41
+ --
42
+ -- Escrever `null` na unidade APAGA a exceção e devolve a filial ao padrão da
43
+ -- casa — `app.jsonb_set_path` já trata null como remoção. É o único jeito de
44
+ -- desfazer uma exceção sem inventar um terceiro estado.
45
+ --
46
+ -- Idempotente.
47
+
48
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
49
+ -- 1. A unidade ganha onde guardar
50
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
51
+
52
+ ALTER TABLE app.units
53
+ ADD COLUMN IF NOT EXISTS settings jsonb DEFAULT '{}'::jsonb NOT NULL;
54
+
55
+ COMMENT ON COLUMN app.units.settings IS
56
+ 'A exceção desta filial sobre o padrão da casa. Irmã de tenants.settings; lida pela cascata em app.unit_setting_value. Só chave com scope=''unit'' desce até aqui.';
57
+
58
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
59
+ -- 2. O resolvedor com cascata
60
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
61
+ --
62
+ -- `app.tenant_setting_value(tenant, key)` fica como está: 17 chaves e várias
63
+ -- telas dependem dela, e o nível do tenant continua sendo o que ela responde.
64
+ -- A cascata é uma função NOVA, e quem quer filial pede filial.
65
+
66
+ CREATE OR REPLACE FUNCTION app.unit_setting_value(p_tenant uuid, p_unit uuid, p_key text)
67
+ RETURNS jsonb
68
+ LANGUAGE sql
69
+ STABLE SECURITY DEFINER
70
+ SET search_path TO ''
71
+ AS $function$
72
+ SELECT coalesce(
73
+ -- a exceção da filial
74
+ (SELECT u.settings #> string_to_array(p_key, '.')
75
+ FROM app.units u
76
+ WHERE u.id = p_unit AND u.tenant_id = p_tenant),
77
+ -- o padrão da casa
78
+ (SELECT t.settings #> string_to_array(p_key, '.')
79
+ FROM public.tenants t
80
+ WHERE t.id = p_tenant),
81
+ -- o padrão declarado no registro
82
+ (SELECT k.default_value FROM app.tenant_setting_keys k WHERE k.key = p_key)
83
+ );
84
+ $function$;
85
+
86
+ COMMENT ON FUNCTION app.unit_setting_value(uuid, uuid, text) IS
87
+ 'unidade → tenant → default_value. p_unit nulo devolve o nível do tenant.';
88
+
89
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
90
+ -- 3. Ler
91
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
92
+ --
93
+ -- `p_unit` nulo = a unidade da sessão. Quem não está em unidade nenhuma lê o
94
+ -- nível do tenant, que é o padrão da casa — e não um erro.
95
+
96
+ CREATE OR REPLACE FUNCTION public.unit_setting(p_key text, p_unit uuid DEFAULT NULL)
97
+ RETURNS jsonb
98
+ LANGUAGE plpgsql
99
+ STABLE SECURITY DEFINER
100
+ SET search_path TO ''
101
+ AS $function$
102
+ DECLARE
103
+ v_tenant uuid := app.current_tenant_id();
104
+ v_unit uuid := coalesce(p_unit, app.current_unit_id());
105
+ BEGIN
106
+ IF v_tenant IS NULL THEN
107
+ RAISE EXCEPTION 'unit_setting: no active tenant' USING ERRCODE = '42501';
108
+ END IF;
109
+ IF NOT EXISTS (SELECT 1 FROM app.tenant_setting_keys k WHERE k.key = p_key) THEN
110
+ RAISE EXCEPTION 'unit_setting: unknown key %', coalesce(p_key, '<null>') USING ERRCODE = '22023';
111
+ END IF;
112
+ -- Ler a configuração de uma filial que a pessoa não alcança seria vazar o
113
+ -- recorte da franquia por um caminho lateral.
