@dewtech/dare-cli 2.6.0 → 2.9.0

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package/package.json CHANGED
@@ -1,6 +1,6 @@
1
1
  {
2
2
  "name": "@dewtech/dare-cli",
3
- "version": "2.6.0",
3
+ "version": "2.9.0",
4
4
  "description": "DARE Framework - CLI, GraphRAG engine, MCP server and shared types in a single package",
5
5
  "type": "module",
6
6
  "main": "./dist/index.js",
@@ -0,0 +1,275 @@
1
+ ---
2
+ name: dare-rust-workspace
3
+ description: Decisão e migração de Cargo workspace multi-crate para projetos Rust/Axum. Use durante design/blueprint para decidir o layout, ou quando um projeto single-crate cresceu além do que comporta confortavelmente. Cobre os 2 cenários — escolher na fase de design + migrar projeto existente — com critérios objetivos e plano em PRs.
4
+ ---
5
+
6
+ # DARE — Rust Workspace Skill (single-crate vs multi-crate)
7
+
8
+ Use esta skill em dois momentos:
9
+
10
+ - **Design / Blueprint:** projeto Rust novo na stack `rust-axum`. Decida
11
+ desde o início se ele nasce single-crate ou em workspace multi-crate.
12
+ - **Migração:** projeto Rust single-crate **já existente** que cresceu
13
+ demais e está doendo. Proponha o plano de migração.
14
+
15
+ Regra geral: **comece simples, migre quando os critérios objetivos
16
+ abaixo aparecerem.** Workspace é a estrutura idiomática Rust para projetos
17
+ maduros, mas é overengineering para o "hello world".
18
+
19
+ ---
20
+
21
+ ## Cenário A — Decisão na fase Design/Blueprint
22
+
23
+ ### Comece **single-crate** quando TODOS forem verdadeiros
24
+
25
+ - Apenas **1 binário** (HTTP server).
26
+ - Estimativa de **< 30 arquivos `.rs`** no `src/`.
27
+ - **1–2 sistemas externos** (apenas DB; ou DB + cache).
28
+ - **Equipe ≤ 2 devs**.
29
+ - Nenhum requisito de deploy independente para subcomponentes.
30
+
31
+ ### Comece **workspace multi-crate** quando QUALQUER um for verdadeiro
32
+
33
+ - **≥ 2 binários** previstos (API + worker; API + admin; API + CLI).
34
+ - **Múltiplos sistemas externos** (3+: PG + Redis + Rabbit + Qdrant + Neo4j…).
35
+ - **Deploy independente** desejado (workers em pods separados no k8s).
36
+ - **Fronteiras arquiteturais** críticas (domain puro sem HTTP/DB; SDK
37
+ publicável; cliente compartilhado com outros projetos).
38
+ - **Equipe ≥ 3 devs** trabalhando em paralelo.
39
+
40
+ ### Layout convencional para workspace
41
+
42
+ Use o prefixo do projeto (`<p>`) — ex: `wa-` para `wa-business-api`,
43
+ `agent-` para `agent-ai`.
44
+
45
+ ```
46
+ projeto/
47
+ ├── Cargo.toml # workspace root
48
+ ├── docker-compose.yml
49
+ ├── Dockerfile
50
+ ├── crates/
51
+ │ ├── <p>-domain/ (lib) # entities puras
52
+ │ ├── <p>-config/ (lib) # AppConfig::from_env()
53
+ │ ├── <p>-db/ (lib) # sqlx pool, migrations
54
+ │ ├── <p>-cache/ (lib) # redis/moka
55
+ │ ├── <p>-queue/ (lib) # lapin/kafka
56
+ │ ├── <p>-crypto/ (lib) # bcrypt, jwt
57
+ │ ├── <p>-services/ (lib) # business logic, sem HTTP
58
+ │ ├── <p>-integrators/ (lib) # clientes externos (LLM, Stripe…)
59
+ │ ├── <p>-api/ (bin + lib) # HTTP server
60
+ │ ├── <p>-worker-<X>/ (bin) # 1 binário por tipo de worker
61
+ │ ├── <p>-admin/ (bin) # CLI admin
62
+ │ └── <p>-e2e/ (tests) # integration tests
63
+ └── xtask/ # scripts em Rust
64
+ ```
65
+
66
+ Granularidade: **um crate por bounded context**, NÃO por arquivo. Resista
67
+ ao "crate util" / "common" — vira lixeira.