114
+ IF v_unit IS NOT NULL AND NOT app.has_unit(v_unit) THEN
115
+ RAISE EXCEPTION 'unit_setting: unit is out of reach' USING ERRCODE = '42501';
116
+ END IF;
117
+ RETURN app.unit_setting_value(v_tenant, v_unit, p_key);
118
+ END $function$;
119
+
120
+ -- Todas as chaves resolvidas para uma filial, de uma vez — o que a tela de
121
+ -- /settings lê quando abre. Mesma forma do `tenant_settings()`.
122
+ CREATE OR REPLACE FUNCTION public.unit_settings(p_unit uuid DEFAULT NULL)
123
+ RETURNS jsonb
124
+ LANGUAGE plpgsql
125
+ STABLE SECURITY DEFINER
126
+ SET search_path TO ''
127
+ AS $function$
128
+ DECLARE
129
+ v_tenant uuid := app.current_tenant_id();
130
+ v_unit uuid := coalesce(p_unit, app.current_unit_id());
131
+ BEGIN
132
+ IF v_tenant IS NULL THEN
133
+ RAISE EXCEPTION 'unit_settings: no active tenant' USING ERRCODE = '42501';
134
+ END IF;
135
+ IF v_unit IS NOT NULL AND NOT app.has_unit(v_unit) THEN
136
+ RAISE EXCEPTION 'unit_settings: unit is out of reach' USING ERRCODE = '42501';
137
+ END IF;
138
+ RETURN coalesce(
139
+ (SELECT jsonb_object_agg(k.key, app.unit_setting_value(v_tenant, v_unit, k.key))
140
+ FROM app.tenant_setting_keys k),
141
+ '{}'::jsonb);
142
+ END $function$;
143
+
144
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
145
+ -- 4. Escrever a exceção da filial
146
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
147
+
148
+ CREATE OR REPLACE FUNCTION public.unit_setting_set(p_key text, p_value jsonb, p_unit uuid DEFAULT NULL)
149
+ RETURNS jsonb
150
+ LANGUAGE plpgsql
151
+ SECURITY DEFINER
152
+ SET search_path TO ''
153
+ AS $function$
154
+ DECLARE
155
+ v_tenant uuid := app.current_tenant_id();
156
+ v_unit uuid := coalesce(p_unit, app.current_unit_id());
157
+ k record;
158
+ BEGIN
159
+ IF v_tenant IS NULL OR auth.uid() IS NULL THEN
160
+ RAISE EXCEPTION 'unit_setting_set: no session or no active tenant' USING ERRCODE = '42501';
161
+ END IF;
162
+ IF v_unit IS NULL THEN
163
+ RAISE EXCEPTION 'unit_setting_set: no unit — use tenant_setting_set for the house default' USING ERRCODE = '22023';
164
+ END IF;
165
+ -- A permissão se pergunta NA UNIDADE: quem administra uma filial não
166
+ -- administra as outras.
167
+ IF NOT app.has_permission('settings.manage', v_unit) THEN
168
+ RAISE EXCEPTION 'unit_setting_set: settings.manage is required on this unit' USING ERRCODE = '42501';
169
+ END IF;
170
+ SELECT * INTO k FROM app.tenant_setting_keys x WHERE x.key = p_key;
171
+ IF NOT FOUND THEN
172
+ RAISE EXCEPTION 'unit_setting_set: unknown key %', coalesce(p_key, '<null>') USING ERRCODE = '22023';
173
+ END IF;
174
+ -- O espelho da trava que o tenant_setting_set já tinha: chave de tenant não
175
+ -- se excepciona por filial, senão o mesmo valor passa a ter dois donos.
176
+ IF k.scope <> 'unit' THEN
177
+ RAISE EXCEPTION 'unit_setting_set: key % is tenant-scoped', p_key USING ERRCODE = '22023';
178
+ END IF;
179
+ IF NOT app.setting_type_ok(k.type, p_value) THEN
180
+ RAISE EXCEPTION 'unit_setting_set: key % expects %, got %', p_key, k.type, coalesce(jsonb_typeof(p_value), 'null') USING ERRCODE = '22023';
181
+ END IF;
182
+ -- Valor nulo REMOVE a exceção e devolve a filial ao padrão da casa —
183
+ -- app.jsonb_set_path já trata isso como remoção do caminho.