68
+
69
+ ### Cargo.toml workspace template
70
+
71
+ ```toml
72
+ [workspace]
73
+ resolver = "2"
74
+ members = [
75
+ "crates/<p>-domain",
76
+ "crates/<p>-config",
77
+ "crates/<p>-db",
78
+ "crates/<p>-services",
79
+ "crates/<p>-api",
80
+ "crates/<p>-worker-x",
81
+ "crates/<p>-e2e",
82
+ "xtask",
83
+ ]
84
+
85
+ [workspace.package]
86
+ version = "0.1.0"
87
+ edition = "2021"
88
+ rust-version = "1.80"
89
+
90
+ [workspace.dependencies]
91
+ tokio = { version = "1.40", features = ["full"] }
92
+ axum = { version = "0.7", features = ["macros"] }
93
+ sqlx = { version = "0.8", features = ["runtime-tokio", "postgres", "uuid", "chrono", "migrate"] }
94
+ serde = { version = "1.0", features = ["derive"] }
95
+ serde_json = "1.0"
96
+ thiserror = "1.0"
97
+ anyhow = "1.0"
98
+ tracing = "0.1"
99
+ tracing-subscriber = { version = "0.3", features = ["env-filter", "json"] }
100
+ uuid = { version = "1.10", features = ["v4", "serde"] }
101
+ chrono = { version = "0.4", features = ["serde"] }
102
+
103
+ [profile.release]
104
+ opt-level = 3
105
+ lto = "thin"
106
+ codegen-units = 1
107
+ strip = true
108
+ ```
109
+
110
+ Cada crate filho herda com `version.workspace = true` e
111
+ `<dep> = { workspace = true }`. Atualizar versão de uma dep = uma linha
112
+ no root.
113
+
114
+ ### Diagrama Mermaid no BLUEPRINT.md
115
+
116
+ ```mermaid
117
+ graph TD
118
+ api[<p>-api]
119
+ admin[<p>-admin]
120
+ worker[<p>-worker-flow]
121
+ services[<p>-services]
122
+ integrators[<p>-integrators]
123
+ db[<p>-db]
124
+ queue[<p>-queue]
125
+ domain[<p>-domain]
126
+
127
+ api --> services
128
+ admin --> services
129
+ worker --> services
130
+ services --> db
131
+ services --> queue
132
+ services --> integrators
133
+ services --> domain
134
+ db --> domain
135
+ ```
136
+
137
+ Regras de seta:
138
+ - `<p>-domain` no fundo: ninguém depende para baixo dele.
139
+ - `<p>-services` no meio: depende de domain/db/queue, nunca de api.
140
+ - Binários (api/admin/worker) no topo: dependem de services, nunca um do
141
+ outro.
142
+
143
+ ---
144
+
145
+ ## Cenário B — Migração de single-crate para workspace
146
+
147
+ ### Sintomas objetivos de "hora de migrar"
148
+
149
+ - `src/` tem > 30 arquivos `.rs` ou > 6 subpastas top-level.
150
+ - Múltiplos "domínios verticais" misturados (handlers, services, workers,
151
+ integrators, mcp, acp, skills, tools…).
152
+ - Workers usam `tokio::spawn` no mesmo processo do API.
153
+ - `cargo build` incremental > 10s.
154
+ - Conflitos de merge frequentes no mesmo crate.
155
+ - Quer expor parte do código (cliente, SDK) como crate publicável.
156
+
157
+ ### Plano em 4 PRs incrementais
158
+
159
+ Migração nunca é big-bang. Cada PR deve passar build/test/clippy no fim e
160
+ ser deployável.
161
+
162
+ #### PR 1 — Workers (mais isolados, menor risco)
163
+
164
+ ```
165
+ src/workers/ → crates/<p>-worker-<nome>/
166
+ ├── Cargo.toml
167
+ └── src/main.rs
168
+ ```
169
+
170
+ - Cada `tokio::spawn(worker_x)` do `main.rs` da API vira um binário
171
+ próprio.
172
+ - API server **para de spawn workers** — workers sobem como processo
173
+ independente.
174
+ - `docker-compose.yml` ganha service novo por worker.
175
+ - Em k8s, cada worker vira Deployment próprio com scaling independente.
176
+
177
+ #### PR 2 — Integrators (clientes externos)
178
+
179
+ ```
180
+ src/integrators/{llm, neo4j, qdrant}.rs → crates/<p>-integrators/src/lib.rs
181
+ ```
182
+
183
+ - Tudo que fala com o mundo externo (LLM, DB externo, Stripe, Meta…) vira
184
+ lib.
185
+ - API e workers importam via `<p>-integrators = { path = "../<p>-integrators" }`.
186
+ - Crate é folha do grafo: NÃO depende de domain/services — só conhece
187
+ tipos request/response da API externa.
188
+
189
+ #### PR 3 — Domain (entidades puras)
190
+
191
+ ```
192
+ src/models/ \
193
+ src/dto/ → crates/<p>-domain/src/lib.rs
194
+ src/error.rs (parte DomainError) /
195
+ ```
196
+
197
+ - `<p>-domain` tem dependências **mínimas**: `serde`, `uuid`, `chrono`,
198
+ `thiserror`. Nada de axum, sqlx, redis.
199
+ - Force a regra: o Cargo.toml do domain NÃO inclui essas deps. Build
200
+ falha se alguém tentar.
201
+ - Todos os outros crates passam a usar `<p>-domain` em vez de
202
+ `crate::models::`.
203
+
204
+ #### PR 4 — API e raiz do workspace
205
+
206
+ ```
207
+ Cargo.toml (raiz) → vira [workspace] puro, sem [package]
208
+ src/ (resto) → crates/<p>-api/src/
209
+ ├── main.rs
210
+ ├── lib.rs
211
+ ├── handlers/
212
+ ├── routes.rs
213
+ └── middleware/
214
+ ```
215
+
216
+ - `Cargo.toml` raiz só tem `[workspace]` + `[workspace.package]` +
217
+ `[workspace.dependencies]` + `[profile.*]`.
218
+ - API vai pra `crates/<p>-api/`.
219
+ - Todas as deps centralizadas em `workspace.dependencies`.
220
+
221
+ ### Validação após CADA PR
222
+
223
+ ```bash
224
+ cargo build --workspace --all-targets
225
+ cargo test --workspace
226
+ cargo clippy --workspace --all-targets -- -D warnings
227
+ ```
228
+
229
+ Mais o smoke E2E (subir compose, hitar `/healthz`, login, operação CRUD).
230
+ Se algum quebrar, o PR está incompleto.
231
+
232
+ ### Antipatterns ao migrar
233
+
234
+ | Antipattern | Por que evitar |
235
+ |-------------|----------------|
236
+ | Big-bang (1 PR mexe em tudo) | Impossível revisar; impossível reverter |
237
+ | Crate `common`/`shared`/`utils` | Vira lixeira; viola SRP |
238
+ | Crate por arquivo (granular demais) | 50 crates de 100 linhas → parar build |
239
+ | Refactor de lógica + migração no mesmo PR | Bug fica escondido |
240
+ | Mover testes em PR separado | Crate sem test em produção é bug em standby |
241
+ | Esquecer de atualizar `xtask`/CI | Pipeline quebra; deploy vira pesadelo |
242
+
243
+ ### Tradução de imports
244
+
245
+ | Antes (single-crate) | Depois (workspace) |
246
+ |----------------------|--------------------|
247
+ | `use crate::models::User;` | `use <p>_domain::User;` |
248
+ | `use crate::services::auth::login;` | `use <p>_services::auth::login;` |
249
+ | `use crate::integrators::llm::Gemini;` | `use <p>_integrators::llm::Gemini;` |
250
+ | `use crate::handlers::health::router;` | *fica igual — mesmo crate* |
251
+
252
+ Hifens (Cargo) viram underlines (Rust idents).