184
+ UPDATE app.units u
185
+ SET settings = app.jsonb_set_path(coalesce(u.settings, '{}'::jsonb), string_to_array(p_key, '.'), p_value)
186
+ WHERE u.id = v_unit AND u.tenant_id = v_tenant;
187
+ IF NOT FOUND THEN
188
+ RAISE EXCEPTION 'unit_setting_set: unit does not belong to this tenant' USING ERRCODE = '42501';
189
+ END IF;
190
+ RETURN app.unit_setting_value(v_tenant, v_unit, p_key);
191
+ END $function$;
192
+
193
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
194
+ -- 5. O tenant volta a poder escrever chave de unidade — como PADRÃO
195
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
196
+ --
197
+ -- A trava original estava certa enquanto não havia cascata: sem ela, gravar uma
198
+ -- chave de unidade no tenant era gravar num lugar que ninguém lia. Com a
199
+ -- cascata o nível do tenant passa a significar "o padrão da casa", e recusá-lo
200
+ -- obrigaria a escrever unidade por unidade — e deixaria a filial nova nascendo
201
+ -- sem valor nenhum.
202
+ --
203
+ -- O resto da função é idêntico ao que já estava aplicado.
204
+
205
+ CREATE OR REPLACE FUNCTION public.tenant_setting_set(p_key text, p_value jsonb)
206
+ RETURNS jsonb
207
+ LANGUAGE plpgsql
208
+ SECURITY DEFINER
209
+ SET search_path TO ''
210
+ AS $function$
211
+ DECLARE
212
+ v_tenant uuid := app.current_tenant_id();
213
+ k record;
214
+ BEGIN
215
+ IF v_tenant IS NULL OR auth.uid() IS NULL THEN
216
+ RAISE EXCEPTION 'tenant_setting_set: no session or no active tenant' USING ERRCODE = '42501';
217
+ END IF;
218
+ IF NOT app.has_permission('settings.manage') THEN
219
+ RAISE EXCEPTION 'tenant_setting_set: settings.manage is required' USING ERRCODE = '42501';
220
+ END IF;
221
+ SELECT * INTO k FROM app.tenant_setting_keys x WHERE x.key = p_key;
222
+ IF NOT FOUND THEN
223
+ RAISE EXCEPTION 'tenant_setting_set: unknown key %', coalesce(p_key, '<null>') USING ERRCODE = '22023';
224
+ END IF;
225
+ IF NOT app.setting_type_ok(k.type, p_value) THEN
226
+ RAISE EXCEPTION 'tenant_setting_set: key % expects %, got %', p_key, k.type, coalesce(jsonb_typeof(p_value), 'null') USING ERRCODE = '22023';
227
+ END IF;
228
+ UPDATE public.tenants t
229
+ SET settings = app.jsonb_set_path(coalesce(t.settings, '{}'::jsonb), string_to_array(p_key, '.'), p_value)
230
+ WHERE t.id = v_tenant;
231
+ RETURN app.tenant_setting_value(v_tenant, p_key);
232
+ END $function$;
233
+
234
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
235
+ -- 6. Quem pode chamar
236
+ -- ═══════════════════════════════════════════════════════════════════════════
237
+
238
+ -- A cascata interna não é superfície de ninguém: sem este REVOKE ela fica com o
239
+ -- EXECUTE que o PostgreSQL dá a PUBLIC por padrão — e PUBLIC inclui `anon`. Os
240
+ -- três invólucros públicos abaixo são SECURITY DEFINER e a chamam como dono, de
241
+ -- modo que ninguém perde acesso ao que deveria ter. O portão N15c do pgTAP
242
+ -- ("anon não executa nada em `app`") foi quem pegou.