253
+
254
+ ---
255
+
256
+ ## Quando NÃO migrar
257
+
258
+ - Projeto < 30 arquivos, 1 binário, 1 dev → single-crate é mais simples.
259
+ - Sprint crítico em curso → migração é refactor estrutural; não combina
260
+ com prazo.
261
+ - Sem sinais reais de dor → build < 5s, sem conflitos, sem segundo
262
+ binário planejado.
263
+
264
+ Migração tem custo. Faça quando o ganho compensar.
265
+
266
+ ## Checklist final
267
+
268
+ - [ ] Critérios objetivos documentados no BLUEPRINT
269
+ - [ ] Lista de crates com responsabilidade de cada
270
+ - [ ] Diagrama Mermaid do grafo de dependências
271
+ - [ ] `Cargo.toml` raiz com `workspace.dependencies` centralizadas
272
+ - [ ] `<p>-domain` sem dependência de HTTP/DB/cache
273
+ - [ ] Cada binário com `[[bin]]` no Cargo.toml do seu crate
274
+ - [ ] Migração em PRs incrementais (não big-bang)
275
+ - [ ] Ralph Loop verde após cada PR (`cargo build/test/clippy --workspace`)
@@ -0,0 +1,209 @@
1
+ # /dare-rust-workspace
2
+
3
+ Decisão e migração de Cargo workspace multi-crate para projetos Rust/Axum.
4
+ Cobre dois cenários:
5
+
6
+ - **Cenário A — Design/Blueprint:** decidir desde o início se o projeto
7
+ nasce single-crate ou workspace.
8
+ - **Cenário B — Migração:** propor plano de PRs incrementais para
9
+ transformar um projeto single-crate maduro em workspace.
10
+
11
+ ## Como usar
12
+
13
+ ```
14
+ /dare-rust-workspace # análise contextual (lê BLUEPRINT/src/)
15
+ /dare-rust-workspace --design # foco em decisão para projeto novo
16
+ /dare-rust-workspace --migrate # foco em plano de migração
17
+ ```
18
+
19
+ ## O que fazer
20
+
21
+ ### 1) Detectar o cenário
22
+
23
+ - Se existe `DARE/BLUEPRINT.md` mas o `src/` ainda não existe ou tem < 5
24
+ arquivos → Cenário A (decisão)
25
+ - Se `src/` tem > 30 arquivos `.rs` ou múltiplas subpastas top-level →
26
+ Cenário B (migração)
27
+ - Caso intermediário (15–30 arquivos) → mostrar os critérios e perguntar
28
+ ao usuário
29
+
30
+ ### 2) Cenário A — Decisão na fase Design/Blueprint
31
+
32
+ Aplique os critérios:
33
+
34
+ **Comece single-crate quando TODOS forem verdadeiros:**
35
+ - Apenas 1 binário (HTTP server)
36
+ - < 30 arquivos `.rs` esperados
37
+ - 1–2 sistemas externos (DB; ou DB + cache)
38
+ - Equipe ≤ 2 devs
39
+ - Sem deploy independente para subcomponentes
40
+
41
+ **Comece workspace quando QUALQUER for verdadeiro:**
42
+ - ≥ 2 binários previstos (API + worker; API + admin)
43
+ - ≥ 3 sistemas externos (PG + Redis + Rabbit + Qdrant + Neo4j…)
44
+ - Deploy independente desejado (workers em pods separados)
45
+ - Fronteiras arquiteturais críticas (domain puro; SDK publicável)
46