243
+ REVOKE ALL ON FUNCTION app.unit_setting_value(uuid, uuid, text) FROM public, anon;
244
+
245
+ REVOKE ALL ON FUNCTION public.unit_setting(text, uuid) FROM public;
246
+ REVOKE ALL ON FUNCTION public.unit_settings(uuid) FROM public;
247
+ REVOKE ALL ON FUNCTION public.unit_setting_set(text, jsonb, uuid) FROM public;
248
+ GRANT EXECUTE ON FUNCTION public.unit_setting(text, uuid) TO authenticated, service_role;
249
+ GRANT EXECUTE ON FUNCTION public.unit_settings(uuid) TO authenticated, service_role;
250
+ GRANT EXECUTE ON FUNCTION public.unit_setting_set(text, jsonb, uuid) TO authenticated, service_role;
@@ -0,0 +1,97 @@
1
+ -- ---------------------------------------------------------------------------
2
+ -- 128_a_biblioteca_de_midia_tambem_precisa_de_porta.sql
3
+ -- ---------------------------------------------------------------------------
4
+ -- Quatro buckets de mídia existem desde sempre e NENHUM tem política.
5
+ --
6
+ -- `shop-images`, `inventory-images`, `mkt-media` e `course-media` são públicos,
7
+ -- então a URL de leitura funciona — e foi por isso que o buraco ficou invisível
8
+ -- por tanto tempo: a foto do produto aparece na vitrine, o catálogo parece
9
+ -- inteiro, e ninguém suspeita.
10
+ --
11
+ -- O que NÃO funciona é tudo que passa por `storage.objects` com o JWT do
12
+ -- usuário: `storage.list` e o upload. A tela Conteúdo do StoreControl lista a
13
+ -- biblioteca com `bucket.list(...)`, e sem política de SELECT a lista volta
14
+ -- VAZIA — não com erro. Medido na Zedek Pizzas em 2026-09-22: sete banners
15
+ -- gravados no bucket, "0 arquivos | Nenhum arquivo ainda" na tela. O botão
16
+ -- "Enviar arquivos" está do outro lado do mesmo buraco: sem política de INSERT
17
+ -- ele recusa todo envio.
18
+ --
19
+ -- Isto vale para TODO tenant da frota, não para esta conta.
20
+ --
21
+ -- ── O recorte ──────────────────────────────────────────────────────────────
22
+ -- O mesmo de `core_attachments_*` (063) e da foto de ponto: a pasta do topo é
23
+ -- o tenant, e é ela que decide. Um bucket público já é legível por URL, então
24
+ -- a política de SELECT não abre nada que não estivesse aberto — ela só ensina
25
+ -- o `list` a enxergar o que o dono já pode ver.
26
+ --
27
+ -- DELETE entra aqui, ao contrário dos anexos: uma imagem de produto trocada é
28
+ -- rotina de catálogo, e a tela oferece o botão. O que ela não pode é sair do
29
+ -- pé da própria conta.
30
+ -- ---------------------------------------------------------------------------
31
+
32
+ DO $$
33
+ DECLARE
34
+ v_bucket text;
35
+ BEGIN
36
+ FOREACH v_bucket IN ARRAY ARRAY['shop-images', 'inventory-images', 'mkt-media', 'course-media'] LOOP
37
+ -- O nome da política carrega o bucket: quatro conjuntos independentes, e
38
+ -- desligar um não mexe nos outros.