+ - Equipe ≥ 3 devs em paralelo
47
+
48
+ **Layout recomendado para workspace** (use `<p>` como prefixo do projeto):
49
+
50
+ ```
51
+ projeto/
52
+ ├── Cargo.toml # workspace root
53
+ ├── crates/
54
+ │ ├── <p>-domain/ (lib) # entities puras
55
+ │ ├── <p>-config/ (lib)
56
+ │ ├── <p>-db/ (lib)
57
+ │ ├── <p>-cache/ (lib)
58
+ │ ├── <p>-queue/ (lib)
59
+ │ ├── <p>-services/ (lib) # business logic
60
+ │ ├── <p>-integrators/ (lib) # clientes externos
61
+ │ ├── <p>-api/ (bin+lib) # HTTP server
62
+ │ ├── <p>-worker-<X>/ (bin) # 1 binário por worker
63
+ │ └── <p>-e2e/ (tests)
64
+ └── xtask/ # scripts em Rust
65
+ ```
66
+
67
+ **`Cargo.toml` raiz:**
68
+ ```toml
69
+ [workspace]
70
+ resolver = "2"
71
+ members = ["crates/<p>-domain", "crates/<p>-services", "crates/<p>-api", ...]
72
+
73
+ [workspace.package]
74
+ version = "0.1.0"
75
+ edition = "2021"
76
+ rust-version = "1.80"
77
+
78
+ [workspace.dependencies]
79
+ tokio = { version = "1.40", features = ["full"] }
80
+ axum = { version = "0.7", features = ["macros"] }
81
+ sqlx = { version = "0.8", features = ["runtime-tokio", "postgres", "uuid", "chrono", "migrate"] }
82
+ serde = { version = "1.0", features = ["derive"] }
83
+ thiserror = "1.0"
84
+ anyhow = "1.0"
85
+ tracing = "0.1"
86
+ uuid = { version = "1.10", features = ["v4", "serde"] }
87
+ chrono = { version = "0.4", features = ["serde"] }
88
+
89
+ [profile.release]
90
+ opt-level = 3
91
+ lto = "thin"
92
+ codegen-units = 1
93
+ strip = true
94
+ ```
95
+
96
+ Cada crate filho usa `<dep> = { workspace = true }` para herdar versão.
97
+
98
+ **Diagrama no BLUEPRINT.md (Mermaid):**
99
+ ```mermaid
100
+ graph TD
101
+ api[<p>-api]
102
+ worker[<p>-worker-flow]
103
+ services[<p>-services]
104
+ domain[<p>-domain]
105
+ db[<p>-db]
106
+ api --> services
107
+ worker --> services
108
+ services --> db
109
+ services --> domain
110
+ db --> domain
111
+ ```
112
+
113
+ Regra de seta: domain no fundo (ninguém depende para baixo), services no
114
+ meio (depende de domain/db, nunca de api), binários no topo.
115
+
116
+ ### 3) Cenário B — Plano de migração em 4 PRs
117
+
118
+ Migração **nunca é big-bang**. Cada PR passa build/test/clippy no fim e é
119
+ deployável.
120
+
121
+ **PR 1 — Workers** (mais isolados, menor risco):
122
+ ```
123
+ src/workers/ → crates/<p>-worker-<X>/
124
+ ├── Cargo.toml
125
+ └── src/main.rs
126
+ ```
127
+ - Cada `tokio::spawn(worker_x)` do `main.rs` da API vira binário próprio.
128
+ - API para de spawn workers; workers sobem como processo independente.
129
+ - `docker-compose.yml` ganha service novo por worker.
130
+ - Em k8s: Deployment próprio com scaling independente.
131
+
132
+ **PR 2 — Integrators** (clientes externos):
133
+ ```
134
+ src/integrators/{llm, neo4j, qdrant}.rs → crates/<p>-integrators/src/lib.rs
135
+ ```
136
+ - Tudo que fala com mundo externo (LLM, Stripe, Meta, DB externo) vira lib.
137
+ - API e workers importam via `path = "../<p>-integrators"`.
138
+ - Crate é folha do grafo — NÃO depende de domain/services.
139
+
140
+ **PR 3 — Domain** (entidades puras):
141
+ ```
142
+ src/models/ \
143
+ src/dto/ → crates/<p>-domain/src/lib.rs
144
+ src/error.rs /
145
+ ```
146
+ - `<p>-domain` tem deps **mínimas**: `serde`, `uuid`, `chrono`, `thiserror`.
147
+ - Nada de axum, sqlx, redis. Build do domain falha se alguém tentar.
148
+ - Outros crates passam a usar `<p>-domain` em vez de `crate::models::`.
149
+
150
+ **PR 4 — API e workspace root:**
151
+ ```
152
+ Cargo.toml raiz → [workspace] puro
153
+ src/ (resto) → crates/<p>-api/src/
154
+ ```
155
+ - `Cargo.toml` raiz só com `[workspace]` + `[workspace.package]` +
156
+ `[workspace.dependencies]` + `[profile.*]`.
157
+ - API vai pra `crates/<p>-api/`.
158
+ - Todas as deps centralizadas no root.
159
+
160
+ ### 4) Validação após cada PR
161
+
162
+ ```bash
163
+ cargo build --workspace --all-targets
164
+ cargo test --workspace
165
+ cargo clippy --workspace --all-targets -- -D warnings
166
+ ```
167
+
168
+ Mais smoke E2E do projeto. Se algum falhar, PR está incompleto.
169
+
170
+ ### 5) Tradução de imports
171
+
172
+ | Antes (single-crate) | Depois (workspace) |
173
+ |----------------------|--------------------|
174
+ | `use crate::models::User;` | `use <p>_domain::User;` |
175
+ | `use crate::services::auth::login;` | `use <p>_services::auth::login;` |
176
+ | `use crate::integrators::llm::Gemini;` | `use <p>_integrators::llm::Gemini;` |
177
+ | `use crate::handlers::health::router;` | *fica igual — mesmo crate* |
178
+
179
+ Hifens (Cargo) viram underlines (Rust idents).
180
+
181
+ ### 6) Antipatterns para alertar o usuário
182
+
183
+ | Antipattern | Por quê |
184
+ |-------------|---------|
185
+ | Big-bang (1 PR mexe em tudo) | Impossível revisar/reverter |
186
+ | Crate `common`/`shared`/`utils` | Vira lixeira; viola SRP |
187
+ | Crate por arquivo | 50 crates de 100 linhas → parar build |
188
+ | Refactor + migração no mesmo PR | Bug fica escondido |
189
+ | Mover testes em PR separado | Crate sem test = bug em standby |
190
+ | Esquecer atualizar `xtask`/CI | Pipeline quebra |
191
+
192
+ ### 7) Quando NÃO migrar
193
+
194
+ - Projeto < 30 arquivos, 1 binário, 1 dev
195
+ - Sprint crítico em curso (migração é refactor estrutural)
196
+ - Sem sinais reais de dor (build < 5s, sem conflitos)
197
+
198
+ ## Saída esperada
199
+
200
+ Para Cenário A: atualizar `DARE/BLUEPRINT.md` com a estrutura de crates
201
+ (diagrama + tabela de responsabilidades + `Cargo.toml` workspace).
202
+
203
+ Para Cenário B: gerar arquivo `DARE/MIGRATION-PLAN.md` com:
204
+ - Sintomas detectados (linhas de código, arquivos, etc.)
205
+ - 4 PRs em ordem com diff de pastas
206
+ - Critério de aceite por PR
207
+ - Estimativa de esforço
208
+
209
+ $ARGUMENTS