39
+ EXECUTE format('DROP POLICY IF EXISTS %I ON storage.objects', 'core_media_' || replace(v_bucket, '-', '_') || '_read');
40
+ EXECUTE format('DROP POLICY IF EXISTS %I ON storage.objects', 'core_media_' || replace(v_bucket, '-', '_') || '_insert');
41
+ EXECUTE format('DROP POLICY IF EXISTS %I ON storage.objects', 'core_media_' || replace(v_bucket, '-', '_') || '_update');
42
+ EXECUTE format('DROP POLICY IF EXISTS %I ON storage.objects', 'core_media_' || replace(v_bucket, '-', '_') || '_delete');
43
+
44
+ EXECUTE format($f$
45
+ CREATE POLICY %I ON storage.objects
46
+ FOR SELECT TO authenticated
47
+ USING (
48
+ bucket_id = %L
49
+ AND (storage.foldername(name))[1] IN (SELECT public.user_tenant_ids()::text)
50
+ )
51
+ $f$, 'core_media_' || replace(v_bucket, '-', '_') || '_read', v_bucket);
52
+
53
+ EXECUTE format($f$
54
+ CREATE POLICY %I ON storage.objects
55
+ FOR INSERT TO authenticated
56
+ WITH CHECK (
57
+ bucket_id = %L
58
+ AND (storage.foldername(name))[1] IN (SELECT public.user_tenant_ids()::text)
59
+ )
60
+ $f$, 'core_media_' || replace(v_bucket, '-', '_') || '_insert', v_bucket);
61
+
62
+ EXECUTE format($f$
63
+ CREATE POLICY %I ON storage.objects
64
+ FOR UPDATE TO authenticated
65
+ USING (
66
+ bucket_id = %L
67
+ AND (storage.foldername(name))[1] IN (SELECT public.user_tenant_ids()::text)
68
+ )
69
+ WITH CHECK (
70
+ bucket_id = %L
71
+ AND (storage.foldername(name))[1] IN (SELECT public.user_tenant_ids()::text)
72
+ )
73
+ $f$, 'core_media_' || replace(v_bucket, '-', '_') || '_update', v_bucket, v_bucket);
74
+
75
+ EXECUTE format($f$
76
+ CREATE POLICY %I ON storage.objects
77
+ FOR DELETE TO authenticated
78
+ USING (
79
+ bucket_id = %L
80
+ AND (storage.foldername(name))[1] IN (SELECT public.user_tenant_ids()::text)
81
+ )
82
+ $f$, 'core_media_' || replace(v_bucket, '-', '_') || '_delete', v_bucket);
83
+ END LOOP;
84
+ END $$;
85
+
86
+ -- A vistoria: dezesseis políticas, quatro por bucket. Zero significa que o
87
+ -- laço acima não rodou, e aí a tela Conteúdo continua vazia em silêncio — que
88
+ -- é exatamente o defeito que esta migration existe para fechar.
89
+ DO $$
90
+ DECLARE v_n int;
91
+ BEGIN
92
+ SELECT count(*) INTO v_n FROM pg_policy
93
+ WHERE polrelid = 'storage.objects'::regclass AND polname LIKE 'core_media_%';
94
+ IF v_n <> 16 THEN
95
+ RAISE EXCEPTION '128: esperava 16 políticas core_media_*, encontrei %', v_n;
96
+ END IF;
97
+ END $$;
@@ -0,0 +1,83 @@
1
+ -- ============================================================================
2
+ -- O login diz de QUEM ele é
3
+ --
4
+ -- SINTOMA: a régua do atendimento do V1 só é montada para quem está VINCULADO A
5
+ -- UM PROFISSIONAL — quem entra como admin da licença vê a ficha do cliente sem
6
+ -- botão nenhum. O V2 não conseguia nem fazer a pergunta: `public.tenant_members`
7
+ -- devolve (id, tenant_id, user_id, role, active, created_at, updated_at) e mais
8
+ -- nada.
9
+ --
10
+ -- E o dado ESTÁ LÁ. `app.memberships.person_id` existe e está preenchido: 4 de 4
11
+ -- no Espaço Facial, 88 no cluster. O que falta é a porta — a vista pública, que
12
+ -- é por onde todo o TypeScript lê, não publica a coluna. O contrato em
13
+ -- `packages/core/src/types/org.ts` fala dela ("um `tenant_members` ligado por
14
+ -- `person_id`"), e ninguém nunca leu nada porque ela não atravessa.
15
+ --
16
+ -- Não é migração de dado: é uma vista alargada e a pergunta virando função.
17
+ --
18
+ -- ⚠ Uma vista alargada volta a estreitar se uma migration mais antiga for
19
+ -- reaplicada fora de ordem — foi o que já aconteceu neste repositório. Se
20
+ -- `person_id` sumir da vista de novo, procure quem recriou `tenant_members`
21
+ -- depois desta.
22
+ -- ============================================================================
23
+
24
+ -- DUAS FORMAS, UM CONTRATO.
25
+ --
26
+ -- Em pool novo `public.tenant_members` é TABELA, criada pelo baseline já com
27
+ -- `person_id`: não há o que alargar. No cluster que veio do ETL ela é VISTA
28
+ -- sobre `app.memberships`, e é lá que a coluna não atravessa. `CREATE OR
29
+ -- REPLACE VIEW` sobre a tabela não falha por acaso — falha com "tenant_members
30
+ -- is not a view", e derruba a corrente inteira num banco do zero.
31
+ DO $$
32
+ BEGIN
33
+ IF (SELECT c.relkind FROM pg_class c JOIN pg_namespace n ON n.oid = c.relnamespace
34
+ WHERE n.nspname = 'public' AND c.relname = 'tenant_members') = 'v' THEN
35
+ EXECUTE $v$
36
+ CREATE OR REPLACE VIEW public.tenant_members AS
37
+ SELECT m.id,
38
+ m.tenant_id,
39
+ m.user_id,
40
+ COALESCE(r.key, 'staff'::text) AS role,
41
+ m.active,
42
+ m.created_at,
43
+ m.updated_at,
44
+ -- A pessoa que É este login. Nulo é legítimo: o dono que criou o
45
+ -- espaço nunca ganha ficha, e metade de uma equipe de salão nunca
46
+ -- faz login.
47
+ --
48
+ -- POR ÚLTIMO, e não ao lado de `role`, onde ela faria sentido de
49
+ -- ler: `CREATE OR REPLACE VIEW` só aceita ACRESCENTAR coluna no
50
+ -- fim. Movê-la exigiria derrubar a vista, e derrubar leva junto os
51
+ -- grants e tudo que depende dela.
52
+ m.person_id
53
+ FROM app.memberships m
54
+ LEFT JOIN app.roles r ON r.id = m.role_id
55
+ $v$;
56
+ END IF;
57
+ END $$;
58
+
59
+ -- A pergunta que a tela faz — "eu sou profissional aqui?" — numa função só,
60
+ -- para não ser remontada com um `join` diferente em cada lugar.
61
+ CREATE OR REPLACE FUNCTION public.current_person_id()
62
+ RETURNS uuid LANGUAGE plpgsql STABLE SECURITY DEFINER SET search_path TO 'public', 'app'
63
+ AS $fn$
64
+ DECLARE
65
+ v uuid;
66
+ BEGIN
67
+ -- `EXECUTE` e não SQL direto: o corpo de uma função `LANGUAGE sql` é
68
+ -- validado na CRIAÇÃO, e `app.memberships` não existe num pool novo — a
69
+ -- migration morreria ali, num banco onde a pergunta nem precisa dessa tabela.
70
+ -- Onde ela existe (o cluster que veio do ETL) é a fonte; onde não existe, a
71
+ -- própria `public.tenant_members`, que lá é tabela e já tem a coluna.
72
+ IF to_regclass('app.memberships') IS NOT NULL THEN
73
+ EXECUTE 'SELECT m.person_id FROM app.memberships m
74
+ WHERE m.user_id = auth.uid() AND m.tenant_id = app.current_tenant_id()
75
+ AND coalesce(m.active, true) LIMIT 1' INTO v;
76
+ ELSE
77
+ EXECUTE 'SELECT tm.person_id FROM public.tenant_members tm
78
+ WHERE tm.user_id = auth.uid() AND tm.tenant_id = app.current_tenant_id() LIMIT 1' INTO v;
79
+ END IF;
80
+ RETURN v;
81
+ END $fn$;
82
+
83
+ GRANT EXECUTE ON FUNCTION public.current_person_id() TO authenticated;